Pular para o conteúdo

Frases de Bíblia

595 frases

Salmo 82 1 É Deus quem preside a assembleia divina; no meio dos deuses, ele é o juiz. 2 "Até quando vocês vão absolver os culpados e favorecer os ímpios?
Continuar lendo

Salmo 82 1 É Deus quem preside a assembleia divina; no meio dos deuses, ele é o juiz. 2 "Até quando vocês vão absolver os culpados e favorecer os ímpios? 3 "Garantam justiça para os fracos e para os órfãos; mantenham os direitos dos necessitados e dos oprimidos. 4 Livrem os fracos e os pobres; libertem-nos das mãos dos ímpios. 5 "Eles nada sabem, nada entendem. Vagueiam pelas trevas; todos os fundamentos da terra estão abalados. 6 "Eu disse: 'Vocês são deuses, todos vocês são filhos do Altíssimo'. 7 Mas vocês morrerão como simples homens; cairão como qualquer outro governante." 8 Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois todas as nações te pertencem.

Salmo 30 1 Eu te exaltarei, Senhor, pois tu me reergueste e não deixaste que os meus inimigos se divertissem à minha custa. 2 Senhor meu Deus, a ti clamei por socorro, e tu me curaste.
Continuar lendo

Salmo 30 1 Eu te exaltarei, Senhor, pois tu me reergueste e não deixaste que os meus inimigos se divertissem à minha custa. 2 Senhor meu Deus, a ti clamei por socorro, e tu me curaste. 3 Senhor, tiraste-me da sepultura; prestes a descer à cova, devolveste-me à vida. 4 Cantem louvores ao Senhor, vocês, os seus fiéis; louvem o seu santo nome. 5 Pois a sua ira só dura um instante, mas o seu favor dura a vida toda; o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria. 6 Quando me senti seguro, disse: Jamais serei abalado! 7 Senhor, com o teu favor, deste-me firmeza e estabilidade; mas, quando escondeste a tua face, fiquei aterrorizado. 8 A ti, Senhor, clamei, ao Senhor pedi misericórdia: 9 Se eu morrer, se eu descer à cova, que vantagem haverá? Acaso o pó te louvará? Proclamará a tua fidelidade? 10 Ouve, Senhor, e tem misericórdia de mim; Senhor, sê tu o meu auxílio. 11 Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, 12 para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te darei graças para sempre.

Salmo 68 1 Que Deus se levante! Sejam espalhados os seus inimigos, fujam dele os seus adversários. 2 Que tu os dissipes assim como o vento leva a fumaça; como a cera se derrete na presença do fogo, assim pereçam os ímpios na presença de Deus.
Continuar lendo

