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Frases de Bíblia

595 frases

2 Samuel 12 Natã repreende David 1 E o Senhor enviou a Davi o profeta Natã. Ao ­chegar, ele disse a Davi: "­Dois homens viviam numa cidade, um era rico e o outro pobre.
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2 Samuel 12 Natã repreende David 1 E o Senhor enviou a Davi o profeta Natã. Ao ­chegar, ele disse a Davi: "­Dois homens viviam numa cidade, um era rico e o outro pobre. 2 O rico possuía muitas ovelhas e bois, 3 mas o pobre nada tinha, senão uma cordeirinha que havia comprado. Ele a criou, e ela cresceu com ele e com seus filhos. Ela comia junto dele, bebia do seu copo e até dormia em seus braços. Era como uma filha para ele. 4 "Certo dia, um viajante chegou à casa do rico, e este não quis pegar uma de suas próprias ovelhas ou de seus bois para preparar-lhe uma refeição. Em vez disso, preparou para o visitante a cordeira que pertencia ao pobre". 5 Então Davi encheu-se de ira contra o homem e disse a Natã: "Juro pelo nome do Senhor que o homem que fez isso merece a morte! 6 Deverá pagar quatro vezes o preço da cordeira, por­quanto agiu sem misericórdia". 7 "Você é esse homem!", disse Natã a Davi. E continuou: "Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: 'Eu o ungi rei de Israel e o livrei das mãos de Saul. 8 Dei a você a casa e as mulheres do seu senhor. Dei a você a nação de Israel e Judá. E, se tudo isso não fosse suficiente, eu teria dado mais ainda. 9 Por que você desprezou a palavra do Senhor, fazendo o que ele reprova? Você matou Urias, o hitita, com a espada dos amo­nitas e ficou com a mulher dele. 10 Por isso, a espada nunca se afastará de sua família, pois você me desprezou e tomou a mulher de Urias, o hitita, para ser sua mu­lher'. 11 "Assim diz o Senhor: 'De sua própria família trarei desgraça sobre você. Tomarei as suas mulheres diante dos seus próprios olhos e as darei a outro; e ele se deitará com elas em plena luz do dia. 12 Você fez isso às escondidas, mas eu o farei diante de todo o Israel, em plena luz do dia' ". 13 Então Davi disse a Natã: "Pequei contra o Senhor!" E Natã respondeu: "O Senhor perdoou o seu pecado. Você não morrerá. 14 Entre­tanto, uma vez que você insultou o Senhor, o menino morrerá". 15 Depois que Natã foi para casa, o Senhor fez adoecer o filho que a mulher de Urias dera a Davi. 16 E Davi implorou a Deus em favor da criança. Ele jejuou e, entrando em casa, passou a noite deitado no chão. 17 Os oficiais do palácio tentaram fazê-lo levantar-se do chão, mas ele não quis e recusou comer. 18 Sete dias depois a criança morreu. Os conselheiros de Davi ficaram com medo de dizer-lhe que a criança estava morta e comentaram: "En­quanto a criança ainda estava viva, falamos com ele, e ele não quis escutar-nos. Como vamos dizer-lhe que a criança mor­reu? Ele poderá cometer alguma loucura!" 19 Davi, percebendo que seus conselheiros cochichavam entre si, compreendeu que a criança estava morta e perguntou: "A criança mor­reu?" "Sim, morreu", responderam eles. 20 Então Davi levantou-se do chão, lavou-se, perfumou-se e trocou de roupa. Depois entrou no santuário do Senhor e o adorou. E, voltando ao palácio, pediu que lhe preparassem uma refeição e comeu. 21 Seus conselheiros lhe perguntaram: "Por que ages assim? Enquanto a criança estava viva, jejuaste e choraste; mas, agora que a criança está morta, te levantas e comes!" 22 Ele respondeu: "Enquanto a criança ainda estava viva, jejuei e chorei. Eu pensava: Quem sabe? Talvez o Senhor tenha misericórdia de mim e deixe a criança viver. 23 Mas agora que ela morreu, por que deveria jejuar? Poderia eu trazê-la de volta à vida? Eu irei até ela, mas ela não voltará para mim". 24 Depois Davi consolou sua mulher Bate-Seba e deitou-se com ela, e ela teve um menino, a quem Davi deu o nome de Salomão. O Senhor o amou 25 e enviou o profeta Natã com uma mensagem a Davi. E Natã deu ao menino o nome de Jedidias. 26 Enquanto isso, Joabe atacou Rabá dos amo­nitas e conquistou a fortaleza real. 27 Feito isso,­ mandou mensageiros a Davi, dizendo: "Lutei contra Rabá e apoderei-me dos seus reservatórios de água. 28 Agora, convoca o restante do exército, cerca a cidade e conquista-a. Se não, eu terei a fama de havê-la conquistado". 29 Então Davi convocou todo o exército, foi a Rabá, atacou a cidade e a conquistou. 30 A seguir tirou a coroa da cabeça de Moloque, uma coroa de ouro de trinta e cinco quilos; ornamentada com pedras preciosas. E ela foi colocada na cabeça de Davi. Ele trouxe ­uma grande quan­tidade de bens da cidade 31 e trouxe também os seus habitantes, designando-lhes trabalhos com serras, picaretas e machados, além da fabricação de tijolos. Davi fez assim com todas as cidades amo­nitas. Depois voltou com todo o seu exército para Jerusalém.

Números 1 Recenseamento dos israelitas 1 O Senhor falou a Moisés na Tenda do Encontro, no deserto do Sinai, no primeiro dia do segundo mês do segundo ano, depois que os israelitas saíram do Egito. Ele disse:
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Números 1 Recenseamento dos israelitas 1 O Senhor falou a Moisés na Tenda do Encontro, no deserto do Sinai, no primeiro dia do segundo mês do segundo ano, depois que os israelitas saíram do Egito. Ele disse: 2 "Façam um recenseamento de toda a comunidade de Israel, pelos seus clãs e famílias, alistando todos os homens, um a um, pelo nome. 3 Você e Arão contarão todos os homens que possam servir no exército, de vinte anos para cima, organizados segundo as suas divisões. 4 Um homem de cada tribo, o chefe dos grupos de famílias, deverá ajudá-los. 5 Estes são os nomes dos homens que os ajudarão: de Rúben, Elizur, filho de Sedeur; 6 de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai; 7 de Judá, Naassom, filho de Aminadabe; 8 de Issacar, Natanael, filho de Zuar; 9 de Zebulom, Eliabe, filho de Helom; 10 dos filhos de José: de Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur; 11 de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni; 12 de Dã, Aieser, filho de Amisadai; 13 de Aser, Pagiel, filho de Ocrã; 14 de Gade, Eliasafe, filho de Deuel; 15 de Naftali, Aira, filho de Enã". 16 Foram esses os escolhidos da comunidade, líderes das tribos dos seus antepassados, chefes dos clãs de Israel. 17 Moisés e Arão reuniram os homens nomeados 18 e convocaram toda a comunidade no primeiro dia do segundo mês. Os homens de vinte anos para cima inscreveram-se conforme os seus clãs e as suas famílias, um a um, pelo nome, 19 conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. E assim ele os contou no deserto do Sinai, na seguinte ordem: 20 Dos descendentes de Rúben, o filho mais velho de Israel: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 21 O número dos da tribo de Rúben foi 46.500. 22 Dos descendentes de Simeão: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 23 O número dos da tribo de Simeão foi 59.300. 24 Dos descendentes de Gade: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 25 O número dos da tribo de Gade foi 45.650. 26 Dos descendentes de Judá: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 27 O número dos da tribo de Judá foi 74.600. 28 Dos descendentes de Issacar: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 29 O número dos da tribo de Issacar foi 54.400. 30 Dos descendentes de Zebulom: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 31 O número dos da tribo de Zebulom foi 57.400. 32 Dos filhos de José: Dos descendentes de Efraim: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 33 O número dos da tribo de Efraim foi 40.500. 34 Dos descendentes de Manassés: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 35 O número dos da tribo de Manassés foi 32.200. 36 Dos descendentes de Benjamim: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 37 O número dos da tribo de Benjamim foi 35.400. 38 Dos descendentes de Dã: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 39 O número dos da tribo de Dã foi 62.700. 40 Dos descendentes de Aser: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 41 O número dos da tribo de Aser foi 41.500. 42 Dos descendentes de Naftali: Todos os homens de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram relacionados, cada um pelo seu nome, de acordo com os registros de seus clãs e famílias. 43 O número dos da tribo de Naftali foi 53.400. 44 Esses foram os homens contados por Moisés e por Arão e pelos doze líderes de Israel, cada um representando a sua família. 45 Todos os israelitas de vinte anos para cima que podiam servir no exército foram contados de acordo com as suas famílias. 46 O total foi 603.550 homens. 47 As famílias da tribo de Levi, porém, não foram contadas juntamente com as outras, 48 pois o Senhor tinha dito a Moisés: 49 "Não faça o recenseamento da tribo de Levi nem a relacione entre os demais israelitas. 50 Em vez disso, designe os levitas como responsáveis pelo tabernáculo que guarda as tábuas da aliança, por todos os seus utensílios e por tudo o que pertence a ele. Eles transportarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; cuidarão dele e acamparão ao seu redor. 51 Sempre que o tabernáculo tiver que ser removido, os levitas o desmontarão e, sempre que tiver que ser armado, os levitas o farão. Qualquer pessoa não autorizada que se aproximar do tabernáculo terá que ser executada. 52 Os israelitas armarão as suas tendas organizadas segundo as suas divisões, cada um em seu próprio acampamento e junto à sua bandeira. 53 Os levitas, porém, armarão as suas tendas ao redor do tabernáculo que guarda as tábuas da aliança, para que a ira divina não caia sobre a comunidade de Israel. Os levitas terão a responsabilidade de cuidar do tabernáculo que guarda as tábuas da aliança". 54 Os israelitas fizeram tudo exatamente como o Senhor tinha ordenado a Moisés.

Salmo 27 1 O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? 2 Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-me, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão.
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Salmo 27 1 O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? 2 Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-me, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão. 3 Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante. 4 Uma coisa pedi ao Senhor e a procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo. 5 Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo. 6 Então triunfarei sobre os inimigos que me cercam. Em seu tabernáculo oferecerei sacrifícios com aclamações; cantarei e louvarei ao Senhor. 7 Ouve a minha voz quando clamo, ó Senhor; tem misericórdia de mim e responde-me. 8 A teu respeito diz o meu coração: Busque a minha face! A tua face, Senhor, buscarei. 9 Não escondas de mim a tua face, não rejeites com ira o teu servo; tu tens sido o meu ajudador. Não me desampares nem me abandones, ó Deus, meu salvador! 10 Ainda que me abandonem pai e mãe, o Senhor me acolherá. 11 Ensina-me o teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos. 12 Não me entregues ao capricho dos meus adversários, pois testemunhas falsas se levantam contra mim, respirando violência. 13 Apesar disso, esta certeza eu tenho: viverei até ver a bondade do Senhor na terra. 14 Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor.

