A VIDA É FEITA DE AUTOS E BAIXOS AS VEZES CONQUISTAMOS AS VEZES SOMOS CONUISTADOS, MAS O IMPORTANTE É
Continuar lendo
A VIDA É FEITA DE AUTOS E BAIXOS AS VEZES CONQUISTAMOS AS VEZES SOMOS CONUISTADOS, MAS O IMPORTANTE É DESISTIR JAMAIS
26 frases
A VIDA É FEITA DE AUTOS E BAIXOS AS VEZES CONQUISTAMOS AS VEZES SOMOS CONUISTADOS, MAS O IMPORTANTE É
A VIDA É FEITA DE AUTOS E BAIXOS AS VEZES CONQUISTAMOS AS VEZES SOMOS CONUISTADOS, MAS O IMPORTANTE É DESISTIR JAMAIS
A vida que se perde é a que se ganha. A vida que se nega é a que resolve.
Sacerdócio Faz já algum tempo que uma invasão inusitada ocorreu. Um contingente de letras veio me habitar. Foram chegando aos bandos, caravanas e caravelas. Povoaram minha mente e se estabeleceram. De mim fizeram sua pátria. Palavras de toda sorte, lots delas, fortes e tênues, e…
Sacerdócio Faz já algum tempo que uma invasão inusitada ocorreu. Um contingente de letras veio me habitar. Foram chegando aos bandos, caravanas e caravelas. Povoaram minha mente e se estabeleceram. De mim fizeram sua pátria. Palavras de toda sorte, lots delas, fortes e tênues, e vultosas, sobretudo constantes. Concomitantemente uma força mais forte que a que move o moinho passou a me impelir. Não havia lugar próprio e hora certa. Escrevia... Quando descansava, pensava... Pensava e escrevia. Palavras soltas e vazias ganhavam vida e significado. Escrever passou a ser um tipo de sacerdócio. Escrever e cumprir meu dever. Tal é a relação. Escrever sempre. Escrever é despir a alma, é ser visto por dentro.
Confissões de uma menina que não gosta Não gosto do frio Não gosto do quente
Confissões de uma menina que não gosta Não gosto do frio Não gosto do quente Não gosto do alívio e nem tampouco gosto da dor Não gosto do egoísmo e, nem por isso, gosto do amor Não gosto de criança - crianças nunca se cansam Não gosto da velhice - velhos são chatos, tão donos da verdade e tão fatigados Não gosto do beijo Não gosto do abraço Mas gosto muito menos do regaço Não gosto e quem canta e seus males espanta Não gosto de quem dança, Pois não gosto de festa A música não me interessa Pra que serve o prazer? Só serve pra entreter Não gosto de quem sonha Nem da tragédia medonha Não gosto de quem perde Também não gosto de ganha Não gosto de menina assanhada Também não gosto de menina acanhada Não gosto de gente que bebe Não gosto de gente que fuma Não de coisa nenhuma Não gosto de quem gosta de tudo Também não gosto de quem não gosta de nada Não gosto de mim Não gosto de quem gosta de mim Também não gosto de quem de mim não gosta Não gosto do não Não gosto do fim Não gosto do afeto Prefiro a desdém Não gosto do medo Não gosto do apego Não gosto do apelo Também não gosto de apelido Não gosto do mocinho Também não gosto do bandido Tenho medo de ambos Mas não gosto de ter medo Não gosto de ser cedo Também não gosto de ser tarde Não gosto do ócio Não me arramo em nenhum negócio Não gosto de ter sócio Não gosto do tédio Não gosto de remédio Não gosto de estar vivo Não me sinto à vontade Não gosto de gente melosa Não gosto de gente melindrosa E nem de gente meticulosa Também não gosto de gente sem prosa Não gosto de gente desnuda Não gosto que me deixem de saia justa Não gosto que me deixem de lado Mas sou alérgica ao afago Não gosto de ser o centro das atenções Não gosto de gente bonita Mas não cultuo a feiura Não gosto de sair Mas não gosto de ficar Não gosto de gente metida Não gosto de gente atrevida Não gosto de gente sofrida Não gosto de gente arredia Não gosto da noite Não gosto do dia Vai que um um dia eu goste e goste de gostar...