Salmo 68 1 Que Deus se levante! Sejam espalhados os seus inimigos, fujam dele os seus adversários. 2 Que tu os dissipes assim como o vento leva a fumaça; como a cera se derrete na presença do fogo, assim pereçam os ímpios na presença de Deus. 3 Alegrem-se, porém, os justos! Exultem diante de Deus! Regozijem-se com grande alegria! 4 Cantem a Deus, louvem o seu nome, exaltem aquele que cavalga sobre as nuvens; seu nome é Senhor! Exultem diante dele! 5 Pai para os órfãos e defensor das viúvas é Deus em sua santa habitação. 6 Deus dá um lar aos solitários, liberta os presos para a prosperidade, mas os rebeldes vivem em terra árida. 7 Quando saíste à frente do teu povo, ó Deus, quando marchaste pelo ermo, 8 a terra tremeu, o céu derramou chuva diante de Deus, o Deus do Sinai; diante de Deus, o Deus de Israel. 9 Deste chuvas generosas, ó Deus; refrescaste a tua herança exausta. 10 O teu povo nela se instalou, e da tua bondade, ó Deus, supriste os pobres. 11 O Senhor anunciou a palavra, e muitos mensageiros a proclamavam: 12 "Reis e exércitos fogem em debandada; a dona de casa reparte os despojos. 13 Mesmo quando vocês dormem entre as fogueiras do acampamento, as asas da minha pomba estão recobertas de prata; as suas penas, de ouro reluzente". 14 Quando o Todo-poderoso espalhou os reis, foi como neve no monte Zalmom. 15 Os montes de Basã são majestosos; escarpados são os montes de Basã. 16 Por que, ó montes escarpados, estão com inveja do monte que Deus escolheu para sua habitação, onde o próprio Senhor habitará para sempre? 17 Os carros de Deus são incontáveis, são milhares de milhares; neles o Senhor veio do Sinai para o seu Lugar Santo. 18 Quando subiste em triunfo às alturas, ó Senhor Deus, levaste cativos muitos prisioneiros; recebeste homens como dádivas, até mesmo rebeldes, para estabeleceres morada. 19 Bendito seja o Senhor, Deus, nosso Salvador, que cada dia suporta as nossas cargas. 20 O nosso Deus é um Deus que salva; ele é o Soberano, ele é o Senhor que nos livra da morte. 21 Certamente Deus esmagará a cabeça dos seus inimigos, o crânio cabeludo dos que persistem em seus pecados. 22 "Eu os trarei de Basã", diz o Senhor, "eu os trarei das profundezas do mar, 23 para que você encharque os pés no sangue dos inimigos, sangue do qual a língua dos cães terá a sua porção." 24 Já se vê a tua marcha triunfal, ó Deus, a marcha do meu Deus e Rei adentrando o santuário. 25 À frente estão os cantores, depois os músicos; com eles vão as jovens tocando tamborins. 26 Bendigam a Deus na grande congregação! Bendigam o Senhor, descendentes de Israel! 27 Ali está a pequena tribo de Benjamim, a conduzi-los, os príncipes de Judá acompanhados de suas tropas, e os príncipes de Zebulom e Naftali. 28 A favor de vocês, manifeste Deus o seu poder! Mostra, ó Deus, o poder que já tens operado para conosco. 29 Por causa do teu templo em Jerusalém, reis te trarão presentes. 30 Repreende a fera entre os juncos, a manada de touros entre os bezerros das nações. Humilhados, tragam barras de prata. Espalha as nações que têm prazer na guerra. 31 Ricos tecidos venham do Egito; a Etiópia corra para Deus de mãos cheias. 32 Cantem a Deus, reinos da terra, louvem o Senhor, 33 aquele que cavalga os céus, os antigos céus. Escutem! Ele troveja com voz poderosa. 34 Proclamem o poder de Deus! Sua majestade está sobre Israel, seu poder está nas altas nuvens. 35 Tu és temível no teu santuário, ó Deus; é o Deus de Israel que dá poder e força ao seu povo. Bendito seja Deus!

Salmo 57 1 Misericórdia, ó Deus; misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia. Eu me refugiarei à sombra das tuas asas, até que passe o perigo. 2 Clamo ao Deus Altíssimo, a Deus, que para comigo cumpre o seu propósito.
Continuar lendo

Salmo 57 1 Misericórdia, ó Deus; misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia. Eu me refugiarei à sombra das tuas asas, até que passe o perigo. 2 Clamo ao Deus Altíssimo, a Deus, que para comigo cumpre o seu propósito. 3 Dos céus ele me envia a salvação, põe em fuga os que me perseguem de perto; Pausa Deus envia o seu amor e a sua fidelidade. 4 Estou em meio a leões, ávidos para devorar; seus dentes são lanças e flechas, sua língua é espada afiada. 5 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus! Sobre toda a terra esteja a tua glória! 6 Preparam armadilhas para os meus pés; fiquei muito abatido. Abriram uma cova no meu caminho, mas foram eles que nela caíram. 7 Meu coração está firme, ó Deus, meu coração está firme; cantarei ao som de instrumentos! 8 Acorde, minha alma! Acordem, harpa e lira! Vou despertar a alvorada! 9 Eu te louvarei, ó Senhor, entre as nações; cantarei teus louvores entre os povos. 10 Pois o teu amor é tão grande que alcança os céus; a tua fidelidade vai até as nuvens. 11 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus! Sobre toda a terra esteja a tua glória!

