Poesia Escancaras. Escancaras da sua alma, a porta, Alma inquieta não apaziguada
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Poesia Escancaras. Escancaras da sua alma, a porta, Alma inquieta não apaziguada Quem sabe o coração vire morada, E se escancaras, pouco importa... Um dia me deixastes sem dó... E sangrou o fundo da alma, naquele momento. Me deixaste como um pobre Jó... Sem tudo e sem nada, sem provimento, Segui no frio e chuva um Natal sem alimentos. Segui eu virei um cão de rua! Que depois de achar um lar... Foi novamente atirado ao relento... Mas a porta de sua alma aberta... Me fez ver lá dentro.O que tinha em você Seu amor por mim sangrando lá dentro E você não dando o braço a torcer.. . Cleide Regina Scarmelotto 2024©Todos os Direitos Autorais Reservados