Vejo-te como uma janela aberta, como o sopro de um poeta. Como o grito de um Rei,
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Vejo-te como uma janela aberta, como o sopro de um poeta. Como o grito de um Rei, e o bater de asas de uma borboleta. És sempre tão silenciosa. Te convidarias para experimentar um café ás três da tarde, numa quarta-feira, se pudesses. Oh, liberdade, Por que me soas tão quieta?