Pular para o conteúdo

Frases de Bíblia

595 frases

Juízes 4 Débora 1 Depois da morte de Eúde, mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova.
Continuar lendo

Juízes 4 Débora 1 Depois da morte de Eúde, mais uma vez os israelitas fizeram o que o Senhor reprova. 2 Assim o Senhor os entregou nas mãos de Jabim, rei de Canaã, que reinava em Hazor. O comandante do seu exército era Sísera, que habitava em Harosete-Hagoim. 3 Os israelitas clamaram ao Senhor, porque Jabim, que tinha novecentos carros de ferro, os havia oprimido cruelmente durante vinte anos. 4 Débora, uma profetisa, mulher de Lapidote, liderava Israel naquela época. 5 Ela se sentava debaixo da tamareira de Débora, entre Ramá e Betel, nos montes de Efraim, e os israelitas a procuravam, para que ela decidisse as suas questões. 6 Débora mandou chamar Baraque, filho de Abinoão, de Quedes, em Naftali, e lhe disse: "O Senhor, o Deus de Israel, ordena a você que reúna dez mil homens de Naftali e Zebulom e vá ao monte Tabor. 7 Ele fará que Sísera, o comandante do exército de Jabim, vá atacá-lo, com seus carros de guerra e tropas, junto ao rio Quisom, e os entregará em suas mãos". 8 Baraque disse a ela: "Se você for comigo, irei; mas, se não for, não irei". 9 Respondeu Débora: "Está bem, irei com você. Mas saiba que, por causa do seu modo de agir, a honra não será sua; porque o Senhor entregará Sísera nas mãos de uma mulher". Então Débora foi a Quedes com Baraque, 10 onde ele convocou Zebulom e Naftali. Dez mil homens o seguiram, e Débora também foi com ele. 11 Ora, o queneu Héber se havia separado dos outros queneus, descendentes de Hobabe, sogro de Moisés, e tinha armado sua tenda junto ao carvalho de Zaanim, perto de Quedes. 12 Quando disseram a Sísera que Baraque, filho de Abinoão, tinha subido o monte Tabor, 13 Sísera reuniu seus novecentos carros de ferro e todos os seus soldados, de Harosete-Hagoim ao rio Quisom. 14 E Débora disse também a Baraque: "Vá! Este é o dia em que o Senhor entregou Sísera em suas mãos. O Senhor está indo à sua frente!" Então Baraque desceu o monte Tabor, seguido por dez mil homens. 15 Diante do avanço de Baraque, o Senhor derrotou Sísera e todos os seus carros de guerra e o seu exército ao fio da espada, e Sísera desceu do seu carro e fugiu a pé. 16 Baraque perseguiu os carros de guerra e o exército até Harosete-Hagoim. Todo o exército de Sísera caiu ao fio da espada; não sobrou um só homem. 17 Sísera, porém, fugiu a pé para a tenda de Jael, mulher do queneu Héber, pois havia paz entre Jabim, rei de Hazor, e o clã do queneu Héber. 18 Jael saiu ao encontro de Sísera e o convidou: "Venha, entre na minha tenda, meu senhor. Não tenha medo!" Ele entrou, e ela o cobriu com um pano. 19 "Estou com sede", disse ele. "Por favor, dê-me um pouco de água." Ela abriu uma vasilha de leite feita de couro, deu-lhe de beber, e tornou a cobri-lo. 20 E Sísera disse à mulher: "Fique à entrada da tenda. Se alguém passar e perguntar se há alguém aqui, responda que não". 21 Entretanto, Jael, mulher de Héber, apanhou uma estaca da tenda e um martelo e aproximou-se silenciosamente enquanto ele, exausto, dormia um sono profundo. E cravou-lhe a estaca na têmpora até penetrar o chão, e ele morreu. 22 Baraque passou à procura de Sísera, e Jael saiu ao seu encontro. "Venha", disse ela, "eu mostrarei a você o homem que você está procurando." E entrando ele na tenda, viu ali caído Sísera, morto, com a estaca atravessada nas têmporas. 23 Naquele dia, Deus subjugou Jabim, o rei cananeu, perante os israelitas. 24 E os israelitas atacaram cada vez mais a Jabim, o rei cananeu, até que eles o destruíram.

Juízes 18 A tribo de Dan estabelece-se em Laís 1 Naquela época, não havia rei em Israel, e a tribo de Dã estava procurando um local onde se estabelecer, pois ainda não tinha recebido herança entre as tribos de Israel.
Continuar lendo

Juízes 18 A tribo de Dan estabelece-se em Laís 1 Naquela época, não havia rei em Israel, e a tribo de Dã estava procurando um local onde se estabelecer, pois ainda não tinha recebido herança entre as tribos de Israel. 2 Então enviaram cinco guerreiros de Zorá e de Estaol para espionarem a terra e explorá-la. Esses homens representavam todos os clãs da tribo. Disseram-lhes: "Vão, explorem a terra". Os homens chegaram aos montes de Efraim e foram à casa de Mica, onde passaram a noite. 3 Quando estavam perto da casa de Mica, reconheceram a voz do jovem levita; aproximaram-se e lhe perguntaram: "Quem o trouxe para cá? O que você está fazendo neste lugar? Por que você está aqui?" 4 O jovem lhes contou o que Mica fizera por ele, e disse: "Ele me contratou, e eu sou seu sacerdote". 5 Então eles lhe pediram: "Pergunte a Deus se a nossa viagem será bem-sucedida". 6 O sacerdote lhes respondeu: "Vão em paz. Sua viagem tem a aprovação do Senhor". 7 Os cinco homens partiram e chegaram a Laís, onde viram que o povo vivia em segurança, como os sidônios, despreocupado e tranquilo, e gozava prosperidade, pois a sua terra não lhe deixava faltar nada. Viram também que o povo vivia longe dos sidônios e não tinha relações com nenhum outro povo. 8 Quando voltaram a Zorá e a Estaol, seus irmãos lhes perguntaram: "O que descobriram?" 9 Eles responderam: "Vamos atacá-los! Vimos que a terra é muito boa. Vocês vão ficar aí sem fazer nada? Não hesitem em ir apossar-se dela. 10 Chegando lá, vocês encontrarão um povo despreocupado e uma terra espaçosa que Deus pôs nas mãos de vocês, terra onde não falta coisa alguma!" 11 Então seiscentos homens da tribo de Dã partiram de Zorá e de Estaol, armados para a guerra. 12 Na viagem armaram acampamento perto de Quiriate-Jearim, em Judá. É por isso que até hoje o local, a oeste de Quiriate-Jearim, é chamado Maané-Dã. 13 Dali foram para os montes de Efraim e chegaram à casa de Mica. 14 Os cinco homens que haviam espionado a terra de Laís disseram a seus irmãos: "Vocês sabiam que numa dessas casas há um manto sacerdotal, ídolos da família, uma imagem esculpida e um ídolo de metal? Agora vocês sabem o que devem fazer". 15 Então eles se aproximaram e foram à casa do jovem levita, à casa de Mica, e o saudaram. 16 Os seiscentos homens de Dã, armados para a guerra, ficaram junto à porta. 17 Os cinco homens que haviam espionado a terra entraram e apanharam a imagem, o manto sacerdotal, os ídolos da família e o ídolo de metal, enquanto o sacerdote e os seiscentos homens armados permaneciam à porta. 18 Quando os homens entraram na casa de Mica e apanharam a imagem, o manto sacerdotal, os ídolos da família e o ídolo de metal, o sacerdote lhes perguntou: "Que é que vocês estão fazendo?" 19 Eles lhe responderam: "Silêncio! Não diga nada. Venha conosco, e seja nosso pai e sacerdote. Não será melhor para você servir como sacerdote uma tribo e um clã de Israel do que apenas a família de um só homem?" 20 Então o sacerdote se alegrou, apanhou o manto sacerdotal, os ídolos da família e a imagem esculpida e se juntou à tropa. 21 Pondo os seus filhos, os seus animais e os seus bens na frente deles, partiram de volta. 22 Quando já estavam a certa distância da casa, os homens que moravam perto de Mica foram convocados e alcançaram os homens de Dã. 23 Como vinham gritando atrás deles, estes se voltaram e perguntaram a Mica: "Qual é o seu problema? Por que convocou os seus homens para lutar?" 24 Ele respondeu: "Vocês estão levando embora os deuses que fiz e o meu sacerdote. O que me sobrou? Como é que ainda podem perguntar: 'Qual é o seu problema?' " 25 Os homens de Dã responderam: "Não discuta conosco, senão alguns homens de temperamento violento o atacarão, e você e a sua família perderão a vida". 26 E assim os homens de Dã seguiram seu caminho. Vendo que eles eram fortes demais para ele, Mica virou-se e voltou para casa. 27 Os homens de Dã levaram o que Mica fizera e o seu sacerdote, e foram para Laís, lugar de um povo pacífico e despreocupado. Eles mataram todos ao fio da espada e queimaram a cidade. Os homens de Dã reconstruíram a cidade e se estabeleceram nela. 28 Não houve quem os livrasse, pois viviam longe de Sidom e não tinham relações com nenhum outro povo. A cidade ficava num vale que se estende até Bete-Reobe. 29 Deram à cidade anteriormente chamada Laís o nome de Dã, em homenagem a seu antepassado Dã, filho de Israel. 30 Eles levantaram para si o ídolo, e Jônatas, filho de Gérson, neto de Moisés, e os seus filhos foram sacerdotes da tribo de Dã até que o povo foi para o exílio. 31 Ficaram com o ídolo feito por Mica durante todo o tempo em que o santuário de Deus esteve em Siló.

2 Samuel 14 Absalão volta a Jerusalém 1 Joabe, filho de Zeruia, percebendo que o rei estava com saudade de Absalão,
Continuar lendo

2 Samuel 14 Absalão volta a Jerusalém 1 Joabe, filho de Zeruia, percebendo que o rei estava com saudade de Absalão, 2 man­dou buscar uma mulher astuta em Tecoa, e lhe disse: "Fin­ja que está de luto: vista-se de preto e não se perfume. Aja como uma mulher que há algum tempo está de luto. 3 Vá dizer ao rei estas palavras", e a instruiu sobre o que ela deveria dizer. 4 Quando a mulher apresentou-se ao rei, prostrou-se com o rosto em terra, em sinal de respeito, e lhe disse: "Ajuda-me, ó rei!" 5 "Qual é o seu problema?", perguntou-lhe o rei, e ela respondeu: "Sou viúva, meu marido morreu, 6 deixando-me com dois filhos. Eles brigaram no campo e, não havendo ninguém para separá-los, um acabou matando o outro. 7 Agora, todo o clã levantou-se contra a tua serva, exigindo: 'Entregue o assassino, para que o matemos pela vida do irmão, e nos livremos também do herdeiro'. Eles querem apagar a última centelha que me restou, deixando meu marido sem nome nem descendência na face da terra". 8 O rei disse à mulher: "Vá para casa. Eu mandarei que cuidem do seu caso". 9 Mas a mulher de Tecoa lhe disse: "Ó rei, meu senhor, é sobre mim e sobre a família de meu pai que pesará a iniquidade; não pesa culpa sobre o rei e sobre o seu trono". 10 O rei respondeu: "Se alguém ameaçá-la, traga-o a mim, e ele não mais a incomodará". 11 Ela acrescentou: "Peço então ao rei que, em nome do Senhor, o seu Deus, não permita que o vingador da vítima cause maior destruição, matando meu outro filho". E disse ele: "Eu juro pelo nome do Senhor: Nem um só fio de cabelo da cabeça de seu filho cairá". 12 Disse-lhe ainda a mulher: "Permite que a tua serva fale mais uma coisa ao rei, meu se­nhor". "Fale", respondeu ele. 13 Disse então a mulher: "Por que terá o rei agido contra o povo de Deus? O rei está se condenando com o que acaba de dizer, pois não permitiu a volta do que foi banido. 14 Que teremos que morrer um dia, é tão certo como não se pode recolher a água que se espalhou pela terra. Mas Deus não tira a vida; ao contrário, cria meios para que o banido não permaneça afastado dele. 15 "E eu vim falar sobre isso ao rei, meu senhor, porque o povo me ameaçou. Tua serva pensou que, se falasse com o rei, talvez ele atendesse ao seu pedido 16 e concordasse em livrar a sua serva das mãos do homem que está tentando eliminar tanto a mim como a meu filho da herança que Deus nos deu. 17 "E agora a tua serva diz: Traga-me descanso a decisão do rei, o meu senhor; pois o rei, meu senhor, é como um anjo de Deus, capaz de discernir entre o bem e o mal. Que o Senhor, o teu Deus, esteja contigo!" 18 Então o rei disse à mulher: "Não me esconda nada do que vou perguntar". "Fale o rei, meu senhor", disse a mulher. 19 O rei perguntou: "Não é Joabe que está por trás de tudo isso?" A mulher respondeu: "Juro por tua vida, ó rei, ninguém é capaz de desviar-se para a direita ou para a esquerda do que ­tu dizes. Sim, foi o teu servo Joabe que me mandou aqui para dizer tudo isso. 20 O teu servo Joabe agiu assim para mudar essa situação. Mas o meu senhor é sábio como um anjo de Deus, e nada lhe escapa de tudo o que acontece no país". 21 Depois o rei disse a Joabe: "Muito bem, atenderei a esse pedido. Vá e traga de volta o jovem Absalão". 22 Joabe prostrou-se com o rosto em terra, aben­çoou o rei e disse: "Hoje o teu servo ficou sabendo que o vês com bons olhos, pois o rei aten­deu ao pedido de teu servo". 23 Então Joabe foi a Gesur e trouxe Absalão de volta para Jerusalém. 24 Mas o rei disse: "Ele irá para a casa dele; não virá à minha presença". Assim, Absalão foi para a sua casa e não compareceu mais à presença do rei. 25 Em todo o Israel não havia homem tão elogiado por sua beleza como Absalão. Da cabeça aos pés não havia nele nenhum defeito. 26 Sem­pre que o cabelo lhe ficava pesado demais, ele o cortava e o pesava: eram dois quilos e quatrocentos gramas, segundo o padrão do rei. 27 Ele teve três filhos e uma filha, chamada Tamar, que se tornou uma linda mulher. 28 Absalão morou dois anos em Jerusalém sem ser recebido pelo rei. 29 Então mandou chamar Joabe para enviá-lo ao rei, mas Joabe não quis ir. Mandou chamá-lo pela segunda vez, mas ele, novamente, não quis ir. 30 En­tão Absalão disse a seus servos: "Vejam, a propriedade de Joabe é vizinha da minha, e ele tem uma plantação de cevada. Tratem de incendiá-la". E os servos de Absalão puseram fogo na plantação. 31 Então Joabe foi à casa de Absalão e lhe perguntou: "Por que os seus servos puseram fogo na minha propriedade?" 32 Absalão respondeu: "Mandei chamá-lo para enviá-lo ao rei com a seguinte mensagem: Por que voltei de Gesur? Melhor seria que eu lá permanecesse! Quero ser recebido pelo rei; e, se eu for culpado de alguma coisa, que ele mande me matar". 33 Então Joabe foi contar tudo ao rei, que mandou chamar Absalão. Ele entrou e prostrou-se com o rosto em terra, perante o rei. E o rei saudou-o com um beijo.

