UMA LÍMPIDA LÁGRIMA TUA...
Enlouqueci... Se tantas vezes te disse
Que só existo porque te amo...
Falo a verdade mentindo
E tu por crer tão pouco
Deixa-te voar com asas hipotéticas...
Se eu apenas existisse por amar-te
E tu... Seria a verdade mentirosa do teu amor por mim!
Existo pra ti como a brisa que passa... Leve... Fria...
Mas... Saberás sim, um dia,
O tanto que te amei sem nem ao menos ver-te...
.
Mas não me esqueças...Não deixe o tempo perder-me...
... Fita meus olhos...
Neles habitam pássaros... Que voam ao entardecer...
E brilham quais estrelas no céu para acender as noites...
Cativo da lua... Como se fossem uma límpida lágrima tua!
Silenciosa espera...
Embarco na fantasia
E visto-me de sonhos para viver a realidade!
Pois somente existo porque te amo...
E creio nestas veredas em que viajo
Que a minha espera é para ver o teu amado rosto num sorriso...
Que me acende a luz da alma...
E te amo assim ardentemente
...secretamente...
E qual a brisa que passa suavemente beijando-me as faces ...
Sinto tua presença constante....
E te procuro nas estrelas e nos azuis dos devaneios
E o meu coração que bate por ti..
Já sonhei acordado na realidade
Sentindo a emoção de estar contigo...
E continuo esta espera louca
...silenciosa...espera!
Único...
És único... Nossos fragmentos se juntaram
Encaixaram-se...
E qual duas estrelas chocamos... Tu e eu!
Tu és único no mundo!
Serei única pra ti!
Assim como nossos corpos segredam juras de amor
Em meio ao silêncio
Meu coração há muito tempo perdido bate junto ao teu
Cadenciado... Ritmando musicas
Espalhando notas musicais... Belas... Românticas... Primaveris...
... Dentro do teu alcance...
Quem sou? Quem tu és?
E passaste em frente aos meus olhos
Tramando a crueldade no amanhã sombrio
Estou cansada de ti e de teus espinhos
Que cravas no meu peito...
Abri-te meus braços novamente a um abraço
quem sou?
quem tu és?
Sou...Talvez uma canoa sem alcunha
Um pássaro ferido... Por tua crueldade!
E eu qual ave que voa na alma do vento
Quero lembrar-te que te amei e
Que te dei aquele para quem cantei para faze-lo adormecer...
E que me encantei por ele durante toda a minha vida...e por
Seus sorrisos cândidos...e que dele fiz uma cintilante estrela
Para que seguisse estradas de flores perfumadas da vida
Com o farol do amor..
Quem tu és? aquela que me devolveu.a dor
Eu não merecia tanto desamor!!!
Doce amanhecer...
.Anseio todos os dias pelo voo das gaivotas no amanhecer
Percorrendo a imensidão do horizonte... Voam e gritam
Desenhando no azul do céu... Equilibrismos fantásticos...
Rasgando o verde esmeralda das águas do mar...
Minutando o amor... Inventando poemas...
desenhando no azul celeste
Uma poesia nunca se perde viaja sobre a beleza das paisagens...
[...]Levo o anseio na cor dos meus olhos
Recheio de palavras,... Minhas lágrimas
e segredos que encontrei nos olhos teus...
e calo-me no meu leito repleto de perfumadas
Rosas rubras... Que o vento trouxe como se fora cruzar
o tempo...e beijo tua boca arrebatadora de ardor...e do meu corpo tremulo
Gotejavam mares de suor... Enquanto te pertencia.....[...]
Pra ti...meu filho Felipe!
Viajei caminhos e te dei versos
minhas lágrimas... Minhas orações...
O melhor dos meus sentires... Chorei
com teus olhos...
ofereci amor, saudade, anseio. Ombros...
Dei-te Colo... acalanto ao adormecer...
Cantei pra ti a musica dos anjos...
e na minha essência estás no espaço mais profundo
Confiei a ti as minhas verdades
Amei teu riso, adorei a tua voz adornada de carinho...
E levitavas em mim como um anjo... E os meus sonhos
Transpunham e misturavam-se aos teus sonhos... Nas
Noites nebulosas...
[...]...Corri em lindos dias por entre as arvores da minha vida...
Ouvia o marulhar do mar, até quando dormia...
deixei na areia as minhas pegadas... Sempre...
Nesses dias o meu júbilo era incontido...
À noite pra mim eram estrelas e a lua minhas
Meu olhar não anoitecia... Brilhava... De um esplendor
Que parecia o amanhecer dos meus versos...[...]
Apenas um verso de amor...
