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Frases de Bíblia

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Números 25 Moabe seduz Israel 1 Enquanto Israel estava em Sitim, o povo começou a entregar-se à imoralidade sexual com mulheres moabitas,
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Números 25 Moabe seduz Israel 1 Enquanto Israel estava em Sitim, o povo começou a entregar-se à imoralidade sexual com mulheres moabitas, 2 que os convidavam aos sacrifícios de seus deuses. O povo comia e se prostrava perante esses deuses. 3 Assim Israel se juntou à adoração a Baal-Peor. E a ira do Senhor acendeu-se contra Israel. 4 E o Senhor disse a Moisés: "Prenda todos os chefes desse povo, enforque-os diante do Senhor, à luz do sol, para que o fogo da ira do Senhor se afaste de Israel". 5 Então Moisés disse aos juízes de Israel: "Cada um de vocês terá que matar aqueles que dentre os seus homens se juntaram à adoração a Baal-Peor". 6 Um israelita trouxe para casa uma mulher midianita, na presença de Moisés e de toda a comunidade de Israel, que choravam à entrada da Tenda do Encontro. 7 Quando Fineias, filho de Eleazar, neto do sacerdote Arão, viu isso, apanhou uma lança, 8 seguiu o israelita até o interior da tenda e atravessou os dois com a lança; atravessou o corpo do israelita e o da mulher. Então cessou a praga contra os israelitas. 9 Mas os que morreram por causa da praga foram vinte e quatro mil. 10 E o Senhor disse a Moisés: 11 "Fineias, filho de Eleazar, neto do sacerdote Arão, desviou a minha ira de sobre os israelitas, pois foi zeloso, com o mesmo zelo que tenho por eles, para que em meu zelo eu não os consumisse. 12 Diga-lhe, pois, que estabeleço com ele a minha aliança de paz. 13 Dele e dos seus descendentes será a aliança do sacerdócio perpétuo, porque ele foi zeloso pelo seu Deus e fez propiciação pelos israelitas". 14 O nome do israelita que foi morto com a midianita era Zinri, filho de Salu, líder de uma família simeonita. 15 E o nome da mulher midianita que morreu era Cosbi, filha de Zur, chefe de um clã midianita. 16 O Senhor disse a Moisés: 17 "Tratem os midianitas como inimigos e matem-nos, 18 porque trataram vocês como inimigos quando os enganaram no caso de Peor e de Cosbi, filha de um líder midianita, mulher do povo deles que foi morta pela praga que enviei por causa de Peor".

Números 31 A vingança contra os midianitas 1 O Senhor disse a Moisés:
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Números 31 A vingança contra os midianitas 1 O Senhor disse a Moisés: 2 "Vingue-se dos midianitas pelo que fizeram aos israelitas. Depois disso você será reunido aos seus antepassados". 3 Então Moisés disse ao povo: "Armem alguns dos homens para irem à guerra contra os midianitas e executarem a vingança do Senhor contra eles. 4 Enviem à batalha mil homens de cada tribo de Israel". 5 Doze mil homens armados para a guerra, mil de cada tribo, foram mandados pelos clãs de Israel. 6 Moisés os enviou à guerra, mil de cada tribo, juntamente com Fineias, filho do sacerdote Eleazar, que levou consigo objetos do santuário e as cornetas para o toque de guerra. 7 Lutaram então contra Midiã, conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés, e mataram todos os homens. 8 Entre os mortos estavam os cinco reis de Midiã: Evi, Requém, Zur, Hur e Reba. Também mataram à espada Balaão, filho de Beor. 9 Os israelitas capturaram as mulheres e as crianças midianitas e tomaram como despojo todos os rebanhos e bens dos midianitas. 10 Queimaram todas as cidades em que os midianitas haviam se estabelecido, bem como todos os seus acampamentos. 11 Tomaram todos os despojos, incluindo pessoas e animais, 12 e levaram os prisioneiros, homens e mulheres, e os despojos a Moisés, ao sacerdote Eleazar e à comunidade de Israel, em seu acampamento, nas campinas de Moabe, frente a Jericó. 13 Moisés, o sacerdote Eleazar e todos os líderes da comunidade saíram para recebê-los fora do acampamento. 14 Mas Moisés indignou-se contra os oficiais do exército que voltaram da guerra, os líderes de milhares e os líderes de centenas. 15 "Vocês deixaram todas as mulheres vivas?", perguntou-lhes. 16 "Foram elas que seguiram o conselho de Balaão e levaram Israel a ser infiel ao Senhor no caso de Peor, de modo que uma praga feriu a comunidade do Senhor. 17 Agora matem todos os meninos. E matem também todas as mulheres que se deitaram com homem, 18 mas poupem todas as meninas virgens. 19 "Todos vocês que mataram alguém ou que tocaram em algum morto ficarão sete dias fora do acampamento. No terceiro e no sétimo dia vocês deverão purificar a vocês mesmos e aos seus prisioneiros. 20 Purifiquem toda roupa e também tudo o que é feito de couro, de pelo de bode ou de madeira." 21 Depois o sacerdote Eleazar disse aos soldados que tinham ido à guerra: "Esta é a exigência da lei que o Senhor ordenou a Moisés: 22 Ouro, prata, bronze, ferro, estanho, chumbo 23 e tudo o que resista ao fogo, vocês terão que passar pelo fogo para purificá-los, mas também deverão purificá-los com a água da purificação. E tudo o que não resistir ao fogo terá que passar pela água. 24 No sétimo dia lavem as suas roupas, e vocês ficarão puros. Depois, poderão entrar no acampamento". Repartição dos despojos 25 O Senhor disse a Moisés: 26 "Você, o sacerdote Eleazar e os chefes das famílias da comunidade deverão contar todo o povo e os animais capturados. 27 Dividam os despojos pelos guerreiros que participaram da batalha e o restante da comunidade. 28 Daquilo que os guerreiros trouxeram da guerra, separem como tributo ao Senhor um de cada quinhentos, sejam pessoas, bois, jumentos, ovelhas ou bodes. 29 Tomem esse tributo da metade que foi dada como porção a eles e entreguem-no ao sacerdote Eleazar como a porção do Senhor. 30 Da metade dada aos israelitas, escolham um de cada cinquenta, sejam pessoas, bois, jumentos, ovelhas ou bodes. Entreguem-nos aos levitas, encarregados de cuidar do tabernáculo do Senhor". 31 Moisés e o sacerdote Eleazar fizeram como o Senhor tinha ordenado a Moisés. 32 Os despojos que restaram da presa tomada pelos soldados foram 675.000 ovelhas, 33 72.000 cabeças de gado, 34 61.000 jumentos 35 e 32.000 mulheres virgens. 36 A metade dada aos que lutaram na guerra foi esta: 337.500 ovelhas, 37 das quais o tributo para o Senhor foram 675; 38 36.000 cabeças de gado, das quais o tributo para o Senhor foram 72; 39 30.500 jumentos, dos quais o tributo para o Senhor foram 61; 40 16.000 pessoas, das quais o tributo para o Senhor foram 32. 41 Moisés deu o tributo ao sacerdote Eleazar como contribuição ao Senhor, conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. 42 A outra metade, pertencente aos israelitas, Moisés separou da dos combatentes; 43 essa era a metade pertencente à comunidade, com 337.500 ovelhas, 44 36.000 cabeças de gado, 45 30.500 jumentos 46 e 16.000 pessoas. 47 Da metade pertencente aos israelitas, Moisés escolheu um de cada cinquenta, tanto de pessoas como de animais, conforme o Senhor lhe tinha ordenado, e os entregou aos levitas, encarregados de cuidar do tabernáculo do Senhor. 48 Então os oficiais que estavam sobre as unidades do exército, os líderes de milhares e os líderes de centenas foram a Moisés 49 e lhe disseram: "Seus servos contaram os soldados sob o nosso comando, e não está faltando ninguém. 50 Por isso trouxemos como oferta ao Senhor os artigos de ouro dos quais cada um de nós se apossou: braceletes, pulseiras, anéis-selo, brincos e colares; para fazer propiciação por nós perante o Senhor". 51 Moisés e o sacerdote Eleazar receberam deles todas as joias de ouro. 52 Todo o ouro dado pelos líderes de milhares e pelos líderes de centenas que Moisés e Eleazar apresentaram como contribuição ao Senhor pesou duzentos quilos. 53 Cada soldado tinha tomado despojos para si mesmo. 54 Moisés e o sacerdote Eleazar receberam o ouro dado pelos líderes de milhares e pelos líderes de centenas e o levaram para a Tenda do Encontro como memorial, para que o Senhor se lembrasse dos israelitas.

Salmo 13 1 Até quando, Senhor? Para sempre te esquecerás de mim? Até quando esconderás de mim o teu rosto? 2 Até quando terei inquietações e tristeza no coração dia após dia? Até quando o meu inimigo triunfará sobre mim?
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Salmo 13 1 Até quando, Senhor? Para sempre te esquecerás de mim? Até quando esconderás de mim o teu rosto? 2 Até quando terei inquietações e tristeza no coração dia após dia? Até quando o meu inimigo triunfará sobre mim? 3 Olha para mim e responde, Senhor, meu Deus. Ilumina os meus olhos, ou do contrário dormirei o sono da morte; 4 os meus inimigos dirão: "Eu o venci", e os meus adversários festejarão o meu fracasso. 5 Eu, porém, confio em teu amor; o meu coração exulta em tua salvação. 6 Quero cantar ao Senhor pelo bem que me tem feito.

1 Crônicas 24 As divisões dos sacerdotes 1 Os filhos de Arão foram assim agrupados: Os filhos de Arão foram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.
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1 Crônicas 24 As divisões dos sacerdotes 1 Os filhos de Arão foram assim agrupados: Os filhos de Arão foram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. 2 Mas Nadabe e Abiú morreram antes de seu pai e não tiveram filhos; apenas Eleazar e Itamar serviram como sacerdotes. 3 Com a ajuda de Zadoque, descendente de Eleazar, e de Aimeleque, descendente de Itamar, Davi os dividiu em grupos para que cumprissem as suas responsabilidades. 4 Havia um número maior de chefes de família entre os descendentes de Eleazar do que entre os de Itamar, e por isso eles foram assim divididos: dezesseis chefes de famílias entre os descendentes de Eleazar e oito entre os descendentes de Itamar. 5 Eles foram divididos de maneira imparcial mediante sorteio, pois havia líderes do santuário e líderes de Deus tanto entre os descendentes de Eleazar como entre os de Itamar. 6 O escriba Semaías, filho do levita Natanael, registrou os nomes deles na presença do rei, dos líderes, dos sacerdotes Zadoque e Aimeleque, filho de Abiatar, e dos chefes de famílias dos sacerdotes e dos levitas; as famílias de Eleazar e de Itamar foram sorteadas alternadamente. 7 A primeira sorte caiu para Jeoiaribe, a segunda para Jedaías, 8 a terceira para Harim, a quarta para Seorim, 9 a quinta para Malquias, a sexta para Miamim, 10 a sétima para Hacoz, a oitava para Abias, 11 a nona para Jesua, a décima para Secanias, 12 a décima primeira para Eliasibe, a décima segunda para Jaquim, 13 a décima terceira para Hupá, a décima quarta para Jesebeabe, 14 a décima quinta para Bilga, a décima sexta para Imer, 15 a décima sétima para Hezir, a décima oitava para Hapises, 16 a décima nona para Petaías, a vigésima para Jeezquel, 17 a vigésima primeira para Jaquim, a vigésima segunda para Gamul, 18 a vigésima terceira para Delaías, e a vigésima quarta para Maazias. 19 Conforme essa ordem eles deveriam ministrar quando entrassem no templo do Senhor, de acordo com as prescrições deixadas por Arão, antepassado deles, conforme o Senhor, o Deus de Israel, havia lhe ordenado. Os restantes levitas 20 Estes foram os chefes dos outros levitas: dos descendentes de Anrão: Subael; dos descendentes de Subael: Jedias. 21 Quanto a Reabias, Issias foi o chefe dos seus filhos. 22 Dos descendentes de Isar: Selomote; dos filhos de Selomote: Jaate. 23 Dos descendentes de Hebrom: Jerias, o primeiro; Amarias, o segundo; Jaaziel, o terceiro; e Jecameão, o quarto. 24 Dos descendentes de Uziel: Mica; dos filhos de Mica: Samir. 25 Dos descendentes de Issias, irmão de Mica, Zacarias. 26 Dos filhos de Merari: Mali e Musi. Dos filhos de Jaazias: Beno. 27 Os descendentes de Merari, por Jaazias: Beno, Soão, Zacur e Ibri. 28 De Mali: Eleazar, que não teve filhos. 29 De Quis: Jerameel. 30 E foram estes os filhos de Musi: Mali, Éder e Jeremote. Esses foram os levitas, de acordo com as suas famílias. 31 Eles também tiraram sortes na presença do rei Davi, de Zadoque, de Aimeleque e dos chefes de famílias dos sacerdotes e dos levitas, assim como fizeram seus irmãos, os descendentes de Arão. As famílias dos irmãos mais velhos foram tratadas da mesma maneira que as dos mais novos.

