Venho lendo muitos posts sobre a tal "Tatuagem no bandidinho" e muito tenho me impressionado com alguns comentários... Antes de mais nada eu quero deixar claro que respeito a opinião de cada um, mas penso que precisamos acordado pra realidade antes de apontar o indicador sentado…
Continuar lendo
Venho lendo muitos posts sobre a tal "Tatuagem no bandidinho" e muito tenho me impressionado com alguns comentários... Antes de mais nada eu quero deixar claro que respeito a opinião de cada um, mas penso que precisamos acordado pra realidade antes de apontar o indicador sentado na própria caca... Algumas pessoas vem generalizando um pouco as coisas, não concordar com a atitude de uma pessoa não significa que você está contra ela ou a favor de outra, é preciso ver o problema de uma forma mais abrangente, sermos honestos e reconhecer que vivemos hoje em uma sociedade onde bons exemplos são cada vez mais raros, e a diferença entre o certo ou errado tem cada vez menor contraste. Vivemos em um país que cada dia mais impera o singularismo, pensar em si e ignorar os princípios de ética e do coletivismo já é rotina na vida de muita gente. Estrutura familiar no Brasil tem virado obra de arte em museu e prisão aqui é faculdade do crime, é formação intensiva em "sobrevivência na selva". Na era do "salve-se quem puder", eu te pergunto, Quem sois vós pra julgar? Sabes o que cada ser humano passou até se transformar no que é hoje? Olhar e julgar é muito fácil... Mas já parou pra se colocar no lugar dessa pessoa? Já parou pra pensar o que levou esse cara a estar no mundo do crime? Quais foram os exemplos que ele teve dentro de casa? Pai, mãe, família, religião, sociedade... E se fosse você, será que teria sido diferente? É preciso sair um pouco da cúpula de vidro que te isola dos tais problemas que você só vê no sofá do seu confortável lar, e tentar ver o mundo com os olhos daquela pessoa que você acabou de julgar, talvez ela com um pouco da oportunidade que você teve, teria ido mais longe do que você é sua mente fechada... QUER UM MUNDO DIFERENTE, COMECE POR VOCÊ MESMO!