1 Crônicas 15 A arca retorna a Jerusalém 1 Depois que Davi tinha construído casas para si na Cidade de Davi, ele preparou um lugar para a arca de Deus e armou uma tenda para ela.
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1 Crônicas 15 A arca retorna a Jerusalém 1 Depois que Davi tinha construído casas para si na Cidade de Davi, ele preparou um lugar para a arca de Deus e armou uma tenda para ela. 2 Então Davi disse: "Somente os levitas poderão carregar a arca de Deus, pois para isso o Senhor os escolheu e para ficarem sempre a seu serviço". 3 Davi reuniu todo o Israel em Jerusalém para trazer a arca do Senhor para o lugar que ele lhe havia preparado. 4 Reuniu também os descendentes de Arão e os levitas: 5 dos descendentes de Coate, Uriel, liderando 120; 6 dos descendentes de Merari, Asaías, liderando 220; 7 dos descendentes de Gérson, Joel, liderando 130; 8 dos descendentes de Elisafã, Semaías, liderando 200; 9 dos descendentes de Hebrom, Eliel, liderando 80; 10 dos descendentes de Uziel, Aminadabe, liderando 112. 11 Em seguida, Davi convocou os sacerdotes Zadoque e Abiatar, os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe, e 12 lhes disse: "Vocês são os chefes das famílias levitas; vocês e seus companheiros levitas deverão consagrar-se e trazer a arca do Senhor, o Deus de Israel, para o local que preparei para ela. 13 Pelo fato de vocês não terem carregado a arca na primeira vez, a ira do Senhor, o nosso Deus, causou destruição entre nós. Nós não o tínhamos consultado sobre como proceder". 14 Então os sacerdotes e os levitas se consagraram para transportar a arca do Senhor, o Deus de Israel. 15 E os levitas carregaram a arca de Deus apoiando as varas da arca sobre os ombros, conforme Moisés tinha ordenado, de acordo com a palavra do Senhor. 16 Davi também ordenou aos líderes dos levitas que encarregassem os músicos que havia entre eles de cantar músicas alegres, acompanhados por instrumentos musicais: liras, harpas e címbalos sonoros. 17 Assim, os levitas escolheram Hemã, filho de Joel, e Asafe, um parente dele; dentre os meraritas, seus parentes, escolheram Etã, filho de Cuxaías; 18 e com eles seus parentes que estavam no segundo escalão: Zacarias, Jaaziel, Semiramote, Jeiel, Uni, Eliabe, Benaia, Maaseias, Matitias, Elifeleu, Micneias, Obede-Edom e Jeiel, os porteiros. 19 Os músicos Hemã, Asafe e Etã deviam tocar os címbalos de bronze; 20 Zacarias, Aziel, Semiramote, Jeiel, Uni, Eliabe, Maaseias e Benaia deviam tocar as liras, acompanhando o soprano; 21 e Matitias, Elifeleu, Micneias, Obede-Edom, Jeiel e Azazias deviam tocar as harpas em oitava, marcando o ritmo. 22 Quenanias, o chefe dos levitas, ficou encarregado dos cânticos; essa era sua responsabilidade, pois ele tinha competência para isso. 23 Berequias e Elcana seriam porteiros e deveriam proteger a arca. 24 Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer deviam tocar as cornetas diante da arca de Deus. Obede-Edom e Jeías também deviam ser porteiros e vigiar a arca. 25 Assim, com grande festa, Davi, as autoridades de Israel e os líderes dos batalhões de mil foram buscar a arca da aliança do Senhor que estava na casa de Obede-Edom. 26 Como Deus havia poupado os levitas que carregavam a arca da aliança do Senhor, sete novilhos e sete carneiros foram sacrificados. 27 Davi vestia um manto de linho fino, como também todos os levitas que carregavam a arca, os músicos e Quenanias, chefe dos músicos. Davi vestia também o colete sacerdotal de linho. 28 E todo o Israel acompanhou a arca da aliança do Senhor alegremente, ao som de trombetas, cornetas e címbalos, ao toque de liras e de harpas. 29 Quando a arca da aliança do Senhor estava entrando na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, observava de uma janela. E, aconteceu que ao ver o rei Davi dançando e celebrando, ela o desprezou em seu coração.

2 Samuel 11 David e Bate-Seba 1 Na primavera, época em que os reis saíam para a guerra, Davi enviou para a batalha Joabe com seus oficiais e todo o exército de Israel; e eles derrotaram os amonitas e cercaram Rabá. Mas Davi permaneceu em Jerusalém.
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2 Samuel 11 David e Bate-Seba 1 Na primavera, época em que os reis saíam para a guerra, Davi enviou para a batalha Joabe com seus oficiais e todo o exército de Israel; e eles derrotaram os amonitas e cercaram Rabá. Mas Davi permaneceu em Jerusalém. 2 Uma tarde Davi levantou-se da cama e foi passear pelo terraço do palácio. Do terraço viu uma mulher muito bonita, tomando banho, 3 e mandou alguém procurar saber quem era. Disseram-lhe: "É Bate-Seba, filha de Eliã e mulher de Urias, o hitita". 4 Davi mandou que a trouxessem e se deitou com ela, que havia acabado de se purificar da impureza da sua menstruação. Depois, voltou para casa. 5 A mulher engravidou e mandou um recado a Davi, dizendo que estava grávida. 6 Em face disso, Davi mandou esta men­sagem a Joabe: "Envie-me Urias, o hitita". E Joabe o enviou. 7 Quando Urias chegou, Davi perguntou-lhe como estavam Joabe e os soldados e como estava indo a guerra; 8 e lhe disse: "Vá descansar um pouco em sua casa". Urias saiu do palácio e logo lhe foi mandado um presente da parte do rei. 9 Mas Urias dormiu na entrada do palácio, onde dormiam os guardas de seu senhor, e não foi para casa. 10 Quando informaram a Davi que Urias não tinha ido para casa, ele lhe perguntou: "Depois da viagem que você fez, por que não foi para casa?" 11 Urias respondeu: "A arca e os homens de Israel e de Judá repousam em tendas; o meu senhor Joabe e os seus soldados estão acampados ­ao ar livre. Como poderia eu ir para casa para comer, beber e deitar-me com minha mulher? Juro por teu nome e por tua vida que não farei uma coisa dessas!" 12 Então Davi lhe disse: "Fique aqui mais um dia; amanhã eu o mandarei de volta". Urias ficou em Jerusalém, mas no dia seguinte 13 Da­vi o convidou para comer e beber e o embriagou. À tarde, porém, Urias saiu para dormir em sua esteira, onde os guardas de seu senhor dormiam, e não foi para casa. 14 De manhã, Davi enviou uma carta a Joabe por meio de Urias. 15 Nela escreveu: "Ponha­ Urias na linha de frente e deixe-o onde o com­bate estiver mais violento, para que seja ferido e morra". 16 Como Joabe tinha cercado a cidade, colocou Urias no lugar onde sabia que os inimigos eram mais fortes. 17 Quando os homens da cidade saíram e lutaram contra Joabe, alguns dos oficiais da guarda de Davi morreram, e morreu também Urias, o hitita. 18 Joabe enviou a Davi um relatório completo da batalha, 19 dando a seguinte instrução ao men­sageiro: "Ao­ acabar de apresentar ao rei este relatório, 20 pode ser que o rei fique muito indignado e lhe pergunte: 'Por que vocês se aproximaram tanto da cidade para com­bater? Não sabiam que eles atirariam flechas da muralha? 21 Em Tebes, quem matou Abimeleque, filho de Jerubesete? Não foi uma mulher que da muralha atirou-lhe uma pedra de moinho, e ele mor­reu? Por que vocês se aproximaram tanto da muralha?' Se ele perguntar isso, diga-lhe: E mor­reu também o teu servo Urias, o hitita". 22 O mensageiro partiu e, ao chegar, contou a Davi tudo o que Joabe lhe havia man­dado falar, 23 dizendo: "Eles nos sobrepujaram e saíram contra nós em campo aberto, mas nós os fizemos retroceder para a porta da cidade. 24 Então os flecheiros atiraram do alto da muralha contra os teus servos e mataram alguns deles. E morreu também o teu servo Urias, o hitita". 25 Davi mandou o mensageiro dizer a Joabe: "Não fique preocupado com isso, pois a espada não escolhe a quem devorar. Reforce o ataque à cidade até destruí-la". E ainda insistiu com o mensageiro que encorajasse Joabe. 26 Quando a mulher de Urias soube que o seu marido havia morrido, chorou por ele. 27 Pas­sado o luto, Davi mandou que a trouxessem para o palácio; ela se tornou sua mulher e teve um filho dele. Mas o que Davi fez desagradou ao Senhor.

Juízes 3 Os povos que Israel não expulsou 1 São estas as nações que o Senhor deixou para pôr à prova todos os israelitas que não tinham visto nenhuma das guer­ras em Canaã
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Juízes 3 Os povos que Israel não expulsou 1 São estas as nações que o Senhor deixou para pôr à prova todos os israelitas que não tinham visto nenhuma das guer­ras em Canaã 2 (fez isso apenas para treinar na guerra os descendentes dos israelitas, pois não tinham tido experiência anterior de combate): 3 os cinco governantes dos filisteus, todos os cananeus, os sidônios e os heveus que viviam nos montes do Líbano, desde o monte Baal-Hermom até Lebo-Hamate. 4 Essas nações foram deixadas para que por elas os israelitas fossem postos à prova, se obedeceriam aos mandamentos que o Senhor dera aos seus antepassados por meio de Moisés. 5 Os israelitas viviam entre os cananeus, os hititas, os amorreus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus. 6 Tomaram as filhas deles em casamento e deram suas filhas aos filhos deles, e prestaram culto aos deuses deles. 7 Os israelitas fizeram o que o Senhor reprova, pois se esqueceram do Senhor,o seu Deus, e prestaram culto aos baalins e a Aserá. O juiz Otniel 8 Acendeu-se a ira do Senhor de tal forma contra Israel que ele os entregou nas mãos de Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia, por quem os israelitas foram subjugados durante oito anos. 9 Mas, quando clamaram ao Senhor, ele lhes levantou um libertador, Otoniel, filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe, que os libertou. 10 O Espírito do Senhor veio sobre ele, de modo que liderou Israel e foi à guerra. O Senhor entregou Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia, nas mãos de Otoniel, que prevaleceu contra ele. 11 E a terra teve paz durante quarenta anos, até a morte de Otoniel, filho de Quenaz. 12 Mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova, e por isso o Senhor deu a Eglom, rei de Moabe, poder sobre Israel. 13 Conseguindo uma aliança com os amonitas e com os amalequitas, Eglom veio e derrotou Israel e conquistou a Cidade das Palmeiras. 14 Os israelitas ficaram sob o domínio de Eglom, rei de Moabe, durante dezoito anos. Eude 15 Novamente os israelitas clamaram ao Senhor, que lhes deu um libertador chamado Eúde, homem canhoto, filho do benjamita Gera. Os israelitas o enviaram com o pagamento de tributos a Eglom, rei de Moabe. 16 Eúde havia feito uma espada de dois gumes, de quarenta e cinco centímetros de comprimento, e a tinha amarrado na coxa direita, debaixo da roupa. 17 Ele entregou o tributo a Eglom, rei de Moabe, homem muito gordo. 18 Em seguida, Eúde mandou embora os carregadores. 19 Junto aos ídolos que estão perto de Gilgal, ele voltou e disse: "Tenho uma mensagem secreta para ti, ó rei". O rei respondeu: "Calado!" E todos os seus auxiliares saíram de sua presença. 20 Eúde aproximou-se do rei, que estava sentado sozinho na sala superior do palácio de verão, e repetiu: "Tenho uma mensagem de Deus para ti". Quando o rei se levantou do trono, 21 Eúde estendeu a mão esquerda, apanhou a espada de sua coxa direita e cravou-a na barriga do rei. 22 Até o cabo penetrou com a lâmina; e, como não tirou a espada, a gordura se fechou sobre ela. 23 Então Eúde saiu para o pórtico, depois de fechar e trancar as portas da sala atrás de si. 24 Depois que ele saiu, vieram os servos e encontraram trancadas as portas da sala superior, e disseram: "Ele deve estar fazendo suas necessidades em seu cômodo privativo". 25 Cansaram-se de esperar e, como ele não abria a porta da sala, pegaram a chave e a abriram. E lá estava o seu senhor, caído no chão, morto! 26 Enquanto esperavam, Eúde escapou. Passou pelos ídolos e fugiu para Seirá. 27 Quando chegou, tocou a trombeta nos montes de Efraim, e os israelitas desceram dos montes, com ele à sua frente . 28 "Sigam-me", ordenou, "pois o Senhor entregou Moabe, o inimigo de vocês, em suas mãos." Eles o seguiram, tomaram posse do lugar de passagem do Jordão que levava a Moabe e não deixaram ninguém atravessar o rio. 29 Naquela ocasião, mataram cerca de dez mil moabitas, todos eles fortes e vigorosos; nem um só homem escapou. 30 Naquele dia, Moabe foi subjugado por Israel, e a terra teve paz durante oitenta anos. Sangar 31 Depois de Eúde veio Sangar, filho de Anate, que matou seiscentos filisteus com uma aguilhada de bois. Ele também libertou Israel.