1 Crônicas 3 A descendência de David 1 Estes foram os filhos de Davi nascidos em Hebrom: O seu filho mais velho era Amnom, filho de Ainoã de Jezreel; o segundo, Daniel, de Abigail, de Carmelo;
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1 Crônicas 3 A descendência de David 1 Estes foram os filhos de Davi nascidos em Hebrom: O seu filho mais velho era Amnom, filho de Ainoã de Jezreel; o segundo, Daniel, de Abigail, de Carmelo; 2 o terceiro, Absalão, de Maaca, filha de Talmai, rei de Gesur; o quarto, Adonias, de Hagite; 3 o quinto, Sefatias, de Abital; e o sexto, Itreão, de sua mulher Eglá. 4 São esses os seis filhos de Davi que nasceram em Hebrom, onde ele reinou sete anos e seis meses. E, em Jerusalém, 5 onde Davi reinou trinta e três anos, nasceram-lhe os seguintes filhos: Simeia, Sobabe, Natã e Salomão, os quatro filhos que ele teve com Bate-Seba, filha de Amiel. 6 Davi teve ainda mais nove filhos: Ibar, Elisua, Elpalete, 7 Nogá, Nefegue, Jafia, 8 Elisama, Eliada e Elifelete. 9 Todos esses foram filhos de Davi, além dos que teve com suas concubinas, e a filha Tamar, irmã deles. 10 O filho de Salomão foi Roboão; o filho de Roboão foi Abias; o filho de Abias, Asa; o filho de Asa, Josafá; 11 o filho de Josafá, Jeorão; o filho de Jeorão, Acazias; o filho de Acazias, Joás; 12 o filho de Joás, Amazias; o filho de Amazias, Azarias; o filho de Azarias, Jotão; 13 o filho de Jotão, Acaz; o filho de Acaz, Ezequias; o filho de Ezequias, Manassés; 14 o filho de Manassés, Amom; o filho de Amom, Josias. 15 Os filhos de Josias foram: Joanã, o primeiro; Jeoaquim, o segundo; Zedequias, o terceiro; e Salum, o quarto. 16 Os sucessores de Jeoaquim foram: Joaquim e Zedequias. 17 Estes foram os filhos de Joaquim, que foi levado para o cativeiro: 18 Sealtiel, Malquirão, Pedaías, Senazar, Jecamias, Hosama e Nedabias. 19 Estes foram os filhos de Pedaías: Zorobabel e Simei. Estes foram os filhos de Zorobabel: Mesulão, Hananias e Selomite, irmã deles. 20 Zorobabel teve ainda mais cinco filhos: Hasubá, Oel, Berequias, Hasadias e Jusabe-Hesede. 21 Estes foram os descendentes de Hananias: Pelatias e Jesaías, e os filhos de Refaías, de Arnã, de Obadias e de Secanias. 22 Estes foram os descendentes de Secanias: Semaías e seus filhos Hatus, Igal, Bariá, Nearias e Safate; seis descendentes ao todo. 23 Estes foram os três filhos de Nearias: Elioenai, Ezequias e Azricão. 24 Estes foram os sete filhos de Elioenai: Hodavias, Eliasibe, Pelaías, Acube, Joanã, Delaías e Anani.

Números 26 O segundo recenseamento 1 Depois da praga, o Senhor disse a Moisés e a Eleazar, filho do sacerdote Arão:
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Números 26 O segundo recenseamento 1 Depois da praga, o Senhor disse a Moisés e a Eleazar, filho do sacerdote Arão: 2 "Façam um recenseamento de toda a comunidade de Israel, segundo as suas famílias; contem todos os de vinte anos para cima que possam servir no exército de Israel". 3 Nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, frente a Jericó, Moisés e o sacerdote Eleazar falaram com eles e disseram: 4 "Façam um recenseamento dos homens de vinte anos para cima", conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. Estes foram os israelitas que saíram do Egito: 5 Os descendentes de Rúben, filho mais velho de Israel, foram: de Enoque, o clã enoquita; de Palu, o clã paluíta; 6 de Hezrom, o clã hezronita; de Carmi, o clã carmita. 7 Esses foram os clãs de Rúben; foram contados 43.730 homens. 8 O filho de Palu foi Eliabe, 9 e os filhos de Eliabe foram Nemuel, Datã e Abirão. Estes, Datã e Abirão, foram os líderes da comunidade que se rebelaram contra Moisés e contra Arão, estando entre os seguidores de Corá quando se rebelaram contra o Senhor. 10 A terra abriu a boca e os engoliu juntamente com Corá, cujos seguidores morreram quando o fogo devorou duzentos e cinquenta homens, que serviram como sinal de advertência. 11 A descendência de Corá, contudo, não desapareceu. 12 Os descendentes de Simeão segundo os seus clãs foram: de Nemuel, o clã nemuelita; de Jamim, o clã jaminita; de Jaquim, o clã jaquinita; 13 de Zerá, o clã zeraíta; de Saul, o clã saulita. 14 Esses foram os clãs de Simeão; havia 22.200 homens. 15 Os descendentes de Gade segundo os seus clãs foram: de Zefom, o clã zefonita; de Hagi, o clã hagita; de Suni, o clã sunita; 16 de Ozni, o clã oznita; de Eri, o clã erita; 17 de Arodi, o clã arodita; de Areli, o clã arelita. 18 Esses foram os clãs de Gade; foram contados 40.500 homens. 19 Er e Onã eram filhos de Judá, mas morreram em Canaã. 20 Os descendentes de Judá segundo os seus clãs foram: de Selá, o clã selanita; de Perez, o clã perezita; de Zerá, o clã zeraíta. 21 Os descendentes de Perez foram: de Hezrom, o clã hezronita; de Hamul, o clã hamulita. 22 Esses foram os clãs de Judá; foram contados 76.500 homens. 23 Os descendentes de Issacar segundo os seus clãs foram: de Tolá, o clã tolaíta; de Puá, o clã punita; 24 de Jasube, o clã jasubita; de Sinrom, o clã sinronita. 25 Esses foram os clãs de Issacar; foram contados 64.300 homens. 26 Os descendentes de Zebulom segundo os seus clãs foram: de Serede, o clã seredita; de Elom, o clã elonita; de Jaleel, o clã jaleelita. 27 Esses foram os clãs de Zebulom; foram contados 60.500 homens. 28 Os descendentes de José segundo os seus clãs, por meio de Manassés e Efraim, foram: 29 Os descendentes de Manassés: de Maquir, o clã maquirita (Maquir foi o pai de Gileade); de Gileade, o clã gileadita. 30 Estes foram os descendentes de Gileade: de Jezer, o clã jezerita; de Heleque, o clã helequita; 31 de Asriel, o clã asrielita; de Siquém, o clã siquemita; 32 de Semida, o clã semidaíta; de Héfer, o clã heferita. 33 (Zelofeade, filho de Héfer, não teve filhos; teve somente filhas, cujos nomes eram Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.) 34 Esses foram os clãs de Manassés; foram contados 52.700 homens. 35 Os descendentes de Efraim segundo os seus clãs foram: de Sutela, o clã sutelaíta; de Bequer, o clã bequerita; de Taã, o clã taanita. 36 Estes foram os descendentes de Sutela: de Erã, o clã eranita. 37 Esses foram os clãs de Efraim; foram contados 32.500 homens. Esses foram os descendentes de José segundo os seus clãs. 38 Os descendentes de Benjamim segundo os seus clãs foram: de Belá, o clã belaíta; de Asbel, o clã asbelita; de Airã, o clã airamita; 39 de Sufã, o clã sufamita; de Hufã, o clã hufamita. 40 Os descendentes de Belá, por meio de Arde e Naamã, foram: de Arde, o clã ardita; de Naamã, o clã naamanita. 41 Esses foram os clãs de Benjamim; foram contados 45.600 homens. 42 Os descendentes de Dã segundo os seus clãs foram: de Suã, o clã suamita. Esses foram os clãs de Dã, 43 todos eles clãs suamitas; foram contados 64.400 homens. 44 Os descendentes de Aser segundo os seus clãs foram: de Imna, o clã imnaíta; de Isvi, o clã isvita; de Berias, o clã beriaíta; 45 e dos descendentes de Berias: de Héber, o clã heberita; de Malquiel, o clã malquielita. 46 Aser teve uma filha chamada Sera. 47 Esses foram os clãs de Aser; foram contados 53.400 homens. 48 Os descendentes de Naftali segundo os seus clãs foram: de Jazeel, o clã jazeelita; de Guni, o clã gunita; 49 de Jezer, o clã jezerita; de Silém, o clã silemita. 50 Esses foram os clãs de Naftali; foram contados 45.400 homens. 51 O número total dos homens de Israel foi 601.730. 52 Disse ainda o Senhor a Moisés: 53 "A terra será repartida entre eles como herança, de acordo com o número dos nomes alistados. 54 A um clã maior dê uma herança maior, e a um clã menor, uma herança menor; cada um receberá a sua herança de acordo com o seu número de recenseados. 55 A terra, porém, será distribuída por sorteio. Cada um herdará sua parte de acordo com o nome da tribo de seus antepassados. 56 Cada herança será distribuída por sorteio entre os clãs maiores e os menores". 57 Estes foram os levitas contados segundo os seus clãs: de Gérson, o clã gersonita; de Coate, o clã coatita; de Merari, o clã merarita. 58 Estes também eram clãs levitas: o clã libnita; o clã hebronita; o clã malita; o clã musita; o clã coreíta. Coate foi o pai de Anrão; 59 o nome da mulher de Anrão era Joquebede, descendente de Levi, que nasceu no Egito. Ela lhe deu à luz Arão, Moisés e Miriã, irmã deles. 60 Arão foi o pai de Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. 61 Mas Nadabe e Abiú morreram quando apresentaram uma oferta com fogo profano perante o Senhor. 62 O total de levitas do sexo masculino, de um mês de idade para cima, que foram contados foi 23.000. Não foram contados junto com os outros israelitas porque não receberam herança entre eles. 63 São esses os que foram recenseados por Moisés e pelo sacerdote Eleazar quando contaram os israelitas nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, frente a Jericó. 64 Nenhum deles estava entre os que foram contados por Moisés e pelo sacerdote Arão quando contaram os israelitas no deserto do Sinai. 65 Pois o Senhor tinha dito àqueles israelitas que eles iriam morrer no deserto, e nenhum deles sobreviveu, exceto Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

Salmo 7 1 Senhor, meu Deus, em ti me refugio; salva-me e livra-me de todos os que me perseguem, 2 para que, como leões, não me dilacerem nem me despedacem, sem que ninguém me livre.
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Salmo 7 1 Senhor, meu Deus, em ti me refugio; salva-me e livra-me de todos os que me perseguem, 2 para que, como leões, não me dilacerem nem me despedacem, sem que ninguém me livre. 3 Senhor, meu Deus, se assim procedi, se nas minhas mãos há injustiça, 4 se fiz algum mal a um amigo ou se poupei sem motivo o meu adversário, 5 persiga-me o meu inimigo até me alcançar, no chão me pisoteie e aniquile a minha vida, lançando a minha honra no pó. 6 Levanta-te, Senhor, na tua ira; ergue-te contra o furor dos meus adversários. Desperta-te, meu Deus! Ordena a justiça! 7 Reúnam-se os povos ao teu redor. Das alturas reina sobre eles. 8 O Senhor é quem julga os povos. Julga-me, Senhor, conforme a minha justiça, conforme a minha integridade. 9 Deus justo, que sondas a mente e o coração dos homens, dá fim à maldade dos ímpios e ao justo dá segurança. 10 O meu escudo está nas mãos de Deus, que salva o reto de coração. 11 Deus é um juiz justo, um Deus que manifesta cada dia o seu furor. 12 Se o homem não se arrepende, Deus afia a sua espada, arma o seu arco e o aponta, 13 prepara as suas armas mortais e faz de suas setas flechas flamejantes. 14 Quem gera a maldade concebe sofrimento e dá à luz a desilusão. 15 Quem cava um buraco e o aprofunda cairá nessa armadilha que fez. 16 Sua maldade se voltará contra ele; sua violência cairá sobre a sua própria cabeça. 17 Darei graças ao Senhor por sua justiça; ao nome do Senhor Altíssimo cantarei louvores.