Salmo 25 1 A ti, Senhor, elevo a minha alma. 2 Em ti confio, ó meu Deus. Não deixes que eu seja humilhado nem que os meus inimigos triunfem sobre mim!
Continuar lendo

Salmo 25 1 A ti, Senhor, elevo a minha alma. 2 Em ti confio, ó meu Deus. Não deixes que eu seja humilhado nem que os meus inimigos triunfem sobre mim! 3 Nenhum dos que esperam em ti ficará decepcionado; decepcionados ficarão aqueles que, sem motivo, agem traiçoeiramente. 4 Mostra-me, Senhor, os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas; 5 guia-me com a tua verdade e ensina-me, pois tu és Deus, meu Salvador, e a minha esperança está em ti o tempo todo. 6 Lembra-te, Senhor, da tua compaixão e da tua misericórdia, que tens mostrado desde a antiguidade. 7 Não te lembres dos pecados e transgressões da minha juventude; conforme a tua misericórdia, lembra-te de mim, pois tu, Senhor, és bom. 8 Bom e justo é o Senhor; por isso mostra o caminho aos pecadores. 9 Conduz os humildes na justiça e lhes ensina o seu caminho. 10 Todos os caminhos do Senhor são amor e fidelidade para com os que cumprem os preceitos da sua aliança. 11 Por amor do teu nome, Senhor, perdoa o meu pecado, que é tão grande! 12 Quem é o homem que teme o Senhor? Ele o instruirá no caminho que deve seguir. 13 Viverá em prosperidade, e os seus descendentes herdarão a terra. 14 O Senhor confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança. 15 Os meus olhos estão sempre voltados para o Senhor, pois só ele tira os meus pés da armadilha. 16 Volta-te para mim e tem misericórdia de mim, pois estou só e aflito. 17 As angústias do meu coração se multiplicaram; liberta-me da minha aflição. 18 Olha para a minha tribulação e o meu sofrimento, e perdoa todos os meus pecados. 19 Vê como aumentaram os meus inimigos e com que fúria me odeiam! 20 Guarda a minha vida e livra-me! Não me deixes decepcionado, pois eu me refugio em ti. 21 Que a integridade e a retidão me protejam, porque a minha esperança está em ti. 22 Ó Deus, liberta Israel de todas as suas aflições!

1 Crônicas 26 Os porteiros 1 Esta é a relação dos grupos dos porteiros: Dos coreítas, Meselemias, filho de Coré, da família de Asafe.
Continuar lendo

1 Crônicas 26 Os porteiros 1 Esta é a relação dos grupos dos porteiros: Dos coreítas, Meselemias, filho de Coré, da família de Asafe. 2 Foram estes os filhos de Meselemias: Zacarias, o primeiro; Jediael, o segundo; Zebadias, o terceiro; Jatniel, o quarto; 3 Elão, o quinto; Joanã, o sexto; e Elioenai, o sétimo. 4 Foram estes os filhos de Obede-Edom: Semaías, o primeiro; Jeozabade, o segundo; Joá, o terceiro; Sacar, o quarto; Natanael, o quinto; 5 Amiel, o sexto; Issacar, o sétimo; e Peuletai, o oitavo. Pois Deus havia abençoado Obede-Edom. 6 Seu filho Semaías também teve filhos, que foram líderes na família do seu pai, pois eram homens capazes. 7 Foram estes os filhos de Semaías: Otni, Rafael, Obede e Elzabade. Os parentes dele, Eliú e Semaquias, também foram homens capazes. 8 Todos esses foram descendentes de Obede-Edom; eles e os seus filhos e parentes eram capazes e aptos para a obra. Eram ao todo 62 descendentes de Obede-Edom. 9 Meselemias teve 18 filhos e parentes chegados, todos eles homens capazes. 10 Foram estes os filhos de Hosa, o merarita: Sinri, que foi nomeado chefe por seu pai, mesmo não sendo o mais velho; 11 Hilquias, o segundo; Tebalias, o terceiro; e Zacarias, o quarto. Os filhos e parentes de Hosa foram 13 ao todo. 12 Essas foram as divisões dos porteiros, feitas pelos chefes deles; eles cumpriam tarefas no serviço do templo do Senhor, assim como seus parentes. 13 Lançaram sortes entre as famílias, incluindo jovens e velhos, para que cuidassem de cada porta. 14 A porta leste coube a Selemias. Então lançaram sortes para seu filho Zacarias, sábio conselheiro, e a porta norte foi sorteada para ele. 15 A sorte da porta sul saiu para Obede-Edom, e a do depósito, para seus filhos. 16 A sorte da porta oeste e da porta Salequete, na rua de cima, saiu para Supim e Hosa. Os guardas ficavam um ao lado do outro. 17 Havia seis levitas por dia no leste, quatro no norte, quatro no sul e dois de cada vez no depósito. 18 Quanto ao pátio a oeste, havia quatro na rua e dois no próprio pátio. 19 Foram essas as divisões dos porteiros, descendentes de Coré e Merari. Os tesoureiros e outros oficiais 20 Outros dos seus irmãos levitas estavam encarregados dos depósitos dos tesouros do templo de Deus e do depósito das dádivas sagradas. 21 Os gersonitas, descendentes de Ladã, que eram chefes de famílias pertencentes a Ladã, foram Jeieli 22 e seus filhos Zetã e Joel, seu irmão. Estavam encarregados da tesouraria do templo do Senhor. 23 Dos filhos de Anrão, de Isar, de Hebrom e de Uziel: 24 Sebuel, um descendente de Gérson, filho de Moisés, era o oficial encarregado dos depósitos dos tesouros. 25 Seus parentes por parte de Eliézer foram seu filho Reabias, que foi o pai de Jesaías, o avô de Jorão, o bisavô de Zicri, o trisavô de Selomote. 26 Selomote e seus parentes estavam encarregados de todos os tesouros consagrados pelo rei Davi, pelos chefes de famílias, que eram os comandantes de mil e de cem, e pelos outros líderes do exército. 27 Eles consagravam parte dos despojos tomados em combate para a manutenção do templo do Senhor. 28 E todas as dádivas consagradas pelo vidente Samuel, por Saul, filho de Quis, por Abner, filho de Ner, por Joabe, filho de Zeruia, e todas as demais dádivas sagradas estavam sob os cuidados de Selomote e seus parentes. 29 Dos filhos de Isar, Quenanias e seus filhos ficaram responsáveis pelos negócios públicos de Israel, atuando como oficiais e juízes. 30 Dos filhos de Hebrom, Hasabias e seus parentes ficaram responsáveis por todo o trabalho do Senhor e pelo serviço do rei em Israel, a oeste do Jordão; ao todo eram mil e setecentos homens capazes. 31 De acordo com os registros genealógicos das famílias hebronitas, Jerias foi o chefe delas. No ano quarenta do reinado de Davi fez-se uma busca nos registros, e entre os descendentes de Hebrom encontraram-se homens capazes em Jazar de Gileade. 32 Jerias tinha dois mil e setecentos parentes, homens capazes e chefes de famílias, que o rei Davi encarregou de todas as questões pertinentes a Deus e aos negócios do rei nas tribos de Rúben e de Gade, e na metade da tribo de Manassés.

1 Crônicas 18 Vitórias de David 1 Depois disso Davi derrotou os filisteus e os subjugou, e tirou do controle deles a cidade de Gate e seus povoados.
Continuar lendo

1 Crônicas 18 Vitórias de David 1 Depois disso Davi derrotou os filisteus e os subjugou, e tirou do controle deles a cidade de Gate e seus povoados. 2 Davi derrotou também os moabitas, que ficaram sujeitos a ele, pagando-lhe impostos. 3 Além disso, Davi derrotou Hadadezer, rei de Zobá, nas proximidades de Hamate, quando Hadadezer tentava obter o controle na região do rio Eufrates. 4 Davi se apossou de mil dos seus carros de guerra, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Ainda levou cem cavalos de carros de guerra e aleijou todos os outros. 5 Quando os arameus de Damasco vieram ajudar Hadadezer, rei de Zobá, Davi matou vinte e dois mil deles. 6 Em seguida, estabeleceu guarnições militares no reino dos arameus de Damasco, sujeitando-os a lhe pagarem impostos. E o Senhor dava vitórias a Davi em todos os lugares aonde ia. 7 Davi também trouxe para Jerusalém os escudos de ouro usados pelos oficiais de Hadadezer. 8 De Tebá e Cum, cidades que pertenciam a Hadadezer, o rei Davi trouxe grande quantidade de bronze, que Salomão usou para fazer o tanque de bronze, as colunas e vários utensílios. 9 Quando Toú, rei de Hamate, soube que Davi tinha derrotado todo o exército de Hadadezer, rei de Zobá, 10 enviou seu filho Adorão ao rei Davi para saudá-lo e parabenizá-lo por sua vitória na batalha contra Hadadezer, que tinha estado em guerra contra Toú. Com Adorão, mandou todo tipo de utensílios de ouro, de prata e de bronze. 11 O rei Davi consagrou esses utensílios ao Senhor, como fizera com a prata e o ouro tomados de todas estas nações: Edom e Moabe, os amonitas e os filisteus e Amaleque. 12 Abisai, filho de Zeruia, derrotou dezoito mil edomitas no vale do Sal. 13 Depois colocou guarnições militares em Edom, sujeitando todos os edomitas a Davi. O Senhor dava vitórias a Davi em todos os lugares aonde ia. Os oficiais de David 14 Davi reinou sobre todo o Israel, administrando o direito e a justiça a todo o seu povo. 15 Joabe, filho de Zeruia, era comandante do exército; Josafá, filho de Ailude, era o arquivista real; 16 Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes; Sausa era secretário; 17 Benaia, filho de Joiada, comandava os queretitas e os peletitas; e os filhos do rei Davi eram seus principais oficiais.