Chamam-me chamam-se esdrúxulo porque dois me valem mais que um chamam-me cético porque, ao ouvir o som, quis saber donde vinha
Chamam-me chamam-se esdrúxulo porque dois me valem mais que um chamam-me cético porque, ao ouvir o som, quis saber donde vinha chamam-me ateu porque não podia aceitar um deus pior que o homem chamam-me radical porque não conheci duas verdades chamam-me severo porque ao malfazejo não pude chamar pastor e guia...
Crises A crise da existência levou-me à fé em Deus. A crise da fé no homem levou-me de volta à crise da existência.
Crises A crise da existência levou-me à fé em Deus. A crise da fé no homem levou-me de volta à crise da existência. A fé em Deus levou-me de volta à fé no homem e resolveu o problema da crise.
O Nada Antes de tudo havia o nada Mas o nada, donde vem?
O Nada Antes de tudo havia o nada Mas o nada, donde vem? Nada vem do nada Alguma coisa precisa existir antes Antes do início de tudo... nada se sabe a respeito Se é possível o vazio total, então é possível o nada Um nada substancial O nada é esse paradoxo Esse paralelo Esse paramorfismo O universo é tudo o que há Desdobramento do nada O nada e o universo são coisas e a realidade é uma só O nada é coisa fechada O universo é coisa a se abrir O nada é coisa perfeita O universo é coisa em fazendo-se Mas se o nada se abre, o universo explode E o que antes não era nada (ou era nada), passa a ser de coisa em coisa Se o que é, é desde sempre, então o tempo não existe para o que é Mas por causa do tempo o que é, se torna Sem tempo há o que é O nada é antes do tempo Mas o antes do antes é ainda uma incógnita Desconfio que o universo retorne para o nada O nada é completo, tão completo que dele se tira tudo e nada lhe falta Mas não é, em nada, um nada comum E nada há de comum no nada
Viajar é possível através da mente que cria universos paralelos, mundo particular, mundos invisíveis e outros devaneios(e o homem sem devaneios é também sem vida, a criança é morta, e sem a criança o homem é solidão). A viagem é feita através dos sons que embalam os ouvidos, atr…
Viajar é possível através da mente que cria universos paralelos, mundo particular, mundos invisíveis e outros devaneios(e o homem sem devaneios é também sem vida, a criança é morta, e sem a criança o homem é solidão). A viagem é feita através dos sons que embalam os ouvidos, através dos olhos que captam um mundo de milagres que os homens insistem em chamar de realidade, afora o milagre da vida, o milagre da beleza, milagre do amor, milagre de Deus. E quase tudo é viagem: viagem para dentro, viagem pra fora, viagem de dentro pra fora(o nascimento), viagem de fora pra dentro, viagem a tempo e o tempo todo. A vida é uma viagem. Somos todos viajantes. E não estamos sós na viagem. De fato, nunca estivemos...
No corpo existo e me percebo, mas se fora do corpo existo, não me perebo.
A gana dos homens Quem nunca ouviu o ditado “tem-se o tesouro onde a mente está”
A gana dos homens Quem nunca ouviu o ditado “tem-se o tesouro onde a mente está” E quem não conhece o provérbio “o pior cego é o que não quer ver” Enxerga-se com vendas nos olhos Escuta-se com um filtro de proteção Gira o mundo e os homens se movem Passa o tempo e a vida se esvai Vive-se a mercê da experiência E cada homem seu preço tem E as elucubrações se dissolvem Corre-se atrás do vento...
Tudo o que existe é aqui dentro e lá fora.