Salmo 2 1 Por que se amotinam as nações e os povos tramam em vão? 2 Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido, e dizem:
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Salmo 2 1 Por que se amotinam as nações e os povos tramam em vão? 2 Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido, e dizem: 3 "Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!" 4 Do seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles. 5 Em sua ira os repreende e em seu furor os aterroriza, dizendo: 6 "Eu mesmo estabeleci o meu rei em Sião, no meu santo monte". 7 Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: "Tu és meu filho; eu hoje te gerei. 8 Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade. 9 Tu as quebrarás com vara de ferro e as despedaçarás como a um vaso de barro". 10 Por isso, ó reis, sejam prudentes; aceitem a advertência, autoridades da terra. 11 Adorem o Senhor com temor; exultem com tremor. 12 Beijem o filho, para que ele não se ire e vocês não sejam destruídos de repente, pois num instante acende-se a sua ira. Como são felizes todos os que nele se refugiam!

Salmo 5 1 Escuta, Senhor, as minhas palavras, considera o meu gemer. 2 Atenta para o meu grito de socorro, meu Rei e meu Deus, pois é a ti que imploro.
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Salmo 5 1 Escuta, Senhor, as minhas palavras, considera o meu gemer. 2 Atenta para o meu grito de socorro, meu Rei e meu Deus, pois é a ti que imploro. 3 De manhã ouves, Senhor, o meu clamor; de manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperança. 4 Tu não és um Deus que tenha prazer na injustiça; contigo o mal não pode habitar. 5 Os arrogantes não são aceitos na tua presença; odeias todos os que praticam o mal. 6 Destróis os mentirosos; os assassinos e os traiçoeiros o Senhor detesta. 7 Eu, porém, pelo teu grande amor, 8 entrarei em tua casa; com temor me inclinarei para o teu santo templo. Conduze-me, Senhor, na tua justiça, por causa dos meus inimigos; aplaina o teu caminho diante de mim. 9 Em seus lábios não há palavra confiável; a mente deles só trama destruição. A garganta é um túmulo aberto; com a língua enganam sutilmente. 10 Condena-os, ó Deus! Caiam eles por suas próprias maquinações. Expulsa-os por causa dos seus muitos crimes, pois se rebelaram contra ti. 11 Alegrem-se, porém, todos os que se refugiam em ti; cantem sempre de alegria! Estende sobre eles a tua proteção. Em ti exultem os que amam o teu nome. 12 Pois tu, Senhor, abençoas o justo; o teu favor o protege como um escudo.

2 Samuel 21 A vingança dos gibeonitas 1 Durante o reinado de Davi houve uma fome que durou três anos. Davi consultou o Senhor, que lhe disse: "A fome veio por causa de Saul e de sua família sanguinária, por terem matado os gibeonitas".
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2 Samuel 21 A vingança dos gibeonitas 1 Durante o reinado de Davi houve uma fome que durou três anos. Davi consultou o Senhor, que lhe disse: "A fome veio por causa de Saul e de sua família sanguinária, por terem matado os gibeonitas". 2 O rei então mandou chamar os gibeonitas e falou com eles. (Os gibeonitas não eram de origem israelita, mas remanescentes dos amor­reus. Os israelitas tinham feito com eles um acor­do sob juramento; mas Saul, em seu zelo por Israel e Judá, havia tentado exterminá-los.) 3 Davi perguntou aos gibeonitas: "Que posso fazer por vocês? Como posso reparar o que foi feito, para que abençoem a herança do Senhor?" 4 Os gibeonitas responderam: "Não exigimos de Saul ou de sua família prata ou ouro nem queremos matar ninguém em Israel". Davi perguntou: "O que querem que eu faça por vocês?", 5 e eles responderam: "Quan­to ao homem que quase nos exterminou e que pretendia destruir-nos, para que não tivéssemos lugar em Israel, 6 que sete descendentes dele sejam executados perante o Senhor, em Gibeá de Saul, no monte do Senhor". "Eu os entregarei a vocês", disse o rei. 7 O rei poupou Mefibosete, filho de Jônatas e neto de Saul, por causa do juramento feito perante o Senhor entre Davi e Jônatas, filho de Saul. 8 Mas o rei mandou buscar Armoni e Mefibosete, os dois filhos que Rispa, filha de Aiá, tinha dado a Saul. Com eles também os cinco filhos que Merabe, filha de Saul, tinha dado a Adriel, filho de Barzilai, de Meolá. 9 Ele os entregou aos gibeonitas, que os executaram no monte, perante o Senhor. Os sete foram mortos ao mesmo tempo, nos primeiros dias da colheita de cevada. 10 Então Rispa, filha de Aiá, pegou um pano de saco e o estendeu para si sobre uma rocha. Desde o início da colheita até cair chuva do céu sobre os corpos, ela não deixou que as aves de rapina os tocassem de dia nem os animais selvagens à noite. 11 Quando Davi foi informado do que Rispa, filha de Aiá, concubina de Saul, havia feito, 12 mandou recolher os ossos de Saul e de Jônatas, tomando-os dos cidadãos de Jabes-Gileade. (Eles haviam roubado os ossos da praça de Bete-Seã, onde os filisteus os tinham pendurado, no dia em que mataram Saul no monte Gilboa.) 13 Davi trouxe de lá os ossos de Saul e de seu filho Jônatas, recolhidos dentre os ossos dos que haviam sido executados. 14 Enterraram os ossos de Saul e de Jônatas no túmulo de Quis, pai de Saul, em Zela, na terra de Benjamim, e fizeram tudo o que o rei tinha ordenado. Depois disso Deus respondeu às orações em favor da terra de Israel. Guerra contra os filisteus 15 Houve, ainda, outra batalha entre os filisteus e Israel; Davi e seus soldados foram lutar contra os filisteus. Davi se cansou muito, 16 e Isbi-Benobe, descendente de Rafa, prometeu matar Davi. (A ponta de bronze da lança de Isbi-Benobe pesava três quilos e seiscentos gramas, e, além disso, ele estava armado com uma espada nova.) 17 Mas Abisai, filho de Zeruia, foi em socorro de Davi e matou o filisteu. Então os soldados de Davi lhe juraram, dizendo: "Nunca mais sairás conosco à guerra, para que não apagues a lâmpada de Israel". 18 Houve depois outra batalha contra os filisteus, em Gobe. Naquela ocasião Sibecai, de Husate, matou Safe, um dos descendentes de Rafa. 19 Noutra batalha contra os filisteus em Gobe, Elanã, filho de Jaaré-Oregim, de Belém, matou Golias, de Gate, que possuía uma lança cuja haste parecia uma lançadeira de tecelão. 20 Noutra batalha, em Gate, havia um homem de grande estatura e que tinha seis dedos em cada mão e seis dedos em cada pé, vinte e quatro dedos ao todo. Ele também era descendente de Rafa 21 e desafiou Israel, mas Jônatas, filho de Simeia, irmão de Davi, o matou. 22 Esses quatro eram descendentes de Rafa, em Gate, e foram mortos por Davi e seus soldados.

Neemias 10 1 Esta é a relação dos que o assina­ram: Neemias, o governador, filho de Hacalias, e Zedequias,
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Neemias 10 1 Esta é a relação dos que o assina­ram: Neemias, o governador, filho de Hacalias, e Zedequias, 2 Seraías, Azarias, Jeremi­as, 3 Pasur, Amarias, Malquias, 4 Hatus, Sebanias, Maluque,5 Harim, Meremote, Obadias, 6 Daniel, Ginetom, Baruque, 7 Mesulão, Abias, Miamim, 8 Maazias, Bilgai e Semaías. Esses eram os sacerdotes. 9 Dos levitas: Jesua, filho de Azanias, Binui, dos filhos de Henadade, Cadmiel 10 e seus colegas: Sebanias, Hodias, Quelita, Pelaías, Hanã, 11 Mica, Reobe, Hasabias, 12 Zacur, Serebias, Sebanias, 13 Hodias, Bani e Beninu. 14 Dos líderes do povo: Parós, Paate-Moabe, Elão, Zatu, Bani, 15 Buni, Azgade, Bebai, 16 Adonias, Bigvai, Adim, 17 Ater, Ezequias, Azur, 18 Hodias, Hasum, Besai, 19 Harife, Anatote, Nebai, 20 Magpias, Mesulão, Hezir, 21 Mesezabel, Zadoque, Jadua, 22 Pelatias, Hanã, Anaías, 23 Oseias, Hananias, Hassube, 24 Haloês, Pílea, Sobeque, 25 Reum, Hasabna, Maaseias, 26 Aías, Hanã, Anã, 27 Maluque, Harim e Baaná. 28 "O restante do povo - sacerdotes, levitas, porteiros, cantores, servidores do templo e todos os que se separaram dos povos vizinhos por amor à Lei de Deus, com suas mulheres e com todos os seus filhos e filhas capazes de entender- 29 agora se une a seus irmãos, os nobres, e se obrigam sob maldição e sob juramento a seguir a Lei de Deus dada por meio do servo de Deus, Moisés, e a obedecer fielmente a todos os mandamentos, ordenanças e decretos do Senhor, o nosso Senhor. 30 "Prometemos não dar nossas filhas em casamento aos povos vizinhos nem aceitar que as filhas deles se casem com os nossos filhos. 31 "Quando os povos vizinhos trouxe­rem mercadorias ou cereal para venderem no sábado ou em dia de festa, não compraremos deles nesses dias. Cada sete anos abriremos mão de trabalhar a terra e cancelaremos todas as dívidas. 32 "Assumimos a responsabilidade de, conforme o mandamento, dar anualmente quatro gramas para o serviço do templo de nosso Deus: 33 para os pães consagrados, para as ofertas regulares de cereal e para os holo­caustos, para as ofertas dos sábados, das festas de lua nova e das festas fixas, para as ofertas sagradas, para as ofertas pelo peca­do para fazer propiciação por Israel e para as necessidades do templo de nosso Deus. 34 "Também lançamos sortes entre as famílias dos sacerdotes, dos levitas e do povo, para escalar anualmente a família que deverá trazer lenha ao templo de nosso Deus, no tempo determinado, para queimar sobre o altar do Senhor, o nosso Deus, conforme está escrito na Lei. 35 "Também assumimos a responsabili­dade de trazer anualmente ao templo do Senhor os primeiros frutos de nossas colhei­tas e de toda árvore frutífera. 36 "Conforme também está escrito na Lei, traremos o primeiro de nossos filhos e a primeira cria de nossos rebanhos, tanto de ovelhas como de bois, para o templo de nosso Deus, para os sacerdotes que ali estiverem ministrando. 37 "Além do mais, traremos para os depósitos do templo de nosso Deus, para os sacerdotes, a nossa primeira massa de cereal moído e as nossas primeiras ofertas de cereal, do fruto de todas as nossas árvores e de nosso vinho e azeite. E traremos o dízimo das nos­sas colheitas para os levitas, pois são eles que recolhem os dízimos em todas as cidades onde trabalhamos. 38 Um sacerdote descenden­te de Arão acompanhará os levitas quando receberem os dízimos, e os levitas terão que trazer um décimo dos dízimos ao templo de nosso Deus, aos depósitos do tem­plo. 39 O povo de Israel, inclusive os levitas, deverão trazer ofertas de cereal, de vinho novo e de azeite aos depósitos onde se guar­dam os utensílios para o santuário. É onde os sacerdotes ministram e onde os porteiros e os cantores ficam. "Não negligenciaremos o templo de nosso Deus."