Olhei-te profundamente
Nada falei... Já não existem palavras que eu possa dizer...
As cinzas da tarde partem este coração que arde...
Sou apenas uma sinfonia ou uma gaivota concisa
Que trás no peito apenas esta paixão silenciosa...
E assim vou tatuando teu nome no céu azul...
Arremetendo cativa do voejo na mais intensa altitude
Mas sempre volto para viver onde as gaivotas têm seus ninhos...
Hoje acordei qual um sonhador...
Fazendo da minha manhã um verso de amor!
Versos que não fiz...
Já não tenho a transparência dos versos
Deixo-me perder nas marcas ensurdecedoras da vida...
Já não sei brincar com as palavras...
Cerro os olhos quero escrever um poema pra ti...
- Como antes fazia -
Mas já nem lembro mais do teu rosto!
E me perco procurando silabas na palidez
Das horas onde os sons atravessam
Num dançar de melodias... São pássaros
Cantantes que seduzem e que vivem em mim...
Tento descrever meu sentir na leveza das palavras.
Inventando versos onde vivem meus segredos
Na concisão do tempo e na sofreguidão da alma
Silencio… e abandono-me ao furor da brisa
Tenho uma lágrima que escorre na face...e não escrevi!
Sonhei com o oceano...
Imergi num oceano de ondas gigantes...
Esqueci-me que sabia voar
Senti meu corpo afundar... Num vazio profundo
Clame o mar com seu aroma e sons palpitantes
Parem estes sussurros das ondas bravias que me tragam...
Que me abraçam... E me invadem...
***Mas era apenas um sonho... Quando acordei era um novo dia***
Abri as janelas e olhei o mar a minha frente...
Então sorri ao ver as gaivotas voando...!
.
Escrito no meu coração...!
Tenho plantado flores por todos os caminhos que passas...
Tenho escrito poemas pra ti... Por toda a minha vida...
Sou um pássaro desvairado...
Mesmo assim..Eu continuo a admirar-te com o mesmo encanto de sempre...está escrito no meu coração!
Ah! Que poesia infinita é sonhar com teus beijos...
Quando a brisa vem serena... Na manhã que surge...
Acordo apenas para dizer-te que te amo
Com tal suavidade qual os amanheceres nos primeiros raios de sol...!
É assim que te anseio amor...
Envolvendo-me em teus braços fortes...
Teu amor... Meu abrigo das tempestades...
Que me refugia do frio... Protege-me dos ventos uivantes...
Tua lembrança quando estou só me acompanha e me faz sorrir...
Teu amor pra mim é tudo... Igual às ondas de um oceano
Grande forte... Violento... Conflitante
Mas qual uma chama ardente que toma conta de meu peito
E aquece a minha essência!
A música da alma ecoa adoçando
Nosso olhar marejado e carente de paixão
E a alma navega em ilusões... Em quereres intensos com
Sussurros... sentidos e apaixonados!
Ah como é um engano esta vida...
Como é amargo solver a ingratidão...
Esmago este dia ...E outros também...
No meu silêncio guardo a dor do teu desamor...
De quem nunca deixará de te amar...(filho)
E recordo palavras quais punhais em meu peito
No entanto esta poetisa louca vive... Ainda não virou estrela
Mas conto-as todas as noites e as transformo em dia
E choro nas aguas negras do Rio...!
Noite fria...
Nesta noite fria de inverno
Deixo meus segredos
Silenciados na penumbra deste quarto...
Sabes as saudades que sinto neste momento...
Quando os sonhos se perdem na vastidão do tempo...
São tantas...!
Amanhece...
Olho na vidraça do meu quarto
Com os meus olhares passeando
Pelos prados verdejantes... Que se descortina a minha frente
E a solidão das minhas noites é levada pelos ventos. ...
...para lugares distantes...
Então vejo a manhã vencer o nevoeiro
E me visto de amor só pra te amar... E perco minha alma
Neste olhar!
O teu silencio...
Este pensar em ti a cada segundo
Quais anseios de alento infindo e de
Um ultimo beijo que te dei...
Nossos segredos ficaram ocultados nas noites
De esse amar com ares antigos... E nostálgicos
E entre ritmo febril da essência
Onde o pranto não dilacera a saudade...
Tua voz calou-se... Então eu te perdi...
Vou amargando os temores do silencio
- murmúrio secreto e indivisível -
E assim o sonho se perde na lembrança do tempo!
Muito além...no vento!
De repente
Nasceram em mim os sonhos... A poesia
O amor e a saudade!
Depois veio a dor... A mágoa...
Palavras escritas... Em cada nova madrugada de insônia...
