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Frases de Brunna Bal Brunna Balbina

9 frases

SEI LÁ! Por eu gostar do bizarro Amar o diferente
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SEI LÁ! Por eu gostar do bizarro Amar o diferente Indagam se sou louca. Louca sou por achar o estranho normal? Louca sou por enxergar beleza no feio? Sei lá! O som do meu coração aumenta Por coisas que talvez sejam insignificantes Para o mundo Porque pra mim Elas tem um significado único. Sei lá! Só meu interior sabe qual é.

É uma pena ela não enxergar a melhor forma de se aproximar de mim. Sua falta de noção não a deixa perceber que só bastaria se interessar o mínimo pelo o que eu faço. Ou talvez escutar as palavras que saem da minha boca. Percebo que ela não faz por querer, é o jeito dela. Quando c…
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É uma pena ela não enxergar a melhor forma de se aproximar de mim. Sua falta de noção não a deixa perceber que só bastaria se interessar o mínimo pelo o que eu faço. Ou talvez escutar as palavras que saem da minha boca. Percebo que ela não faz por querer, é o jeito dela. Quando criança eu chorava calada o que tinha que chorar, hoje ignoro em voz alta certas coisas que possam me ferir. Pra ela eu já cresci, pra mim ainda estou crescendo.

Em meio ao trabalho puxado Surgiu um fio de tédio Esperando respostas
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Em meio ao trabalho puxado Surgiu um fio de tédio Esperando respostas Suspirei um cansaço. Senti uma brisa Você veio com ela Acordou na minha mente Troquei os pensamentos. Vasculhei algum papeis em branco Aos poucos foram ficando pretos Sorri pra eles Senti sua presença. O som da moeda caindo Me despertou Daquele sonho acordado Deu vontade de realiza-lo Mas pensei bem E voltei a trabalhar. Ou será que eu pensei mal?

HIBERNEI Já deve ser meio dia Levantei
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HIBERNEI Já deve ser meio dia Levantei Abri a janela pra ver o sol Lembrei Ele diminuiu seu expediente Xinguei Tolice minha brigar com Rá Aceitei O frio do inverno chegou. Sai para o trabalho Avistei Manequins vestindo casacos Pensei Vou comprar um Duvidei Talvez ela não volte pra devolver o meu. No hemisfério sul não se costuma ter lareira Analisei Você estava ao meu lado, nunca precisei Lamentei Em frente a uma padaria olhando a cafeteira Pensei E agora, o que vai me aquecer? Perguntaram se eu queria café Paralisei Perguntaram se eu queria chá Gritei Quero uma tigela de sopa Equivoquei Mandaram eu voltar depois das 18 Troquei Me dê um chocolate quente pra viagem. No caminho tinha uma arvore sem folhas Desviei Meu relógio quebrado, tenho que saber as horas Perguntei Já é tarde estou muito atrasada Retornei. A janela ainda estava aberta Fechei O chocolate ainda estava quente Esfriei Ouvi um barulho vindo da cozinha Assustei Era ela preparando uma sopa Chorei Resolvi abrir meus olhos Arrisquei Tirando o inverno, nada foi verdade Sonhei!

MALPAREI Me pego a pensar naquela boca Naquele olhar
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MALPAREI Me pego a pensar naquela boca Naquele olhar Naquele cheiro amadeirado, herbal Oriental, sei lá Me concentrei nas poucas palavras sussurradas no calor do ar Sua atitude de mulher Com jeito meigo de menina Fizeram eu me jogar, arriscar, agarrar E não parar de beijar Até o dia de dizer... Tchau!

OUTONO E o outono bateu a minha porta logo cedo. Me acordou!
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OUTONO E o outono bateu a minha porta logo cedo. Me acordou! Veio prometendo mudanças Mudanças que cabe a mim a aceitação. Advertiu me sobre um tal momento de reflexão. Momento de esquecer o verão E acreditar que boas novas virão Falou me ,também, sobre dias Dias recheados de: Emoção, paixão, renovação. Sussurrou baixinho ao meu ouvido: - Cuide do seu coração E reponha forças para a próxima estação. Dei aquele sorrisão! Matutei. Não cheguei a nenhuma conclusão, Mas topei! Topei amadurecer e crescer A natureza é sábia É ela quem sempre me ensina a viver. Brunna Balbina Brunna Bal

Passei muito tempo PENSANDO CRIANDO
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Passei muito tempo PENSANDO CRIANDO SONHANDO De mãos dadas as minhas inseguranças. Foi quando vi um abismo Eu tinha duas opções: Ou me atirava ou as empurrava. Eu estou bem! Já elas de vez enquanto mandam um "zap". TO IGNORANDO.

Era uma vez, E eu comecei a perder E assim, abri mão do que ficou.
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Era uma vez, E eu comecei a perder E assim, abri mão do que ficou. Era uma vez, E eu cheguei a dialogar E agora não paro de não falar. Era uma vez, E fui embora por mim e por elas E não sei quando voltarei. Era uma vez, E derrepente minha angústia se foi E se transformou na paz agitada que eu preciso. Era uma vez, E meus olhos estão sempre brilhando E o cavalo ganhou a corrida.