1 Crônicas 21 David conta os homens de guerra 1 Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo.
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1 Crônicas 21 David conta os homens de guerra 1 Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo. 2 Davi disse a Joabe e aos outros comandantes do exército: "Vão e contem os israelitas desde Berseba até Dã e tragam-me um relatório para que eu saiba quantos são". 3 Joabe, porém, respondeu: "Que o Senhor multiplique o povo dele por cem. Ó rei, meu senhor, não são, porventura, todos eles súditos do meu senhor? Por que o meu senhor deseja fazer isso? Por que deveria trazer culpa sobre Israel?" 4 Mas a palavra do rei prevaleceu, de modo que Joabe partiu, percorreu todo o Israel e então voltou a Jerusalém. 5 Joabe apresentou a Davi o relatório com o número dos homens de combate: Em todo o Israel havia um milhão e cem mil homens habilitados para o serviço militar, sendo quatrocentos e setenta mil de Judá. 6 Mas Joabe não incluiu as tribos de Levi e de Benjamim na contagem, pois a ordem do rei lhe parecera absurda. 7 Essa ordem foi reprovada por Deus, e por isso ele puniu Israel. 8 Então Davi disse a Deus: "Pequei gravemente com o que fiz. Agora eu te imploro que perdoes o pecado do teu servo, porque cometi uma grande loucura!" 9 O Senhor disse a Gade, o vidente de Davi: 10 "Vá dizer a Davi: Assim diz o Senhor: Estou dando a você três opções. Escolha uma delas, e eu a executarei contra você". 11 Gade foi a Davi e lhe disse: "Assim diz o Senhor: 'Escolha entre 12 três anos de fome; três meses fugindo de seus adversários, perseguido pela espada deles; ou três dias da espada do Senhor, isto é, três dias de praga, com o anjo do Senhor assolando todas as regiões de Israel'. Decida agora como devo responder àquele que me enviou". 13 Davi respondeu: "É grande a minha angústia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a sua misericórdia, a cair nas mãos dos homens". 14 O Senhor enviou, assim, uma praga sobre Israel, e setenta mil homens de Israel morreram. 15 E Deus enviou um anjo para destruir Jerusalém. Mas, quando o anjo ia fazê-lo, o Senhor olhou e arrependeu-se de trazer a catástrofe e disse ao anjo destruidor: "Pare! Já basta!" Naquele momento o anjo do Senhor estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. 16 Davi olhou para cima e viu o anjo do Senhor entre o céu e a terra, com uma espada na mão, erguida sobre Jerusalém. Então Davi e as autoridades de Israel, vestidos de luto, prostraram-se com o rosto em terra. 17 Davi disse a Deus: "Não fui eu que ordenei contar o povo? Fui eu que pequei e fiz o mal. Estes não passam de ovelhas. O que eles fizeram? Ó Senhor meu Deus, que o teu castigo caia sobre mim e sobre a minha família, mas não sobre o teu povo!" 18 Depois disso, o anjo do Senhor mandou Gade dizer a Davi que construísse um altar ao Senhor na eira de Araúna, o jebuseu. 19 Davi foi para lá, em obediência à palavra que Gade havia falado em nome do Senhor. 20 Araúna estava debulhando o trigo; virando-se, viu o anjo, e ele e seus quatro filhos que estavam com ele se esconderam. 21 Nisso chegou Davi e, quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi com o rosto em terra. 22 E Davi lhe pediu: "Ceda-me o terreno da sua eira para eu construir um altar em honra ao Senhor, para que cesse a praga sobre o povo. Venda-me o terreno pelo preço justo". 23 Mas Araúna disse a Davi: "Considera-o teu! Que o meu rei e senhor faça dele o que desejar. Eu darei os bois para os holocaustos, o debulhador para servir de lenha e o trigo para a oferta de cereal. Tudo isso eu dou a ti". 24 O rei Davi, porém, respondeu a Araúna: "Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não darei ao Senhor aquilo que pertence a você, nem oferecerei um holocausto que não me custe nada". 25 Então Davi pagou a Araúna sete quilos e duzentos gramas de ouro pelo terreno. 26 E Davi edificou ali um altar ao Senhor e ofereceu holocaustos e sacrifícios de comunhão. Davi invocou o Senhor, e o Senhor lhe respondeu com fogo que veio do céu sobre o altar de holocaustos. 27 O Senhor ordenou ao anjo que pusesse a espada na bainha. 28 Nessa ocasião viu Davi que o Senhor lhe havia respondido na eira de Araúna, o jebuseu, e passou a oferecer sacrifícios ali. 29 Naquela época, o tabernáculo do Senhor que Moisés fizera no deserto e o altar de holocaustos estavam em Gibeom. 30 Mas Davi não podia consultar a Deus lá, pois tinha medo da espada do anjo do Senhor.

2 Samuel 19 1 Informaram a Joabe que o rei estava chorando e se lamentando por Absalão. 2 Para todo o exército a vitória daquele dia se trans­formou em luto, porque as tropas ouviram dizer: "O rei está de luto por seu filho".
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2 Samuel 19 1 Informaram a Joabe que o rei estava chorando e se lamentando por Absalão. 2 Para todo o exército a vitória daquele dia se trans­formou em luto, porque as tropas ouviram dizer: "O rei está de luto por seu filho". 3 Na­quele dia o exército ficou em silêncio na cidade, como fazem os que fogem humilhados da batalha. 4 O rei, com o rosto coberto, gritava: "Ah, meu filho Absalão! Ah, Absalão, meu filho, meu filho!" 5 Então Joabe entrou no palácio e foi falar com o rei: "Hoje humilhaste todos os teus soldados, os quais salvaram a tua vida, bem como a de teus filhos e filhas, e de tuas mulheres e concubinas. 6 Amas os que te odeiam e odeias os que te amam. Hoje deixaste claro que os comandantes e os seus soldados nada significam para ti. Vejo que ficarias satisfeito se, hoje, Absalão estivesse vivo e todos nós estivéssemos mortos. 7 Agora, vai e encoraja teus soldados! Juro pelo Senhor que, se não fores, nem um só deles permanecerá contigo esta noite, o que para ti seria pior do que todas as desgraças que já te aconteceram desde a tua juventude". 8 Então o rei levantou-se e sentou-se junto à porta da cidade. Quando o exército soube que o rei estava sentado junto à porta, todos os soldados juntaram-se a ele. Enquanto isso os israelitas fugiam para casa. 9 Em todas as tribos de Israel o povo discutia, dizendo: "Davi nos livrou das mãos de nossos inimigos; foi ele que nos libertou dos filisteus. Mas agora fugiu do país por causa de Absalão; 10 e Absalão, a quem tínhamos ungido rei, morreu em combate. E por que não falam em trazer o rei de volta?" David volta a Jerusalém 11 Quando chegou aos ouvidos do rei o que todo o Israel estava comentando, Davi man­dou a seguinte men­sagem aos sacerdotes Zadoque e Abiatar: "Pergun­tem às autoridades de Judá: Por que vocês seriam os últimos a conduzir o rei de volta ao seu palácio? 12 Vocês são meus irmãos, sangue do meu sangue! Por que seriam os últimos a ajudar no meu retorno?" 13 E digam a Ama­sa: "Você é sangue do meu sangue! Que Deus me castigue com todo o rigor se, de agora em diante, você não for o comandante do meu exército em lugar de Joabe". 14 As palavras de Davi conquistaram a lealdade unânime de todos os homens de Judá. E eles mandaram dizer ao rei que voltasse com todos os seus servos. 15 Então o rei voltou e chegou ao Jordão. E os homens de Judá foram a Gilgal, ao encontro do rei, para ajudá-lo a atra­vessar o Jordão. 16 Simei, filho de Gera, benjamita de Baurim, foi depressa com os homens de Judá para encontrar-se com o rei Davi. 17 Com ele estavam outros mil benjamitas e também Ziba, supervisor da casa de Saul, com seus quinze filhos e vinte servos. Eles entraram no Jordão antes do rei 18 e atravessaram o rio a fim de ajudar a família real na travessia e fazer o que o rei desejasse. Simei, filho de Gera, atravessou o Jordão, prostrou-se perante o rei 19 e lhe disse: "Que o meu senhor não leve em conta o meu crime. E que não te lembres do mal que o teu servo cometeu no dia em que o rei, meu senhor, saiu de Jerusalém. Que o rei não pense mais nisso! 20 Eu, teu servo, reconheço que pequei. Por isso, de toda a tribo de José, fui o primeiro a vir ao encontro do rei, meu se­nhor". 21 Então Abisai, filho de Zeruia, disse: "Simei amaldiçoou o ungido do Senhor; ele deve ser morto!" 22 Davi respondeu: "Que é que vocês têm com isso, filhos de Zeruia? Acaso se tornaram agora meus adversários? Deve alguém ser morto hoje em Israel? Ou não tenho hoje a garantia de que voltei a reinar sobre Israel?" 23 E o rei prometeu a Simei, sob juramento: "Você não será morto". 24 Mefibosete, neto de Saul, também foi ao encontro do rei. Ele não havia lavado os pés nem aparado a barba nem lavado as roupas, desde o dia em que o rei partira até o dia em que voltou em segurança. 25 Quan­do chegou de Jerusalém e encontrou-se com o rei, este lhe perguntou: "Por que você não foi comigo, Mefibosete?" 26 Ele respondeu: "Ó rei, meu senhor! Eu, teu servo, sendo aleijado, mandei selar o meu jumento para montá-lo e acompanhar o rei. Mas o meu servo me enganou. 27 Ele falou mal de mim ao rei, meu senhor. Tu és como um anjo de Deus! Faze o que achares melhor. 28 To­dos os descendentes do meu avô nada mereciam do meu senhor e rei, senão a morte. Entretanto, deste a teu servo um lugar entre os que comem à tua mesa. Que direito tenho eu, pois, de te pedir qualquer outro favor?" 29 Disse-lhe então o rei: "Você já disse o suficiente. Minha decisão é que você e Ziba dividam a propriedade". 30 Mas Mefibosete disse ao rei: "Deixa que ele fique com tudo, agora que o rei, meu senhor, chegou em segurança ao seu lar". 31 Barzilai, de Gileade, também saiu de Rogelim, acompanhando o rei até o Jordão, para despedir-se dele. 32 Barzilai era bastante idoso; tinha oitenta anos. Foi ele que sustentou o rei durante a sua permanência em Maanaim, pois era muito rico. 33 O rei disse a Barzilai: "Ve­nha comigo para Jerusalém, e eu cuidarei de você". 34 Barzilai, porém, respondeu: "Quan­tos anos de vida ainda me restam, para que eu vá com o rei e viva com ele em Jeru­salém? 35 Já fiz oitenta anos. Como eu poderia distinguir entre o que é bom e o que é mau? Teu servo mal pode sentir o gosto daquilo que come e bebe. Nem consigo apreciar a voz de homens e mulheres cantando! Eu seria mais um peso para o rei, meu senhor. 36 Teu servo acom­panhará o rei um pouco mais, atravessando o Jordão, mas não há motivo para uma recompensa dessas. 37 Per­mite que o teu servo volte! E que eu possa morrer na minha própria cidade, perto do túmulo de meu pai e de minha mãe. Mas aqui está o meu servo Quimã. Que ele vá com o meu senhor e rei. Faze por ele o que achares me­lhor!" 38 O rei disse: "Quimã virá comigo! Farei por ele o que você achar melhor. E tudo o mais que desejar de mim, eu o farei por você". 39 Então todo o exército atravessou o Jordão, e também o rei o atravessou. O rei beijou Barzilai e o abençoou. E Barzilai voltou para casa. 40 O rei seguiu para Gilgal; e com ele foi Quimã. Todo o exér­cito de Judá e a metade do exército de Israel acompanharam o rei. 41 Logo os homens de Israel chegaram ao rei para reclamar: "Por que os nossos irmãos, os de Judá, sequestraram o rei e o levaram para o outro lado do Jordão, como também a família dele e todos os seus homens?" 42 Todos os homens de Judá responderam aos israelitas: "Fizemos isso porque o rei é nosso parente mais chegado. Por que vocês estão irritados? Acaso comemos das provisões do rei ou tomamos dele alguma coisa?" 43 Então os israelitas disseram aos homens de Judá: "Somos dez com o rei; e muito maior é o nosso direito sobre Davi do que o de vocês. Por que nos desprezam? Nós fomos os primeiros a propor o retorno do nosso rei!" Mas os homens de Judá falaram ainda mais asperamente do que os israelitas.

