Caminhos ocultos de uma alma insignificante No berço de ouro nasci, sem pedir, cercada de luxo e conforto sem fim. Meu meu coração guarda um temor sutil,
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Caminhos ocultos de uma alma insignificante No berço de ouro nasci, sem pedir, cercada de luxo e conforto sem fim. Meu meu coração guarda um temor sutil, De perder-me no caminho, de fazer-me um exímio nil. Amo a família que rodeia com fervor, Mas sinto-me pequena, sem valor em comparação. Meus irmão brilham com luz própria, radiantes, Enquanto eu me afundo em sombras hesitantes. Pensamentos profundos permeiam meu ser Em um mar de dúvidas e anseios a tecer Busco além de paredes douradas, Um propósito talvez, uma vez que me guie pelas estradas. Amo com intensidade, quando meu coração se entrega, mas a reciprocidade parece uma quimera que se nega. Apaixono-me profundamente, sem restrições, Mas o amor que espero permanece nas ilusões. Assim o caminho nesta jornada incerta é desafiadora Entre o brilho superficial e a busca interior. Na adolescência pensamentos que não cabem na idade, E no coração um anseio por encontrar a verdadeira felicidade Que o tempo me ensine a valorizar cada momento, E que no amor, um dia, encontre meu alento. No berço de ouro nasci, mas busco meu próprio caminho Para transformar medos em força e ser quem realmente sou sozinho