Juízes 14 O casamento de Sansão 1 Sansão desceu a Timna e viu ali uma mulher do povo filisteu.
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Juízes 14 O casamento de Sansão 1 Sansão desceu a Timna e viu ali uma mulher do povo filisteu. 2 Quando voltou para casa, disse a seu pai e a sua mãe: "Vi uma mulher filisteia em Timna; consigam essa mulher para ser minha esposa". 3 Seu pai e sua mãe lhe perguntaram: "Será que não há mulher entre os seus parentes ou entre todo o seu povo? Você tem que ir aos filisteus incircuncisos para conseguir esposa?" Sansão, porém, disse ao pai: "Consiga-a para mim. É ela que me agrada". 4 Seus pais não sabiam que isso vinha do Senhor, que buscava ocasião contra os filisteus; pois naquela época eles dominavam Israel. 5 Sansão foi para Timna com seu pai e sua mãe. Quando se aproximavam das vinhas de Timna, de repente um leão forte veio rugindo na direção dele. 6 O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, e ele, sem nada nas mãos, rasgou o leão como se fosse um cabrito. Mas não contou nem ao pai nem à mãe o que fizera. 7 Então foi conversar com a mulher de quem gostava. 8 Algum tempo depois, quando voltou para casar-se com ela, Sansão saiu do caminho para olhar o cadáver do leão, e nele havia um enxame de abelhas e mel. 9 Tirou o mel com as mãos e o foi comendo pelo caminho. Quando voltou aos seus pais, repartiu com eles o mel, e eles também comeram. Mas não lhes contou que tinha tirado o mel do cadáver do leão. 10 Seu pai desceu à casa da mulher, e Sansão deu ali uma festa, como era costume dos noivos. 11 Quando ele chegou, trouxeram-lhe trinta rapazes para o acompanharem na festa. 12 "Vou propor um enigma para vocês", disse-lhes Sansão. "Se vocês puderem dar-me a resposta certa durante os sete dias da festa, então eu darei a vocês trinta vestes de linho e trinta mudas de roupas. 13 Se não conseguirem dar-me a resposta, vocês me darão trinta vestes de linho e trinta mudas de roupas." "Proponha-nos o seu enigma", disseram. "Vamos ouvi-lo." 14 Disse ele então: "Do que come saiu comida; do que é forte saiu doçura". Durante três dias eles não conseguiram dar a resposta. 15 No quarto dia disseram à mulher de Sansão: "Convença o seu marido a explicar o enigma. Caso contrário, poremos fogo em você e na família de seu pai, e vocês morrerão. Você nos convidou para nos roubar?" 16 Então a mulher de Sansão implorou-lhe aos prantos: "Você me odeia! Você não me ama! Você deu ao meu povo um enigma, mas não me contou a resposta!" "Nem a meu pai nem à minha mãe expliquei o enigma", respondeu ele. "Por que deveria explicá-lo a você?" 17 Ela chorou durante o restante da semana da festa. Por fim, no sétimo dia, ele lhe contou, pois ela continuava a perturbá-lo. Ela, por sua vez, revelou o enigma ao seu povo. 18 Antes do pôr do sol do sétimo dia, os homens da cidade vieram lhe dizer: "O que é mais doce que o mel? O que é mais forte que o leão?" Sansão lhes disse: "Se vocês não tivessem arado com a minha novilha, não teriam solucionado o meu enigma". 19 Então o Espírito do Senhor apossou-se de Sansão. Ele desceu a Ascalom, matou trinta homens, pegou as suas roupas e as deu aos que tinham explicado o enigma. Depois, enfurecido, foi para a casa do seu pai. 20 E a mulher de Sansão foi dada ao amigo que tinha sido o acompanhante dele no casamento.

1 Crônicas 29 As ofertas para a construção do templo 1 Então o rei Davi disse a toda a assembleia: "Deus escolheu meu filho Salomão, e mais ninguém. Mas ele é jovem e inexperiente e a tarefa é grande, pois o palácio não será feito para homens, mas para o Senhor,o nosso Deus.
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1 Crônicas 29 As ofertas para a construção do templo 1 Então o rei Davi disse a toda a assembleia: "Deus escolheu meu filho Salomão, e mais ninguém. Mas ele é jovem e inexperiente e a tarefa é grande, pois o palácio não será feito para homens, mas para o Senhor,o nosso Deus. 2 Forneci grande quantidade de recursos para o trabalho do templo do meu Deus: ouro, prata, bronze, ferro e madeira, bem como ônix para os engastes e ainda turquesas, pedras de várias cores e todo tipo de pedras preciosas e mármore. 3 Além disso, pelo amor ao templo do meu Deus, agora entrego, das minhas próprias riquezas, ouro e prata para o templo do meu Deus, além de tudo o que já tenho dado para este santo templo. 4 Ofereço, pois, cento e cinco toneladas de ouro puro de Ofir e duzentos e quarenta e cinco toneladas de prata refinada, para o revestimento das paredes do templo, 5 para o trabalho em ouro e em prata e para todo o trabalho dos artesãos. Agora, quem hoje está disposto a ofertar dádivas ao Senhor?" 6 Então os chefes das famílias, os líderes das tribos de Israel, os comandantes de mil e de cem e os oficiais encarregados do trabalho do rei ofertaram espontaneamente. 7 Para a obra do templo de Deus eles deram cento e setenta e cinco toneladas de ouro e dez mil moedas de ouro, trezentas e cinquenta toneladas de prata, seiscentas e trinta toneladas de bronze e três mil e quinhentas toneladas de ferro. 8 Quem tinha pedras preciosas deu-as para o depósito dos tesouros do templo do Senhor, cujo responsável era Jeiel, o gersonita. 9 O povo alegrou-se diante da atitude de seus líderes, pois fizeram essas ofertas voluntariamente e de coração íntegro ao Senhor. E o rei Davi também encheu-se de alegria. David louva o Senhor 10 Davi louvou o Senhor na presença de toda a assembleia, dizendo: "Bendito sejas, ó Senhor, Deus de Israel, nosso pai, de eternidade a eternidade. 11 Teus, ó Senhor, são a grandeza, o poder, a glória, a majestade e o esplendor, pois tudo o que há nos céus e na terra é teu. Teu, ó Senhor, é o reino; tu estás acima de tudo. 12 A riqueza e a honra vêm de ti; tu dominas sobre todas as coisas. Nas tuas mãos estão a força e o poder para exaltar e dar força a todos. 13 Agora, nosso Deus, damos-te graças, e louvamos o teu glorioso nome. 14 "Mas quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos contribuir tão generosamente como fizemos? Tudo vem de ti, e nós apenas te demos o que vem das tuas mãos. 15 Diante de ti somos estrangeiros e forasteiros, como os nossos antepassados. Os nossos dias na terra são como uma sombra, sem esperança. 16 Ó Senhor, nosso Deus, toda essa riqueza que ofertamos para construir um templo em honra ao teu santo nome vem das tuas mãos, e toda ela pertence a ti. 17 Sei, ó meu Deus, que sondas o coração e que te agradas com a integridade. Tudo o que dei foi espontaneamente e com integridade de coração. E agora vi com alegria com quanta disposição o teu povo, que aqui está, tem contribuído. 18 Ó Senhor, Deus de nossos antepassados Abraão, Isaque e Israel, conserva para sempre este desejo no coração de teu povo e mantém o coração deles leal a ti. 19 E dá ao meu filho Salomão um coração íntegro para obedecer aos teus mandamentos, aos teus preceitos e aos teus decretos, a fim de construir este templo para o qual fiz os preparativos necessários". 20 Então Davi disse a toda a assembleia: "Louvem o Senhor, o seu Deus". E todos eles louvaram o Senhor, o Deus dos seus antepassados, inclinando-se e prostrando-se diante do Senhor e diante do rei. Salomão reconhecido como rei 21 No dia seguinte fizeram sacrifícios ao Senhor e apresentaram-lhe holocaustos: mil novilhos, mil carneiros e mil cordeiros, acompanhados de ofertas derramadas, e muitos outros sacrifícios, em favor de todo o Israel. 22 Naquele dia comeram e beberam com grande alegria na presença do Senhor. Assim, pela segunda vez, proclamaram Salomão, filho de Davi, rei, ungindo-o diante do Senhor como soberano, e Zadoque como sacerdote. 23 De maneira que Salomão assentou-se como rei no trono do Senhor, em lugar de Davi, seu pai. Ele prosperou, e todo o Israel lhe obedecia. 24 Todos os líderes e principais guerreiros, bem como todos os filhos do rei Davi, prometeram submissão ao rei Salomão. 25 O Senhor exaltou muitíssimo Salomão em todo o Israel e concedeu-lhe tal esplendor em seu reinado como nenhum rei de Israel jamais tivera. A morte de David 26 Davi, filho de Jessé, reinou sobre todo o Israel. 27 Reinou quarenta anos em Israel: sete anos em Hebrom e trinta e três em Jerusalém. 28 Morreu em boa velhice, tendo desfrutado vida longa, riqueza e honra. Seu filho Salomão foi o seu sucessor. 29 Os feitos do rei Davi, desde o início até o fim do seu reinado, estão escritos nos registros históricos do vidente Samuel, do profeta Natã e do vidente Gade, 30 incluindo os detalhes do seu reinado e do seu poder e os acontecimentos relacionados com ele, com Israel e com os reinos das outras terras.

Salmo 1 1 Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores! 2 Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite.
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Salmo 1 1 Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores! 2 Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite. 3 É como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera! 4 Não é o caso dos ímpios! São como palha que o vento leva. 5 Por isso os ímpios não resistirão no julgamento nem os pecadores na comunidade dos justos. 6 Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição!

