O ciúme tem olhos verdes, espreita no fim da rua, onde se juntam os pensamentos vadios. O ciúme é um pássaro. Mexe-se rápido nas entranhas... Voo soturno de um inferno muito particular... O ciúme é o oposto da liberdade, se apossa de nós, veneno do instinto básico.
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O ciúme tem olhos verdes, espreita no fim da rua, onde se juntam os pensamentos vadios. O ciúme é um pássaro. Mexe-se rápido nas entranhas... Voo soturno de um inferno muito particular... O ciúme é o oposto da liberdade, se apossa de nós, veneno do instinto básico. O ciúme é uma aranha ardilosa, arma teias para as moscas da insegurança. O ciúme muda a versão da história, imagina circunstâncias. Assim como veio, passa. Até nos espreitar de novo, tirando nosso sossego, instigando o delírio dos erros.