Números 23 A primeira profecia de Balaão 1 Balaão disse a Balaque: "Construa para mim aqui sete altares e prepare-me sete novilhos e sete carneiros".
Continuar lendo

Números 23 A primeira profecia de Balaão 1 Balaão disse a Balaque: "Construa para mim aqui sete altares e prepare-me sete novilhos e sete carneiros". 2 Balaque fez o que Balaão pediu, e os dois ofereceram um novilho e um carneiro em cada altar. 3 E Balaão disse a Balaque: "Fique aqui junto ao seu holocausto, enquanto eu me retiro. Talvez o Senhor venha ao meu encontro. O que ele me revelar eu contarei a você". E foi para um monte. 4 Deus o encontrou, e Balaão disse: "Preparei sete altares, e em cada altar ofereci um novilho e um carneiro".5 O Senhor pôs uma mensagem na boca de Balaão e disse: "Volte a Balaque e dê-lhe essa mensagem". 6 Ele voltou a Balaque e o encontrou ao lado de seu holocausto, e com ele todos os líderes de Moabe. 7 Então Balaão pronunciou este oráculo: "Balaque trouxe-me de Arã, o rei de Moabe buscou-me nas montanhas do oriente. 'Venha, amaldiçoe a Jacó para mim', disse ele, 'venha, pronuncie ameaças contra Israel!' 8 Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso pronunciar ameaças contra quem o Senhor não quis ameaçar? 9 Dos cumes rochosos eu os vejo, dos montes eu os avisto. Vejo um povo que vive separado e não se considera como qualquer nação. 10 Quem pode contar o pó de Jacó ou o número da quarta parte de Israel? Morra eu a morte dos justos, e seja o meu fim como o deles!" 11 Então Balaque disse a Balaão: "Que foi que você me fez? Eu o chamei para amaldiçoar meus inimigos, mas você nada fez senão abençoá-los!" 12 E ele respondeu: "Será que não devo dizer o que o Senhor põe em minha boca?" A segunda profecia de Balaão 13 Balaque lhe disse: "Venha comigo a outro lugar de onde você poderá vê-los; você verá só uma parte, mas não todos eles. E dali amaldiçoe este povo para mim". 14 Então ele o levou para o campo de Zofim, no topo do Pisga, e ali construiu sete altares e ofereceu um novilho e um carneiro em cada altar. 15 Balaão disse a Balaque: "Fique aqui ao lado de seu holocausto enquanto vou me encontrar com ele ali adiante". 16 Encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma mensagem em sua boca e disse: "Volte a Balaque e dê-lhe essa mensagem". 17 Ele voltou e o encontrou ao lado de seu holocausto, e com ele os líderes de Moabe. Balaque perguntou-lhe: "O que o Senhor disse?" 18 Então ele pronunciou este oráculo: "Levante-se, Balaque, e ouça-me; escute-me, filho de Zipor. 19 Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa. Acaso ele fala e deixa de agir? Acaso promete e deixa de cumprir? 20 Recebi uma ordem para abençoar; ele abençoou, e não o posso mudar. 21 Nenhuma desgraça se vê em Jacó, nenhum sofrimento em Israel. O Senhor, o seu Deus, está com eles; o brado de aclamação do Rei está no meio deles. 22 Deus os está trazendo do Egito; eles têm a força do boi selvagem. 23 Não há magia que possa contra Jacó, nem encantamento contra Israel. Agora se dirá de Jacó e de Israel: 'Vejam o que Deus tem feito!' 24 O povo se levanta como leoa; levanta-se como o leão, que não se deita até que devore a sua presa e beba o sangue das suas vítimas". 25 Balaque disse então a Balaão: "Não os amaldiçoe nem os abençoe!" 26 Balaão respondeu: "Não disse a você que devo fazer tudo o que o Senhor disser?" A terceira profecia de Balaão 27 Balaque disse a Balaão: "Venha, deixe-me levá-lo a outro lugar. Talvez Deus se agrade que dali você os amaldiçoe para mim". 28 E Balaque levou Balaão para o topo do Peor, de onde se vê o deserto de Jesimom. 29 Balaão disse a Balaque: "Edifique-me aqui sete altares e prepare-me sete novilhos e sete carneiros". 30 Balaque fez o que Balaão disse e ofereceu um novilho e um carneiro em cada altar.

Salmo 16 1 Protege-me, ó Deus, pois em ti me refugio. 2 Ao Senhor declaro: "Tu és o meu Senhor; não tenho bem nenhum além de ti".
Continuar lendo

Salmo 16 1 Protege-me, ó Deus, pois em ti me refugio. 2 Ao Senhor declaro: "Tu és o meu Senhor; não tenho bem nenhum além de ti". 3 Quanto aos fiéis que há na terra, eles é que são os notáveis em quem está todo o meu prazer. 4 Grande será o sofrimento dos que correm atrás de outros deuses. Não participarei dos seus sacrifícios de sangue, e os meus lábios nem mencionarão os seus nomes. 5 Senhor, tu és a minha porção e o meu cálice; és tu que garantes o meu futuro. 6 As divisas caíram para mim em lugares agradáveis: Tenho uma bela herança! 7 Bendirei o Senhor, que me aconselha; na escura noite o meu coração me ensina! 8 Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele à minha direita, não serei abalado. 9 Por isso o meu coração se alegra e no íntimo exulto; mesmo o meu corpo repousará tranquilo, 10 porque tu não me abandonarás no sepulcro, nem permitirás que o teu santo sofra decomposição. 11 Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.

1 Crônicas 11 David é feito rei sobre Israel 1 Todo o Israel reuniu-se com Davi em Hebrom e disse: "Somos sangue do teu sangue.
Continuar lendo

1 Crônicas 11 David é feito rei sobre Israel 1 Todo o Israel reuniu-se com Davi em Hebrom e disse: "Somos sangue do teu sangue. 2 No passado, mesmo quando Saul era rei, eras tu quem liderava Israel em suas batalhas. E o Senhor, o teu Deus, te disse: 'Você pastoreará Israel, o meu povo, e será o seu governante' ". David conquista Jerusalém 3 Então todas as autoridades de Israel foram ao encontro do rei Davi em Hebrom, onde este fez um acordo com elas perante o Senhor, e ali ungiram Davi rei de Israel, conforme o Senhor havia anunciado por meio de Samuel. 4 Davi e todos os israelitas marcharam para Jerusalém, que é Jebus. Os jebuseus, habitantes da cidade, 5 disseram a Davi: "Você não entrará aqui". No entanto, Davi conquistou a fortaleza de Sião, a Cidade de Davi. 6 Naquele dia Davi disse: "O primeiro que atacar os jebuseus se tornará o comandante do exército". Joabe, filho de Zeruia, foi o primeiro e por isso recebeu o comando do exército. 7 Davi passou a morar na fortaleza e por isso ela foi chamada Cidade de Davi. 8 Ele reconstruiu a cidade ao redor da fortaleza, desde o Milo até os muros ao redor, e Joabe restaurou o restante da cidade. 9 E Davi ia se tornando cada vez mais poderoso, pois o Senhor dos Exércitos estava com ele. Os homens poderosos de David 10 Estes foram os chefes dos principais guerreiros de Davi que, junto com todo o Israel, deram um grande apoio para estender o seu reinado a todo o país, conforme o Senhor havia prometido. 11 Esta é a lista deles: Jasobeão, um hacmonita, chefe dos oficiais; foi ele que, empunhando sua lança, matou trezentos homens numa mesma batalha. 12 Depois, Eleazar, filho de Dodô, de Aoí, um dos três principais guerreiros. 13 Ele estava com Davi na plantação de cevada de Pas-Damim, onde os filisteus se reuniram para a guerra. As tropas israelitas fugiram dos filisteus, 14 mas eles mantiveram sua posição no meio da plantação. Eles a defenderam e feriram os filisteus, e o Senhor lhes deu uma grande vitória. 15 Quando um grupo de filisteus estava acampado no vale de Refaim, três chefes do batalhão dos Trinta foram encontrar Davi na rocha que há perto da caverna de Adulão. 16 Estando Davi nessa fortaleza e o destacamento filisteu em Belém, 17 Davi expressou seu desejo: "Quem me dera me trouxessem água da cisterna que fica junto à porta de Belém!" . 18 Então aqueles três infiltraram-se no acampamento filisteu, tiraram água daquela cisterna e trouxeram-na a Davi. Mas ele se recusou a bebê-la; em vez disso, derramou-a como uma oferta ao Senhor. 19 "Longe de mim fazer isso, ó meu Deus!", disse Davi. "Esta água representa o sangue desses homens que arriscaram a própria vida!" Eles arriscaram a vida para trazê-la. E não quis bebê-la. Foram essas as proezas dos três principais guerreiros. 20 Abisai, o irmão de Joabe, era o chefe do batalhão dos Trinta. Com uma lança enfrentou trezentos homens e matou-os, tornando-se famoso como os três. 21 Foi honrado duas vezes mais do que o batalhão dos Trinta e tornou-se chefe deles, mas nunca igualou-se aos três principais guerreiros. 22 Benaia, filho de Joiada, era um corajoso soldado de Cabzeel e realizou grandes feitos. Matou dois dos melhores guerreiros de Moabe e, num dia de neve, desceu ao fundo de uma cova e matou um leão. 23 Também matou um egípcio de dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Embora o egípcio tivesse na mão uma lança parecida com uma lançadeira de tecelão, Benaia o enfrentou com um cajado. Arrancou a lança da mão do egípcio e com ela o matou. 24 Esses foram os grandes feitos de Benaia, filho de Joiada, que também foi famoso como os três principais guerreiros de Davi. 25 Foi mais honrado do que qualquer dos Trinta, mas nunca se igualou aos três. E Davi lhe deu o comando da sua guarda pessoal. 26 Os outros guerreiros foram: Asael, irmão de Joabe; Elanã, filho de Dodô, de Belém; 27 Samote, de Haror; Helez, de Pelom; 28 Ira, filho de Iques, de Tecoa; Abiezer, de Anatote; 29 Sibecai, de Husate; Ilai, de Aoí; 30 Maarai, de Netofate; Helede, filho de Baaná, de Netofate; 31 Itai, filho de Ribai, de Gibeá de Benjamim; Benaia, de Piratom; 32 Hurai, dos riachos de Gaás; Abiel, de Arbate; 33 Azmavete, de Baurim; Eliaba, de Saalbom; 34 os filhos de Hasém, de Gizom; Jônatas, filho de Sage, de Harar; 35 Aião, filho de Sacar, de Harar; Elifal, filho de Ur; 36 Héfer, de Mequerate; Aías, de Pelom; 37 Hezro, de Carmelo; Naarai, filho de Ezbai; 38 Joel, irmão de Natã; Mibar, filho de Hagri; 39 o amonita Zeleque; Naarai, de Beerote, escudeiro de Joabe, filho de Zeruia; 40 Ira e Garebe, de Jatir; 41 Urias, o hitita; Zabade, filho de Alai; 42 Adina, filho de Siza, de Rúben, chefe dos rubenitas e do batalhão dos Trinta; 43 Hanã, filho de Maaca; Josafá, de Mitene; 44 Uzia, de Asterote; Sama e Jeiel, filhos de Hotão, de Aroer; 45 Jediael, filho de Sinri; seu irmão, Joá, de Tiz; 46 Eliel, de Maave; Jeribai e Josavias, filhos de Elnaão; Itma, um moabita, 47 e Eliel, Obede e Jaasiel, de Mezoba.

2 Samuel 24 David manda fazer um recenseamento 1 Mais uma vez irou-se o Senhor contra Israel e incitou Davi contra o povo, levando-o a fazer um censo de Israel e de Judá.
Continuar lendo

2 Samuel 24 David manda fazer um recenseamento 1 Mais uma vez irou-se o Senhor contra Israel e incitou Davi contra o povo, levando-o a fazer um censo de Israel e de Judá. 2 Então o rei disse a Joabe e aos outros comandantes do exército: "Vão por todas as tribos de Israel, de Dã a Berseba, e contem o povo, para que eu saiba quantos são". 3 Joabe, porém, respondeu ao rei: "Que o Senhor, o teu Deus, multiplique o povo por cem, e que os olhos do rei, meu senhor, o vejam! Mas, por que o rei, meu senhor, deseja fazer isso?" 4 Mas a palavra do rei prevaleceu sobre a de Joabe e sobre a dos comandantes do exército; então eles saíram da presença do rei para contar o povo de Israel. 5 E, atravessando o Jordão, começaram em Aroer, ao sul da cidade, no vale; depois foram para Gade e de lá para Jazar, 6 Gileade e Cades dos hititas, chegaram a Dã-Jaã e às proximidades de Sidom. 7 Dali seguiram na direção da fortaleza de Tiro e de todas as cidades dos heveus e dos cananeus. Por último, foram até Berseba, no Neguebe de Judá. 8 Percorreram todo o país e voltaram a Jerusalém ao fim de nove meses e vinte dias. 9 Então Joabe apresentou ao rei o relatório do recenseamento do povo: havia em Israel oitocentos mil homens habilitados para o serviço militar e, em Judá, quinhentos mil. 10 Depois de contar o povo, Davi sentiu remorso e disse ao Senhor: "Pequei gravemente com o que fiz! Agora, Senhor, eu imploro que perdoes o pecado do teu servo, porque cometi uma grande loucura!" 11 Levantando-se Davi pela manhã, o Senhor já tinha falado a Gade, o vidente dele: 12 "Vá dizer a Davi: Assim diz o Senhor: 'Estou dando a você três opções de punição; escolha uma delas, e eu a executarei contra você' ". 13 Então Gade foi a Davi e lhe perguntou: "O que você prefere: três anos de fome em sua terra; três meses fugindo de seus adversários, que o perseguirão; ou três dias de praga em sua terra? Pense bem e diga-me o que deverei responder àquele que me enviou". 14 Davi respondeu: "É grande a minha angústia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois grande é a sua misericórdia, a cair nas mãos dos homens". 15 Então o Senhor enviou uma praga sobre Israel, desde aquela manhã até a hora que tinha determinado. E morreram setenta mil homens do povo, de Dã a Berseba. 16 Quan­do o anjo estendeu a mão para destruir Jerusalém, o Senhor arrependeu-se de trazer essa catástrofe e disse ao anjo destruidor: "Pare! Já basta!" Naquele momento o anjo do Senhor estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. 17 Ao ver o anjo que estava matando o povo, disse Davi ao Senhor: "Fui eu que pequei e cometi iniquidade. Estes não passam de ovelhas. O que eles fizeram? Que o teu castigo caia sobre mim e sobre a minha família!" David constrói um altar 18 Naquele mesmo dia Gade foi dizer a Davi: "Vá e edifique um altar ao Senhor na eira de Araúna, o jebuseu". 19 Davi foi para lá, em obediência à ordem que Gade tinha dado em nome do Senhor. 20 Quan­do Araúna viu o rei e seus soldados vindo ao encontro dele, saiu e prostrou-se perante o rei com o rosto em terra, 21 e disse: "Por que o meu senhor e rei veio ao teu servo?" Respondeu Davi: "Para comprar sua eira e edificar nela um altar ao Senhor, para que cesse a praga no meio do povo". 22 Araúna disse a Davi: "O meu senhor e rei pode ficar com o que desejar e oferecê-lo em sacrifício. Aqui estão os bois para o holocausto, e o debulhador e o jugo dos bois para a lenha. 23 Ó rei, eu dou tudo isso a ti". E acres­centou: "Que o Senhor, o teu Deus, aceite a tua ofer­ta". 24 Mas o rei respondeu a Araúna: "Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não oferecerei ao Senhor, o meu Deus, holocaustos que não me custem nada"; e comprou a eira e os bois por cinquenta peças de prata. 25 Da­vi edificou ali um altar ao Senhor e ofereceu holocaustos e sacrifícios de comunhão. Então o Senhor aceitou as súplicas em favor da terra e terminou a praga que destruía Israel.