Números 14 Os israelitas querem voltar para o Egipto 1 Naquela noite, toda a comunidade começou a chorar em alta voz.
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Números 14 Os israelitas querem voltar para o Egipto 1 Naquela noite, toda a comunidade começou a chorar em alta voz. 2 Todos os israelitas queixaram-se contra Moisés e contra Arão, e toda a comunidade lhes disse: "Quem dera tivéssemos morrido no Egito! Ou neste deserto! 3 Por que o Senhor está nos trazendo para esta terra? Só para nos deixar cair à espada? Nossas mulheres e nossos filhos serão tomados como despojo de guerra. Não seria melhor voltar para o Egito?" 4 E disseram uns aos outros: "Escolheremos um chefe e voltaremos para o Egito!" 5 Então Moisés e Arão prostraram-se com o rosto em terra, diante de toda a assembleia dos israelitas. 6 Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que haviam observado a terra, rasgaram as suas vestes 7 e disseram a toda a comunidade dos israelitas: "A terra que percorremos em missão de reconhecimento é excelente. 8 Se o Senhor se agradar de nós, ele nos fará entrar nessa terra, onde há leite e mel com fartura, e a dará a nós. 9 Somente não sejam rebeldes contra o Senhor. E não tenham medo do povo da terra, porque nós os devoraremos como se fossem pão. A proteção deles se foi, mas o Senhor está conosco. Não tenham medo deles!" 10 Mas a comunidade toda falou em apedrejá-los. Então a glória do Senhor apareceu a todos os israelitas na Tenda do Encontro. 11 E o Senhor disse a Moisés: "Até quando este povo me tratará com pouco caso? Até quando se recusará a crer em mim, apesar de todos os sinais que realizei entre eles? 12 Eu os ferirei com praga e os destruirei, mas farei de você uma nação maior e mais forte do que eles". 13 Moisés disse ao Senhor: "Então os egípcios ouvirão que pelo teu poder fizeste este povo sair dentre eles, 14 e falarão disso aos habitantes desta terra. Eles ouviram que tu, ó Senhor, estás com este povo e que te veem face a face, Senhor, e que a tua nuvem paira sobre eles, e que vais adiante deles numa coluna de nuvem de dia e numa coluna de fogo de noite. 15 Se exterminares este povo, as nações que ouvirem falar do que fizeste dirão: 16 'O Senhor não conseguiu levar esse povo à terra que lhes prometeu em juramento; por isso os matou no deserto'. 17 "Mas agora, que a força do Senhor se manifeste, segundo prometeste: 18 'O Senhor é muito paciente e grande em fidelidade e perdoa a iniquidade e a rebelião, se bem que não deixa o pecado sem punição e castiga os filhos pela iniquidade dos pais até a terceira e quarta gerações'. 19 Segundo a tua grande fidelidade, perdoa a iniquidade deste povo, como a este povo tens perdoado desde que saíram do Egito até agora". 20 O Senhor respondeu: "Eu o perdoei, conforme você pediu. 21 No entanto, juro pela glória do Senhor, que enche toda a terra, 22 que nenhum dos que viram a minha glória e os sinais milagrosos que realizei no Egito e no deserto e me puseram à prova e me desobedeceram dez vezes - 23 nenhum deles chegará a ver a terra que prometi com juramento aos seus antepassados. Ninguém que me tratou com desprezo a verá. 24 Mas, como o meu servo Calebe tem outro espírito e me segue com integridade, eu o farei entrar na terra que foi observar, e seus descendentes a herdarão. 25 Visto que os amalequitas e os cananeus habitam nos vales, amanhã deem meia-volta e partam em direção ao deserto pelo caminho que vai para o mar Vermelho". 26 Disse mais o Senhor a Moisés e a Arão: 27 "Até quando esta comunidade ímpia se queixará contra mim? Tenho ouvido as queixas desses israelitas murmuradores. 28 Diga-lhes: Juro pelo meu nome, declara o Senhor, que farei a vocês tudo o que pediram: 29 Cairão neste deserto os cadáveres de todos vocês, de vinte anos para cima, que foram contados no recenseamento e que se queixaram contra mim. 30 Nenhum de vocês entrará na terra que, com mão levantada, jurei dar-lhes para sua habitação, exceto Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. 31 Mas, quanto aos seus filhos, sobre os quais vocês disseram que seriam tomados como despojo de guerra, eu os farei entrar para desfrutarem a terra que vocês rejeitaram. 32 Os cadáveres de vocês, porém, cairão neste deserto. 33 Seus filhos serão pastores aqui durante quarenta anos, sofrendo pela infidelidade de vocês, até que o último cadáver de vocês seja destruído no deserto. 34 Durante quarenta anos vocês sofrerão a consequência dos seus pecados e experimentarão a minha rejeição; cada ano corresponderá a cada um dos quarenta dias em que vocês observaram a terra. 35 Eu, o Senhor, falei, e certamente farei essas coisas a toda esta comunidade ímpia, que conspirou contra mim. Encontrarão o seu fim neste deserto; aqui morrerão". 36 Os homens enviados por Moisés em missão de reconhecimento daquela terra voltaram e fizeram toda a comunidade queixar-se contra ele ao espalharem um relatório negativo; 37 esses homens responsáveis por espalhar o relatório negativo sobre a terra morreram subitamente de praga perante o Senhor. 38 De todos os que foram observar a terra, somente Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, sobreviveram. 39 Quando Moisés transmitiu essas palavras a todos os israelitas, eles choraram amargamente. 40 Na madrugada seguinte, subiram para o alto da região montanhosa e disseram: "Subiremos ao lugar que o Senhor prometeu, pois cometemos pecado". 41 Moisés, porém, disse: "Por que vocês estão desobedecendo à ordem do Senhor? Isso não terá sucesso! 42 Não subam, porque o Senhor não está com vocês. Vocês serão derrotados pelos inimigos, 43 pois os amalequitas e os cananeus os enfrentarão ali, e vocês cairão à espada. Visto que deixaram de seguir o Senhor, ele não estará com vocês". 44 Apesar disso, eles subiram desafiadoramente ao alto da região montanhosa, mas nem Moisés nem a arca da aliança do Senhor saíram do acampamento. 45 Então os amalequitas e os cananeus que lá viviam desceram, derrotaram-nos e os perseguiram até Hormá.

Números 10 As duas trombetas de prata 1 O Senhor disse a Moisés:
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Números 10 As duas trombetas de prata 1 O Senhor disse a Moisés: 2 "Faça duas cornetas de prata batida a fim de usá-las para reunir a comunidade e para dar aos acampamentos o sinal para partirem. 3 Quando as duas cornetas tocarem, a comunidade inteira se reunirá diante de você, à entrada da Tenda do Encontro. 4 Se apenas uma tocar, os líderes, chefes dos clãs de Israel, se reunirão diante de você. 5 Quando a corneta der um toque de alerta, as tribos acampadas a leste deverão partir. 6 Ao som do segundo toque, os acampamentos do lado sul partirão. O toque de alerta será o sinal para partir. 7 Para reunir a assembleia, faça soar as cornetas, mas não com o mesmo toque. 8 "Os filhos de Arão, os sacerdotes, tocarão as cornetas. Este é um decreto perpétuo para vocês e para as suas gerações. 9 Quando em sua terra vocês entrarem em guerra contra um adversário que os esteja oprimindo, toquem as cornetas; e o Senhor, o Deus de vocês, se lembrará de vocês e os libertará dos seus inimigos. 10 Também em seus dias festivos, nas festas fixas e no primeiro dia de cada mês, vocês deverão tocar as cornetas por ocasião dos seus holocaustos e das suas ofertas de comunhão, e elas serão um memorial em favor de vocês perante o seu Deus. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês". Os israelitas deixam o Sinai 11 No vigésimo dia do segundo mês do segundo ano, a nuvem se levantou de cima do tabernáculo que guarda as tábuas da aliança. 12 Então os israelitas partiram do deserto do Sinai e viajaram por etapas, até que a nuvem pousou no deserto de Parã. 13 Assim partiram pela primeira vez, conforme a ordem do Senhor anunciada por Moisés. 14 Os exércitos do acampamento de Judá partiram primeiro, junto à sua bandeira. Naassom, filho de Aminadabe, estava no comando. 15 Natanael, filho de Zuar, comandava os exércitos da tribo de Issacar, 16 e Eliabe, filho de Helom, chefiava os exércitos da tribo de Zebulom. 17 Quando o tabernáculo era desmontado, os gersonitas e os meraritas o carregavam e partiam. 18 Os exércitos do acampamento de Rúben partiram em seguida, junto à sua bandeira. Elizur, filho de Sedeur, estava no comando. 19 Selumiel, filho de Zurisadai, comandava os exércitos da tribo de Simeão, 20 e Eliasafe, filho de Deuel, chefiava os exércitos da tribo de Gade. 21 Então os coatitas partiam carregando as coisas sagradas. Antes que eles chegassem, o tabernáculo já deveria estar armado. 22 Os exércitos do acampamento de Efraim partiram em seguida, junto à sua bandeira. Elisama, filho de Amiúde, estava no comando. 23 Gamaliel, filho de Pedazur, comandava os exércitos da tribo de Manassés, 24 e Abidã, filho de Gideoni, os exércitos da tribo de Benjamim. 25 Finalmente, partiram os exércitos do acampamento de Dã, junto à sua bandeira, como retaguarda para todos os acampamentos. Aieser, filho de Amisadai, estava no comando. 26 Pagiel, filho de Ocrã, comandava os exércitos da tribo de Aser, 27 e Aira, filho de Enã, a divisão da tribo de Naftali. 28 Essa era a ordem que os exércitos israelitas seguiam quando se punham em marcha. 29 Então Moisés disse a Hobabe, filho do midianita Reuel, sogro de Moisés: "Estamos partindo para o lugar a respeito do qual o Senhor disse: 'Eu o darei a vocês'. Venha conosco e o trataremos bem, pois o Senhor prometeu boas coisas para Israel". 30 Ele respondeu: "Não, não irei; voltarei para a minha terra e para o meu povo". 31 Moisés, porém, disse: "Por favor, não nos deixe. Você sabe onde devemos acampar no deserto e pode ser o nosso guia. 32 Se vier conosco, partilharemos com você todas as coisas boas que o Senhor nos der". 33 Então eles partiram do monte do Senhor e viajaram três dias. A arca da aliança do Senhor foi à frente deles durante aqueles três dias para encontrar um lugar para descansarem. 34 A nuvem do Senhor estava sobre eles de dia, sempre que partiam de um acampamento. 35 Sempre que a arca partia, Moisés dizia: "Levanta-te, ó Senhor! Sejam espalhados os teus inimigos e fujam de diante de ti os teus adversários". 36 Sempre que a arca parava, ele dizia: "Volta, ó Senhor, para os incontáveis milhares de Israel".

Juízes 12 Efraim contra Jefta 1 Os homens de Efraim foram convocados para a batalha; dirigiram-se para Zafom e disseram a Jefté: "Por que você foi lutar contra os amonitas sem nos chamar para irmos juntos? Vamos queimar a sua casa e você junto!"
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Juízes 12 Efraim contra Jefta 1 Os homens de Efraim foram convocados para a batalha; dirigiram-se para Zafom e disseram a Jefté: "Por que você foi lutar contra os amonitas sem nos chamar para irmos juntos? Vamos queimar a sua casa e você junto!" 2 Jefté respondeu: "Eu e meu povo estávamos envolvidos numa grande contenda com os amonitas, e, embora eu os tenha chamado, vocês não me livraram das mãos deles. 3 Quando vi que vocês não ajudariam, arrisquei a vida e fui lutar contra os amonitas, e o Senhor me deu a vitória sobre eles. E, por que vocês vieram para cá hoje? Para lutar contra mim?" 4 Jefté reuniu então todos os homens de Gileade e lutou contra Efraim. Os gileaditas feriram os efraimitas porque estes tinham dito: "Vocês, gileaditas, são desertores de Efraim e de Manassés". 5 Os gileaditas tomaram as passagens do Jordão que conduziam a Efraim. Sempre que um fugitivo de Efraim dizia: "Deixem-me atravessar", os homens de Gileade perguntavam: "Você é efraimita?" Se respondesse que não, 6 diziam: "Então diga: Chibolete". Se ele dissesse: "Sibolete", sem conseguir pronunciar corretamente a palavra, prendiam-no e matavam-no no lugar de passagem do Jordão. Quarenta e dois mil efraimitas foram mortos naquela ocasião. 7 Jefté liderou Israel durante seis anos. Então o gileadita Jefté morreu e foi sepultado numa cidade de Gileade. Ibzã, Elom e Abdom 8 Depois de Jefté, Ibsã, de Belém, liderou Israel. 9 Teve trinta filhos e trinta filhas. Deu suas filhas em casamento a homens de fora do seu clã e trouxe para os seus filhos trinta mulheres de fora do seu clã. Ibsã liderou Israel durante sete anos. 10 Então Ibsã morreu e foi sepultado em Belém. 11 Depois dele, Elom, da tribo de Zebulom, liderou Israel durante dez anos. 12 Elom morreu e foi sepultado em Aijalom, na terra de Zebulom. 13 Depois dele, Abdom, filho de Hilel, de Piratom, liderou Israel. 14 Teve quarenta filhos e trinta netos, que montavam setenta jumentos. Abdom liderou Israel durante oito anos. 15 En­tão Abdom, filho de Hilel, morreu e foi sepultado em Piratom, na terra de Efraim, na serra dos amalequitas.