Juízes 15 A vingança de Sansão sobre os filisteus 1 Algum tempo depois, na época da colheita do trigo, Sansão foi visitar a sua mulher e levou-lhe um cabrito. "Vou ao quarto da minha mulher", disse ele. Mas o pai dela não quis deixá-lo entrar.
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Juízes 15 A vingança de Sansão sobre os filisteus 1 Algum tempo depois, na época da colheita do trigo, Sansão foi visitar a sua mulher e levou-lhe um cabrito. "Vou ao quarto da minha mulher", disse ele. Mas o pai dela não quis deixá-lo entrar. 2 "Eu estava tão certo de que você a odiava", disse ele, "que a dei ao seu amigo. A sua irmã mais nova não é mais bonita? Fique com ela no lugar da irmã". 3 Sansão lhes disse: "Desta vez ninguém poderá me culpar quando eu acertar as contas com os filisteus!" 4 Então saiu, capturou trezentas raposas e as amarrou aos pares pela cauda. Depois prendeu uma tocha em cada par de caudas, 5 acendeu as tochas e soltou as raposas no meio das plantações dos filisteus. Assim ele queimou os feixes, o cereal que iam colher e também as vinhas e os olivais. 6 Os filisteus perguntaram: "Quem fez isso?" Responderam-lhes: "Foi Sansão, o genro do timnita, porque a sua mulher foi dada ao seu amigo". Então os filisteus foram e queimaram a mulher e seu pai. 7 Sansão lhes disse: "Já que fizeram isso, não sossegarei enquanto não me vingar de vocês". 8 Ele os atacou sem dó nem piedade e fez terrível matança. Depois desceu e ficou numa caverna da rocha de Etã. 9 Os filisteus foram para Judá e lá acamparam, espalhando-se pelas proximidades de Leí. 10 Os homens de Judá perguntaram: "Por que vocês vieram lutar contra nós?" Eles responderam: "Queremos levar Sansão amarrado, para tratá-lo como ele nos tratou". 11 Três mil homens de Judá desceram então à caverna da rocha de Etã e disseram a Sansão: "Você não sabe que os filisteus dominam sobre nós? Você viu o que nos fez?" Ele respondeu: "Fiz a eles apenas o que eles me fizeram". 12 Disseram-lhe: "Viemos amarrá-lo para entregá-lo aos filisteus". Sansão disse: "Jurem-me que vocês mesmos não me matarão". 13 "Certamente que não!", responderam. "Somente vamos amarrá-lo e entregá-lo nas mãos deles. Não o mataremos." E o prenderam com duas cordas novas e o fizeram sair da rocha. 14 Quando ia chegando a Leí, os filisteus foram ao encontro dele aos gritos. Mas o Espírito do Senhor apossou-se dele. As cordas em seus braços se tornaram como fibra de linho queimada, e os laços caíram das suas mãos. 15 Encontrando a carcaça de um jumento, pegou a queixada e com ela matou mil homens. 16 Disse ele então: "Com uma queixada de jumento fiz deles montões. Com uma queixada de jumento matei mil homens". 17 Quando acabou de falar, jogou fora a queixada; e o local foi chamado Ramate-Leí. 18 Sansão estava com muita sede e clamou ao Senhor: "Deste pela mão de teu servo esta grande vitória. Morrerei eu agora de sede para cair nas mãos dos incircuncisos?" 19 Deus então abriu a rocha que há em Leí, e dela saiu água. Sansão bebeu, suas forças voltaram, e ele recobrou o ânimo. Por esse motivo essa fonte foi chamada En-Hacoré, e ainda lá está, em Leí. 20 Sansão liderou Israel durante vinte anos, no tempo do domínio dos filisteus.

Neemias 7 1 Depois que o muro foi reconstruído e que eu coloquei as portas no lugar, foram nomeados os porteiros, os cantores e os levi­tas. 2 Para governar Jerusalém encarreguei o meu irmão Hanani e, com ele, Hananias, comandante da fortaleza, pois Hananias era íntegro e temia…
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Neemias 7 1 Depois que o muro foi reconstruído e que eu coloquei as portas no lugar, foram nomeados os porteiros, os cantores e os levi­tas. 2 Para governar Jerusalém encarreguei o meu irmão Hanani e, com ele, Hananias, comandante da fortaleza, pois Hananias era íntegro e temia a Deus mais do que a maioria dos homens. 3 Eu lhes disse: As portas de Jerusalém não deverão ser abertas enquan­to o sol não estiver alto. E antes de deixarem o serviço, os porteiros deverão fechar e travar as portas. Também designei moradores de Jerusalém para sentinelas, alguns em postos no muro, outros em frente das suas casas. 4 Ora, a cidade era grande e espaçosa, mas havia poucos moradores, e as casas ainda não tinham sido reconstruídas. 5 Por isso o meu Deus pôs no meu coração reunir os nobres, os oficiais e todo o povo para registrá-los por famílias. Encontrei o registro genealó­gico dos que foram os primeiros a voltar. Assim estava registrado ali: A lista dos retornados 6 "Estes são os homens da província que voltaram do exílio, os quais Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia levado prisioneiros. Eles voltaram para Jerusalém e para Judá, cada um para a sua própria cidade, 7 em com­panhia de Zorobabel, Jesua, Neemias, Azari­as, Raamias, Naamani, Mardoqueu, Bilsã, Misperete, Bigvai, Neum e Baaná. E esta é a lista e o número dos que retornaram, pelos chefes de família e respectivas cidades: 8 "os descendentes de Parós, 2.172; 9 de Sefatias, 372; 10 de Ara, 652; 11 de Paate-Moabe, por meio da linhagem de Jesua e Joabe, 2.818; 12 de Elão, 1.254; 13 de Zatu, 845; 14 de Zacai, 760; 15 de Binui, 648; 16 de Bebai, 628; 17 de Azgade, 2.322; 18 de Adonicão, 667; 19 de Bigvai, 2.067; 20 de Adim, 655; 21 de Ater, por meio de Ezequias, 98; 22 de Hasum, 328; 23 de Besai, 324; 24 de Harife, 112; 25 de Gibeom, 95; 26 "das cidades de Belém e de Netofate, 188; 27 de Anatote, 128; 28 de Bete-Azmavete, 42; 29 de Quiriate-Jearim, Cefira e Beerote, 743; 30 de Ramá e Geba, 621; 31 de Micmás, 122; 32 de Betel e Ai, 123; 33 do outro Nebo, 52; 34 do outro Elão, 1.254; 35 de Harim, 320; 36 de Jericó, 345; 37 de Lode, Hadide e Ono, 721; 38 de Senaá, 3.930. 39 "Os sacerdotes: "os descendentes de Jedaías, por meio da família de Jesua, 973; 40 de Imer, 1.052; 41 de Pasur, 1.247; 42 de Harim, 1.017. 43 "Os levitas: "os descendentes de Jesua, por meio de Cadmiel, pela linhagem de Hodeva, 74. 44 "Os cantores: "os descendentes de Asafe 148. 45 "Os porteiros do templo: os descendentes de Salum, Ater, Talmom, Acube, Hatita e Sobai 138. 46 "Os servidores do templo: "os descendentes de Zia, Hasufa, Tabaote, 47 Queros, Sia, Padom, 48 Lebana, Hagaba, Salmai, 49 Hanã, Gidel, Gaar, 50 Reaías, Rezim, Necoda, 51 Gazão, Uzá, Paseia, 52 Besai, Meunim, Nefusim, 53 Baquebuque, Hacufa, Harur, 54 Baslite, Meída, Harsa, 55 Barcos, Sísera, Tamá, 56 Nesias e Hatifa. 57 "Os descendentes dos servos de Salomão: "os descendentes de Sotai, Soferete, Perida, 58 Jaala, Darcom, Gidel, 59 Sefatias, Hatil, Poquerete-Hazebaim e Amom. 60 "Os servos do templo e os descendentes dos servos de Salomão 392. 61 "Os que chegaram das cidades de Tel-Melá, Tel-Harsa, Querube, Adom e Imer, mas não puderam provar que suas famílias eram descendentes de Israel: 62 "os descendentes de Delaías, Tobias e Necoda 642. 63 "E entre os sacerdotes: "os descendentes de Habaías, Hacoz e Barzilai, homem que se casou com uma filha de Barzilai, de Gileade, e que era chamado por aquele nome". 64 Esses procuraram seus registros de família, mas não conseguiram achá-los e, dessa forma, foram considerados impuros para o sacerdócio. 65 Por isso o governador determinou que eles não comessem das ofer­tas santíssimas enquanto não houvesse um sacerdote para consultar o Urim e o Tumim. 66 O total de todos os registrados foi 42.360 homens, 67 além dos seus 7.337 servos e servas; havia entre eles 245 cantores e canto­ras. 68 Pos­suíam 736 cavalos, 245 mulas, 69 435 camelos e 6.720 jumentos. 70 Alguns dos chefes das famílias contribuíram para o trabalho. O governador deu à tesouraria oito quilos de ouro, 50 baci­as e 530 vestes para os sacerdotes. 71 Alguns dos chefes das famílias deram à tesouraria cento e sessenta quilos de ouro e mil e trezentos e vinte quilos de prata, para a realização do trabalho. 72 O total dado pelo restante do povo foi de cento e sessenta quilos de ouro, mil e duzentos quilos de prata e 67 vestes para os sacerdotes. 73 Os sacerdotes, os levitas, os portei­ros, os cantores e os servidores do templo, e também alguns do povo e os demais israelitas, estabeleceram-se em suas próprias cidades.