Neemias 8 Esdras lê a lei 1 Quando chegou o sétimo mês e os israelitas tinham se instalado em suas cidades, todo o povo juntou-se como se fosse um só homem na praça, em frente da porta das Águas. Pediram ao escriba Esdras que trou­xesse o Livro da Lei de Moisés, que o Senhor de…
Continuar lendo

Neemias 8 Esdras lê a lei 1 Quando chegou o sétimo mês e os israelitas tinham se instalado em suas cidades, todo o povo juntou-se como se fosse um só homem na praça, em frente da porta das Águas. Pediram ao escriba Esdras que trou­xesse o Livro da Lei de Moisés, que o Senhor dera a Israel. 2 Assim, no primeiro dia do sétimo mês, o sacerdote Esdras trouxe a Lei diante da assembleia, que era constituída de homens e mulheres e de todos os que podiam entender. 3 Ele a leu em alta voz desde o raiar da manhã até o meio-dia, de frente para a praça, em frente da porta das Águas, na presença dos homens, mulheres e de outros que podiam entender. E todo o povo ouvia com atenção a leitura do Livro da Lei. 4 O escriba Esdras estava numa plata­forma elevada, de madeira, construída para a ocasião. Ao seu lado, à direita, estavam Mati­tias, Sema, Anaías, Urias, Hilquias e Maaseias; e à esquerda estavam Pedaías, Misael, Malquias, Hasum, Hasbadana, Zacarias e Mesulão. 5 Esdras abriu o Livro diante de todo o povo, e este podia vê-lo, pois ele estava num lugar mais alto. E, quando abriu o Livro, o povo todo se levantou. 6 Esdras louvou o Senhor, o grande Deus, e todo o povo ergueu as mãos e respondeu: "Amém! Amém!" Então eles adoraram o Senhor, prostrados com o rosto em terra. 7 Os levitas Jesua, Bani, Serebias, Jamim, Acube, Sabetai, Hodias, Maaseias, Quelita, Azarias, Jozabade, Hanã e Pelaías, instruíram o povo na Lei, e todos permaneci­am ali. 8 Leram o Livro da Lei de Deus, interpretando-o e explicando-o, a fim de que o povo entendesse o que estava sendo lido. 9 Então Neemias, o governador, Esdras, o sacerdote e escriba, e os levitas que estavam instruindo o povo disseram a todos: "Este dia é consagrado ao Senhor, o nosso Deus. Nada de tristeza e de choro!" Pois todo o povo estava chorando enquanto ouvia as palavras da Lei. 10 E Neemias acrescentou: "Podem sair, e comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá". 11 Os levitas tranquilizaram todo o povo, dizendo: "Acalmem-se, porque este é um dia santo. Não fiquem tristes!" 12 Então todo o povo saiu para comer, beber, repartir com os que nada tinham prepa­rado e para celebrar com grande alegria, pois agora compreendiam as palavras que lhes foram explicadas. 13 No segundo dia do mês, os chefes de todas as famílias, os sacerdotes e os levitas reuniram-se com o escriba Esdras para estu­darem as palavras da Lei. 14 Descobriram na Lei que o Senhor tinha ordenado, por meio de Moisés, que os israeli­tas deveriam morar em tendas durante a festa do sétimo mês. 15 Por isso anunciaram em todas as suas cidades e em Jerusalém: "Saiam às montanhas e tragam ramos de oliveiras culti­vadas, de oliveiras silvestres, de murtas, de tamareiras e de árvores frondosas, para faze­rem tendas, conforme está escrito". 16 Então o povo saiu e trouxe os ramos, e eles mesmos construíram tendas nos seus terraços, nos seus pátios, nos pátios do templo de Deus e na praça junto à porta das Águas e na que fica junto à porta de Efraim. 17 Todos os que tinham voltado do exílio construíram tendas e moraram nelas. Desde os dias de Josué, filho de Num, até aquele dia, os israeli­tas não tinham celebrado a festa dessa manei­ra. E grande foi a alegria deles. 18 Dia após dia, desde o primeiro até o último dia da festa, Esdras leu o Livro da Lei de Deus. Eles celebraram a festa durante sete dias, e no oitavo dia, conforme o ritual, houve uma reunião solene.

Salmo 15 1 Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? 2 Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo; que de coração fala a verdade
Continuar lendo

Salmo 15 1 Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? 2 Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo; que de coração fala a verdade 3 e não usa a língua para difamar; que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo; 4 que rejeita quem merece desprezo, mas honra os que temem o Senhor; que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado; 5 que não empresta o seu dinheiro visando a algum lucro nem aceita suborno contra o inocente. Quem assim procede nunca será abalado!

Números 32 Rúben e Gad ficam aquém do Jordão 1 As tribos de Rúben e de Gade, donas de numerosos rebanhos, viram que as terras de Jazar e de Gileade eram próprias para a criação de gado.
Continuar lendo

Números 32 Rúben e Gad ficam aquém do Jordão 1 As tribos de Rúben e de Gade, donas de numerosos rebanhos, viram que as terras de Jazar e de Gileade eram próprias para a criação de gado. 2 Por isso foram a Moisés, ao sacerdote Eleazar e aos líderes da comunidade e disseram: 3 "Atarote, Dibom, Jazar, Ninra, Hesbom, Eleale, Sebã, Nebo e Beom, 4 terras que o Senhor subjugou perante a comunidade de Israel, são próprias para a criação de gado, e os seus servos possuem gado". 5 E acrescentaram: "Se podemos contar com o favor de vocês, deixem que essa terra seja dada a estes seus servos como herança. Não nos façam atravessar o Jordão". 6 Moisés respondeu aos homens de Gade e de Rúben: "E os seus compatriotas irão à guerra enquanto vocês ficam aqui? 7 Por que vocês desencorajam os israelitas de entrar na terra que o Senhor lhes deu? 8 Foi isso que os pais de vocês fizeram quando os enviei de Cades-Barneia para verem a terra. 9 Depois de subirem ao vale de Escol e examinarem a terra, desencorajaram os israelitas de entrar na terra que o Senhor lhes tinha dado. 10 A ira do Senhor se acendeu naquele dia, e ele fez este juramento: 11 'Como não me seguiram de coração íntegro, nenhum dos homens de vinte anos para cima que saíram do Egito verá a terra que prometi sob juramento a Abraão, a Isaque e a Jacó, 12 com exceção de Calebe, filho de Jefoné, o quenezeu, e Josué, filho de Num, que seguiram o Senhor com integridade de coração'. 13 A ira do Senhor acendeu-se contra Israel, e ele os fez andar errantes no deserto durante quarenta anos, até que passou toda a geração daqueles que lhe tinham desagradado com seu mau procedimento. 14 "E aí estão vocês, raça de pecadores, pondo-se no lugar dos seus antepassados e acendendo ainda mais a ira do Senhor contra Israel. 15 Se deixarem de segui-lo, de novo ele os abandonará no deserto, e vocês serão o motivo da destruição de todo este povo". 16 Então se aproximaram de Moisés e disseram: "Gostaríamos de construir aqui currais para o nosso gado e cidades para as nossas mulheres e para os nossos filhos. 17 Mas nós nos armaremos e estaremos prontos para ir à frente dos israelitas até que os tenhamos levado ao seu lugar. Enquanto isso, nossas mulheres e nossos filhos morarão em cidades fortificadas para se protegerem dos habitantes da terra. 18 Não retornaremos aos nossos lares enquanto todos os israelitas não receberem a sua herança. 19 Não receberemos herança alguma com eles do outro lado do Jordão, uma vez que a nossa herança nos seja dada no lado leste do Jordão". 20 Disse-lhes Moisés: "Se fizerem isso, se perante o Senhor vocês se armarem para a guerra, 21 e se, armados, todos vocês atravessarem o Jordão perante o Senhor até que ele tenha expulsado os seus inimigos da frente dele, 22 então, quando a terra estiver subjugada perante o Senhor, vocês poderão voltar e estarão livres da sua obrigação para com o Senhor e para com Israel. E esta terra será propriedade de vocês perante o Senhor. 23 "Mas, se vocês não fizerem isso, estarão pecando contra o Senhor; e estejam certos de que vocês não escaparão do pecado cometido. 24 Construam cidades para as suas mulheres e crianças e currais para os seus rebanhos, mas façam o que vocês prometeram". 25 Então os homens de Gade e de Rú­ben disseram a Moisés: "Nós, seus servos, faremos como o meu senhor ordena. 26 Nossos filhos e nossas mulheres, e todos os nossos rebanhos ficarão aqui nas cidades de Gileade. 27 Mas os seus servos, todos os homens armados para a batalha, atravessarão para lutar perante o Senhor, como o meu senhor está dizendo". 28 Moisés deu as seguintes instruções acerca deles ao sacerdote Eleazar, a Josué, filho de Num, e aos chefes de família das tribos israelitas: 29 "Se os homens de Gade e de Rúben, todos eles armados para a batalha, atravessarem o Jordão com vocês perante o Senhor, então, quando a terra for subjugada perante vocês, entreguem-lhes como propriedade a terra de Gileade. 30 Mas, se não atravessarem armados com vocês, terão que aceitar a propriedade deles com vocês em Canaã". 31 Os homens de Gade e de Rúben responderam: "Os seus servos farão o que o Senhor disse. 32 Atravessaremos o Jordão perante o Senhor e entraremos armados em Canaã, mas a propriedade que receberemos como herança estará deste lado do Jordão". Meia-tribo de Manassés fica a oriente do Jordão 33 Então Moisés deu às tribos de Gade e de Rúben e à metade da tribo de Manassés, filho de José, o reino de Seom, rei dos amorreus, e o reino de Ogue, rei de Basã, toda a terra com as suas cidades e o território ao redor delas. 34 A tribo de Gade construiu Dibom, Atarote, Aroer, 35 Atarote-Sofã, Jazar, Jogbeá, 36 Bete-Ninra e Bete-Harã como cidades fortificadas e fez currais para os seus rebanhos. 37 E a tribo de Rúben reconstruiu Hesbom, Eleale e Quiriataim, 38 bem como Nebo e Baal-Meom (esses nomes foram mudados) e Sibma. E deu outros nomes a essas cidades. 39 Os descendentes de Maquir, filho de Manassés, foram a Gileade, tomaram posse dela e expulsaram os amorreus que lá estavam. 40 Então Moisés deu Gileade aos maquiritas, descendentes de Manassés, e eles passaram a habitar ali. 41 Jair, descendente de Manassés, conquistou os povoados deles e os chamou Havote-Jair. 42 E Noba conquistou Quenate e os seus povoados e a chamou Noba, dando-lhe seu próprio nome.

