A constatação matará o mistério e talvez tudo virará tédio. Talvez seja o remédio. Talvez seja a condenação. Talvez...matarei o talvez.
Frases de Camila Custodio
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Eu sei que dentro do seu silêncio corre um rio de pensamentos e que, em algum lugar, suas águas ficam mais claras ao encontrar as minhas.
E a vida, tão mocinha e bandida... faz de mim furacão e poesia.
E de surpresa em surpresa, o inesperado. E quando o inesperado lhe sorri, como não lhe sorrir de volta?
Talvez o segredo seja não olhar para trás...mas sim olhar para frente com os olhos cheios de brilhos estelares em esperanças renovadas.
Trilha, partilha... já sinto o aroma das flores.
Gosto que o tempo passe para tocar o passado com o olhar maduro, feito fruta que teima, mas um dia cai do pé. Tudo sempre vai...e não volta.
E quem sou eu, se sozinha estou na estrada para ver o melhor nascer do sol do meu coração? Se não há quem acredite na luz, e me dê a mão?
Texturas, cheiros, gostos, ânsias, cores...devorando cada novo pedaço desta vida dentro da vida, saboreando o melhor de se reiventar.
Já faz tempo que a minha boca não fala mais de amor; ela não canta mais aquela dor. Sobrou apenas um pouco de pó, que eu recolho em canções
O saber da dor, alguém me dizia... sabe-dor-ia?
A verdade é como poeira que fica circulando pelo ar. Às vezes só se enxerga quando há uma fresta de luz entrando pela janela.
Outono, outro gosto. Sabor de folhas caindo ao chão. E aquela velha árvore de sombra distante? É na calada da noite que ela me cala.
Engraçado. As pessoas vão se ressignificando em nossas vidas. Devemos dar adeus na partida? Saudações na chegada?
Algo respira tímido, mas com fôlego nos pulmões. E aquele velho adeus, está sempre quase pronto no aceno do sonho.
Se eu pudesse pedir algo às estrelas, pediria que elas me enchessem de luz e não permitissem que meu coração escurecesse de incompreensão.
É perigoso abrir certas portas. Às vezes, o vento intruso que entra, impregna a casa de saudades.
E as certezas nossas de cada dia? Que permaneçam no infinito, finitas e passíveis a caírem e se levantarem. Enquanto há vida, há movimento!
Quando descobri que o medo mora nas minhas entranhas, o céu coloriu as nuvens e sorriu chuva em meus olhos
Um brinde à passividade e permissividade. O vácuo, para onde o sonho foi parar, agradece.
Pacto com a mudez, como tentativa de mais lucidez. Emudecer para mim, é apreender.
Se saudade tivesse outro nome, seria o seu...
Um brinde! Aos insatifeitos. Aos que tem fome. Aos intensos que passam pela vida, mas não deixam a vida passar. A nós e aos nós!
Já faz tempo que a minha boca não fala mais de amor; ela não canta mais aquela dor. Sobrou apenas um pouco de pó, que eu recolho em canções.