Juízes 20 Os israelitas lutam contra os benjamitas 1 Então todos os israelitas, de Dã a Berseba, e de Gileade, saíram como um só homem e se reuniram em assembleia perante o Senhor, em Mispá.
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Juízes 20 Os israelitas lutam contra os benjamitas 1 Então todos os israelitas, de Dã a Berseba, e de Gileade, saíram como um só homem e se reuniram em assembleia perante o Senhor, em Mispá. 2 Os líderes de todo o povo das tribos de Israel tomaram seus lugares na assembleia do povo de Deus, quatrocentos mil soldados armados de espada. 3 (Os benjamitas souberam que os israelitas haviam subido a Mispá.) Os israelitas perguntaram: "Como aconteceu essa perversidade?" 4 Então o levita, marido da mulher assassinada, disse: "Eu e a minha concubina chegamos a Gibeá de Benjamim para passar a noite. 5 Durante a noite os homens de Gibeá vieram para atacar-me e cercaram a casa, com a intenção de matar-me. Então violentaram minha concubina, e ela morreu. 6 Peguei minha concubina, cortei-a em pedaços e enviei um pedaço a cada região da herança de Israel, pois eles cometeram essa perversidade e esse ato vergonhoso em Israel. 7 Agora, todos vocês, israelitas, manifestem-se e deem o seu veredicto". 8 Todo o povo se levantou como se fosse um só homem, dizendo: "Nenhum de nós irá para casa. Nenhum de nós voltará para o seu lar. 9 Mas é isto que faremos agora contra Gibeá: separaremos, por sorteio, de todas as tribos de Israel, 10 de cada cem homens dez, de cada mil homens cem, de cada dez mil homens mil, para conseguirem provisões para o exército poder chegar a Gibeá de Benjamim e dar a eles o que merecem por esse ato vergonhoso cometido em Israel". 11 E todos os israelitas se ajuntaram e se uniram como um só homem contra a cidade. 12 As tribos de Israel enviaram homens a toda a tribo de Benjamim, dizendo: "O que vocês dizem dessa maldade terrível que foi cometida no meio de vocês? Mas os benjamitas não quiseram ouvir seus irmãos israelitas. 13 Agora, entreguem esses canalhas de Gibeá, para que os matemos e eliminemos esse mal de Israel". 14 Vindos de suas cidades, reuniram-se em Gibeá para lutar contra os israelitas. 15 Naquele dia, os benjamitas mobilizaram vinte e seis mil homens armados de espada que vieram das suas cidades, além dos setecentos melhores soldados que viviam em Gibeá. 16 Dentre todos esses soldados havia setecentos canhotos, muito hábeis, e cada um deles podia atirar com a funda uma pedra num cabelo sem errar. 17 Israel, sem os de Benjamim, convocou quatrocentos mil homens armados de espada, todos eles homens de guerra. 18 Os israelitas subiram a Betel e consultaram a Deus. "Quem de nós irá lutar primeiro contra os benjamitas?", perguntaram. O Senhor respondeu: "Judá irá primeiro". 19 Na manhã seguinte, os israelitas se levantaram e armaram acampamento perto de Gibeá. 20 Os homens de Israel saíram para lutar contra os benjamitas e tomaram posição de combate contra eles em Gibeá. 21 Os benjamitas saíram de Gibeá e, naquele dia, mataram vinte e dois mil israelitas no campo de batalha. 22 Mas os homens de Israel procuraram animar-se uns aos outros e novamente ocuparam as mesmas posições do primeiro dia. 23 Os israelitas subiram, choraram perante o Senhor até a tarde e consultaram o Senhor: "Devemos atacar de novo os nossos irmãos benjamitas?" O Senhor respondeu: "Vocês devem atacar". 24 Então os israelitas avançaram contra os benjamitas no segundo dia. 25 Dessa vez, quando os benjamitas saíram de Gibeá para enfrentá-los, derrubaram outros dezoito mil israelitas, todos eles armados de espada. 26 Então todos os israelitas subiram a Betel, e ali se assentaram, chorando perante o Senhor. Naquele dia, jejuaram até a tarde e apresentaram holocaustos e ofertas de comunhão ao Senhor. 27 E os israelitas consultaram ao Senhor. (Naqueles dias, a arca da aliança estava ali, 28 e Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão, ministrava perante ela.) Perguntaram: "Sairemos de novo ou não, para lutar contra os nossos irmãos benjamitas?" O Senhor respondeu: "Vão, pois amanhã eu os entregarei nas suas mãos". 29 Então os israelitas armaram uma emboscada em torno de Gibeá. 30 Avançaram contra os benjamitas no terceiro dia e tomaram posição contra Gibeá, como tinham feito antes. 31 Os benjamitas saíram para enfrentá-los e foram atraídos para longe da cidade. Começaram a ferir alguns dos israelitas como tinham feito antes, e uns trinta homens foram mortos em campo aberto e nas estradas, uma que vai para Betel e a outra que vai para Gibeá. 32 Enquanto os benjamitas diziam: "Nós os derrotamos como antes", os israelitas diziam: "Vamos retirar-nos e atraí-los para longe da cidade, para as estradas". 33 Todos os homens de Israel saíram dos seus lugares e ocuparam posições em Baal-Tamar, e a emboscada israelita atacou da sua posição a oeste de Gibeá. Os israelitas bateram em retirada diante de Benjamim, pois confiavam na emboscada que tinham preparado perto de Gibeá. Os benjamitas tinham começado a ferir os israelitas, matando cerca de trinta deles, e disseram: "Nós os derrotamos como na primeira batalha". 34 Então dez mil dos melhores soldados de Israel iniciaram um ataque frontal contra Gibeá. O combate foi duro, e os benjamitas não perceberam que a desgraça estava próxima deles. 35 O Senhor derrotou Benjamim perante Israel, e naquele dia os israelitas feriram vinte e cinco mil e cem benjamitas, todos armados de espada. 36 Então os benjamitas viram que estavam derrotados. 37 Os da emboscada avançaram repentinamente para dentro de Gibeá, espalharam-se e mataram todos os habitantes da cidade à espada. 38 Os israelitas tinham combinado com os da emboscada que estes fariam subir da cidade uma grande nuvem de fumaça, 39 e então os israelitas voltariam a combater. 40 Mas, quando a coluna de fumaça começou a se levantar da cidade, os benjamitas se viraram e viram a fumaça subindo ao céu. 41 Então os israelitas se voltaram contra eles, e os homens de Benjamim ficaram apavorados, pois perceberam que a sua desgraça havia chegado. 42 Assim, fugiram da presença dos israelitas tomando o caminho do deserto, mas não conseguiram escapar do combate. E os homens de Israel que saíram das cidades os mataram ali. 43 Cercaram os benjamitas e os perseguiram, e facilmente os alcançaram nas proximidades de Gibeá, no lado leste. 44 Dezoito mil benjamitas morreram, todos eles soldados valentes. 45 Quando se viraram e fugiram rumo ao deserto, para a rocha de Rimom, os israelitas abateram cinco mil homens ao longo das estradas. Até Gidom eles pressionaram os benjamitas e mataram mais de dois mil homens. 46 Naquele dia, vinte e cinco mil benjamitas que portavam espada morreram, todos eles soldados valentes. 47 Seiscentos homens, porém, viraram as costas e fugiram para o deserto, para a rocha de Rimom, onde ficaram durante quatro meses. 48 Os israelitas voltaram a Benjamim e passaram todas as cidades à espada, matando inclusive os animais e tudo o que encontraram nelas. E incendiaram todas as cidades por onde passaram.

Números 20 Moisés faz sair água do rochedo 1 No primeiro mês toda a comunidade de Israel chegou ao deserto de Zim e ficou em Cades. Ali Miriã morreu e foi sepultada.
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Números 20 Moisés faz sair água do rochedo 1 No primeiro mês toda a comunidade de Israel chegou ao deserto de Zim e ficou em Cades. Ali Miriã morreu e foi sepultada. 2 Não havia água para a comunidade, e o povo se juntou contra Moisés e contra Arão. 3 Discutiram com Moisés e disseram: "Quem dera tivéssemos morrido quando os nossos irmãos caíram mortos perante o Senhor! 4 Por que vocês trouxeram a assembleia do Senhor a este deserto, para que nós e os nossos rebanhos morrêssemos aqui? 5 Por que vocês nos tiraram do Egito e nos trouxeram para este lugar terrível? Aqui não há cereal, nem figos, nem uvas, nem romãs, nem água para beber!" 6 Moisés e Arão saíram de diante da assembleia para a entrada da Tenda do Encontro e se prostraram com o rosto em terra, e a glória do Senhor lhes apareceu. 7 E o Senhor disse a Moisés: 8 "Pegue a vara, e com o seu irmão Arão reúna a comunidade e diante desta fale àquela rocha, e ela verterá água. Vocês tirarão água da rocha para a comunidade e os rebanhos beberem". 9 Então Moisés pegou a vara que estava diante do Senhor, como este lhe havia ordenado. 10 Moisés e Arão reuniram a assembleia em frente da rocha, e Moisés disse: "Escutem, rebeldes, será que teremos que tirar água desta rocha para dar a vocês?" 11 Então Moisés ergueu o braço e bateu na rocha duas vezes com a vara. Jorrou água, e a comunidade e os rebanhos beberam. 12 O Senhor, porém, disse a Moisés e a Arão: "Como vocês não confiaram em mim para honrar minha santidade à vista dos israelitas, vocês não conduzirão esta comunidade para a terra que dou a vocês". 13 Essas foram as águas de Meribá, onde os israelitas discutiram com o Senhor e onde ele manifestou sua santidade entre eles. O rei de Edom nega passagem aos israelitas 14 De Cades, Moisés enviou mensageiros ao rei de Edom, dizendo: "Assim diz o teu irmão Israel: Tu sabes de todas as dificuldades que vieram sobre nós. "Agora estamos em Cades, cidade na fronteira do teu território. 15 Os nossos antepassados desceram para o Egito, e ali vivemos durante muitos anos. Os egípcios, porém, nos maltrataram, como também a eles, 16 mas, quando clamamos ao Senhor, ele ouviu o nosso clamor, enviou um anjo e nos tirou do Egito. 17 Deixa-nos atravessar a tua terra. Não passaremos por nenhuma plantação ou vinha, nem beberemos água de poço algum. Passaremos pela estrada do rei e não nos desviaremos nem para a direita nem para a esquerda, até que tenhamos atravessado o teu território". 18 Mas Edom respondeu: "Vocês não poderão passar por aqui; se tentarem, nós os atacaremos com a espada". 19 E os israelitas disseram: "Iremos pela estrada principal; se nós e os nossos rebanhos bebermos de tua água, pagaremos por ela. Queremos apenas atravessar a pé, e nada mais". 20 Mas Edom insistiu: "Vocês não poderão atravessar". Então Edom os atacou com um exército grande e poderoso. 21 Visto que Edom se recusou a deixá-los atravessar o seu território, Israel desviou-se dele. 22 Toda a comunidade israelita partiu de Cades e chegou ao monte Hor. A morte de Arão 23 Naquele monte, perto da fronteira de Edom, o Senhor disse a Moisés e a Arão: 24 "Arão será reunido aos seus antepassados. Não entrará na terra que dou aos israelitas, porque vocês dois se rebelaram contra a minha ordem junto às águas de Meribá. 25 Leve Arão e seu filho Eleazar para o alto do monte Hor. 26 Tire as vestes de Arão e coloque-as em seu filho Eleazar, pois Arão será reunido aos seus antepassados; ele morrerá ali". 27 Moisés fez conforme o Senhor ordenou; subiram o monte Hor à vista de toda a comunidade. 28 Moisés tirou as vestes de Arão e as colocou em seu filho Eleazar. E Arão morreu no alto do monte. Depois disso, Moisés e Eleazar desceram do monte, 29 e, quando toda a comunidade soube que Arão tinha morrido, toda a nação de Israel pranteou por ele durante trinta dias.

Salmo 4 1 Responde-me quando clamo, ó Deus que me fazes justiça! Dá-me alívio da minha angústia; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração. 2 Até quando vocês, ó poderosos, ultrajarão a minha honra? Até quando estarão amando ilusões e buscando mentiras?
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Salmo 4 1 Responde-me quando clamo, ó Deus que me fazes justiça! Dá-me alívio da minha angústia; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração. 2 Até quando vocês, ó poderosos, ultrajarão a minha honra? Até quando estarão amando ilusões e buscando mentiras? 3 Saibam que o Senhor escolheu o piedoso; o Senhor ouvirá quando eu o invocar. 4 Quando vocês ficarem irados, não pequem; ao deitar-se, reflitam nisso e aquietem-se. 5 Ofereçam sacrifícios como Deus exige e confiem no Senhor. 6 Muitos perguntam: "Quem nos fará desfrutar o bem?" Faze, ó Senhor, resplandecer sobre nós a luz do teu rosto! 7 Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho. 8 Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, Senhor, me fazes viver em segurança.

