Quando você tem medo, você não age.
Se você não age, você não luta.
Se você não luta, você não vence.
Seja aquilo que você escolheu ser. E não culpe aos outros pelos seus fracassos.
O mundo, ensinou-me a viver.
A vida, ensinou-me a caminhar.
As lágrimas, ensinaram-me a ser forte.
As vitórias, ensinaram-me a ser simples.
Os fracassos, ensinaram-me a valorizar.
A chuva vai cair.
As flores, irão florescer;
Os pássaros cantarão;
Então, amarei você.
A noite chegará;
E a lua, com mágico explendor!
As estrelas, altivas no céu;
Iluminando nosso amor.
Mesmo sob pingos de chuva;
Ou no negrume da escuridão,
A luz de seus olhos será meu guia!
E meu destino, seu coração.
Ainda que não haja flores.
Nem pássaros a cantar;
Mesmo sob chuva ou sol,
Permaneço a ti amar.
Desejo.
Diz-me onde estás!
O que estás fazendo agora?
Quero-te junto a mim.
Para amar-te como outrora.
Vou seguir-te além do horizonte.
Senti o calor da sua respiração.
Embriagar-me com o perfume de seu corpo.
E beijar-te com toda afeição.
Vejo seu rosto em cada estrela.
Sinto seu perfume em cada flor.
Tão bela a sorrir para mim.
Como a dizer: te amo, meu amor.
Açoita-me com seus carinhos.
Aprisiona-me em seu coração.
Mantenha-me refém de seus beijos.
Liberta-me dessa prisão: solidão.
Vai, meu poema!
Leva para ela todo meu dilema!
Diga-lhe em sua face serena:
Que a vida sem ela é uma dura pena;
Que aceite meu amor em forma de poema.
Vai, meu poema!
Leva para ela minha paixão;
Fala-lhe de minha solidão,
Com a mais intensa emoção.
Diga-lhe que ainda tens meu coração.
Vai, meu poema!
Lembra ela de nosso amor.
No mais sublime esplendor;
Que exaltávamos com fervor.
Sem medos. Sem pudor.
Vai, meu poema!
Conta-lhe minha triste sina.
Que até a alma desatina;
Em sintonia fina,
Sem versos, sem rima.
Vai, meu poema!
Encontre para mim minha amada;
Nesse caminho. Nessa estrada.
Onde a vida quase findada,
Nesta alma quase desalmada.
Vai, meu poema!
Exonera de mim essa saudade;
Que meu peito fere em profundidade,
Na mais perversa insanidade;
Tirando-me a liberdade.
Vai, meu poema!
Leva-me aos braços dela!
Pois, não vivo sem ela;
Minha bela donzela,
É para ti, esta rima singela.
Minha musa.
Rendi-me ao seu encanto,
De forma que não sei contar;
Era magia estranha...
A me enfeitiçar.
Negros, eram seus cabelos;
Belo, era seu olhar.
Perfeitos, eram seus lábios,
Ardente, era seu "tocar".
Suas vestes transparentes,
Eram convite à sedução;
E o "balançar" de seus quadris,
Povoando a imaginação.
Sua voz, suave como a brisa,
Sua pele, macia como a seda;
Seu perfume de jasmim,
E um mistério de sedução e beleza.
Andarilho.
Ando por aí...
Querendo um amor encontrar;
Um sorriso, um poema,
Um alguém para amar.
Ando por aí...
Ao acaso do destino;
Enrolado nos fios da saudade,
Com o coração em desatino.
Ando por aí...
A procura de um olhar...
De um jardim de versos e rimas;
De um sonho...um sonho pra sonhar.
Ando por aí...
Navegando nas ondas do amor;
Nas lembranças de seus beijos;
Nas chamas ardentes de seu calor.
Ando por aí...
Perdido em mil caminhos;
Voltando em memórias passadas;
Relembrando de seus carinhos.
Ando por aí...
Vendo o tempo passar;
Entre flores e espinhos,
Continuo a ti amar.
Ando por aí...
Entre realidades e ilusões,
Viajando no trem do destino;
Sem paradas. Sem estações.
Ando por aí...
Em uma saga voraz,
Atravessando mares e desertos;
Em busca de sonhos...de paz.
Ando por aí...
A mercê da solidão;
Semeando aos ventos,
Fragmentos de paixão.
Ando por aí...
Não sei onde vou Parar
Sem pejo, sem grilhões;
Só um horizonte a desbravar.
Ando por aí...
Na contramão da saudade;
Correndo a ermo, sem medo,
Na busca da felicidade.
Ando por aí...
Nos sete mares a navegar;
Em busca de um porto seguro,
E uma estrela para me guiar.
Queria ser a brisa, para sua face tocar;
Queria ser o sol, para seu corpo aquecer;
Queria ser a água para seu corpo molhar;
Queria ser o sorriso, para em seus lábios viver.
Queria ser o céu, para ter você minha estrela;
Queria ser jardineiro, para ter você minha flor;
Queria ser um sonho, para viver em seu coração;
Queria ser um anjo, para ir onde você for.