Considerando toda a confusão em minha vida, os problemas financeiros e o relacionamento complicado dos meus pais, além do turbilhão de sentimentos dentro de mim, entrar num jogo em que eu podia ser quem eu quisesse, num mundo de fantasia, sem nenhuma dessas questões para me atormentar, era um enorme alívio.
Eu queria, sim, conhecer a Ayla – e como! Mas esse sonho era uma realidade tão distante que só conseguia enxergá-lo num universo paralelo.
Um em que eu não tivesse medo de ser quem eu sou.
Um em que o mundo me aceitasse.
Um em que a Ayla gostasse da Raíssa, não do Leo.