Salmo 53 1 Diz o tolo em seu coração: "Deus não existe!" Corromperam-se e cometeram injustiças detestáveis; não há ninguém que faça o bem. 2 Deus olha lá dos céus para os filhos dos homens, para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus.
Continuar lendo

Salmo 53 1 Diz o tolo em seu coração: "Deus não existe!" Corromperam-se e cometeram injustiças detestáveis; não há ninguém que faça o bem. 2 Deus olha lá dos céus para os filhos dos homens, para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus. 3 Todos se desviaram, igualmente se corromperam; não há ninguém que faça o bem; nem um sequer. 4 Será que os malfeitores não aprendem? Eles devoram o meu povo como quem come pão e não clamam a Deus! 5 Olhem! Estão tomados de pavor, quando não existe motivo algum para temer! Pois foi Deus quem espalhou os ossos dos que atacaram você; você os humilhou porque Deus os rejeitou. 6 Ah, se de Sião viesse a salvação para Israel! Quando Deus restaurar o seu povo, Jacó exultará! Israel se regozijará!

Salmo 75 1 Damos-te graças, ó Deus, damos-te graças, pois perto está o teu nome; todos falam dos teus feitos maravilhosos. 2 Tu dizes: "Eu determino o tempo em que julgarei com justiça.
Continuar lendo

Salmo 75 1 Damos-te graças, ó Deus, damos-te graças, pois perto está o teu nome; todos falam dos teus feitos maravilhosos. 2 Tu dizes: "Eu determino o tempo em que julgarei com justiça. 3 Quando treme a terra com todos os seus habitantes, sou eu que mantenho firmes as suas colunas. 4 "Aos arrogantes digo: Parem de vangloriar-se! E aos ímpios: Não se rebelem! 5 Não se rebelem contra os céus; não falem com insolência". 6 Não é do oriente nem do ocidente nem do deserto que vem a exaltação. 7 É Deus quem julga: Humilha a um, a outro exalta. 8 Na mão do Senhor está um cálice cheio de vinho espumante e misturado; ele o derrama, e todos os ímpios da terra o bebem até a última gota. 9 Quanto a mim, para sempre anunciarei essas coisas; cantarei louvores ao Deus de Jacó. 10 Destruirei o poder de todos os ímpios, mas o poder dos justos aumentará.

Salmo 34 1 Bendirei o Senhor o tempo todo! Os meus lábios sempre o louvarão. 2 Minha alma se gloriará no Senhor; ouçam os oprimidos e se alegrem.
Continuar lendo

Salmo 34 1 Bendirei o Senhor o tempo todo! Os meus lábios sempre o louvarão. 2 Minha alma se gloriará no Senhor; ouçam os oprimidos e se alegrem. 3 Proclamem a grandeza do Senhor comigo; juntos exaltemos o seu nome. 4 Busquei o Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores. 5 Os que olham para ele estão radiantes de alegria; seu rosto jamais mostrará decepção. 6 Este pobre homem clamou, e o Senhor o ouviu; e o libertou de todas as suas tribulações. 7 O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem, e os livra. 8 Provem e vejam como o Senhor é bom. Como é feliz o homem que nele se refugia! 9 Temam o Senhor, vocês que são os seus santos, pois nada falta aos que o temem. 10 Os leões podem passar necessidade e fome, mas os que buscam o Senhor de nada têm falta. 11 Venham, meus filhos, ouçam-me; eu ensinarei a vocês o temor do Senhor. 12 Quem de vocês quer amar a vida e deseja ver dias felizes? 13 Guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade. 14 Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança. 15 Os olhos do Senhor voltam-se para os justos e os seus ouvidos estão atentos ao seu grito de socorro; 16 o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal, para apagar da terra a memória deles. 17 Os justos clamam, o Senhor os ouve e os livra de todas as suas tribulações. 18 O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido. 19 O justo passa por muitas adversidades, mas o Senhor o livra de todas; 20 protege todos os seus ossos; nenhum deles será quebrado. 21 A desgraça matará os ímpios; os que odeiam o justo serão condenados. 22 O Senhor redime a vida dos seus servos; ninguém que nele se refugia será condenado.