Nós somos mais do que pensamos Há um mundo cheio de oportunidades Mas para alguns, qualquer coisa serve
Nós somos mais do que pensamos Há um mundo cheio de oportunidades Mas para alguns, qualquer coisa serve Enquanto alguns se deixam levar Outros têm foco e não param enquanto não conquistarem aquilo que determinarem Nós somos mais do que pensamos Se olharmos o passado, descobriremos O quanto evoluímos Os dias obscuros E a luz que agora guia E ainda temos tempo a aprender Mas pra mudar, temos que avançar Sem medo do novo e sem apego ao velho e atitude ainda é tudo Mas pra vencer temos que arriscar Se a força que tenho for pouca e não bastar Há quem comigo se esforce e força se torna maior
Deus ama o homem apesar do homem. É da natureza de Deus amar, como é da natureza do homem pecar
Meu jazz Pode-se chamar de jazz tudo o que não soa convencional. Uma metáfora.
Meu jazz Pode-se chamar de jazz tudo o que não soa convencional. Uma metáfora. Uma ruptura com o fixo, o estável, o estático seria jazz. Uma mudança de padrões estabelecidos. O não-convencional é jazz. Já o meu jazz não é como os outros, posto que, eu... com os outros não me pareço. Cada um é cada um, um universo em si mesmo. O mundo é de dois lados, bipolar, dicotômico. Há os que dançam e os que pensam, e os que pensam também sabem dançar, pois pensam, logo dançam. Embora haja quem dance tanto que não pense. Há também quem tanto pense que se negue dançar. Ora, pois, é uma grande desfeita contra a vida não dançar. Sim, Nietzsche, tenho visto Deus dançar uma balada romântica e ensaiar os passos do frevo com grande entusiasmo. Enfim, há quem dance e pense. Eu porém, quando penso, costumo dançar. Sou o que você poderia chamar de um cara de esquerda, como foram os gênios e os revolucionários em tempos e tempos. Você não deve ser muito diferente de mim se... Meus acordes soam dissonantes. Minha voz destoa, mas não chego a ser desafinado. Sou assim um outside. Às vezes sôo atonal como jazz, aliás, quem poderá entender o jazz para então poder apreciar a bossa nova, bossa nossa, bossa minha, o meu jazz. Comecei tocando na igreja, mas desde as primeiras noções, optei por uma linha musical nada ortodoxa. Minha música era maior que eu, embora não fossem, ainda, os meus motivos. Ora, o que e grande precisa de espaço. Assim é minha vida. Assim é minha música, o meu jazz.
Parte de mim é desejo Parte de mim é saber Mas parte de mim é controle
Precisamos de santos que não fogem à luta Precisamos de santos atuantes, comprometidos com causas humanitárias Precisamos de santos que temperem o mundo
Precisamos de santos que não fogem à luta Precisamos de santos atuantes, comprometidos com causas humanitárias Precisamos de santos que temperem o mundo Precisamos de santos que não sejam alienígenas, nem alienados Precisamos de santos que saibam amar Precisamos de santos que tenham amigos Precisamos de santos que gostem de música, teatro e cinema Precisamos de santos que saibam dançar Precisamos de santos que saibam sorrir Precisamos de santos que amem a vida Precisamos de santos que, a exemplo de Cristo, se pareçam com Deus sem deixar de ser parecido com os homens Não carecemos de santos esquisitos Nem de santos indiferentes Não precisamos de santos pálidos e apáticos
Existem dois deuses, o que criou o homem e o que o homem inventou, e o homem não é uma invenção
Não me parece racional conceber uma criatura pessoal e um criador impessoal.
O pensamento é na pessoa, mas não é a pessoa
Sai o velho e vem o novo O novo se torna velho e sai E vem o novo de novo
A ideia de Deus é absurda A ideia de um mundo sem Deus é caótica A ideia do acaso é ingênua
Tem gente que dá, de si, tudo o que tem. Tem gente que pode render mais!
Quem é senhor do tempo e senhor de tudo não tem sonhos e nem planos, nem vontades e nem desejos.
Espírito é um eu para dentro. Ego é um eu para fora.