Neemias 13 Reformas finais de Neemias 1 Naquele dia, o Livro de Moisés foi lido em alta voz diante do povo, e nele achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido no povo de Deus,
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Neemias 13 Reformas finais de Neemias 1 Naquele dia, o Livro de Moisés foi lido em alta voz diante do povo, e nele achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido no povo de Deus, 2 pois eles, em vez de darem água e comida aos israelitas, tinham contratado Balaão para invocar maldição sobre eles. O nosso Deus, porém, transformou a maldição em bênção. 3 Quando o povo ouviu essa Lei, excluiu de Israel todos os que eram de ascendên­cia estrangeira. 4 Antes disso, o sacerdote Eliasibe tinha sido encarregado dos depósitos do templo de nosso Deus. Ele era parente próximo de Tobias 5 e lhe havia cedido uma grande sala, anteriormente utilizada para guardar as ofer­tas de cereal, o incenso, os utensílios do templo e também os dízimos do trigo, do vinho novo e do azeite prescritos para os levitas, para os cantores e para os porteiros, além das ofertas para os sacerdotes. 6 Mas, enquanto tudo isso estava acon­tecendo, eu não estava em Jerusalém, pois no trigésimo segundo ano do reinado de Artaxer­xes, rei da Babilônia, voltei ao rei. Algum tempo depois pedi sua permissão 7 e voltei para Jerusalém. Aqui soube do mal que Eliasi­be fizera ao ceder uma sala a Tobias nos pátios do templo de Deus. 8 Fiquei muito aborrecido e joguei todos os móveis de Tobias fora da sala. 9 Mandei purificar as salas e coloquei de volta nelas os utensílios do tem­plo de Deus, com as ofertas de cereal e o incenso. 10 Também fiquei sabendo que os levitas não tinham recebido a parte que lhes era devida e que todos os levitas e cantores responsáveis pelo culto haviam voltado para suas próprias terras. 11 Por isso repreendi os oficiais e lhes perguntei: "Por que essa negli­gência com o templo de Deus?" Então convoquei os levitas e os cantores e os coloquei em seus postos. 12 E todo o povo de Judá trouxe os dízimos do trigo, do vinho novo e do azeite aos depósitos. 13 Coloquei o sacerdote Selemi­as, o escriba Zadoque e um levita chamado Pedaías como encarregados dos depósitos e fiz de Hanã, filho de Zacur, neto de Matanias, assistente deles, porque esses homens eram de confiança. Eles ficaram responsáveis pela distri­buição de suprimentos aos seus colegas. 14 Lembra-te de mim por isso, meu Deus, e não te esqueças do que fiz com tanta fidelidade pelo templo de meu Deus e pelo seu culto. 15 Naqueles dias, vi que em Judá alguns trabalhavam nos tanques de prensar uvas no sábado e ajuntavam trigo e o carregavam em jumentos, transportando-o com vinho, uvas, figos e todo tipo de carga. Tudo isso era trazido para Jerusalém em pleno sábado. Então os adverti que não vendessem alimento nesse dia. 16 Ha­via alguns da cidade de Tiro que moravam em Jerusalém e que, no sábado, traziam e vendiam peixes e toda espécie de mercadoria em Jerusalém, para o povo de Judá. 17 Diante disso, repreendi os nobres de Judá e lhes disse: Como é que vocês podem fazer tão grande mal, profanan­do o dia de sábado? 18 Por acaso os seus ante­passados não fizeram o mesmo, levando o nosso Deus a trazer toda essa desgraça sobre nós e sobre esta cidade? Pois agora, profa­nando o sábado, vocês provocam maior ira contra Israel! 19 Quando as sombras da tarde cobri­ram as portas de Jerusalém na véspera do sábado, ordenei que estas fossem fechadas e só fossem abertas depois que o sábado tivesse terminado. Coloquei alguns de meus homens de confiança junto às portas, para que nenhum carregamento pudesse ser introduzido no dia de sábado. 20 Uma ou duas vezes os comerci­antes e vendedores de todo tipo de mercadoria passaram a noite do lado de fora de Jerusa­lém. 21 Mas eu os adverti, dizendo: Por que vocês passam a noite junto ao muro? Se fizerem isso de novo, mandarei prendê-los. Depois disso não vieram mais no sábado. 22 Então ordenei aos levitas que se purificas­sem e fossem vigiar as portas a fim de que o dia de sábado fosse respeitado como sagrado. Lembra-te de mim também por isso, ó meu Deus, e tem misericórdia de mim conforme o teu grande amor. 23 Além disso, naqueles dias, vi alguns judeus que haviam se casado com mulheres de Asdode, de Amom e de Moabe. 24 A metade dos seus filhos falavam a língua de Asdode ou a língua de um dos outros povos e não sabi­am falar a língua de Judá. 25 Eu os repreendi e invoquei maldições sobre eles. Bati em alguns deles e arranquei os seus cabelos. Fiz com que jurassem em nome de Deus e lhes disse: Não consintam mais em dar suas filhas em casa­mento aos filhos deles, nem haja casamento das filhas deles com seus filhos ou com vocês. 26 Não foi por causa de casamentos como esses que Salomão, rei de Israel, pecou? Entre as muitas nações não havia rei algum como ele. Ele era amado por seu Deus, e Deus o fez rei sobre todo o Israel, mas até mesmo ele foi induzido ao pecado por mulheres estrangeiras. 27 Como podemos tolerar o que ouvimos? Como podem vocês cometer essa terrível maldade e serem infiéis ao nosso Deus, casando-se com mulheres estrangeiras? 28 Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, era genro de Samba­late, o horonita. Eu o expulsei para longe de mim. 29 Não te esqueças deles, ó meu Deus, pois profanaram o ofício sacerdotal e a alian­ça do sacerdócio e dos levitas. 30 Dessa forma purifiquei os sacerdotes e os levitas de tudo o que era estrangeiro e lhes designei responsabilidades, cada um em seu próprio cargo. 31 Também estabeleci regras para as provisões de lenha, determinando as datas certas para serem trazidas, e para os primeiros frutos. Em tua bondade, lembra-te de mim, ó meu Deus.

Números 19 Preceitos de purificação cerimonial 1 Disse também o Senhor a Moisés e a Arão:
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Números 19 Preceitos de purificação cerimonial 1 Disse também o Senhor a Moisés e a Arão: 2 "Esta é uma exigência da lei que o Senhor ordenou: Mande os israelitas trazerem uma novilha vermelha, sem defeito e sem mancha, sobre a qual nunca tenha sido colocada uma canga. 3 Vocês a darão ao sacerdote Eleazar; ela será levada para fora do acampamento e sacrificada na presença dele. 4 Então o sacerdote Eleazar pegará um pouco do sangue com o dedo e o aspergirá sete vezes, na direção da entrada da Tenda do Encontro. 5 Na presença dele a novilha será queimada: o couro, a carne, o sangue e o excremento. 6 O sacerdote apanhará um pedaço de madeira de cedro, hissopo e lã vermelha e os atirará ao fogo que estiver queimando a novilha. 7 Depois disso o sacerdote lavará as suas roupas e se banhará com água. Então, poderá entrar no acampamento, mas estará impuro até o cair da tarde. 8 Aquele que queimar a novilha também lavará as suas roupas e se banhará com água, e também estará impuro até o cair da tarde. 9 "Um homem cerimonialmente puro recolherá as cinzas da novilha e as colocará num local puro, fora do acampamento. Serão guardadas pela comunidade de Israel para uso na água da purificação, para a purificação de pecados. 10 Aquele que recolher as cinzas da novilha também lavará as suas roupas, e ficará impuro até o cair da tarde. Este é um decreto perpétuo, tanto para os israelitas como para os estrangeiros residentes. 11 "Quem tocar num cadáver humano ficará impuro durante sete dias. 12 Deverá purificar-se com essa água no terceiro e no sétimo dias; então estará puro. Mas, se não se purificar no terceiro e no sétimo dias, não estará puro. 13 Quem tocar num cadáver humano e não se purificar, contamina o tabernáculo do Senhor e será eliminado de Israel. Ficará impuro porque a água da purificação não foi derramada sobre ele; sua impureza permanece sobre ele. 14 "Esta é a lei que se aplica quando alguém morre numa tenda: quem entrar na tenda e quem nela estiver ficará impuro sete dias, 15 e qualquer recipiente que não estiver bem fechado ficará impuro. 16 "Quem estiver no campo e tocar em alguém que tenha sido morto à espada, ou em alguém que tenha sofrido morte natural, ou num osso humano, ou num túmulo, ficará impuro durante sete dias. 17 "Pela pessoa impura, colocarão um pouco das cinzas do holocausto de purificação num jarro e derramarão água da fonte por cima. "O homem que aspergir a água da purificação também lavará as suas roupas, e todo aquele que tocar na água da purificação ficará impuro até o cair da tarde. 18 Então um homem cerimonialmente puro pegará hissopo, molhará na água e a aspergirá sobre a tenda, sobre todos os utensílios e sobre todas as pessoas que estavam ali. Também a aspergirá sobre todo aquele que tiver tocado num osso humano, ou num túmulo, ou em alguém que tenha sido morto ou que tenha sofrido morte natural. 19 Aquele que estiver puro a aspergirá sobre a pessoa impura no terceiro e no sétimo dia, e no sétimo dia deverá purificá-la. Aquele que estiver sendo purificado lavará as suas roupas e se banhará com água, e naquela tarde estará puro. 20 Mas, se aquele que estiver impuro não se purificar, será eliminado da assembleia, pois contaminou o santuário do Senhor. A água da purificação não foi aspergida sobre ele, e ele está impuro. 21 Este é um decreto perpétuo para eles. 22 Qualquer coisa na qual alguém que estiver impuro tocar se tornará impura, e qualquer pessoa que nela tocar ficará impura até o cair da tarde".

Salmo 12 1 Salva-nos, Senhor! Já não há quem seja fiel; já não se confia em ninguém entre os homens. 2 Cada um mente ao seu próximo; seus lábios bajuladores falam com segundas intenções.
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Salmo 12 1 Salva-nos, Senhor! Já não há quem seja fiel; já não se confia em ninguém entre os homens. 2 Cada um mente ao seu próximo; seus lábios bajuladores falam com segundas intenções. 3 Que o Senhor corte todos os lábios bajuladores e a língua arrogante 4 dos que dizem: "Venceremos graças à nossa língua; somos donos dos nossos lábios! Quem é senhor sobre nós?" 5 "Por causa da opressão do necessitado e do gemido do pobre, agora me levantarei", diz o Senhor. "Eu lhes darei a segurança que tanto an­seiam." 6 As palavras do Senhor são puras, são como prata purificada num forno, sete vezes refinada. 7 Senhor, tu nos guardarás seguros, e dessa gente nos protegerás para sempre. 8 Os ímpios andam altivos por toda parte, quando a corrupção é exaltada entre os ho­mens.

