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Frases de Cleberson Eduardo da Costa

115 frases

A VIDA SEM ARTES OU ARTISTAS É UM ERRO A pessoa não precisa necessariamente amar a outra. Só atuar bem. Ser uma excelente atriz ou ator. Ser digna de concorrer ao Oscar. O problema é que às vezes um casal feliz de bons atores se apaixona, ou seja, quer ser feliz na vida real com…
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A VIDA SEM ARTES OU ARTISTAS É UM ERRO A pessoa não precisa necessariamente amar a outra. Só atuar bem. Ser uma excelente atriz ou ator. Ser digna de concorrer ao Oscar. O problema é que às vezes um casal feliz de bons atores se apaixona, ou seja, quer ser feliz na vida real como na ficção. Aí muitas vezes não dá certo. Amar e ser amado é algo quase da ordem do milagre. Vai acontecer no máximo duas ou três vezes na vida. Portanto, quer viver o menos triste possível? Não perca nunca a esperança de algum dia encontrar um amor recíproco. Todavia, enquanto ele não chega, seja o melhor ator ou atriz que você puder. A vida às vezes imita a arte. A arte é o melhor caminho para se construir novas possibilidades de vida. Seja artista. Arte é vida. A vida sem Artistas ou arte é um erro. Artistas não são pessoas falsas. A loucura deles não é doença, mas saúde interior.

"EXISTEM TRÊS FORMAS DE VOCÊ APRENDER A VENCER. A PRIMEIRA DELAS É LENDO UM BOM LIVRO; A SEGUNDA, PELAS PRÓPRIAS EXPERIÊNCIAS (ERRANDO E APRENDENDO, QUE É A MAIS DOLOROSA E CUSTOSA DE TODAS); E, A TERCEIRA, QUE É OUVINDO E DIALOGANDO COM AQUELES QUE JÁ FRACASSARAM, OU SEJA, APREN…
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"EXISTEM TRÊS FORMAS DE VOCÊ APRENDER A VENCER. A PRIMEIRA DELAS É LENDO UM BOM LIVRO; A SEGUNDA, PELAS PRÓPRIAS EXPERIÊNCIAS (ERRANDO E APRENDENDO, QUE É A MAIS DOLOROSA E CUSTOSA DE TODAS); E, A TERCEIRA, QUE É OUVINDO E DIALOGANDO COM AQUELES QUE JÁ FRACASSARAM, OU SEJA, APRENDENDO A COMO NÃO PERDER COM AS EXPERIÊNCIAS DE DERROTAS ALHEIAS..."

“Rico não é necessariamente quem ganha muito, mas também aquele que, além de procurar gastar o necessário, sempre procura investir, de tempos em tempos, grande parte de tudo o que ganha, tornando-se, assim, a médio e/ou longo prazo, cada vez mais independente economicamente, isto…
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“Rico não é necessariamente quem ganha muito, mas também aquele que, além de procurar gastar o necessário, sempre procura investir, de tempos em tempos, grande parte de tudo o que ganha, tornando-se, assim, a médio e/ou longo prazo, cada vez mais independente economicamente, isto é, feliz financeiramente.”

