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Frases de Bruno Sousa - Portugal

64 frases

Eu sou O teu guerreiro destemido O teu poeta escondido
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Eu sou O teu guerreiro destemido O teu poeta escondido A alma da tua alma A sombra da tua sombra O principio do teu fim O teu encontro infinito Teu amor que espera por mim Na eternidade sem fim.

Lá nos confins do infinito além dos desertos sagrados erguem-se aguas furtadas
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Lá nos confins do infinito além dos desertos sagrados erguem-se aguas furtadas nas frias montanhas do tempo crescem os jardins celestes no entardecer das estrelas nascem as flores silvestres e ficam os solos agrestes chovem gotas milenáres eclodem os corpos estrelares dessa holifica criação surge a maçã de Adão

Nada resiste no nada nas profundezas sem ti despida na alvorada
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Nada resiste no nada nas profundezas sem ti despida na alvorada dos tempos em que te vi naquela velha estrada infinita no passado esquecida e desvelada em traços da noite escura sombria e nebulada onde te vi assustada fria e desamparada por esta vida largada agora que a ti tenho prometo por minha vida pra sempre minha querida nunca mais serás ferida.

Neste dia de outono Ainda com olhos de sono Bem no centro de Lisboa
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Neste dia de outono Ainda com olhos de sono Bem no centro de Lisboa Visando aquela canoa Sentado numa esplanada Numa cadeira cansada Por aves acompanhado Fica o poeta inspirado Nutrindo felicidade Nos ares desta cidade A brisa fresca da tarde Suflada na sua face Se um café não tomasse Perante tanta beleza Dormindo talvez ficasse Se o dia não acabasse E o anoitecer não chegasse Um pensamento somente Fico aqui, eternamente.

Desejo-me em ti desde o momento em que te vi contemplando o abrir de teus braços...
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Desejo-me em ti desde o momento em que te vi contemplando o abrir de teus braços... observando o andar de teus passos... admirando a frescura desse sorriso, a expontaniedade das tuas palavras, a natureza graciosa da tua imagem... como te mostras sem medos, com coragem a simplicidade com que brilhas demasiado.. o teu olhar dominante e vibrado.. a vontade que me deste de viver.. no desejo imenso de te conhecer!

Bela que tu és em teus encantos ao som da tua voz dançam os anjos é como uma melodia sem sentido
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Bela que tu és em teus encantos ao som da tua voz dançam os anjos é como uma melodia sem sentido é como um soneto ao meu ouvido e agora deixaste-me a pensar... será que contigo irei ficar? é mesmo a história da minha vida leva-me contigo minha querida... deste coração nasce o sentimento e fico contigo no pensamento...

Ouço sem o teu saber sentindo o teu sentir tão forte este fluir
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Ouço sem o teu saber sentindo o teu sentir tão forte este fluir o deste teu existir ainda sabendo que talvez nunca, amor sabendo tu desta dor uma dor, que não acaba um barco que não naufraga neste meu mar que sufoca um silencio que me esmaga e um frio que me racha gelando e assim quebrando este amor que se afoga que hoje por ti chamando esse amor já implora.

Poeta do reino dos sonhos Que hoje vive incongruente Pulsando um coração fulgente
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Poeta do reino dos sonhos Que hoje vive incongruente Pulsando um coração fulgente Nas apocalipticas fronteiras Acompanhado pelas guerreiras Da orgulhosa temeridade Combatendo eternamente os fantasmas do passado perdidamente apaixonado levando espadas de amor rompantes de tanto calor luta nos mares da paixão a catastrófica solidão la vai o poeta guerreiro grão sucessor e herdeiro da odalisca perdida que um dia lhe será querida.

No final do arco-iris nascem dálias de luz com pétalas delicadas
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No final do arco-iris nascem dálias de luz com pétalas delicadas e folhinhas perfumadas d'um aroma que se seduz No final do arco-iris nasce o sol devagarinho crescem flores amarelas como lindas cinderelas contempladas com carinho. Estas palavras de sonho foram escritas para ti saidas do meu coração bem bonitas que elas são os poemas de um verão foram cartas que escrevi.