Números 18 Deveres dos sacerdotes e levitas 1 O Senhor disse a Arão: "Você, os seus filhos e a família de seu pai serão responsáveis pelas ofensas contra o santuário; você e seus filhos serão responsáveis pelas ofensas cometidas no exercício do sacerdócio.
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Números 18 Deveres dos sacerdotes e levitas 1 O Senhor disse a Arão: "Você, os seus filhos e a família de seu pai serão responsáveis pelas ofensas contra o santuário; você e seus filhos serão responsáveis pelas ofensas cometidas no exercício do sacerdócio. 2 Traga também os seus irmãos levitas, que pertencem à tribo de seus antepassados, para se unirem a você e o ajudarem quando você e seus filhos ministrarem perante a tenda que guarda as tábuas da aliança. 3 Eles ficarão a seu serviço e cuidarão também do serviço da Tenda, mas não poderão aproximar-se dos utensílios do santuário ou do altar; se o fizerem, morrerão, tanto eles como vocês. 4 Eles se unirão a vocês e terão a responsabilidade de cuidar da Tenda do Encontro, realizando todos os trabalhos necessários. Ninguém mais poderá aproximar-se de vocês. 5 "Vocês terão a responsabilidade de cuidar do santuário e do altar, para que não torne a cair a ira divina sobre os israelitas. 6 Eu mesmo escolhi os seus irmãos, os levitas, dentre os israelitas, como um presente para vocês, dedicados ao Senhor para fazerem o trabalho da Tenda do Encontro. 7 Mas somente você e seus filhos poderão servir como sacerdotes em tudo o que se refere ao altar e ao que se encontra além do véu. Dou a vocês o serviço do sacerdócio como um presente. Qualquer pessoa não autorizada que se aproximar do santuário terá que ser executada". As ofertas para os sacerdotes e levitas 8 Então o Senhor disse a Arão: "Eu mesmo o tornei responsável pelas contribuições trazidas a mim; todas as ofertas sagradas que os israelitas me derem, eu as dou como porção a você e a seus filhos. 9 Das ofertas santíssimas vocês terão a parte que é poupada do fogo. Dentre todas as dádivas que me trouxerem como ofertas santíssimas, seja oferta de cereal, seja pelo pecado, seja de reparação, tal parte pertence a você e a seus filhos. 10 Comam-na como algo santíssimo; todos os do sexo masculino a comerão. Considerem-na santa. 11 "Também dou a você, e a seus filhos e filhas, por decreto perpétuo, as contribuições que cabe a vocês de todas as ofertas dos israelitas e que devem ser ritualmente movidas. Todos os da sua família que estiverem cerimonialmente puros poderão comê-las. 12 "Dou a você o melhor azeite e o melhor vinho novo e o melhor trigo que eles apresentarem ao Senhor como primeiros frutos da colheita. 13 Todos os primeiros frutos da terra que trouxerem ao Senhor serão seus. Todos os da sua família que estiverem cerimonialmente puros poderão comê-los. 14 "Tudo o que em Israel for consagrado a Deus pertencerá a você. 15 O primeiro nascido de todo ventre, oferecido ao Senhor, seja homem, seja animal, será seu. Mas você deverá resgatar todo filho mais velho, como também toda primeira cria de animais impuros. 16 Quando tiverem um mês de idade, você deverá resgatá-los pelo preço de resgate estabelecido em sessenta gramas de prata, com base no peso padrão do santuário, que são doze gramas. 17 "Não resgate, porém, a primeira cria de uma vaca, de uma ovelha ou de uma cabra. Derrame o sangue deles sobre o altar e queime a sua gordura como uma oferta preparada no fogo, de aroma agradável ao Senhor. 18 A carne desses animais pertence a você, como também o peito da oferta movida e a coxa direita. 19 Tudo aquilo que for separado dentre todas as dádivas sagradas que os israelitas apresentarem ao Senhor eu dou a você e a seus filhos e filhas como decreto perpétuo. É uma aliança de sal perpétua perante o Senhor, para você e para os seus descendentes". 20 Disse ainda o Senhor a Arão: "Você não terá herança na terra deles, nem terá porção entre eles; eu sou a sua porção e a sua herança entre os israelitas. 21 "Dou aos levitas todos os dízimos em Israel como retribuição pelo trabalho que fazem ao servirem na Tenda do Encontro. 22 De agora em diante os israelitas não poderão aproximar-se da Tenda do Encontro, caso contrário, sofrerão as consequências do seu pecado e morrerão. 23 É dever dos levitas fazer o trabalho na Tenda do Encontro e assumir a responsabilidade pelas ofensas contra ela. Este é um decreto perpétuo pelas suas gerações. Eles não receberão herança alguma entre os israelitas. 24 Em vez disso, dou como herança aos levitas os dízimos que os israelitas apresentarem como contribuição ao Senhor. É por isso que eu disse que eles não teriam herança alguma entre os israelitas". 25 O Senhor disse depois a Moisés: 26 "Diga o seguinte aos levitas: Quando receberem dos israelitas o dízimo que dou a vocês como herança, vocês deverão apresentar um décimo daquele dízimo como contribuição pertencente ao Senhor. 27 Essa contribuição será considerada equivalente à do trigo tirado da eira e do vinho do tanque de prensar uvas. 28 Assim, vocês apresentarão uma contribuição ao Senhor de todos os dízimos recebidos dos israelitas. Desses dízimos vocês darão a contribuição do Senhor ao sacerdote Arão. 29 E deverão apresentar como contribuição ao Senhor a melhor parte, a parte sagrada de tudo o que for dado a vocês. 30 "Diga aos levitas: Quando vocês apresentarem a melhor parte, ela será conside­rada equivalente ao produto da eira e do tanque de prensar uvas. 31 Vocês e suas famílias poderão comer dessa porção em qualquer lugar, pois é o salário pelo trabalho de vocês na Tenda do Encontro. 32 Ao apresentarem a melhor parte, vocês não se tornarão culpados e não profana­rão as ofertas sagradas dos israelitas, para que não morram".

1 Crônicas 14 O palácio e a família de David 1 Hirão, rei de Tiro, enviou a Davi uma delegação, que lhe trouxe toras de cedro, e também pedreiros e carpinteiros para lhe construírem um palácio.
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1 Crônicas 14 O palácio e a família de David 1 Hirão, rei de Tiro, enviou a Davi uma delegação, que lhe trouxe toras de cedro, e também pedreiros e carpinteiros para lhe construírem um palácio. 2 Então Davi teve certeza de que o Senhor o confirmara como rei de Israel e de que estava fazendo prosperar o seu reino por amor de Israel, seu povo. 3 Em Jerusalém Davi tomou para si mais mulheres e gerou mais filhos e filhas. 4 Estes são os nomes dos que lhe nasceram ali: Samua, Sobabe, Natã, Salomão, 5 Ibar, Elisua, Elpalete, 6 Nogá, Nefegue, Jafia, 7 Elisama, Beeliada e Elifelete. David derrota os filisteus 8 Quando os filisteus ficaram sabendo que Davi tinha sido ungido rei de todo o Israel, foram com todo o exército prendê-lo, mas Davi soube disso e saiu para enfrentá-los. 9 Tendo os filisteus invadido o vale de Refaim, 10 Davi perguntou a Deus: "Devo atacar os filisteus? Tu os entregarás nas minhas mãos?" O Senhor lhe respondeu: "Vá, eu os entregarei nas suas mãos". 11 Então Davi e seus soldados foram a Baal-Perazim, e Davi os derrotou e disse: "Assim como as águas de uma enchente causam destruição, pelas minhas mãos Deus destruiu os meus inimigos". E aquele lugar passou a ser chamado Baal-Perazim. 12 Como os filisteus haviam abandonado os seus ídolos ali, Davi ordenou que fossem queimados. 13 Os filisteus voltaram a atacar o vale; 14 de novo Davi consultou Deus, que lhe respondeu: "Não ataque pela frente, mas dê a volta por trás deles e ataque-os em frente das amoreiras. 15 Assim que você ouvir um som de passos por cima das amoreiras, saia para o combate, pois este é o sinal de que Deus saiu à sua frente para ferir o exército filisteu". 16 E Davi fez como Deus lhe tinha ordenado, e eles derrotaram o exército filisteu por todo o caminho, desde Gibeom até Gezer. 17 Assim a fama de Davi espalhou-se por todas as terras, e o Senhor fez com que todas as nações o temessem.

2 Samuel 15 A conspiração de Absalão 1 Algum tempo depois, Absalão adquiriu uma carruagem, cavalos e uma escolta de cinquenta homens.
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2 Samuel 15 A conspiração de Absalão 1 Algum tempo depois, Absalão adquiriu uma carruagem, cavalos e uma escolta de cinquenta homens. 2 Ele se levantava cedo e ficava junto ao caminho que levava à porta da cidade. Sem­pre que alguém trazia uma causa para ser decidida pelo rei, Absalão o chamava e perguntava de que cidade vinha. A pessoa respondia que era de uma das tribos de Israel, 3 e Absalão dizia: "A sua causa é válida e legítima, mas não há nenhum representante do rei para ouvi-lo". 4 E Absalão acrescentava: "Quem me dera ser designado juiz desta terra! Todos os que tivessem uma causa ou uma ques­tão legal viriam a mim, e eu lhes faria justiça". 5 E sempre que alguém se aproximava dele para prostrar-se em sinal de respeito, Absalão estendia a mão, abraçava-o e beijava-o. 6 Absalão agia assim com todos os israelitas que vinham pedir que o rei lhes fizesse justiça. Assim ele foi conquistando a lealdade dos homens de Israel. 7 Ao final de quatro anos, Absalão disse ao rei: "Deixa-me ir a Hebrom para cumprir um voto que fiz ao Senhor. 8 Quando o teu servo estava em Gesur, na Síria, fez este voto: Se o Senhor me permitir voltar a Jerusalém, prestarei culto a ele em Hebrom". 9 "Vá em paz!", disse o rei. E ele foi para Hebrom. 10 Absalão enviou secretamente mensageiros a todas as tribos de Israel, dizendo: "Assim que vocês ouvirem o som das trom­betas, digam: Absalão é rei em Hebrom". 11 Ab­salão levou duzentos homens de Jerusalém. Eles tinham sido convidados e nada sabiam nem suspeitavam do que estava acontecendo. 12 De­pois de oferecer sacrifícios, Absalão mandou chamar Aitofel, da cidade de Gilo, conselheiro de Davi. A conspiração ganhou força, e cresceu o número dos que seguiam Absalão. A fuga de David 13 Então um mensageiro chegou e disse a Davi: "Os israelitas estão com Absalão!" 14 Em vista disso, Davi disse aos conselheiros que estavam com ele em Jerusalém: "Vamos fugir; caso contrário não escaparemos de Absalão. Se não partirmos imediatamente ele nos alcançará, causará a nossa ruína e matará o povo à espada". 15 Os conselheiros do rei lhe responderam: "Teus servos estão dispostos a fazer tudo o que o rei, nosso senhor, decidir". 16 O rei partiu, seguido por todos os de sua família; deixou, porém, dez concubinas para tomarem conta do palácio. 17 Assim, o rei partiu com todo o povo. Pararam na última casa da cidade, 18 e todos os seus soldados mar­charam, passando por ele: todos os queretitas e peletitas, e os seiscentos giteus que o acom­panhavam desde Gate. 19 O rei disse então a Itai, de Gate: "Por que você está indo conosco? Volte e fique com o novo rei, pois você é estrangeiro, um exilado de sua terra. 20 Faz pouco tempo que você chegou. Como eu poderia fazê-lo acompanhar-me? Volte e leve consigo os seus irmãos. Que o Senhor o trate com bondade e fidelidade!" 21 Itai, contudo, respondeu ao rei: "Juro pelo nome do Senhor e por tua vida que, onde quer que o rei, meu senhor, esteja, ali estará o teu servo, para viver ou para morrer!" 22 Então Davi disse a Itai: "Está bem, pode ir adiante". E Itai, o giteu, marchou, com todos os seus soldados e com as famílias que estavam com ele. 23 Todo o povo do lugar chorava em alta voz enquanto o exército passava. O rei atravessou o vale do Cedrom e todo o povo foi com ele em direção ao deserto. 24 Zadoque também estava lá e com ele todos os levitas que carregavam a arca da aliança de Deus; Abiatar também estava lá. Puseram no chão a arca de Deus até que todo o povo saísse da cidade. 25 Então o rei disse a Zadoque: "Leve a arca de Deus de volta para a cidade. Se o Senhor mostrar benevolência a mim, ele me trará de volta e me deixará ver a arca e o lugar onde ela deve permanecer. 26 Ma­s, se ele disser que já não sou do seu agrado, aqui estou! Faça ele comigo a sua vontade". 27 Disse ainda o rei ao sacerdote Zadoque: "Fique alerta! Volte em paz para a cidade, você, Aimaás, seu filho, e Jônatas, filho de Abiatar. 28 Pelos desfiladeiros do deserto ficarei esperando notícias de vocês". 29 Então Zadoque e Abiatar levaram a arca de Deus de volta para Jerusalém e lá permaneceram. 30 Davi, porém, continuou subindo o monte das Oliveiras, caminhando e chorando, com a cabeça coberta e os pés descalços. E todos os que iam com ele também tinham a cabeça coberta e subiam chorando. 31 Quando informaram a Davi que Aitofel era um dos conspiradores que apoiavam Absalão, Davi orou: "Ó Senhor, transforma em loucura os conselhos de Aitofel". 32 Quando Davi chegou ao alto do monte, ao lugar onde o povo costumava adorar a Deus, veio ao seu encontro o arquita Husai, com a roupa rasgada e com terra sobre a cabeça. 33 E Da­vi lhe disse: "Não adianta você vir comigo. 34 Mas, se voltar à cidade, poderá dizer a Absalão: Estarei a teu serviço, ó rei. No passado estive a serviço de teu pai, mas agora estarei a teu serviço. Assim você me ajudará, frustrando o conselho de Aitofel. 35 Os sacerdotes Zadoque e Abiatar estarão lá com você. Informe-os do que você souber no palácio. 36 Também estão lá os dois filhos deles: Aimaás e Jônatas. Por meio deles me informe de tudo o que você ouvir". 37 Husai, amigo de Davi, chegou a Jerusalém quando Absalão estava entrando na cidade.

