Malícia do pecado Em ânforas de rubro encanto entrelaçado, O vinho sussurra segredos de pecado.
Continuar lendo
Malícia do pecado Em ânforas de rubro encanto entrelaçado, O vinho sussurra segredos de pecado. Nas taças, intenções, malícia a espreitar, Em cada gole, desejos a despertar. Entre uvas que fermentam em tentação, Os pecados se entrelaçam na fermentação. Na dança das rolhas, segredos se soltam, E a malícia, como vinho, em nós revolta. Taças erguidas, olhares cúmplices se cruzam, No vinho, pecados e malícia seduzem. Em cada borbulhar, um ato proibido, No cálice, segredos são compartilhados. Assim, na taça da noite, o vinho e pecado, Num brinde à malícia, segredos revelados. Que a indulgência se misture ao fermentar, Em cada gole, os pecados a se desvelar.