A Vida como a flor, tão bela e efêmera, segue seus ciclos. Compreender e aceitar essa efemeridade
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A Vida como a flor, tão bela e efêmera, segue seus ciclos. Compreender e aceitar essa efemeridade exige de nós desapego daquilo que desde sempre habita o nosso âmago: O utópico desejo de perpetuarmos a existência e de não fenecermos a exemplo de tudo que vive. Cika Parolin