Salmo 26 1 Faze-me justiça, Senhor, pois tenho vivido com integridade. Tenho confiado no Senhor, sem vacilar. 2 Sonda-me, Senhor, e prova-me, examina o meu coração e a minha mente;
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Salmo 26 1 Faze-me justiça, Senhor, pois tenho vivido com integridade. Tenho confiado no Senhor, sem vacilar. 2 Sonda-me, Senhor, e prova-me, examina o meu coração e a minha mente; 3 pois o teu amor está sempre diante de mim, e continuamente sigo a tua verdade. 4 Não me associo com homens falsos nem ando com hipócritas; 5 detesto o ajuntamento dos malfeitores e não me assento com os ímpios. 6 Lavo as mãos na inocência, e do teu altar, Senhor, me aproximo 7 cantando hinos de gratidão e falando de todas as tuas maravilhas. 8 Eu amo, Senhor, o lugar da tua habitação, onde a tua glória habita. 9 Não me dês o destino dos pecadores nem o fim dos assassinos; 10 suas mãos executam planos perversos, praticam suborno abertamente. 11 Mas eu vivo com integridade; livra-me e tem misericórdia de mim. 12 Os meus pés estão firmes na retidão; na grande assembleia bendirei o Senhor.

2 Samuel 13 Amnom e Tamar 1 Depois de algum tempo, Amnom, filho de Davi, apaixonou-se por Tamar; ela era muito bonita e era irmã de Absalão, outro filho de Davi.
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2 Samuel 13 Amnom e Tamar 1 Depois de algum tempo, Amnom, filho de Davi, apaixonou-se por Tamar; ela era muito bonita e era irmã de Absalão, outro filho de Davi. 2 Amnom ficou angustiado a ponto de adoecer por causa de sua meia-irmã Tamar, pois ela era virgem, e parecia-lhe impossível aproximar-se dela. 3 Amnom tinha um amigo muito astuto chamado Jonadabe, filho de Simeia, irmão de Davi. 4 Ele perguntou a Amnom: "Filho do rei, por que todo dia você está abatido? Quer me contar o que se passa?" Amnom lhe disse: "Estou apaixonado por Tamar, irmã de meu irmão Absalão". 5 "Vá para a cama e finja estar doente", disse Jonadabe. "Quando seu pai vier visitá-lo, diga-lhe: Permite que minha irmã Tamar venha dar-me de comer. Gostaria que ela preparasse a comida aqui mesmo e me servisse. Assim poderei vê-la." 6 Amnom aceitou a ideia e deitou-se, fingindo-se doente. Quando o rei foi visitá-lo, Amnom lhe disse: "Eu gostaria que minha irmã Tamar viesse e preparasse dois bolos aqui mesmo e me servisse". 7 Davi mandou dizer a Tamar no palácio: "Vá à casa de seu irmão Amnom e prepare algo para ele comer". Então Amnom deu ordem para que todos saíssem e, depois que todos saíram, 8 Tamar foi à casa de seu irmão, que estava deitado. Ela amassou a farinha, preparou os bolos na presença dele e os assou. 9 Depois pegou a assadeira e lhe serviu os bolos, mas ele não quis comer. 10 disse a Tamar: "Traga os bolos e sirva-me aqui no meu quar­to". Tamar levou os bolos que havia preparado ao quarto de seu irmão. 11 Mas, quando ela se aproximou para servi-lo, ele a agarrou e disse: "Deite-se comigo, minha irmã". 12 Mas ela lhe disse: "Não, meu ir­mão! Não me faça essa violência. Não se faz uma coisa dessas em Israel! Não cometa essa loucura. 13 O que seria de mim? Como eu poderia livrar-me da minha desonra? E o que seria de você? Você cairia em desgraça em Israel. Fale com o rei; ele deixará que eu me case com você". 14 Mas Amnom não quis ouvi-la e, sendo mais forte que ela, violentou-a. 15 Logo depois Amnom sentiu uma forte aver­são por ela, mais forte que a paixão que sentira. E lhe disse: "Levante-se e saia!" 16 Mas ela lhe disse: "Não, meu irmão, mandar-me embora seria pior do que o mal que você já me fez". Ele, porém, não quis ouvi-la 17 e, chamando seu servo, disse-lhe: "Ponha esta mulher para fora daqui e tranque a porta". 18 Então o servo a pôs para fora e trancou a porta. Ela estava vestindo uma túnica longa, pois esse era o tipo de roupa que as filhas virgens do rei usavam desde a puberdade. 19 Tamar pôs cinza na cabeça, rasgou a túnica longa que estava usando e se pôs a caminho, com as mãos sobre a cabeça e chorando em alta voz. 20 Absalão, seu irmão, lhe perguntou: "Seu irmão, Amnom, fez algum mal a você? Acalme-se, minha irmã; ele é seu irmão! Não se deixe dominar pela angústia". E Tamar, muito triste, ficou na casa de seu irmão Absalão. 21 Ao saber de tudo isso, o rei Davi ficou indignado. 22 E Absalão não falou nada com Amnom, nem bem, nem mal, embora o odiasse por ter violentado sua irmã Tamar. Absalão mata Amnom 23 Dois anos depois, quando os tosquiadores de ovelhas de Absalão estavam em Baal-Hazor, perto da fronteira de Efraim, Absalão convidou todos os filhos do rei para se reunirem com ele. 24 Absalão foi ao rei e lhe disse: "Eu, teu servo, estou tosquiando as ovelhas e gostaria que o rei e os seus conselheiros estivessem comigo". 25 Respondeu o rei: "Não, meu filho. Não iremos todos, pois isso seria um peso para você". Embora Absalão insistisse, ele se recusou a ir, mas o abençoou. 26 Então Absalão lhe disse: "Se não queres ir, permite, por favor, que o meu irmão Amnom vá conosco". O rei perguntou: "Por que ele iria com você?" 27 Mas Absalão insistiu tanto que o rei acabou deixando que Amnom e os seus outros filhos fossem com ele. 28 Absalão ordenou aos seus homens: "Ouçam! Quando Amnom estiver embriagado de vinho e eu disser: 'Matem Amnom!', vocês o matarão. Não tenham medo; eu assumo a responsabilidade. Sejam fortes e corajosos!" 29 Assim os homens de Absalão mataram Amnom, obedecendo às suas ordens. Então todos os filhos do rei montaram em suas mulas e fugiram. 30 Estando eles ainda a caminho, chegou a seguinte notícia ao rei: "Absalão matou todos os teus filhos; nenhum deles escapou". 31 O rei levantou-se, rasgou as suas vestes, prostrou-se com o rosto em terra, e todos os conselheiros que estavam com ele também rasgaram as vestes. 32 Mas Jonadabe, filho de Simeia, irmão de Davi, disse: "Não pense o meu senhor que mataram todos os seus filhos. Somente Amnom foi morto. Essa era a intenção de Absalão desde o dia em que Amnom violentou Tamar, irmã dele. 33 O rei, meu senhor, não deve acreditar que todos os seus filhos estão mortos. Apenas Amnom mor­reu". 34 Enquanto isso, Absalão fugiu. Nesse meio-tempo a sentinela viu muita gente que vinha pela estrada de Horonaim, descendo pela encosta da colina, e disse ao rei: "Vejo homens vindo pela estrada de Horonaim, na encosta da colina". 35 E Jonadabe disse ao rei: "São os filhos do rei! Aconteceu como o teu servo disse". 36 Acabando de falar, os filhos do rei chegaram, chorando em alta voz. Também o rei e todos os seus conselheiros choraram muito. 37 Absalão fugiu para o território de Talmai, filho de Ami­úde, rei de Gesur. E o rei Davi pranteava por seu filho todos os dias. 38 Depois que Absalão fugiu para Gesur e lá permaneceu três anos, 39 a ira do rei contra Absalão cessou, pois ele se sentia consolado da morte de Amnom.

1 Crônicas 20 A conquista de Rabá 1 Na primavera seguinte, na época em que os reis saem à guerra, Joabe conduziu o seu exército até a terra dos amonitas e a arrasou. Enquanto Davi ainda estava em Jerusalém, Joabe cercou Rabá, a capital, atacou-a e deixou-a em ruínas.
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1 Crônicas 20 A conquista de Rabá 1 Na primavera seguinte, na época em que os reis saem à guerra, Joabe conduziu o seu exército até a terra dos amonitas e a arrasou. Enquanto Davi ainda estava em Jerusalém, Joabe cercou Rabá, a capital, atacou-a e deixou-a em ruínas. 2 Davi tirou a coroa da cabeça de Moloque, uma coroa de ouro de trinta e cinco quilos, ornamentada com pedras preciosas. E ela foi colocada na cabeça de Davi. Ele trouxe uma grande quantidade de bens da cidade 3 e trouxe também os seus habitantes, designando-lhes trabalhos com serras, picaretas de ferro e machados. Davi fez assim com todas as cidades amonitas. Depois voltou com todo seu exército para Jerusalém. Guerra contra os filisteus 4 Houve depois disso uma guerra contra os filisteus, em Gezer. Naquela época, Sibecai, de Husate, matou Sipai, um dos descendentes dos refains, e os filisteus foram subjugados.5 Noutra batalha contra os filisteus, Elanã, filho de Jair, matou Lami, irmão de Golias, de Gate, que possuía uma lança cuja haste parecia uma lançadeira de tecelão. 6 Noutra batalha, em Gate, havia um homem de grande estatura e que tinha seis dedos em cada mão e seis dedos em cada pé; vinte e quatro dedos ao todo. Ele também era descendente de Rafa 7 e desafiou Israel, mas Jônatas, filho de Simeia, irmão de Davi, o matou. 8 Esses eram descendentes de Rafa, em Gate, e foram mortos por Davi e seus soldados.

Salmo 22 1 Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia? 2 Meu Deus! Eu clamo de dia, mas não respondes; de noite, e não recebo alívio!
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Salmo 22 1 Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia? 2 Meu Deus! Eu clamo de dia, mas não respondes; de noite, e não recebo alívio! 3 Tu, porém, és o Santo, és rei, és o louvor de Israel. 4 Em ti os nossos antepassados puseram a sua confiança; confiaram, e os livraste. 5 Clamaram a ti, e foram libertos; em ti confiaram, e não se decepcionaram. 6 Mas eu sou verme, e não homem, motivo de zombaria e objeto de desprezo do povo. 7 Caçoam de mim todos os que me veem; balançando a cabeça, lançam insultos contra mim, dizendo: 8 "Recorra ao Senhor! Que o Senhor o liberte! Que ele o livre, já que lhe quer bem!" 9 Contudo, tu mesmo me tiraste do ventre; deste-me segurança junto ao seio de minha mãe. 10 Desde que nasci fui entregue a ti; desde o ventre materno és o meu Deus. 11 Não fiques distante de mim, pois a angústia está perto e não há ninguém que me socorra. 12 Muitos touros me cercam, sim, rodeiam-me os poderosos de Basã. 13 Como leão voraz rugindo, escancaram a boca contra mim. 14 Como água me derramei, e todos os meus ossos estão desconjuntados. Meu coração se tornou como cera; derreteu-se no meu íntimo. 15 Meu vigor secou-se como um caco de barro, e a minha língua gruda no céu da boca; deixaste-me no pó, à beira da morte. 16 Cães me rodearam! Um bando de homens maus me cercou! Perfuraram minhas mãos e meus pés. 17 Posso contar todos os meus ossos, mas eles me encaram com desprezo. 18 Dividiram as minhas roupas entre si, e lançaram sortes pelas minhas vestes. 19 Tu, porém, Senhor, não fiques distante! Ó minha força, vem logo em meu socorro! 20 Livra-me da espada, livra a minha vida do ataque dos cães. 21 Salva-me da boca dos leões, e dos chifres dos bois selvagens. E tu me respondeste. 22 Proclamarei o teu nome a meus irmãos; na assembleia te louvarei. 23 Louvem-no, vocês que temem o Senhor! Glorifiquem-no, todos vocês, descendentes de Jacó! Tremam diante dele, todos vocês, descendentes de Israel! 24 Pois não menosprezou nem repudiou o sofrimento do aflito; não escondeu dele o rosto, mas ouviu o seu grito de socorro. 25 De ti vem o tema do meu louvor na grande assembleia; na presença dos que te temem cumprirei os meus votos. 26 Os pobres comerão até ficarem satisfeitos; aqueles que buscam o Senhor o louvarão! Que vocês tenham vida longa! 27 Todos os confins da terra se lembrarão e se voltarão para o Senhor, e todas as famílias das nações se prostrarão diante dele, 28 pois do Senhor é o reino; ele governa as nações. 29 Todos os ricos da terra se banquetearão e o adorarão; haverão de ajoelhar-se diante dele todos os que descem ao pó, cuja vida se esvai. 30 A posteridade o servirá; gerações futuras ouvirão falar do Senhor, 31 e a um povo que ainda não nasceu proclamarão seus feitos de justiça, pois ele agiu poderosamente.