1 Crônicas 19 Guerra contra os amonitas 1 Algum tempo depois, Naás, rei dos amonitas, morreu, e seu filho foi o seu sucessor.
Continuar lendo

1 Crônicas 19 Guerra contra os amonitas 1 Algum tempo depois, Naás, rei dos amonitas, morreu, e seu filho foi o seu sucessor. 2 Davi pensou: "Serei bondoso com Hanum, filho de Naás, porque seu pai foi bondoso comigo". Então Davi enviou uma delegação para transmitir a Hanum seu pesar pela morte do pai. Mas, quando os mensageiros de Davi chegaram à terra dos amonitas para expressar condolências a Hanum, 3 os líderes amonitas lhe disseram: "Achas que Davi está honrando teu pai ao enviar mensageiros para expressar condolências? Não é nada disso! Davi os enviou como espiões para examinar o país e destruí-lo". 4 Então Hanum prendeu os mensageiros de Davi, rapou-lhes a barba, cortou metade de suas roupas até as nádegas, e mandou-os embora. 5 Quando Davi soube disso, enviou mensageiros ao encontro deles, pois haviam sido profundamente humilhados, e mandou dizer-lhes: "Fiquem em Jericó até que a barba cresça e, então, voltem para casa". 6 Vendo Hanum e os amonitas que tinham atraído sobre si o ódio de Davi, alugaram da Mesopotâmia, de Arã Maaca e de Zobá, carros de guerra e condutores de carros, por trinta e cinco toneladas de prata. 7 Alugaram trinta e dois mil carros e seus condutores, contrataram o rei de Maaca com suas tropas, o qual veio e acampou perto de Medeba, e os amonitas foram convocados de suas cidades e partiram para a batalha. 8 Ao saber disso, Davi ordenou a Joabe que marchasse com todo o exército. 9 Os amonitas saíram e se puseram em posição de combate na entrada da cidade, e os reis que tinham vindo posicionaram-se em campo aberto. 10 Vendo Joabe que estava cercado pelas linhas de combate, escolheu alguns dos melhores soldados de Israel e posicionou-os contra os arameus. 11 Pôs o restante dos homens sob o comando de seu irmão Abisai e posicionou-os contra os amonitas. 12 E Joabe disse a Abisai: "Se os arameus forem fortes demais para mim, venha me ajudar; mas, se os amonitas forem fortes demais para você, eu irei ajudá-lo. 13 Seja forte e lutemos com bravura pelo nosso povo e pelas cidades do nosso Deus. E que o Senhor faça o que for de sua vontade". 14 Então Joabe e seus soldados avançaram contra os arameus, que fugiram dele. 15 Quan­do os amonitas viram que os arameus estavam fugindo de Joabe, também fugiram de seu irmão Abisai e entraram na cidade. Assim, Joabe voltou para Jerusalém. 16 Ao perceberem os arameus que haviam sido derrotados por Israel, enviaram mensageiros para trazer arameus que viviam do outro lado do Eufrates, e Sofaque, o comandante do exército de Hadadezer, veio à frente deles. 17 Informado disso, Davi reuniu todo o Israel e atravessou o Jordão; avançou contra eles e formou linhas de combate defronte deles. Mas, começado o combate, 18 eles fugiram de diante de Israel, e Davi matou sete mil dos seus condutores de carros de guerra e quarenta mil dos seus soldados de infantaria. Também matou Sofaque, o comandante do exército deles. 19 Quando os vassalos de Hadadezer viram que tinham sido derrotados por Israel, fizeram a paz com Davi e se sujeitaram a ele. E os arameus não quiseram mais ajudar os amonitas.

1 Crônicas 28 Os planos para construção do templo 1 Davi reuniu em Jerusalém todos os líderes de Israel: os líderes das tribos, os líderes das divisões a serviço do rei, os comandantes de mil e de cem, e os líderes encarregados de todos os bens e rebanhos que pertenciam ao rei…
Continuar lendo

1 Crônicas 28 Os planos para construção do templo 1 Davi reuniu em Jerusalém todos os líderes de Israel: os líderes das tribos, os líderes das divisões a serviço do rei, os comandantes de mil e de cem, e os líderes encarregados de todos os bens e rebanhos que pertenciam ao rei e aos seus filhos, junto com os oficiais do palácio, os principais guerreiros e todos os soldados valentes. 2 O rei Davi se pôs em pé e disse: "Escutem-me, meus irmãos e meu povo. Eu tinha no coração o propósito de construir um templo para nele colocar a arca da aliança do Senhor, o estrado dos pés de nosso Deus; fiz planos para construí-lo, 3 mas Deus me disse: 'Você não construirá um templo em honra ao meu nome, pois você é um guerreiro e matou muita gente'. 4 "No entanto, o Senhor, o Deus de Israel, escolheu-me entre toda a minha família para ser rei em Israel, para sempre. Ele escolheu Judá como líder, e da tribo de Judá escolheu minha família, e entre os filhos de meu pai ele quis fazer-me rei de todo o Israel. 5 E, entre todos os muitos filhos que me deu, ele escolheu Salomão para sentar-se no trono de Israel, o reino do Senhor. 6 Ele me disse: 'Seu filho Salomão é quem construirá o meu templo e os meus pátios, pois eu o escolhi para ser meu filho, e eu serei o pai dele. 7 Firmarei para sempre o reino dele se ele continuar a obedecer os meus mandamentos e as minhas ordenanças, como faz agora'. 8 "Por isso, agora declaro a vocês perante todo o Israel e a assembleia do Senhor e diante dos ouvidos de nosso Deus: Tenham o cuidado de obedecer a todos os mandamentos do Senhor, o seu Deus, para que mantenham a posse dessa boa terra e a deem por herança aos seus descendentes para sempre. 9 "E você, meu filho Salomão, reconheça o Deus de seu pai, e sirva-o de todo o coração e espontaneamente, pois o Senhor sonda todos os corações e conhece a motivação dos pensamentos. Se você o buscar, o encontrará, mas, se você o abandonar, ele o rejeitará para sempre. 10 Veja que o Senhor o escolheu para construir um templo que sirva de santuário. Seja forte e mãos ao trabalho!" 11 Então Davi deu a seu filho Salomão a planta do pórtico do templo, dos seus edifícios, dos seus depósitos, dos andares superiores e suas salas e do lugar do propiciatório. 12 Entregou-lhe também as plantas de tudo o que o Espírito havia posto em seu coração acerca dos pátios do templo do Senhor e de todas as salas ao redor, acerca dos depósitos dos tesouros do templo de Deus e dos depósitos das dádivas sagradas. 13 Deu-lhe instruções sobre as divisões dos sacerdotes e dos levitas e sobre a execução de todas as tarefas no templo do Senhor e os utensílios que seriam utilizados. 14 Determinou o peso do ouro para todos os utensílios de ouro e o peso da prata para todos os utensílios de prata, que seriam utilizados nas diferentes tarefas: 15 o peso de ouro para cada candelabro e suas lâmpadas; e o peso de prata para cada candelabro de prata e suas lâmpadas, de acordo com a finalidade de cada um; 16 o peso de ouro para cada mesa de pães consagrados; o peso de prata para as mesas de prata; 17 o peso de ouro puro para os garfos, para as bacias de aspersão e para os jarros; o peso de ouro para cada tigela de ouro; o peso de prata para cada tigela de prata; 18 e o peso de ouro refinado para o altar de incenso. Também lhe deu o desenho do carro dos querubins de ouro que, com suas asas estendidas, abrigam a arca da aliança do Senhor. 19 Disse Davi a Salomão: "Tudo isso a mão do Senhor me deu por escrito, e ele me deu entendimento para executar todos esses projetos" 20 E acrescentou: "Seja forte e corajoso! Mãos ao trabalho! Não tenha medo nem desanime, pois Deus, o Senhor, o meu Deus, está com você. Ele não o deixará nem o abandonará até que se termine toda a construção do templo do Senhor. 21 As divisões dos sacerdotes e dos levitas estão definidas para todas as tarefas que se farão no templo de Deus, e você receberá ajuda de homens peritos em todo tipo de serviço. Os líderes e todo o povo obedecerão a todas as suas ordens".

Números 22 Balaque chama Balaão 1 Os israelitas partiram e acamparam nas campinas de Moabe, para além do Jordão, perto de Jericó.
Continuar lendo

Números 22 Balaque chama Balaão 1 Os israelitas partiram e acamparam nas campinas de Moabe, para além do Jordão, perto de Jericó. 2 Balaque, filho de Zipor, viu tudo o que Israel tinha feito aos amorreus, 3 e Moabe teve muito medo do povo, porque era muita gente. Moabe teve pavor dos israelitas. 4 Então os moabitas disseram aos líderes de Midiã: "Essa multidão devorará tudo o que há ao nosso redor, como o boi devora o capim do pasto". Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe naquela época, "Um povo que saiu do Egito cobre a face da terra e se estabeleceu perto de mim.5 enviou mensageiros para chamar Balaão, filho de Beor, que estava em Petor, perto do Eufrates, em sua terra natal. A mensagem de Balaque dizia: 6 Venha agora lançar uma maldição contra ele, pois é forte demais para mim. Talvez então eu tenha condições de derrotá-lo e de expulsá-lo da terra. Pois sei que aquele que você abençoa é abençoado, e aquele que você amaldiçoa é amaldiçoado". 7 Os líderes de Moabe e os de Midiã partiram, levando consigo a quantia necessária para pagar os encantamentos mágicos. Quando chegaram, comunicaram a Balaão o que Balaque tinha dito. 8 Disse-lhes Balaão: "Passem a noite aqui, e eu trarei a vocês a resposta que o Senhor me der". E os líderes moabitas ficaram com ele. 9 Deus veio a Balaão e lhe perguntou: "Quem são esses homens que estão com você?" 10 Balaão respondeu a Deus: "Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe, enviou-me esta mensagem: 11 'Um povo que saiu do Egito cobre a face da terra. Venha agora lançar uma maldição contra ele. Talvez então eu tenha condições de derrotá-lo e de expulsá-lo' ". 12 Mas Deus disse a Balaão: "Não vá com eles. Você não poderá amaldiçoar este povo, porque é povo abençoado". 13 Na manhã seguinte Balaão se levantou e disse aos líderes de Balaque: "Voltem para a sua terra, pois o Senhor não permitiu que eu os acompanhe". 14 Os líderes moabitas voltaram a Balaque e lhe disseram: "Balaão recusou-se a acompanhar-nos". 15 Balaque enviou outros líderes, em maior número e mais importantes do que os primeiros. "Assim diz Balaque, filho de Zipor: 'Que nada o impeça de vir a mim, 16 Eles foram a Balaão e lhe disseram: 17 porque o recompensarei generosamente e farei tudo o que você me disser. Venha, por favor, e lance para mim uma maldição contra este povo' ". 18 Balaão, porém, respondeu aos conselheiros de Balaque: "Mesmo que Balaque me desse o seu palácio cheio de prata e de ouro, eu não poderia fazer coisa alguma, grande ou pequena, que vá além da ordem do Senhor, o meu Deus. 19 Agora, fiquem vocês também aqui esta noite, e eu descobrirei o que mais o Senhor tem para dizer-me". 20 Naquela noite, Deus veio a Balaão e lhe disse: "Visto que esses homens vieram chamá-lo, vá com eles, mas faça apenas o que eu disser a você". A jumenta de Balaão 21 Balaão levantou-se pela manhã, pôs a sela sobre a sua jumenta e foi com os líderes de Moabe. 22 Mas acendeu-se a ira de Deus quando ele foi, e o Anjo do Senhor pôs-se no caminho para impedi-lo de prosseguir. Balaão ia montado em sua jumenta, e seus dois servos o acompanhavam. 23 Quando a jumenta viu o Anjo do Senhor parado no caminho, empunhando uma espada, saiu do caminho e prosseguiu pelo campo. Balaão bateu nela para fazê-la voltar ao caminho. 24 Então o Anjo do Senhor se pôs num caminho estreito entre duas vinhas, com muros dos dois lados. 25 Quando a jumenta viu o Anjo do Senhor, encostou-se no muro, apertando o pé de Balaão contra ele. Por isso ele bateu nela de novo. 26 O Anjo do Senhor foi adiante e se colocou num lugar estreito, onde não havia espaço para desviar-se, nem para a direita nem para a esquerda. 27 Quando a jumenta viu o Anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaão. Acendeu-se a ira de Balaão, que bateu nela com uma vara. 28 Então o Senhor abriu a boca da jumenta, e ela disse a Balaão: "Que foi que eu fiz a você, para você bater em mim três vezes?" 29 Balaão respondeu à jumenta: "Você me fez de tolo! Quem dera eu tivesse uma espada na mão; eu a mataria agora mesmo". 30 Mas a jumenta disse a Balaão: "Não sou sua jumenta, que você sempre montou até o dia de hoje? Tenho eu o costume de fazer isso com você?" "Não", disse ele. 31 Então o Senhor abriu os olhos de Balaão, e ele viu o Anjo do Senhor parado no caminho, empunhando a sua espada. Então Balaão inclinou-se e prostrou-se com o rosto em terra. 32 E o Anjo do Senhor lhe perguntou: "Por que você bateu três vezes em sua jumenta? Eu vim aqui para impedi-lo de prosseguir porque o seu caminho me desagrada. 33 A jumenta me viu e se afastou de mim por três vezes. Se ela não se afastasse, certamente eu já o teria matado; mas a jumenta eu teria poupado". 34 Balaão disse ao Anjo do Senhor: "Pequei. Não percebi que estavas parado no caminho para me impedires de prosseguir. Agora, se o que estou fazendo te desagrada, eu voltarei". 35 Então o Anjo do Senhor disse a Balaão: "Vá com os homens, mas fale apenas o que eu disser a você". Assim Balaão foi com os príncipes de Balaque. 36 Quando Balaque soube que Balaão estava chegando, foi ao seu encontro na cidade moabita da fronteira do Arnom, no limite do seu território. 37 E Balaque disse a Balaão: "Não mandei chamá-lo urgentemente? Por que não veio? Acaso não tenho condições de recompensá-lo?" 38 "Aqui estou!", respondeu Balaão. "Mas seria eu capaz de dizer alguma coisa? Direi somente o que Deus puser em minha boca". 39 Então Balaão foi com Balaque até Quiriate-Huzote. 40 Balaque sacrificou bois e ovelhas, e deu parte da carne a Balaão e aos líderes que com ele estavam. 41 Na manhã seguinte Balaque levou Balaão até o alto de Bamote-Baal, de onde viu uma parte do povo.