Números 30 As promessas ao Senhor 1 Moisés disse aos chefes das tribos de Israel: "É isto que o Senhor ordena:
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Números 30 As promessas ao Senhor 1 Moisés disse aos chefes das tribos de Israel: "É isto que o Senhor ordena: 2 Quando um homem fizer um voto ao Senhor ou um juramento que o obrigar a algum compromisso, não poderá quebrar a sua palavra, mas terá que cumprir tudo o que disse. 3 "Quando uma moça que ainda vive na casa de seu pai fizer um voto ao Senhor ou obrigar-se por um compromisso 4 e seu pai souber do voto ou compromisso, mas nada lhe disser, então todos os votos e cada um dos compromissos pelos quais se obrigou serão válidos. 5 Mas, se o pai a proibir quando souber do voto, nenhum dos votos ou dos compromissos pelos quais se obrigou será válido; o Senhor a livrará porque o seu pai a proibiu. 6 "Se ela se casar depois de fazer um voto ou depois de seus lábios proferirem uma promessa precipitada pela qual obriga a si mesma 7 e o seu marido o souber, mas nada lhe disser no dia em que ficar sabendo, então os seus votos ou compromissos pelos quais ela se obrigou serão válidos. 8 Mas, se o seu marido a proibir quando o souber, anulará o voto que a obriga ou a promessa precipitada pela qual ela se obrigou, e o Senhor a livrará. 9 "Qualquer voto ou compromisso assumido por uma viúva ou por uma mulher divorciada será válido. 10 "Se uma mulher que vive com o seu marido fizer um voto ou obrigar-se por juramento a um compromisso 11 e o seu marido o souber, mas nada lhe disser e não a proibir, então todos os votos ou compromissos pelos quais ela se obrigou serão válidos. 12 Mas, se o seu marido os anular quando deles souber, então nenhum dos votos ou compromissos que saíram de seus lábios será válido. Seu marido os anulou, e o Senhor a livrará. 13 O marido poderá confirmar ou anular qualquer voto ou qualquer compromisso que a obrigue a humilhar-se. 14 Mas, se o marido nada lhe disser a respeito disso até o dia seguinte, com isso confirma todos os seus votos ou compromissos pelos quais se obrigou. Ele os confirma por nada lhe dizer quando os ouviu. 15 Se, contudo, ele os anular algum tempo depois de ouvi-los, ele sofrerá as consequências de sua iniquidade". 16 São essas as ordenanças que o Senhor deu a Moisés a respeito do relacionamento entre um homem e sua mulher, e entre um pai e sua filha moça que ainda vive na casa do pai.

Salmo 21 1 O rei se alegra na tua força, ó Senhor! Como é grande a sua exultação pelas vitórias que lhe dás! 2 Tu lhe concedeste o desejo do seu coração e não lhe rejeitaste o pedido
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Salmo 21 1 O rei se alegra na tua força, ó Senhor! Como é grande a sua exultação pelas vitórias que lhe dás! 2 Tu lhe concedeste o desejo do seu coração e não lhe rejeitaste o pedido dos seus lábios. 3 Tu o recebeste dando-lhe ricas bênçãos, e em sua cabeça puseste uma coroa de ouro puro. 4 Ele te pediu vida, e tu lhe deste! Vida longa e duradoura. 5 Pelas vitórias que lhe deste, grande é a sua glória; de esplendor e majestade o cobriste. 6 Fizeste dele uma grande bênção para sempre e lhe deste a alegria da tua presença. 7 O rei confia no Senhor: por causa da fidelidade do Altíssimo ele não será abalado. 8 Tua mão alcançará todos os teus inimigos; tua mão direita atingirá todos os que te odeiam. 9 No dia em que te manifestares farás deles uma fornalha ardente. Na sua ira o Senhor os devorará, um fogo os consumirá. 10 Acabarás com a geração deles na terra, com a sua descendência entre os homens. 11 Embora tramem o mal contra ti e façam planos perversos, nada conseguirão; 12 pois tu os porás em fuga quando apontares para eles o teu arco. 13 Sê exaltado, Senhor, na tua força! Cantaremos e louvaremos o teu poder.

Juízes 7 Gedeão vence os midianitas 1 De madrugada Jerubaal, isto é, Gideão, e todo o seu exército acampou junto à fonte de Harode. O acampamento de Midiã estava ao norte deles, no vale, perto do monte Moré.
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Juízes 7 Gedeão vence os midianitas 1 De madrugada Jerubaal, isto é, Gideão, e todo o seu exército acampou junto à fonte de Harode. O acampamento de Midiã estava ao norte deles, no vale, perto do monte Moré. 2 E o Senhor disse a Gideão: "Você tem gente demais, para eu entregar Midiã nas suas mãos. A fim de que Israel não se orgulhe contra mim, dizendo que a sua própria força o libertou, 3 anuncie, pois, ao povo que todo aquele que estiver tremendo de medo poderá ir embora do monte Gileade". Então vinte e dois mil homens partiram, e ficaram apenas dez mil. 4 Mas o Senhor tornou a dizer a Gideão: "Ain­da há gente demais. Desça com eles à beira d'água, e eu separarei os que ficarão com você. Se eu disser: Este irá com você, ele irá; mas, se eu disser: Este não irá com você, ele não irá". 5 Assim Gideão levou os homens à beira d'água, e o Senhor lhe disse: "Separe os que beberem a água lambendo-a como faz o cachorro, daqueles que se ajoelharem para beber". 6 O número dos que lamberam a água levando-a com as mãos à boca foi de trezentos homens. Todos os demais se ajoelharam para beber. 7 O Senhor disse a Gideão: "Com os trezentos homens que lamberam a água livrarei vocês e entregarei os midianitas nas suas mãos. Mande para casa todos os outros homens". O acampamento de Midiã ficava abaixo deles, no vale. 8 Gideão mandou os israelitas para as suas tendas, mas reteve os trezentos. E estes ficaram com as provisões e as trombetas dos que partiram. 9 Naquela noite, o Senhor disse a Gideão: "Levante-se e desça ao acampamento, pois vou entregá-lo nas suas mãos. 10 Se você está com medo de atacá-los, desça ao acampamento com o seu servo Pura 11 e ouça o que estiverem dizendo. Depois disso você terá coragem para atacar". Então ele e o seu servo Pura desceram até os postos avançados do acampamento. 12 Os midianitas, os amalequitas e todos os outros povos que vinham do leste haviam se instalado no vale; eram numerosos como nuvens de gafanhotos. Assim como não se pode contar a areia da praia, também não se podia contar os seus camelos. 13 Gideão chegou bem no momento em que um homem estava contando seu sonho a um amigo. "Tive um sonho", dizia ele. "Um pão de cevada vinha rolando dentro do acampamento midianita e atingiu a tenda com tanta força que ela tombou e se desmontou." 14 Seu amigo respondeu: "Não pode ser outra coisa senão a espada de Gideão, filho de Joás, o israelita. Deus entregou os midianitas e todo o acampamento nas mãos dele". 15 Quando Gideão ouviu o sonho e a sua interpretação, adorou a Deus. Voltou para o acampamento de Israel e gritou: "Levantem-se! O Senhor entregou o acampamento midianita nas mãos de vocês". 16 Dividiu os trezentos homens em três companhias e pôs nas mãos de todos eles trombetas e jarros vazios, com tochas dentro. 17 E ele lhes disse: "Observem-me. Façam o que eu fizer. Quando eu chegar à extremidade do acampamento, façam o que eu fizer. 18 Quando eu e todos os que estiverem comigo tocarmos as nossas trombetas ao redor do acampamento, toquem as suas, e gritem: Pelo Senhor e por Gideão!" 19 Gideão e os cem homens que o acompanhavam chegaram aos postos avançados do acampamento pouco depois da meia-noite, assim que foram trocadas as sentinelas. Então tocaram as suas trombetas e quebraram os jarros que tinham nas mãos; 20 as três companhias tocaram as trombetas e despedaçaram os jarros. Empunhando as tochas com a mão esquerda e as trombetas com a direita, gritaram: "À espada, pelo Senhor e por Gideão!" 21 Cada homem mantinha a sua posição em torno do acampamento, e todos os midianitas fugiam correndo e gritando. 22 Quando as trezentas trombetas soaram, o Senhor fez que em todo o acampamento os homens se voltassem uns contra os outros com as suas espadas. Mas muitos fugiram para Bete-Sita, na direção de Zererá, até a fronteira de Abel-Meolá, perto de Tabate. Foram, pois, convocados todos os homens de Efraim, e eles ocuparam as águas do Jordão até Bete-Bara. 23 Os israelitas de Naftali, de Aser e de todo o Manassés foram convocados, e perseguiram os midianitas. 24 Gideão enviou mensageiros a todos os montes de Efraim, dizendo: "Desçam para atacar os midianitas e cerquem as águas do Jordão à frente deles até Bete-Bara". 25 Eles prenderam dois líderes midianitas, Orebe e Zeebe. Mataram Orebe na rocha de Orebe e Zeebe no tanque de prensar uvas de Zeebe. E, depois de perseguir os midianitas, trouxeram a cabeça de Orebe e a de Zeebe a Gideão, que estava do outro lado do Jordão.

Números 33 O percurso do povo no deserto 1 Estas são as jornadas dos israelitas quando saíram do Egito, organizados segundo as suas divisões, sob a liderança de Moisés e Arão.
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Números 33 O percurso do povo no deserto 1 Estas são as jornadas dos israelitas quando saíram do Egito, organizados segundo as suas divisões, sob a liderança de Moisés e Arão. 2 Por ordem do Senhor Moisés registrou as etapas da jornada deles. Esta foi a jornada deles, por etapas: 3 Os israelitas partiram de Ramessés no décimo quinto dia do primeiro mês, no dia seguinte ao da Páscoa. Saíram, marchando desafiadoramente à vista de todos os egípcios, 4 enquanto estes sepultavam o primeiro filho de cada um deles, que o Senhor matou. O Senhor impôs castigo aos seus deuses. 5 Os israelitas partiram de Ramessés e acamparam em Sucote. 6 Partiram de Sucote e acamparam em Etã, nos limites do deserto. 7 Partiram de Etã, voltaram para Pi-Hairote, a leste de Baal-Zefom, e acamparam perto de Migdol. 8 Partiram de Pi-Hairote e atravessaram o mar, chegando ao deserto, e, depois de viajarem três dias no deserto de Etã, acamparam em Mara. 9 Partiram de Mara e foram para Elim, onde havia doze fontes e setenta palmeiras, e acamparam ali. 10 Partiram de Elim e acamparam junto ao mar Vermelho. 11 Partiram do mar Vermelho e acamparam no deserto de Sim. 12 Partiram do deserto de Sim e acamparam em Dofca. 13 Partiram de Dofca e acamparam em Alus. 14 Partiram de Alus e acamparam em Refidim, onde não havia água para o povo beber. 15 Partiram de Refidim e acamparam no deserto do Sinai. 16 Partiram do deserto do Sinai e acamparam em Quibrote-Hataavá. 17 Partiram de Quibrote-Hataavá e acamparam em Hazerote. 18 Partiram de Hazerote e acamparam em Ritmá. 19 Partiram de Ritmá e acamparam em Rimom-Perez. 20 Partiram de Rimom-Perez e acamparam em Libna. 21 Partiram de Libna e acamparam em Rissa. 22 Partiram de Rissa e acamparam em Queelata. 23 Partiram de Queelata e acamparam no monte Séfer. 24 Partiram do monte Séfer e acamparam em Harada. 25 Partiram de Harada e acamparam em Maquelote. 26 Partiram de Maquelote e acamparam em Taate. 27 Partiram de Taate e acamparam em Terá. 28 Partiram de Terá e acamparam em Mitca. 29 Partiram de Mitca e acamparam em Hasmona. 30 Partiram de Hasmona e acamparam em Moserote. 31 Partiram de Moserote e acamparam em Bene-Jaacã. 32 Partiram de Bene-Jaacã e acamparam em Hor-Gidgade. 33 Partiram de Hor-Gidgade e acamparam em Jotbatá. 34 Partiram de Jotbatá e acamparam em Abrona. 35 Partiram de Abrona e acamparam em Eziom-Geber. 36 Partiram de Eziom-Geber e acamparam em Cades, no deserto de Zim. 37 Partiram de Cades e acamparam no monte Hor, na fronteira de Edom. 38 Por ordem do Senhor, o sacerdote Arão subiu o monte Hor, onde morreu no primeiro dia do quinto mês do quadragésimo ano depois que os israelitas saíram do Egito. 39 Arão tinha cento e vinte e três anos de idade quando morreu no monte Hor. 40 O rei cananeu de Arade, que vivia no Neguebe, na terra de Canaã, soube que os israelitas estavam chegando. 41 Eles partiram do monte Hor e acamparam em Zalmona. 42 Partiram de Zalmona e acamparam em Punom. 43 Partiram de Punom e acamparam em Obote. 44 Partiram de Obote e acamparam em Ijé-Abarim, na fronteira de Moabe. 45 Partiram de Ijim e acamparam em Dibom-Gade. 46 Partiram de Dibom-Gade e acamparam em Almom-Diblataim. 47 Partiram de Almom-Diblataim e acamparam nos montes de Abarim, defronte de Nebo. 48 Partiram dos montes de Abarim e acamparam nas campinas de Moabe junto ao Jordão, frente a Jericó. 49 Nas campinas de Moabe eles acamparam junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim. 50 Nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, frente a Jericó, o Senhor disse a Moisés: 51 "Diga aos israelitas: Quando vocês atravessarem o Jordão para entrar em Canaã, 52 expulsem da frente de vocês todos os habitantes da terra. Destruam todas as imagens esculpidas e todos os ídolos fundidos, e derrubem todos os altares idólatras deles. 53 Apoderem-se da terra e instalem-se nela, pois eu dei a vocês a terra para que dela tomem posse. 54 Distribuam a terra por sorteio, de acordo com os seus clãs. Aos clãs maiores vocês darão uma herança maior, e aos menores, uma herança menor. Cada clã receberá a terra que lhe cair por sorte. Distribuam-na entre as tribos dos seus antepassados. 55 "Se, contudo, vocês não expulsarem os habitantes da terra, aqueles que vocês permitirem ficar se tornarão farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Eles causarão problemas para vocês na terra em que vocês irão morar. 56 Então farei a vocês o mesmo que planejo fazer a eles".