2 Samuel 18 A morte de Absalão 1 Davi passou em revista o exército e nomeou comandantes de batalhões de mil e de cem.
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2 Samuel 18 A morte de Absalão 1 Davi passou em revista o exército e nomeou comandantes de batalhões de mil e de cem. 2 Depois dividiu o exér­cito em três com­panhias: uma sob o comando de Joabe, outra sob o comando de Abisai, irmão de Joabe, filho de Zeruia, e outra sob o comando de Itai, o giteu. Disse então o rei ao exército: "Eu também marcharei com vocês". 3 Mas os homens disseram: "Não faças isso! Se tivermos que fugir, eles não se preocuparão conosco e, mesmo que metade de nós morra em batalha, eles não se importarão. Tu, porém, vales por dez mil de nós. Melhor será que fiques na cidade e dali nos dês apoio". 4 O rei respondeu: "Farei o que acharem me­lhor". E o rei ficou junto à porta, enquanto os soldados marchavam, saindo em unidades de cem e de mil. 5 O rei ordenou a Joabe, a Abisai e a Itai: "Por amor a mim, tratem bem o jovem Absa­lão!" E todo o exército ouviu quando o rei deu essa ordem sobre Absalão a cada um dos comandantes. 6 O exército saiu a campo para enfrentar Israel, e a batalha aconteceu na floresta de Efraim, 7 onde o exército de Israel foi derrotado pelos soldados de Davi. Houve grande matança naquele dia, elevando-se o número de mortos a vinte mil. 8 A batalha espalhou-se por toda a região e, naquele dia, a floresta matou mais que a espada. 9 Durante a batalha, Absalão, montado em sua mula, encontrou-se com os soldados de Davi. Passando a mula debaixo dos galhos de uma grande árvore, Absalão ficou preso nos galhos pela cabeça. Ficou pendurado entre o céu e a terra, e a mula prosseguiu. 10 Um homem o viu e informou a Joabe: "Acabei de ver Absalão pendurado numa grande árvore". 11 "Você o viu?", perguntou Joabe ao homem. "E por que não o matou ali mesmo? Eu teria dado a você dez peças de prata e um cinturão de guerreiro!" 12 Mas o homem respondeu: "Mesmo que fossem pesadas e colocadas em minhas mãos mil peças de prata, eu não levantaria a mão contra o filho do rei. Ouvimos o rei ordenar a ti, a Abisai e a Itai: 'Protejam, por amor a mim, o jovem Absalão'. 13 Por outro lado, se eu tivesse atentado traiçoeiramente contra a vida dele, o rei ficaria sabendo, pois não se pode esconder nada dele, e tu mesmo ficarias contra mim". 14 E Joabe disse: "Não vou perder mais tempo com você". Então pegou três dardos e com eles traspassou o coração de Absalão, quando ele ainda estava vivo na árvore. 15 E dez dos escudeiros de Joabe cercaram Absalão e acabaram de matá-lo. 16 A seguir Joabe tocou a trombeta para que o exér­cito parasse de perseguir Israel e assim deteve o exército. 17 Reti­raram o corpo de Absalão, jogaram-no num grande fosso na floresta e fizeram um grande monte de pedras sobre ele. Enquanto isso, todos os israelitas fugiam para casa. 18 Quando em vida, Absalão tinha levantado um monumento para si mesmo no vale do Rei, dizendo: "Não tenho nenhum filho para preservar a minha memória". Por isso deu à coluna o seu próprio nome. Chama-se ainda hoje Monumento de Absalão. David chora a morte de Absalão 19 Então Aimaás, filho de Zadoque, disse: "Deixa-me correr e levar ao rei a notícia de que o Senhor lhe fez justiça, livrando-o de seus inimigos". 20 "Não é você quem deve levar a notícia hoje", disse-lhe Joabe. "Deixe isso para outra ocasião. Hoje não, porque o filho do rei morreu." 21 Então Joabe ordenou a um etíope: "Vá dizer ao rei o que você viu". O etíope inclinou-se diante de Joabe e saiu correndo para levar a notícia. 22 Todavia Aimaás, filho de Zadoque, disse de novo a Joabe: "Não importa o que aconteça, deixa-me ir com o etíope". Joabe, porém, respondeu: "Por que está querendo tanto ir, meu filho? Você não receberá nenhuma recompensa pela notícia". 23 Mas ele insistiu: "Não importa o que aconteça, quero ir". Disse então Joabe: "Pois vá!" E Aimaás correu pelo caminho da planície e passou à fren­te do etíope. 24 Davi estava sentado entre a porta interna e a externa da cidade. E, quando a sentinela subiu ao terraço que havia sobre a porta junto à muralha, viu um homem que vinha correndo sozinho. 25 A sentinela gritou, avisando o rei. O rei disse: "Se ele está sozinho, deve trazer boa notícia". E o homem aproximou-se. 26 Então a sentinela viu outro homem que vinha correndo e gritou ao porteiro: "Vem outro homem correndo sozinho!" "Esse também deve estar trazendo boa notícia!", exclamou o rei. 27 A sentinela disse: "Está me parecendo, pelo jeito de correr, que o da frente é Aimaás, filho de Zadoque". "É um bom homem", disse o rei. "Ele traz boas notícias." 28 Então Aimaás aproximou-se do rei e o saudou. Prostrou-se com o rosto em terra, diante do rei e disse: "Bendito seja o Senhor, o teu Deus! Ele entregou os homens que se rebelaram contra o rei, meu senhor". 29 O rei perguntou: "O jovem Absalão está bem?" Aimaás respondeu: "Vi que houve gran­de confusão quando Joabe, o servo do rei, ia enviar teu servo, mas não sei o que aconteceu". 30 O rei disse: "Fique ali ao lado esperando". E Aimaás ficou esperando. 31 Então o etíope chegou e disse: "Ó rei, meu senhor, ouve a boa notícia! Hoje o Senhor te livrou de todos os que se levantaram contra ti". 32 O rei perguntou ao etíope: "O jovem Absalão está bem?" O etíope respondeu: "Que os inimigos do rei, meu senhor, e todos os que se levantam para te fazer mal acabem como aquele jo­vem!" 33 Então o rei, abalado, subiu ao quar­to que ficava por cima da porta e chorou. Foi subindo e clamando: "Ah, meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera ter mor­rido em seu lugar! Ah, Absalão, meu filho, meu filho!"

Salmo 18 1 Eu te amo, ó Senhor, minha força. 2 O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva,
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Salmo 18 1 Eu te amo, ó Senhor, minha força. 2 O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio. Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta. 3 Clamo ao Senhor, que é digno de louvor, e estou salvo dos meus inimigos. 4 As cordas da morte me enredaram; as torrentes da destruição me surpreenderam. 5 As cordas do Sheol me envolveram; os laços da morte me alcançaram. 6 Na minha aflição clamei ao Senhor; gritei por socorro ao meu Deus. Do seu templo ele ouviu a minha voz; meu grito chegou à sua presença, aos seus ouvidos. 7 A terra tremeu e agitou-se, e os fundamentos dos montes se abalaram; estremeceram porque ele se irou. 8 Das suas narinas subiu fumaça; da sua boca saíram brasas vivas e fogo consumidor. 9 Ele abriu os céus e desceu; nuvens escuras estavam sob os seus pés. 10 Montou um querubim e voou, deslizando sobre as asas do vento. 11 Fez das trevas o seu esconderijo; das escuras nuvens, cheias de água, o abrigo que o envolvia. 12 Com o fulgor da sua presença as nuvens se desfizeram em granizo e raios, 13 quando dos céus trovejou o Senhor, e ressoou a voz do Altíssimo. 14 Atirou suas flechas e dispersou meus inimigos, com seus raios os derrotou. 15 O fundo do mar apareceu, e os fundamentos da terra foram expostos pela tua repreensão, ó Senhor, com o forte sopro das tuas narinas. 16 Das alturas estendeu a mão e me segurou; tirou-me das águas profundas. 17 Livrou-me do meu inimigo poderoso, dos meus adversários, fortes demais para mim. 18 Eles me atacaram no dia da minha desgraça, mas o Senhor foi o meu amparo. 19 Ele me deu total libertação; livrou-me porque me quer bem. 20 O Senhor me tratou conforme a minha justiça; conforme a pureza das minhas mãos recompensou-me. 21 Pois segui os caminhos do Senhor; não agi como ímpio, afastando-me do meu Deus. 22 Todas as suas ordenanças estão diante de mim; não me desviei dos seus decretos. 23 Tenho sido irrepreensível para com ele e guardei-me de praticar o mal. 24 O Senhor me recompensou conforme a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos diante dos seus olhos. 25 Ao fiel te revelas fiel, ao irrepreensível te revelas irrepreensível, 26 ao puro te revelas puro, mas com o perverso reages à altura. 27 Salvas os que são humildes, mas humilhas os de olhos altivos. 28 Tu, Senhor, manténs acesa a minha lâmpada; o meu Deus transforma em luz as minhas trevas. 29 Com o teu auxílio posso atacar uma tropa; com o meu Deus posso transpor muralhas. 30 Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do Senhor é comprovadamente genuína. Ele é um escudo para todos os que nele se refugiam. 31 Pois quem é Deus além do Senhor? E quem é rocha senão o nosso Deus? 32 Ele é o Deus que me reveste de força e torna perfeito o meu caminho. 33 Torna os meus pés ágeis como os da corça, sustenta-me firme nas alturas. 34 Ele treina as minhas mãos para a batalha e os meus braços para vergar um arco de bronze. 35 Tu me dás o teu escudo de vitória; tua mão direita me sustém; desces ao meu encontro para exaltar-me. 36 Deixaste livre o meu caminho, para que não se torçam os meus tornozelos. 37 Persegui os meus inimigos e os alcancei; e não voltei enquanto não foram destruídos. 38 Massacrei-os, e não puderam levantar-se; jazem debaixo dos meus pés. 39 Deste-me força para o combate; subjugaste os que se rebelaram contra mim. 40 Puseste os meus inimigos em fuga e exterminei os que me odiavam. 41 Gritaram por socorro, mas não houve quem os salvasse; clamaram ao Senhor, mas ele não respondeu. 42 Eu os reduzi a pó, pó que o vento leva. Pisei-os como à lama das ruas. 43 Tu me livraste de um povo em revolta; fizeste-me o cabeça de nações; um povo que não conheci sujeita-se a mim. 44 Assim que me ouvem, me obedecem; são estrangeiros que se submetem a mim. 45 Todos eles perderam a coragem; tremendo, saem das suas fortalezas. 46 O Senhor vive! Bendita seja a minha Rocha! Exaltado seja Deus, o meu Salvador! 47 Este é o Deus que em meu favor executa vingança, que a mim sujeita nações. 48 Tu me livraste dos meus inimigos; sim, fizeste-me triunfar sobre os meus agressores, e de homens violentos me libertaste. 49 Por isso eu te louvarei entre as nações, ó Senhor; cantarei louvores ao teu nome. 50 Ele dá grandes vitórias ao seu rei; é bondoso com o seu ungido, com Davi e os seus descendentes para sempre.