1 Crônicas 7 A descendência de Issacar 1 Estes foram os quatro filhos de Issacar: Tolá, Puá, Jasube e Sinrom.
Continuar lendo

1 Crônicas 7 A descendência de Issacar 1 Estes foram os quatro filhos de Issacar: Tolá, Puá, Jasube e Sinrom. 2 Estes foram os filhos de Tolá: Uzi, Refaías, Jeriel, Jamai, Ibsão e Samuel, chefes dos seus clãs. No reinado de Davi, os descendentes de Tolá alistados em suas genealogias como homens de combate eram 22.600. 3 O filho de Uzi foi Israías. Estes foram os filhos de Israías: Micael, Obadias, Joel e Issias. Todos os cinco eram chefes 4 que tinham muitas mulheres e muitos filhos. Por isso, conforme a genealogia de sua família, eles contavam com 36.000 homens prontos para o combate. 5 Incluindo seus parentes, os homens de combate de todos os clãs de Issacar, conforme alistados em sua genealogia, eram ao todo 87.000. A descendência de Benjamim 6 Estes foram os três filhos de Benjamim: Belá, Bequer e Jediael. 7 Estes foram os filhos de Belá: Esbom, Uzi, Uziel, Jeremote e Iri, cinco chefes de famílias. Seu registro genealógico alistava 22.034 homens de combate. 8 Estes foram os filhos de Bequer: Zemira, Joás, Eliézer, Elioenai, Onri, Jeremote, Abias, Anatote e Alemete. Todos esses eram filhos de Bequer. 9 O registro genealógico deles alistava os chefes de famílias e 20.200 homens de combate. 10 O filho de Jediael foi Bilã. Estes foram os filhos de Bilã: Jeús, Benjamim, Eúde, Quenaaná, Zetã, Társis e Aisaar. 11 Todos esses descendentes de Jediael eram chefes de famílias que contavam com 17.200 homens de combate prontos para a guerra. 12 Supim e Hupim eram filhos de Ir; e Husim era filho de Aer. A descendência de Naftali 13 Estes foram os filhos de Naftali: Jaziel, Guni, Jezer e Silém, netos de Bila. A descendência de Manassés 14 Estes foram os descendentes de Manassés: 15 Asriel, filho de sua concubina arameia, que também deu à luz Maquir, pai de Gileade. Maquir casou-se com Maaca, irmã de Hupim e Supim. Outro descendente de Manassés chamava-se Zelofeade, o qual só teve filhas. 16 Maaca, mulher de Maquir, deu à luz um filho, a quem deu o nome de Perez. O nome de seu irmão era Seres, cujos filhos chamavam-se Ulão e Requém. 17 O filho de Ulão foi Bedã. Esses foram os descendentes de Gileade, filho de Maquir e neto de Manassés. 18 Sua irmã Hamolequete deu à luz Isode, Abiezer e Maalá. 19 Estes foram os filhos de Semida: Aiã, Siquém, Liqui e Anião. A descendência de Efraim 20 Estes foram os descendentes de Efraim: Sutela, que foi o pai de Berede, pai de Taate, pai de Eleada, que foi o pai de Taate, Ézer e Eleade, filhos de Efraim, foram mortos por homens da cidade de Gate quando tentavam roubar os rebanhos deles. 21 pai de Zabade, pai de Sutela. 22 Efraim chorou muitos dias por eles, e seus parentes vieram consolá-lo. 23 Depois ele se deitou de novo com sua mulher, ela engravidou e deu à luz um filho. Ele o chamou Berias, pois tinha acontecido uma desgraça em sua família. 24 Sua filha chamava-se Seerá. Foi ela que fundou Bete-Horom Alta e Bete-Horom Baixa e também Uzém-Seerá. 25 O filho de Berias foi Refa, pai de Resefe, que foi o pai de Telá, pai de Taã, 26 pai de Ladã, pai de Amiúde, que foi o pai de Elisama, 27 pai de Num, que foi o pai de Josué. 28 Suas terras e cidades incluíam Betel e os povoados ao redor, Naarã a leste, Gezer e seus povoados a oeste, e Siquém e Aiá com os seus povoados. 29 A tribo de Manassés controlava as cidades de Bete-Seã, Taanaque, Megido e Dor, com seus respectivos povoados. Os descendentes de José, filho de Israel, viviam nessas cidades. A descendência de Aser 30 Estes foram os filhos de Aser: Imna, Isvá, Isvi e Berias. A irmã deles chamava-se Sera. 31 Estes foram os filhos de Berias: Héber e Malquiel, que foi o pai de Birzavite. 32 Héber gerou Jaflete, Somer e Hotão e a irmã deles, Suá. 33 Estes foram os filhos de Jaflete: Pasaque, Bimal e Asvate. Esses foram os filhos de Jaflete. 34 Estes foram os filhos de Somer: Aí, Roga, Jeubá e Arã. 35 Estes foram os filhos de Helém, irmão de Somer: Zofa, Imna, Seles e Amal. 36 Estes foram os filhos de Zofa: Suá, Harnefer, Sual, Beri, Inra, 37 Bezer, Hode, Samá, Silsa, Itrã e Beera. 38 Estes foram os filhos de Jéter: Jefoné, Pispa e Ara. 39 Estes foram os filhos de Ula: Ara, Haniel e Rizia. 40 Todos esses foram descendentes de Aser. Eram chefes de famílias, homens escolhidos, soldados valentes e líderes de destaque. O número dos alistados para combate no exército deles foi 26.000.

Neemias 2 Artaxerxes envia Neemias a Jerusalém 1 No mês de nisã do vigésimo ano do rei Artaxerxes, na hora de servir-lhe o vinho, levei-o ao rei. Nunca antes eu tinha estado triste na presença dele;
Continuar lendo

Neemias 2 Artaxerxes envia Neemias a Jerusalém 1 No mês de nisã do vigésimo ano do rei Artaxerxes, na hora de servir-lhe o vinho, levei-o ao rei. Nunca antes eu tinha estado triste na presença dele; 2 por isso o rei me perguntou: "Por que o seu rosto parece tão triste se você não está doente? Essa tristeza só pode ser do coração!" Com muito medo, 3 eu disse ao rei: Que o rei viva para sempre! Como não estaria triste o meu rosto se a cidade em que estão sepultados os meus pais está em ruínas e as suas portas foram destruídas pelo fogo? 4 O rei me disse: "O que você gostaria de pedir?" Então orei ao Deus dos céus5 e res­pondi ao rei: Se for do agrado do rei e se o seu servo puder contar com a sua benevolência, que ele me deixe ir à cidade onde meus pais estão enterrados, em Judá, para que eu possa reconstruí-la. 6 Então o rei, estando presente a rainha, sentada ao seu lado, perguntou-me: "Quanto tempo levará a viagem? Quando você voltará?" Marquei um prazo com o rei, e ele concordou que eu fosse. 7 A seguir, acrescentei: Se for do agrado do rei, eu poderia levar cartas do rei aos governa­dores do Trans-Eufrates para que me deixem passar até chegar a Judá. 8 E também uma carta para Asafe, guarda da floresta do rei, para que ele me forneça madeira para as portas da cidadela que fica junto ao templo, para os muros da cidade e para a residência que irei ocupar. Visto que a bondosa mão de Deus estava sobre mim, o rei atendeu os meus pedidos. 9 Com isso fui aos governadores do Trans-Eufrates e lhes entreguei as cartas do rei. Acompanhou-me uma escolta de oficiais do exército e de cavaleiros que o rei enviou comigo. 10 Sambalate, o horonita, e Tobias, o oficial amonita, ficaram muito irritados quan­do viram que havia gente interessada no bem dos israelitas. Neemias inspecciona as muralhas de Jerusalém 11 Cheguei a Jerusalém e, depois de três dias de permanência ali, 12 saí de noite com alguns dos meus amigos. Eu não havia conta­do a ninguém o que o meu Deus havia posto em meu coração que eu fizesse por Jerusalém. Não levava nenhum outro animal além daque­le em que eu estava montado. 13 De noite saí pela porta do Vale na direção da fonte do Dragão e da porta do Esterco, examinando o muro de Jerusalém, que havia sido derrubado e suas portas, que haviam sido destruídas pelo fogo. 14 Fui até a porta da Fonte e do tanque do Rei, mas ali não havia espaço para o meu animal passar; 15 por isso subi o vale, ainda de noite, examinando o muro. Finalmente voltei e tornei a entrar pela porta do Vale. 16 Os oficiais não sabiam aonde eu tinha ido ou o que eu estava fazendo, pois até então eu não tinha dito nada aos judeus, aos sacerdotes, aos nobres, aos oficiais e aos outros que iriam realizar a obra. 17 Então eu lhes disse: Vejam a situação terrível em que estamos: Jerusalém está em ruínas, e suas portas foram destruídas pelo fogo. Venham, vamos recons­truir os muros de Jerusalém, para que não fiquemos mais nesta situação humilhante. 18 Tam­bém lhes contei como Deus tinha sido bondoso comigo e o que o rei me tinha dito. Eles responderam: "Sim, vamos come­çar a reconstrução". E se encheram de coragem para a realização desse bom projeto. 19 Quando, porém, Sambalate, o horonita, Tobias, o oficial amonita, e Gesém, o árabe, souberam disso, zombaram de nós, desprezaram-nos e perguntaram: "O que vocês estão fazendo? Estão se rebelando contra o rei?" 20 Eu lhes respondi: O Deus dos céus fará que sejamos bem-sucedidos. Nós, os seus servos, começaremos a reconstrução, mas, no que lhes diz respeito, vocês não têm parte nem direito legal sobre Jerusalém, e em sua história não há nada de memorável que favo­reça vocês!

2 Samuel 1 David sabe da morte de Saul 1 Depois da morte de Saul, Davi retornou de sua vitória sobre os amalequitas. Fazia dois dias que ele estava em Ziclague
Continuar lendo

2 Samuel 1 David sabe da morte de Saul 1 Depois da morte de Saul, Davi retornou de sua vitória sobre os amalequitas. Fazia dois dias que ele estava em Ziclague 2 quan­do, no terceiro dia, chegou um homem que vinha do acampamento de Saul, com as roupas rasgadas e terra na cabeça. Ao aproximar-se de Davi, prostrou-se com o rosto em terra, em sinal de respeito. 3 Davi então lhe perguntou: "De onde você vem?" Ele respondeu: "Fugi do acampamento israelita". 4 Disse Davi: "Conte-me o que aconte­ceu". E o homem contou: "O nosso exército fugiu da batalha, e muitos morreram. Saul e Jônatas também estão mortos". 5 Então Davi perguntou ao jovem que lhe trou­xera as notícias: "Como você sabe que Saul e Jônatas estão mortos?" 6 O jovem respondeu: "Cheguei por acaso ao monte Gilboa, e lá estava Saul, apoiado em sua lança. Os carros de guerra e os oficiais da cavalaria estavam a ponto de alcançá-lo. 7 Quan­do ele se virou e me viu, chamou-me gritando, e eu disse: Aqui estou. 8 "Ele me perguntou: 'Quem é você?' "Sou amalequita, respondi. 9 "Então ele me ordenou: 'Venha aqui e mate-me! Estou na angústia da morte!'. 10 "Por isso aproximei-me dele e o matei, pois sabia que ele não sobreviveria ao ferimento. Peguei a coroa e o bracelete dele e trouxe-os a ti, meu senhor". 11 Então Davi rasgou suas vestes; e os homens que estavam com ele fizeram o mesmo. 12 E se lamentaram, chorando e jejuando até o fim da tarde, por Saul e por seu filho Jônatas, pelo exército do Senhor e pelo povo de Israel, porque muitos haviam sido mortos à espada. 13 E Davi perguntou ao jovem que lhe trouxera as notícias: "De onde você é?" E ele respondeu: "Sou filho de um estrangeiro, sou amalequita". 14 Davi lhe perguntou: "Como você não temeu levantar a mão para matar o ungido do Senhor?" 15 Então Davi chamou um dos seus soldados e lhe disse: "Venha aqui e mate-o!" O servo o feriu, e o homem morreu. 16 Davi tinha dito ao jovem: "Você é responsável por sua própria mor­te. Sua boca testemunhou contra você, quan­do disse: 'Matei o ungido do Senhor' ". Cântico de David sobre a morte de Saul e de Jónatas 17 Davi cantou este lamento sobre Saul e seu filho Jônatas, 18 e ordenou que se ensinasse aos homens de Judá; é o Lamento do Arco, que foi registrado no Livro de Jasar: 19 "O seu esplendor, ó Israel, está morto sobre os seus montes. Como caíram os guerreiros! 20 "Não conte isso em Gate, não o proclame nas ruas de Ascalom, para que não se alegrem as filhas dos filisteus nem exultem as filhas dos incircuncisos. 21 "Ó colinas de Gilboa, nunca mais haja orvalho nem chuva sobre vocês, nem campos que produzam trigo para as ofertas. Porque ali foi profanado o escudo dos guerreiros, o escudo de Saul, que nunca mais será polido com óleo. 22 Do sangue dos mortos, da carne dos guerreiros, o arco de Jônatas nunca recuou, a espada de Saul sempre cumpriu a sua tarefa. 23 "Saul e Jônatas, mui amados, nem na vida nem na morte foram separados. Eram mais ágeis que as águias, mais fortes que os leões. 24 "Chorem por Saul, ó filhas de Israel! Chorem aquele que as vestia de rubros ornamentos e que suas roupas enfeitava com adornos de ouro. 25 "Como caíram os guerreiros no meio da batalha! Jônatas está morto sobre os montes de Israel. 26 Como estou triste por você, Jônatas, meu irmão! Como eu lhe queria bem! Sua amizade era, para mim, mais preciosa que o amor das mulheres! 27 "Caíram os guerreiros! As armas de guerra foram destruídas!"