Enquanto o sol nascia noutros amanheceres eu
Sobrevoava o mar qual fora apenas uma gaivota,..
E em delírios e sussurros muito além... No vento...
Persegue-me os passos do tempo... E segue-me silenciosamente
E vivem estrelas guardadas por anjos eternos... Onde há sorrisos e sonhos que não morrem...!
Canção dos passarinhos
Nada abranda a canção dos passarinhos nas manhãs...
parecem cantatas de saudades infindas...
Eu da minha janela
Viajo no topo da brisa... Sou vagante no enigma da vida...
Ou talvez uma semente deixada ali e que germinou da melancolia...
E ficou a recordar doces momentos...vividos!
Meus versos são sempre iguais...
Não me ouves... Minhas palavras pra ti são mudas...
Mesmo que eu te fale de pássaros de flores e de amor...
Teu coração pra mim é surdo!
Eu contava todas as estrelas que via
Mas numa delas quase te vi...
Caminhei sobre a onda fascinada pelo mar...
Achei que te encontraria no mar
Mas era tudo fantasia... Sonhos de uma poeta...
Ironias do destino!
Assim daqui pra frente te darei o meu silencio...
Saberás então que este amor poderia ter sido eterno...
Se mais tarde pensares em mim podes lembrar-se
***de ti já me esqueci!***
E em doce murmúrio ouvirás minha voz que
Cantava pra ti noutras eras!
O retorno de uma lembrança
Nos lagos bailam estrelas que brilham do céu...
Uma garoa de leve molha as folhas das acácias
No espelho da água ecoa os caminhares leves das garças
Por ti... Retornei de outros eternos anseios...
Brotei sonhos... E neles todas as minhas emoções...
Então deixei cair nas águas sementes do meu olhar...
E lembro-me de ti todos os dias... Do teu sorriso...
A tua voz... O teu acarinhar...
E meus olhos se perdem no horizonte
No palato celeste o retorno de uma lembrança...
Onde habitam todos os anjos... Envoltos em névoas e véus...
O teu sorriso os anjos guardaram... Lá onde os sonhos não morrem!
Olhos que choram não mentem...
Vi teus doces olhos a chorar...encantei-me...
Então nasceram os sonhos... E este amor!
Retendo em mim uma emoção que nunca havia sentido...
E assim deixei-me ser levada pelo vento...
Fala-me de ti...e deste mar do teu olhar
deixa-me navegar...Deixa-me morrer na tua retina... !
Naquele momento fomos apenas pássaros sobrevoando o mundo...
Fazendo companhia as gaivotas que gritavam sobre o mar...
VEM...
Vem com a alma sorrindo e os olhos fechados
Mas vem como se um novo dia viesse ao nosso encontro
Na nossa frente... Levo-te pelas mãos...
Vem... Qual num sonho viajasse no tempo para lugares
Inimagináveis...
Veste-me como se eu fora tua pele... Vem empresto-te minhas asas
Para que possas voar quais gaivotas em cima do mar...
Na tua frente um céu resplandecente de um azul profundo
Na tua dianteira amor, há um novo caminho... Entorpeço esqueço a vida
Vamos partir juntos
Ao rumo do infinito... Numa viagem sem fim... Vem...!
***o momento em que te toco***
E te toco... Percorro teu corpo e é como se o tempo parasse!
E o som do silêncio me faz sentir a vida docemente...
E congelo este tempo...
***O momento em que te toco...***
Meus pensamentos voam para bem longe... Tentando alcançar as
Asas dos pássaros que ali voam... E quem sabe, voar também...
Somente o barulho das águas do mar rompe o silencio daquele instante...
No ar a fragrância inebriante da fresca névoa matutina
E o amor se faz presente... Lento e ardente...
Apenas nossos corpos amantes... Num beijo longo e fremente
E minhas mãos te tocando loucamente!
E a vida pulsa neste lindo amanhecer...
E a nossa folia jaz neste aroma divino...!
TE BEIJO A ALMA...
A tua distancia é tão perto de mim...
Habitas em minha alma e na minha essência...
E eu sou a tua sombra cativa...
Sabes, compartilhas comigo a minha solidão.
Na orvalhada cristalina das manhãs
Envolvo teu amor e contigo invento maravilhas...
Percorro teu corpo e por ti me encanto...
...e posso amar-te sempre loucamente...
Apenas no meu pensamento!
E me visto de paixão... De desejo e de ternura...Te beijo a alma..
A noite mansa deixa comigo o perfume de todas as saudades...
E acordo de manhã devagar... Ainda sentindo o aroma
De nossa loucura!