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Frases de chuvademaio

3 frases

⁠Gosto da poça que você se torna quando sou a chuva que cai no fim de tarde Do som da respiração inundando seus pulmões E quando me diz que sou o único que deveria estar ali
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⁠Gosto da poça que você se torna quando sou a chuva que cai no fim de tarde Do som da respiração inundando seus pulmões E quando me diz que sou o único que deveria estar ali Porque parecia certo estar, quando o certo era deixar ir Gosto Não, na verdade gostava Gostava dos lençóis bagunçados às seis da manhã E da voz fraca que dizia me amar E eu o amava como ninguém Até o dia que não pareceu certo amar Porque você era um oceano profundo E eu um navio prestes a afundar Gostava da vibração que, de longe, evidenciávamos ter Éramos capazes de incendiar um prédio inteiro com aquele amor Mas nos tornarmos pó antes que a chama chegasse ao fim Hoje você é tempestade E também a única chuva onde desejo me molhar.

⁠Morre em mim um pouco de tudo o que sobrou de ti Morrem as más memórias e suas mentiras estrondosas Morrem em mim as más memórias pois me fatigo só de pensar em ti
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⁠Morre em mim um pouco de tudo o que sobrou de ti Morrem as más memórias e suas mentiras estrondosas Morrem em mim as más memórias pois me fatigo só de pensar em ti Sou só sem sua companhia E ainda mais só com a presença da sua voz. Morre em mim cada afeto e os tão falhos sentimentos Mas não o amor, te digo que é somente a dor Não acho que deixarei de amá-lo Mas morre em mim meu próprio coração sobrecarregado. Deixarei que morra aqui o desejo de amá-lo ainda mais De sonhá-lo e ansia-lo ainda mais Porque você ainda me ama tão pouco Fez do nosso amor tão pouco Amá-lo tanto me faz andar entre um oceano e o abismo E meus pulmões, mesmo que sem ar, não o amam tão pouco assim.

⁠Beirando a dança dos velhos tempos, às vezes se sentindo acariciado, às vezes rasgado. Beirando a dança dos velhos tempos, eu danço sozinho e você não me vê e não me sente, diz que deixou de me amar tão de repente, mas de repente eu ainda o amo escondido (você não me vê e não me…
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⁠Beirando a dança dos velhos tempos, às vezes se sentindo acariciado, às vezes rasgado. Beirando a dança dos velhos tempos, eu danço sozinho e você não me vê e não me sente, diz que deixou de me amar tão de repente, mas de repente eu ainda o amo escondido (você não me vê e não me sente, de repente, não mais que de repente, finjo amar menos enquanto carrego o tormento do meu próprio sentimento). Beirando a dança dos velhos tempos, nossos passos já não são mais os mesmos, você culpa minha lerdeza mas sequer nota sua ligeireza, passos contrários não dançam a mesma música e seus pés amam a destreza de outro alguém (alguém mais cheio que eu, que não precisa ser preenchido por alguém composto por espaços vazios). Beirando a dança dos velhos tempos, às vezes se sente acariciado, às vezes rasgado. Você me olha mas não me vê, encontro meu reflexo e ainda sou humano, você me enxerga e ignora. Beirando a dança dos velhos tempos, não vivo mais como um homem feito para te amar, beirando a dança dos velhos tempos, eu minto.