1 Crônicas 13 A mudança da arca 1 Depois de consultar todos os seus oficiais, os comandantes de mil e de cem,
Continuar lendo

1 Crônicas 13 A mudança da arca 1 Depois de consultar todos os seus oficiais, os comandantes de mil e de cem, 2 Davi disse a toda a assembleia de Israel: "Se vocês estão de acordo e se esta é a vontade do Senhor, o nosso Deus, enviemos uma mensagem a nossos irmãos em todo o território de Israel e também aos sacerdotes e aos levitas que estão com eles em suas cidades, para virem unir-se a nós. 3 Vamos trazer de volta a arca de nosso Deus, pois não nos importamos com ela durante o reinado de Saul". 4 Toda a assembleia concordou, pois isso pareceu bom a todo o povo. 5 Então Davi reuniu todos os israelitas, desde o rio Sior, no Egito, até Lebo-Hamate, para trazerem de Quiriate-Jearim a arca de Deus. 6 Davi e todos os israelitas foram a Baalá, que é Quiriate-Jearim, em Judá, para buscar a arca de Deus, o Senhor, que tem o seu trono entre os querubins; a arca sobre a qual o seu nome é invocado. 7 Da casa de Abinadabe levaram a arca de Deus num carroção novo, conduzido por Uzá e Aiô. 8 Davi e todos os israelitas iam dançando e cantando com todo o vigor diante de Deus, ao som de harpas, liras, tamborins, címbalos e cornetas. 9 Quando chegaram à eira de Quidom, Uzá esticou o braço e segurou a arca, porque os bois haviam tropeçado. 10 A ira do Senhor acendeu-se contra Uzá, e ele o feriu por ter tocado na arca. Uzá morreu ali mesmo, diante de Deus. 11 Davi ficou contrariado porque o Senhor, em sua ira, havia fulminado Uzá. Até hoje aquele lugar é chamado Perez-Uzá. 12 Naquele dia Davi teve medo de Deus e se perguntou: "Como vou conseguir levar a arca de Deus?" 13 Por isso desistiu de trazer a arca para a Cidade de Davi. Em vez disso, levou-a para a casa de Obede-Edom, de Gate. 14 A arca de Deus ficou na casa dele por três meses, e o Senhor abençoou sua família e tudo o que possuía.

1 Crônicas 12 O exército de David 1 Estes são os que se juntaram a Davi em Ziclague, onde se escondia de Saul, filho de Quis. Eles estavam entre os combatentes que o ajudaram na guerra;
Continuar lendo

1 Crônicas 12 O exército de David 1 Estes são os que se juntaram a Davi em Ziclague, onde se escondia de Saul, filho de Quis. Eles estavam entre os combatentes que o ajudaram na guerra; 2 tanto com a mão direita como com a esquerda utilizavam arco e flecha, e a funda para atirar pedras; pertenciam à tribo de Benjamim e eram parentes de Saul: 3 Aiezer, o chefe deles, e Joás, filhos de Semaá, de Gibeá; Jeziel e Pelete, filhos de Azmavete; Beraca, Jeú, de Anatote, 4 e Ismaías, de Gibeom, um grande guerreiro do batalhão dos Trinta e chefe deles; Jeremias, Jaaziel, Joanã, Jozabade, de Gederate; 5 Eluzai, Jeremote, Bealias, Semarias e Sefatias, de Harufe; 6 os coreítas Elcana, Issias, Azareel, Joezer e Jasobeão; 7 e Joela e Zebadias, filhos de Jeroão, de Gedor. 8 Da tribo de Gade alguns aliaram-se a Davi em sua fortaleza no deserto. Eram guerreiros corajosos, prontos para o combate, e sabiam lutar com escudo e com lança. Tinham a bravura de um leão e eram ágeis como gazelas nos montes. 9 Ézer era o primeiro; Obadias, o segundo; Eliabe, o terceiro; 10 Mismana, o quarto; Jeremias, o quinto; 11 Atai, o sexto; Eliel, o sétimo; 12 Joanã, o oitavo; Elzabade, o nono; 13 Jeremias, o décimo; e Macbanai era o décimo primeiro. 14 Todos esses de Gade eram chefes de exército; o menor valia por cem, e o maior enfrentava mil. 15 Foram eles que atravessaram o Jordão no primeiro mês do ano, quando o rio transborda em todas as suas margens, e puseram em fuga todos os que moravam nos vales, a leste e a oeste. 16 Alguns outros benjamitas e certos homens de Judá também vieram a Davi em sua fortaleza. 17 Davi saiu ao encontro deles e lhes disse: "Se vocês vieram em paz, para me ajudarem, estou pronto a recebê-los. Mas, se querem trair-me e entregar-me aos meus inimigos, sendo que as minhas mãos não cometeram violência, que o Deus de nossos antepassados veja isso e julgue vocês". 18 Então o Espírito veio sobre Amasai, chefe do batalhão dos Trinta, e ele disse: "Somos teus, ó Davi! Estamos contigo, ó filho de Jessé! Paz, paz seja contigo, e com os teus aliados, pois o teu Deus te ajudará". Davi os recebeu e os nomeou chefes dos seus grupos de ataque. 19 Alguns soldados de Manassés desertaram para Davi quando ele foi com os filisteus guerrear contra Saul. Eles não ajudaram os filisteus, porque os seus chefes os aconselharam e os mandaram embora, dizendo: "Pagaremos com a vida, caso Davi deserte e passe para Saul, seu senhor". 20 Estes foram os homens de Manassés que desertaram para Davi quando ele foi a Ziclague: Adna, Jozabade, Jediael, Micael, Jozabade, Eliú e Ziletai, chefes de batalhões de mil em Manassés. 21 Eles ajudaram Davi contra grupos de ataque, pois todos eles eram guerreiros valentes e eram líderes no exército dele. 22 Diariamente chegavam soldados para ajudar Davi, até que o seu exército tornou-se tão grande como o exército de Deus. 23 Este é o número dos soldados armados para a guerra que vieram a Davi em Hebrom para lhe entregar o reino de Saul, conforme o Senhor tinha dito: 24 da tribo de Judá, 6.800 armados para a guerra, com escudo e lança; 25 da tribo de Simeão, 7.100 guerreiros prontos para o combate; 26 da tribo de Levi, 4.600, 27 inclusive Joiada, líder da família de Arão, com 3.700 homens, 28 e Zadoque, um jovem e valente guerreiro, com 22 oficiais de sua família; 29 da tribo de Benjamim, parentes de Saul, 3.000, a maioria dos quais era até então fiel à família de Saul; 30 da tribo de Efraim, 20.800 soldados valentes, famosos em seus próprios clãs; 31 da metade da tribo de Manassés, 18.000, indicados por nome para fazerem Davi rei; 32 da tribo de Issacar, 200 chefes que sabiam como Israel deveria agir em qualquer circunstância. Comandavam todos os seus parentes; 33 da tribo de Zebulom, 50.000 soldados experientes, preparados para guerrear com qualquer tipo de arma, totalmente decididos a ajudar Davi; 34 da tribo de Naftali, 1.000 líderes com 37.000 homens armados de escudos e lanças; 35 da tribo de Dã, 28.600 preparados para o combate; 36 da tribo de Aser, 40.000 soldados experientes, preparados para o combate; 37 e do leste do Jordão, das tribos de Rúben e de Gade, e da metade da tribo de Manassés, 120.000 completamente armados. 38 Todos esses eram homens de combate e se apresentaram voluntariamente para servir nas fileiras. Vieram a Hebrom totalmente decididos a fazer de Davi rei sobre todo o Israel. E todos os outros israelitas tinham esse mesmo propósito. 39 Ficaram com Davi três dias, comendo e bebendo, pois as suas famílias haviam fornecido provisões para eles. 40 Os habitantes das tribos vizinhas e também de lugares distantes como Issacar, Zebulom e Naftali, trouxeram-lhes muitas provisões em jumentos, camelos, mulas e bois. Havia grande fartura de suprimentos: farinha, bolos de figo, bolos de uvas passas, vinho, azeite, bois e ovelhas, pois havia grande alegria em Israel.

1 Crônicas 23 Os levitas 1 Já envelhecido, de idade avançada, Davi fez do seu filho Salomão rei sobre Israel.
Continuar lendo

1 Crônicas 23 Os levitas 1 Já envelhecido, de idade avançada, Davi fez do seu filho Salomão rei sobre Israel. 2 Ele reuniu todos os líderes de Israel, bem como os sacerdotes e os levitas. 3 Os levitas de trinta anos para cima foram contados, e o número total deles chegou a trinta e oito mil. 4 Davi escolheu vinte e quatro mil deles para supervisionarem o trabalho do templo do Senhor e seis mil para serem oficiais e juízes, 5 quatro mil para serem guardas das portas e quatro mil para louvarem o Senhor com os instrumentos musicais que Davi tinha preparado com esse propósito. 6 Davi repartiu os levitas em grupos que descendiam de Gérson, Coate e Merari, filhos de Levi. 7 Dos filhos de Gérson: Ladã e Simei. 8 Estes foram os filhos de Ladã: Jeiel, o primeiro, Zetã e Joel, três ao todo. 9 Estes foram os filhos de Simei: Selomote, Haziel e Harã, três ao todo. Esses foram os chefes das famílias de Ladã. 10 E os filhos de Simei foram: Jaate, Ziza, Jeús e Berias. Esses foram os filhos de Simei, quatro ao todo. 11 Jaate foi o primeiro e Ziza, o segundo, mas Jeús e Berias não tiveram muitos descendentes, por isso foram contados como uma única família. 12 Dos filhos de Coate: Anrão, Isar, Hebrom e Uziel, quatro ao todo. 13 Estes foram os filhos de Anrão: Arão e Moisés. Arão foi separado, ele e seus descendentes, para sempre, para consagrar as coisas santíssimas, oferecer sacrifícios ao Senhor, ministrar diante dele e pronunciar bênçãos em seu nome. 14 Os filhos de Moisés, homem de Deus, foram contados como parte da tribo de Levi. 15 Estes foram os filhos de Moisés: Gérson e Eliézer. 16 Sebuel foi o chefe dos descendentes de Gérson. 17 Reabias foi o chefe dos descendentes de Eliézer. Eliézer não teve nenhum outro filho, mas Reabias teve muitos filhos. 18 Selomite foi o chefe dos filhos de Isar. 19 Estes foram os filhos de Hebrom: Jerias foi o primeiro; Amarias, o segundo; Jaaziel, o terceiro; e Jecameão foi o quarto. 20 Estes foram os filhos de Uziel: Mica, o primeiro; e Issias, o segundo. 21 Dos filhos de Merari: Mali e Musi. Estes foram os filhos de Mali: Eleazar e Quis. 22 Eleazar morreu sem ter filhos, teve apenas filhas. Os primos delas, os filhos de Quis, casaram-se com elas. 23 Estes foram os filhos de Musi: Mali, Éder e Jeremote, três ao todo. 24 Esses foram os descendentes de Levi pelas suas famílias: os chefes de famílias conforme registrados por seus nomes e contados individualmente, ou seja, os de vinte anos para cima, que serviam no templo do Senhor. 25 Pois Davi dissera: "Uma vez que o Senhor, o Deus de Israel, concedeu descanso ao seu povo e veio habitar para sempre em Jerusalém, 26 os levitas não mais precisam carregar o tabernáculo nem os utensílios usados em seu serviço". 27 De acordo com as instruções finais de Davi, foram contados os levitas de vinte anos para cima. 28 O dever dos levitas era ajudar os descendentes de Arão no serviço do templo do Senhor. Encarregavam-se dos pátios, das salas laterais, da purificação de todas as coisas sagradas e das outras tarefas da casa de Deus. 29 Estavam encarregados do pão consagrado, da farinha para as ofertas de cereal, dos bolos sem fermento, de assar o pão e misturar a massa e de todos os pesos e medidas. 30 Além disso, deviam se apresentar todas as manhãs e todas as tardes para dar graças e louvar ao Senhor, e fazer o mesmo 31 sempre que holocaustos fossem apresentados ao Senhor nos sábados, nas festas da lua nova e nas festas fixas. Deviam servir regularmente diante do Senhor, conforme o número prescrito para eles. 32 Dessa maneira os levitas ficaram responsáveis pela Tenda do Encontro, pelo Lugar Santo e pela assistência aos seus irmãos, os descendentes de Arão, e pelo serviço do templo do Senhor.