"OS DIFERENTES, FEIOS E/OU BELOS EXCLUSIVOS" I Os diferentes são aqueles que, nas sociedades capitalistas pós-modernas – e são a grande maioria –, estão fora dos padrões ditatoriais estéticos do que a política de consumo da Indústria Cultural sistematiza como sendo ditos padrõe…
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"OS DIFERENTES, FEIOS E/OU BELOS EXCLUSIVOS" I Os diferentes são aqueles que, nas sociedades capitalistas pós-modernas – e são a grande maioria –, estão fora dos padrões ditatoriais estéticos do que a política de consumo da Indústria Cultural sistematiza como sendo ditos padrões universais de beleza. Eles, esses diferentes, são os homens e/ou mulheres reais, concretos (a), diferentes dos (a) da ficção. Diferente, nesse sentido, não é, de fato, quem, ou aquele que, por um motivo e/ou vontade deliberada qualquer, pretenda sê-lo ou sê-la: 1- Ser diferente é ser o que se é, enquanto ente singular; 2- Ser diferente é ser um feio, belo e/ou um lindo único, exclusivo, fora dos padrões estéticos capitalistas universais e/ou globais de beleza impostos pela indústria de consumo do capitalismo. Isto é, frise-se: "Aquele que pretende ser diferente, feio e/ou "belo exclusivo", é apenas o imitador de um ser diferente, de um feio e/ou de um belo exclusivo, mas, nunca, de fato, um ser diferente, feio e/ou belo exclusivo." Diferente, feio e/ou belo exclusivo, é todo aquele que, ainda que inconsciente sobre a sua diferença, feiura e/ou beleza exclusiva, contribui, de alguma forma, para que o espaço-tempo onde ele supostamente esteja alocado, enquanto corpo dito estranho: 1- Não perca o seu potencial enriquecedor; 2- Não perca a possibilidade de poder ser vislumbrado por outro ângulo, por outra maneira ou modo de ver; 3- Não perca a possibilidade de poder ser tomado, enquanto interação social, por um espaço-tempo de diálogos, como forma de se abominar a violência, entre todos os diferentes nele alocados; 4- Não perca a capacidade de, por ser um espaço-tempo de coexistência, promover-se essa mesma interação; 5- Não perca a capacidade de se tolerar os outros diferentes, feios e/ou belos exclusivos que nesse mesmo espaço supostamente estejam. Pensa-se aqui que: "Só onde (no espaço-tempo) existem seres humanos diferentes, feios e/ou belos exclusivos, o amor verdadeiro pode surgir, permanecer e se tornar o valor supremo de afirmação da vida." Os diferentes, feios e/ou belos exclusivos estão todos aí: 1- Os altos demais; 2- Os pequenos ao extremo; 3- Os belos diferentes; 4- Os belos maltrapilhos; 5- Os com narizes muito finos; 6- Os com narizes muito largos; 7- Os com narizes normais onde reinam narizes grandes ou pequenos; 8- Os magros; 9- Os gordos; 10- Os sem cabelo; 11- Os com cabeleiras; 12- Os muito bem vestidos; 13- Os vestidos de farrapos; 14- Os tímidos; 15- Os extrovertidos; 16- Os trabalhadores; 17- Os sonhadores; 18- Os esperançosos; 19- Os realistas; 20- Os que amam e não são amados; 21- Os que são amados e não amam; 22- Os que gostam de cantar; 23- Os que preferem ouvir; 24- Os que vivem para trabalhar; 25- Os que trabalham para viver e etc. Como já antes dito, mas que aqui ainda faz-se necessário redizer, diferente de fato não é quem, nem tampouco aquele que, movido por um objetivo ou desejo qualquer, pretende ou pretenda sê-lo. Isto é, frise-se: "Aquele que pretende ser diferente é apenas o imitador de um ser diferente, mas nunca um ser diferente de fato." (Artur da távola) II - CONCLUSÕES Existem muitas formas de desumanização e, uma delas, talvez a mais crucial, seja aquela que está sistematizada no desrespeito às diferenças, na medida em que esse desrespeito - no sentido micro - leva o indivíduo para longe da sua capacidade de coexistir e, consequentemente, para longe da possibilidade de aprendizagem, crescimento e desenvolvimento pessoal; no sentido macro, leva a sociedade para xenofobismos, nacionalismos exacerbados, genocidismos, biocidismos, apartheids, exclusão socioeconômica e para formas unilaterais e ortodoxas de ver o mundo, culminando em guerras, conflitos armados, ódio e posições políticas e/ou religiosas radicais. Todavia, não se pode e não se deve perder a esperança, ainda que, para muitos, ela, a busca pelo respeito às diferenças soe apenas como sendo mais uma grande utopia. Ou seja, é preciso que ainda se acredite que o homem pode qualitativamente transformar-se. É preciso que se acredite que, como nos diria Nietzsche, "o homem pode e precisa ser superado".

"Dono de nada nem de ninguém: poderoso é Deus. Sábio é Deus...Vim ao mundo apenas para ser feliz como sou, do jeito que sou... e também para poder contribuir para a felicidade daqueles (a) que, mal intencionados (a) ou não, perdidos (a) ou não, tiverem a ousadia e/ou a felicidade…
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"Dono de nada nem de ninguém: poderoso é Deus. Sábio é Deus...Vim ao mundo apenas para ser feliz como sou, do jeito que sou... e também para poder contribuir para a felicidade daqueles (a) que, mal intencionados (a) ou não, perdidos (a) ou não, tiverem a ousadia e/ou a felicidade de cruzarem o meu caminho..."