Para onde quer que a bússula aponte, A espera sempre haverá um horizonte, Que nos encentiva a voar,
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Para onde quer que a bússula aponte, A espera sempre haverá um horizonte, Que nos encentiva a voar, A navegar. E não importa o que façamos, Nunca o encontramos. È lá no horizonte, O esconderijo do sol, E onde também a lua se esconde. Onde acaba o mar, Onde tudo há de acabar, O dono da paisagem crepuscular. Mas o horizonte corre, Corre e nunca será alcançado, Sempre em movimento, nunca parado. Você continua, Mas a vontade já ficou no passado, bem distante... Desculpe não poder mais explicar, Estou com pressa, E o Horizonte há de me esperar.