Juízes 9 Abimeleque é feito rei 1 Abimeleque, filho de Jerubaal, foi aos irmãos de sua mãe em Siquém e disse a eles e a todo o clã da família de sua mãe:
Continuar lendo

Juízes 9 Abimeleque é feito rei 1 Abimeleque, filho de Jerubaal, foi aos irmãos de sua mãe em Siquém e disse a eles e a todo o clã da família de sua mãe: 2 "Perguntem a todos os cidadãos de Siquém o que é melhor para eles, ter todos os setenta filhos de Jerubaal governando sobre eles, ou somente um homem? Lembrem-se de que eu sou sangue do seu sangue". 3 Os irmãos de sua mãe repetiram tudo aos cidadãos de Siquém, e estes se mostraram propensos a seguir Abimeleque, pois disseram: "Ele é nosso irmão". 4 Deram-lhe setenta peças de prata tiradas do templo de Baal-Berite, as quais Abimeleque usou para contratar alguns desocupados e vadios, que se tornaram seus seguidores. 5 Foi à casa de seu pai em Ofra e matou seus setenta irmãos, filhos de Jerubaal, sobre uma rocha. Mas Jotão, o filho mais novo de Jerubaal, escondeu-se e escapou. 6 Então todos os cidadãos de Siquém e de Bete-Milo reuniram-se ao lado do Carvalho, junto à coluna de Siquém, para coroar Abimeleque rei. 7 Quando Jotão soube disso, subiu ao topo do monte Gerizim e gritou para eles: "Ouçam-me, cidadãos de Siquém, para que Deus os ouça. 8 Certo dia as árvores saíram para ungir um rei para si. Disseram à oliveira: 'Seja o nosso rei!' 9 "A oliveira, porém, respondeu: 'Deveria eu renunciar ao meu azeite, com o qual se presta honra aos deuses e aos homens, para dominar sobre as árvores?' 10 "Então as árvores disseram à figueira: 'Venha ser o nosso rei!' 11 "A figueira, porém, respondeu: 'Deveria eu renunciar ao meu fruto saboroso e doce, para dominar sobre as árvores?' 12 "Depois as árvores disseram à videira: 'Venha ser o nosso rei!' 13 "A videira, porém, respondeu: 'Deveria eu renunciar ao meu vinho, que alegra os deuses e os homens, para ter domínio sobre as árvores?' 14 "Finalmente todas as árvores disseram ao espinheiro: 'Venha ser o nosso rei!' 15 "O espinheiro disse às árvores: 'Se querem realmente ungir-me rei sobre vocês, venham abrigar-se à minha sombra; do contrário, sairá fogo do espinheiro e consumirá até os cedros do Líbano!' 16 "Será que vocês agiram de fato com sinceridade quando fizeram Abimeleque rei? Foram justos com Jerubaal e sua família, como ele merecia? 17 Meu pai lutou por vocês e arriscou a vida para livrá-los das mãos de Midiã. 18 Hoje, porém, vocês se revoltaram contra a família de meu pai, mataram seus setenta filhos sobre a mesma rocha e proclamaram Abimeleque, o filho de sua escrava, rei sobre os cidadãos de Siquém pelo fato de ser irmão de vocês. 19 Se hoje vocês de fato agiram com sinceridade para com Jerubaal e sua família, alegrem-se com Abimeleque, e alegre-se ele com vocês! 20 Entretanto, se não foi assim, que saia fogo de Abimeleque e consuma os cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, e que saia fogo dos cidadãos de Siquém e de Bete-Milo, e consuma Abimeleque!" 21 Depois Jotão fugiu para Beer, onde ficou morando, longe de seu irmão Abimeleque. 22 Fazia três anos que Abimeleque governava Israel, 23 quando Deus enviou um espírito maligno entre Abimeleque e os cidadãos de Siquém, e estes agiram traiçoeiramente contra Abimeleque. 24 Isso aconteceu para que o crime contra os setenta filhos de Jerubaal, o derramamento do sangue deles, fosse vingado em seu irmão Abimeleque e nos cidadãos de Siquém que o ajudaram a assassinar os seus irmãos. 25 Os cidadãos de Siquém enviaram homens para o alto das colinas para emboscarem os que passassem por ali, e Abimeleque foi informado disso. 26 Nesse meio tempo, Gaal, filho de Ebede, mudou-se com seus parentes para Siquém, cujos cidadãos confiavam nele. 27 Sucedeu que foram ao campo, colheram uvas, pisaram-nas e fizeram uma festa no templo do seu deus. Comendo e bebendo, amaldiçoaram Abimeleque. 28 Então Gaal, filho de Ebede, disse: "Quem é Abimeleque para que o sirvamos? E quem é Siquém? Não é ele o filho de Jerubaal, e não é Zebul o seu representante? Sirvam aos homens de Hamor, o pai de Siquém! Por que servir a Abimeleque? 29 Ah! Se eu tivesse esse povo sob o meu comando! Eu me livraria de Abimeleque e lhe diria: Mobilize o seu exército e venha!" 30 Quando Zebul, o governante da cidade, ouviu o que dizia Gaal, filho de Ebede, ficou indignado. 31 Secretamente enviou mensageiros a Abimeleque dizendo: "Gaal, filho de Ebede, e seus parentes vieram a Siquém e estão agitando a cidade contra você. 32 Venha de noite, você e seus homens, e fiquem à espera no campo. 33 De manhã, ao nascer do sol, avance contra a cidade. Quando Gaal e sua tropa atacarem, faça com eles o que achar melhor". 34 E assim Abimeleque e todas as suas tropas partiram de noite e prepararam emboscadas perto de Siquém, em quatro companhias. 35 Ora, Gaal, filho de Ebede, tinha saído e estava à porta da cidade quando Abimeleque e seus homens saíram da sua emboscada. 36 Quando Gaal os viu, disse a Zebul: "Veja, vem gente descendo do alto das colinas!" Zebul, porém, respondeu: "Você está confundindo as sombras dos montes com homens". 37 Mas Gaal tornou a falar: "Veja, vem gente descendo da parte central do território, e uma companhia está vindo pelo caminho do carvalho dos Adivinhadores". 38 Disse-lhe Zebul: "Onde está toda aquela sua conversa? Você dizia: 'Quem é Abimeleque, para que o sirvamos?' Não são estes os homens que você ridicularizou? Saia e lute contra eles!" 39 Então Gaal conduziu para fora os cidadãos de Siquém e lutou contra Abimeleque. 40 Abimeleque o perseguiu, e ele fugiu. Muitos dos homens de Siquém caíram mortos ao longo de todo o caminho, até a porta da cidade. 41 Abimeleque permaneceu em Arumá, e Zebul expulsou Gaal e os seus parentes de Siquém. 42 No dia seguinte, o povo de Siquém saiu aos campos, e Abimeleque ficou sabendo disso. 43 Então dividiu os seus homens em três companhias e armou emboscadas no campo. Quando viu o povo saindo da cidade, levantou-se contra ele e atacou-o. 44 Abimeleque e as tropas que estavam com ele avançaram até a porta da cidade. Então duas companhias avançaram sobre os que estavam nos campos e os mataram. 45 E Abimeleque atacou a cidade o dia todo, até conquistá-la e matar o seu povo. Depois destruiu a cidade e espalhou sal sobre ela. 46 Ao saberem disso, os cidadãos que estavam na torre de Siquém entraram na fortaleza do templo de El-Berite. 47 Quando Abimeleque soube que se haviam reunido lá, 48 ele e todos os seus homens subiram o monte Zalmom. Ele apanhou um machado, cortou um galho de árvore e o pôs nos ombros. Então deu esta ordem aos homens que estavam com ele: "Rápido! Façam o que eu estou fazendo!" 49 Todos os homens cortaram galhos e seguiram Abimeleque. Empilharam os galhos junto à fortaleza e a incendiaram. Assim morreu também o povo que estava na torre de Siquém, cerca de mil homens e mulheres. 50 A seguir, Abimeleque foi a Tebes, sitiou-a e conquistou-a. 51 Mas dentro da cidade havia uma torre bastante forte, para a qual fugiram todos os homens e mulheres, todo o povo da cidade. Trancaram-se por dentro e subiram para o telhado da torre. 52 Abimeleque foi para a torre e atacou-a. E, quando se aproximava da entrada da torre para incendiá-la, 53 uma mulher jogou uma pedra de moinho na cabeça dele, e lhe rachou o crânio. 54 Imediatamente ele chamou seu escudeiro e lhe ordenou: "Tire a espada e mate-me, para que não digam que uma mulher me matou". Então o jovem o atravessou, e ele morreu. 55 Quando os israelitas viram que Abimeleque estava morto, voltaram para casa. 56 Assim Deus retribuiu a maldade que Abimeleque praticara contra o seu pai, matando os seus setenta irmãos. 57 Deus fez também os homens de Siquém pagarem por toda a sua maldade. A maldição de Jotão, filho de Jerubaal, caiu sobre eles.

2 Samuel 17 1 Aitofel disse a Absalão: "Permite-me escolher doze mil homens e partirei esta noite em perseguição a Davi. 2 Eu o atacarei enquanto ele está exausto e fraco; vou causar-lhe pânico, e seu exército fugirá. Depois matarei somente o rei
Continuar lendo

2 Samuel 17 1 Aitofel disse a Absalão: "Permite-me escolher doze mil homens e partirei esta noite em perseguição a Davi. 2 Eu o atacarei enquanto ele está exausto e fraco; vou causar-lhe pânico, e seu exército fugirá. Depois matarei somente o rei 3 e trarei todo o exército de volta a ti. É somente um homem que procuras matar. Assim, todo o exército ficará em paz". 4 Esse plano pareceu bom a Absalão e a todas as autoridades de Israel. 5 Entretanto, Absalão disse: "Chamem também Husai, o arquita, para que ouçamos a opinião dele". 6 Quando Husai entrou, Absalão lhe disse: "Aitofel deu-nos o conselho dele. Devemos fazer o que ele diz, ou você tem outra opinião?" 7 Husai respondeu: "O conselho que Aitofel deu desta vez não é bom. 8 Sabes que o teu pai e os homens que estão com ele são guerreiros e estão furiosos como uma ursa selvagem da qual roubaram os filhotes. Além disso, teu pai é um soldado experiente e não passará a noite com o exército. 9 Ele, agora, já deve estar escondido numa caverna ou nalgum outro lugar. Se alguns dos teus soldados forem mortos no primeiro ataque, quem souber disso dirá: 'Houve matança no meio do exército de Absalão'. 10 Então, até o mais bravo soldado, corajoso como leão, ficará morrendo de medo, pois todo o Israel sabe que teu pai é um guerreiro valente e que seus soldados são corajosos. 11 "Por isso, dou o seguinte conselho: que se reúnam a ti todos os homens de Israel, desde Dã até Berseba, tantos como a areia da praia, e que tu mesmo os conduzas na batalha. 12 Então o atacaremos onde quer que ele se encontre e cairemos sobre ele como o orvalho cai sobre a terra. Ele e todos os seus homens não escaparão. 13 Se ele se refugiar em alguma cidade, todo o Israel levará cordas para lá, e arrastaremos aquela cidade para o vale, até que não reste ali nem sequer uma pequena pedra". 14 Absalão e todos os homens de Israel consideraram o conselho de Husai, o arquita, melhor do que o de Aitofel; pois o Senhor tinha decidido frustrar o eficiente conselho de Aitofel, a fim de trazer ruína sobre Absalão. 15 Husai contou aos sacerdotes Zadoque e Abiatar o conselho que Aitofel dera a Absalão e às autoridades de Israel, e o que ele mesmo lhes tinha aconselhado em seguida. 16 En­tão pediu que enviassem ­imediatamente esta mensagem a Davi: "Não passe a noite nos pontos de travessia do Jordão, no deserto, mas atravesse logo o rio, senão o rei e todo o seu exército serão extermina­dos". 17 Jônatas e Aimaás estavam em En-Rogel, e uma serva os informava regularmente, pois não podiam arriscar-se a serem vistos na cidade. Eles, por sua vez, iam relatar ao rei Davi o que tinham ouvido. 18 Mas um jovem os viu e avisou Absalão. Então eles partiram rapidamente e foram para a casa de um habitante de Baurim, que tinha um poço no quintal. Eles desceram ao poço, 19 e a dona da casa colocou a tampa no poço. Para disfarçar, espalhou grãos de cereal por cima. 20 Os soldados de Absalão chegaram à casa da mulher e lhe perguntaram: "Onde estão Aimaás e Jônatas?" A mulher respondeu: "Eles atravessaram as águas". Os homens os procuraram sem sucesso, e voltaram a Jerusalém. 21 Tendo eles ido embora, os dois saíram do poço e foram informar o rei Davi. Falaram-lhe do conselho que Aitofel dera contra ele e lhe disseram que atravessasse imediatamente o Jordão. 22 Então Davi e todo o seu exército saíram e, quando o sol nasceu, todos tinham atravessado o Jordão. 23 Vendo Aitofel que o seu conselho não havia sido aceito, selou seu jumento e foi para casa, para a sua cidade natal; pôs seus negócios em ordem e depois se enforcou. Ele foi sepultado no túmulo de seu pai. 24 Davi já tinha chegado a Maanaim quan­do Absalão atravessou o Jordão com todos os homens de Israel. 25 Absalão havia nomeado Amasa comandante do exército em lugar de Joabe. Amasa era filho de Jéter, um israelita que havia possuído Abigail, filha de Naás e irmã de Zeruia, mãe de Joabe. 26 Absalão e os israelitas acamparam em Gileade. 27 Quando Davi chegou a Maanaim, Sobi, filho de Naás, de Rabá dos amonitas, Maquir, filho de Amiel, de Lo-Debar, e o gileadita Barzilai, de Rogelim, 28 trouxeram a Davi e ao seu exército camas, bacias e uten­sílios de cerâmica e também trigo, cevada, farinha, grãos torrados, feijão e lentilha, 29 mel e coalhada, ovelhas e queijo de leite de vaca; pois sabiam que o exér­cito estava cansado, com fome e com sede no deserto.