Neemias 11 Os novos habitantes de Jerusalém 1 Os líderes do povo passaram a morar em Jerusalém, e o restante do povo fez um sorteio para que, de cada dez pessoas, uma viesse morar em Jerusalém, a santa cidade; as outras nove deveriam ficar em suas próprias cidades.
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Neemias 11 Os novos habitantes de Jerusalém 1 Os líderes do povo passaram a morar em Jerusalém, e o restante do povo fez um sorteio para que, de cada dez pessoas, uma viesse morar em Jerusalém, a santa cidade; as outras nove deveriam ficar em suas próprias cidades. 2 O povo abençoou todos os homens que se apresentaram voluntariamente para morar em Jerusalém. 3 Alguns israelitas, sacerdotes, levitas, servos do templo e descendentes dos servos de Salomão viviam nas cidades de Judá, cada um em sua propriedade. Estes são os líderes da província que passaram a morar em Jerusa­lém 4 (além deles veio gente tanto de Judá quanto de Benjamim viver em Jerusalém): Entre os descendentes de Judá: Ataías, filho de Uzias, neto de Zacari­as, bisneto de Amarias; Amarias era filho de Sefatias e neto de Maalaleel, descendente de Perez. 5 Maaseias, filho de Baruque, neto de Col-Hozé, bisneto de Hazaías; Hazaías era filho de Adaías, neto de Joiaribe e bisneto de Zacarias, descendente de Selá. 6 Os descenden­tes de Perez que viviam em Jerusalém totali­zavam 468 homens de destaque. 7 Entre os descendentes de Benjamim: Salu, filho de Mesulão, neto de Joede, bisneto de Pedaías; Pedaías era filho de Cola­ías, neto de Maaseias, bisneto de Itiel, tetra­neto de Jesaías; 8 os seguidores de Salu, Gabai e Salai totalizavam 928 homens. 9 Joel, filho de Zicri, era o oficial superior entre eles, e Judá, filho de Hassenua, era responsável pelo segundo distrito da cidade. 10 Entre os sacerdotes: 11 Seraías, filho de Hilquias, neto de Mesulão, bisneto de Zadoque - Zadoque era filho de Meraiote, neto de Aitube, supervisor da casa de Deus - 12 e seus colegas, que faziam o traba­lho do templo, totalizavam 822 homens. Ada­ías, filho de Jeroão, neto de Pelaías, bisneto de Anzi - Anzi era filho de Zacarias, neto de Pasur, bisneto de Malquias - 13 e seus cole­gas, que eram chefes de famílias, totalizavam 242 homens. Amassai, filho de Azareel, neto de Azai, bisneto de Mesilemote, tetraneto de Imer, 14 Jedaías, filho de Joiaribe; Jaquim; e os seus colegas, que eram homens de destaque, totalizavam 128. O oficial superior deles era Zabdiel, filho de Gedolim. 15 Entre os levitas: 16 Sabetai e Jozabade, dois dos líderes dos levitas, encarregados do trabalho externo do templo de Deus; 17 Matanias, filho de Mica, neto de Zabdi, bisneto de Asafe, o dirigente que conduzia as ações de graças e as orações; Baquebuquias, o segundo entre os seus colegas e Abda, filho de Samua, neto de Galal, bisne­to de Jedutum. 18 Semaías, filho de Hassube, neto de Azricão, bisneto de Hasabias, tetraneto de Buni; Os levitas totalizavam 284 na cidade santa. 19 Os porteiros: Acube, Talmom e os homens dos seus clãs, que guardavam as portas, eram 172. 20 Os demais israelitas, incluindo os sacerdotes e os levitas, estavam em todas as cidades de Judá, cada um na propriedade de sua herança. 21 Os que prestavam serviço no templo moravam na colina de Ofel, e Zia e Gispa estavam encarregados deles. 22 O oficial superior dos levitas em Jerusalém era Uzi, filho de Bani, neto de Hasabias, bisneto de Matanias, tetraneto de Mica. Uzi era um dos descendentes de Asafe, que eram responsáveis pela música do templo de Deus. 23 Eles estavam sujeitos às prescri­ções do rei, que regulamentavam suas ativida­des diárias. 24 Petaías, filho de Mesezabel, descen­dente de Zerá, filho de Judá, representava o rei nas questões de ordem civil. 25 Alguns do povo de Judá foram morar em Quiriate-Arba e seus povoados, em Dibom e seus povoados, em Jecab­zeel e seus povoados, 26 em Jesua, em Moladá, em Bete-Pelete, 27 em Hazar-Sual, em Berseba e seus povoados, 28 em Ziclague, em Meconá e seus povoados, 29 em En-Rimom, em Zorá, em Jarmute, 30 em Zanoa, em Adulão e seus povoados, em Laquis e seus arredores, e em Azeca e seus povoados. Eles se estabele­ceram desde Berseba até o vale de Hinom. 31 Os descendentes dos benjamitas foram viver em Geba, Micmás, Aia, Betel e seus povoados, 32 em Anatote, Nobe e Ananias, 33 Hazor, Ramá e Gitaim, 34 Hadide, Zeboim e Nebalate, 35 Lode e Ono, e no vale dos Arte­sãos. 36 Alguns grupos dos levitas de Judá se estabeleceram em Benjamim.

Neemias 4 Oposição à reconstrução 1 Quando Sambalate soube que está­vamos reconstruindo o muro, ficou furioso. Ridicularizou os judeus
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Neemias 4 Oposição à reconstrução 1 Quando Sambalate soube que está­vamos reconstruindo o muro, ficou furioso. Ridicularizou os judeus 2 e, na presença de seus compatriotas e dos poderosos de Sama­ria, disse: "O que aqueles frágeis judeus estão fazendo? Será que vão restaurar o seu muro? Irão oferecer sacrifícios? Irão terminar a obra num só dia? Será que vão conseguir ressusci­tar pedras de construção daqueles montes de entulho e de pedras queimadas?" 3 Tobias, o amonita, que estava ao seu lado, completou: "Pois que construam! Basta que uma raposa suba lá, para que esse muro de pedras desabe!" 4 Ouve-nos, ó Deus, pois estamos sendo desprezados. Faze cair sobre eles a zombaria. E sejam eles levados prisioneiros como despojo para outra terra. 5 Não perdoes os seus pecados nem apagues as suas malda­des, pois provocaram a tua ira diante dos construtores. 6 Nesse meio tempo fomos reconstruin­do o muro, até que em toda a sua extensão chegamos à metade da sua altura, pois o povo estava totalmente dedicado ao trabalho. 7 Quando, porém, Sambalate, Tobias, os árabes, os amonitas e os homens de Asdode souberam que os reparos nos muros de Jerusa­lém tinham avançado e que as brechas esta­vam sendo fechadas, ficaram furiosos. 8 Todos juntos planejaram atacar Jerusalém e causar confusão. 9 Mas nós oramos ao nosso Deus e colocamos guardas de dia e de noite para proteger-nos deles. 10 Enquanto isso, o povo de Judá come­çou a dizer: "Os trabalhadores já não têm mais forças e ainda há muito entulho. Por nós mesmos não conseguiremos reconstruir o muro". 11 E os nossos inimigos diziam: "Antes que descubram qualquer coisa ou nos vejam, estaremos bem ali no meio deles; vamos matá-los e acabar com o trabalho deles". 12 Os judeus que moravam perto deles dez vezes nos preveniram: "Para onde quer que vocês se virarem, saibam que seremos atacados de todos os lados". 13 Por isso posicionei alguns do povo atrás dos pontos mais baixos do muro, nos lugares abertos, divididos por famílias, arma­dos de espadas, lanças e arcos. 14 Fiz uma rápida inspeção e imediatamente disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não tenham medo deles. Lembrem-se de que o Senhor é grande e temível e lutem por seus irmãos, por seus filhos e por suas filhas, por suas mulheres e por suas casas. 15 Quando os nossos inimigos descobri­ram que sabíamos de tudo e que Deus tinha frustrado a sua trama, todos nós voltamos para o muro, cada um para o seu trabalho. 16 Daquele dia em diante, enquanto a metade dos meus homens fazia o trabalho, a outra metade permanecia armada de lanças, escudos, arcos e couraças. Os oficiais davam apoio a todo o povo de Judá 17 que estava construindo o muro. Aqueles que transporta­vam material faziam o trabalho com uma das mãos e com a outra seguravam uma arma, 18 e cada um dos construtores trazia na cintura uma espada enquanto trabalhava; e comigo ficava um homem pronto para tocar a trombeta. 19 Então eu disse aos nobres, aos oficia­is e ao restante do povo: A obra é grande e extensa, e estamos separados, distantes uns dos outros, ao longo do muro. 20 Do lugar de onde ouvirem o som da trombeta, juntem-se a nós ali. Nosso Deus lutará por nós! 21 Dessa maneira prosseguimos o trabalho com metade dos homens empunhan­do espadas desde o raiar da alvorada até o cair da tarde. 22 Naquela ocasião, eu também disse ao povo: Cada um de vocês e o seu ajudante devem ficar à noite em Jerusalém, para que possam servir de guarda à noite e trabalhar durante o dia. 23 Eu, os meus ir­mãos, os meus homens de confiança e os guardas que estavam comigo nem tirávamos a roupa, e cada um permanecia de arma na mão.