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Frases de CAROLINE CRUZ

4 frases

Assim te vejo... Te sinto... Permito-me lembrar daquele dia
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Assim te vejo... Te sinto... Permito-me lembrar daquele dia Daqueles dias... Suspiro fundo, porque sei que em seguida virá teu sorriso... Teu toque... Teu cheiro... Tua voz... Teu olhar... São coisas tão marcantes e vivas E por um momento até esqueço Que são apenas lembranças!

Para mim Trocentos girassóis circulam como atóis
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Para mim Trocentos girassóis circulam como atóis neste imenso mar de terra Estou a observar... O reflexo do que me parece, eu só. Tantos girassóis sós... Quantas têm por si, amor maior que nós? Eu, só Sol vem, sol vai... No fim, eu só, só fico.

Refúgio Em tempos tempestuósos "Terra à vista" após o naufrágio...
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Refúgio Em tempos tempestuósos "Terra à vista" após o naufrágio... Depois de um dia de sol Que bom que a beleza da noite conforta... Senão, o que seria de mim agora? Te entreguei meu coração Eu sei e sinto que recebi o teu de volta Mas o dia foi curto... Chegou a noite... Ainda sinto teu toque, teu abraço apertado... Teu cheiro grudou em mim, amor! Sabe aquela blusa que você usou? Não tive coragem de lavar... Porque ainda te amo! Perdemos-nos, não sei em que momento Vou tomar água, olhar a lua... Talvez cure esse nó na garganta E acalme meu coração... Que ainda quer ser teu.

LILIUM De longe a observo... Tão quieta...
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LILIUM De longe a observo... Tão quieta... Parece distante... Quero dizer-te: Tu és meu fascínio Deleito-me por ti Oh! Menina colírio! Vou roubar tu, meu lírio Para um antídoto E de ti, fazer uso contínuo Oh! Menina delírio! Aproxime-se... Deste lado também nasce o sol E corre o rio Há noite, há plantio Surgem vaga-lumes, cantam os passarinhos Venha, minha flor! Não deixarei te faltar suspiro Pule a cerca, desvie-se dos espinhos Só depende de tu teu caminho Oh! Lindo lilium! Custa-me sonhar? Um dia atracarei Mas... Daqui até lá Vivo a te esperar É o que me resta... Pois não posso te obrigar a me amar Oh! Pequena flor! Deixe-me sentir teu calor? “Baixem as velas!” Berraria o capitão ao ver teu navio prestes a afundar Do contrário, com os dedos cruzados Pobre marinheiro... Naufragou em auto-mar Pois do amor, não soube desfrutar Deixando-te morrer por uma flor Que não sabes desabrochar.