Sou aquele sonho que morreu que alguem um dia perdeu e que hoje pode ser teu
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Sou aquele sonho que morreu que alguem um dia perdeu e que hoje pode ser teu que alguem um dia amou mas depois assim o largou sou um poeta bem profundo a tua espera neste mundo e hoje eu sinto-me seguro sabendo que serás o meu futuro por ti falo de coração acaba com esta solidão e para deixar esta mensagem precisei imenso de coragem.

Resplandece o principe poeta Magnanimo por entre as chamas perdido nas asas da paixão
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Resplandece o principe poeta Magnanimo por entre as chamas perdido nas asas da paixão lutando por sua cinderela entre as belas a mais bela Como um guerreiro sagrado rumando contra o passado No cavalo alado do amor desaimando sua espada dissertando sua amada firmando a sua verdade rompantemente cantando vibrantemente entoando perene em sua vontade poemas do seu coração.

Na beleza do teu andar me fazes sentir
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Na beleza do teu andar me fazes sentir a brilhar És o desejo e quando te vejo um beijo que sinto e que não desminto com a tua graça que não se disfarça uma felicidade sem ter idade num ambiente sempre contente só pra contemplar esse teu olhar ainda distante mas sempre vibrante De todas as escolhas possíveis és aquela das sucessíveis sou um homem caranguejo e hoje espero por esse beijo e aguardo cheio de vontade que comigo tenhas cumplicidade nos desejos hoje sonhados que um dia serão realizados.

Que os demónios infernais fluorescam no infinito nestas trevas abismais
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Que os demónios infernais fluorescam no infinito nestas trevas abismais onde jaz o descrito no sangue que aqui escorre nadando na negra morte aprofundada essa sorte das trevas que aqui moram que ficam e assim demoram vibrando no vil pecado nas sombras aqui fechado num frigido mar salgado completamente isolado abismalmente afogado num sentimento gelado.

Gratificante és na tua essência Sinto-me ungido em complacencia Na marcha ascencional desta paixão
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Gratificante és na tua essência Sinto-me ungido em complacencia Na marcha ascencional desta paixão purgando-me as impurezas da alma Das causas perniciosas do passado subvertido por falsas virtudes profundamente exilado na calma encarnando teu perdão fraterno reconsolidado pelo teu amor latente pela eternidade.

Perispírito Presbito da arte das palavras Incorporado pelo teu amor
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Perispírito Presbito da arte das palavras Incorporado pelo teu amor Do tempo que hoje prescindo Habitas no meu perispírito abnegado da tua presença Abismal dor em mim descambou propagada pela tua ausencia presciente da tua existencia esperarei incorrendo em demencia na deletéria esperança de te ter de preciosa que és minha flor.

No campo dos meus amores vivem poetas e cantores há ovelhas e pomares
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No campo dos meus amores vivem poetas e cantores há ovelhas e pomares floreado com mil cores numa cabana lá perdida mora aquela rapariga de olhos verdes cintilantes que brilham como diamantes de pernas brancas como leite senti mesmo um deleite é uma bela camponesa com elegancia de princesa numa manhã de primavera encontrei-a à minha espera foi quando tudo começou até que este sonho acabou.

Lá vai o poeta Sozinho no tempo Perdido no espaço
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Lá vai o poeta Sozinho no tempo Perdido no espaço Com o sentimento Sem o teu abraço Foi-se o momento Ficou o cansaço Sem eira nem beira Naquela esplanada Sentindo o vazio Sem a sua amada De olhar fulgente E o corpo quente Sabendo somente Na verdade nada Passa um segundo Contemplando o mundo E naquela hora A dor o devora. Passa mais um dia Sem a companhia Numa sinfonia Muda e vazia.

Na quinta dos plátanos verdes sombria de madrugada numa alvorada gelada
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Na quinta dos plátanos verdes sombria de madrugada numa alvorada gelada erguida por entre pilares entre tempos milenares. Palácio de muitos andares nascida de velhos reinados das guerras de tempos passados de escravos ali maltratados que nunca puderam ser nobres pois nasceram entre os pobres. Naquela herdade imponente foi ensinada muita gente os jovens jogavam à bola e livros levavam prà escola. Entre frases e poemas, alí nasceu a esperança onde ficou esta lembrança daqueles tempos de criança.