Salmo 84 1 Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! 2 A minha alma anela, e até desfalece, pelos átrios do Senhor; o meu coração e o meu corpo cantam de alegria ao Deus vivo.
Continuar lendo

Salmo 84 1 Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! 2 A minha alma anela, e até desfalece, pelos átrios do Senhor; o meu coração e o meu corpo cantam de alegria ao Deus vivo. 3 Até o pardal achou um lar e a andorinha um ninho para si, para abrigar os seus filhotes, um lugar perto do teu altar, ó Senhor dos Exércitos, meu Rei e meu Deus. 4 Como são felizes os que habitam em tua casa; louvam-te sem cessar! 5 Como são felizes os que em ti encontram força e os que são peregrinos de coração! 6 Ao passarem pelo vale de Baca, fazem dele um lugar de fontes; as chuvas de outono também o enchem de cisternas. 7 Prosseguem o caminho de força em força, até que cada um se apresente a Deus em Sião. 8 Ouve a minha oração, ó Senhor Deus dos Exércitos; escuta-me, ó Deus de Jacó. 9 Olha, ó Deus, que és nosso escudo; trata com bondade o teu ungido. 10 Melhor é um dia nos teus átrios do que mil noutro lugar; prefiro ficar à porta da casa do meu Deus a habitar nas tendas dos ímpios. 11 O Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor concede favor e honra; não recusa nenhum bem aos que vivem com integridade. 12 Ó Senhor dos Exércitos, como é feliz aquele que em ti confia!

Salmo 95 1 Venham! Cantemos ao Senhor com alegria! Aclamemos a Rocha da nossa salvação. 2 Vamos à presença dele com ações de graças; vamos aclamá-lo com cânticos de louvor.
Continuar lendo

Salmo 95 1 Venham! Cantemos ao Senhor com alegria! Aclamemos a Rocha da nossa salvação. 2 Vamos à presença dele com ações de graças; vamos aclamá-lo com cânticos de louvor. 3 Pois o Senhor é o grande Deus, o grande Rei acima de todos os deuses. 4 Nas suas mãos estão as profundezas da terra, os cumes dos montes lhe pertencem. 5 Dele também é o mar, pois ele o fez; as suas mãos formaram a terra seca. 6 Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador; 7 pois ele é o nosso Deus, e nós somos o povo do seu pastoreio, o rebanho que ele conduz. Hoje, se vocês ouvirem a sua voz, 8 não endureçam o coração, como em Meribá, como aquele dia em Massá, no deserto, 9 onde os seus antepassados me tentaram, pondo-me à prova, apesar de terem visto o que eu fiz. 10 Durante quarenta anos fiquei irado contra aquela geração e disse: "Eles são um povo de coração ingrato; não reconheceram os meus caminhos". 11 Por isso jurei na minha ira: "Jamais entrarão no meu descanso".

Salmo 69 1 Salva-me, ó Deus!, pois as águas subiram até o meu pescoço. 2 Nas profundezas lamacentas eu me afundo; não tenho onde firmar os pés. Entrei em águas profundas; as correntezas me arrastam.
Continuar lendo

Salmo 69 1 Salva-me, ó Deus!, pois as águas subiram até o meu pescoço. 2 Nas profundezas lamacentas eu me afundo; não tenho onde firmar os pés. Entrei em águas profundas; as correntezas me arrastam. 3 Cansei-me de pedir socorro; minha garganta se abrasa. Meus olhos fraquejam de tanto esperar pelo meu Deus. 4 Os que sem razão me odeiam são mais do que os fios de cabelo da minha cabeça; muitos são os que me prejudicam sem motivo; muitos, os que procuram destruir-me. Sou forçado a devolver o que não roubei. 5 Tu bem sabes como fui insensato, ó Deus; a minha culpa não te é encoberta. 6 Não se decepcionem por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor, Senhor dos Exércitos! Não se frustrem por minha causa os que te buscam, ó Deus de Israel! 7 Pois por amor a ti suporto zombaria, e a vergonha cobre-me o rosto. 8 Sou um estrangeiro para os meus irmãos, um estranho até para os filhos da minha mãe; 9 pois o zelo pela tua casa me consome, e os insultos daqueles que te insultam caem sobre mim. 10 Até quando choro e jejuo, tenho que suportar zombaria; 11 quando ponho vestes de lamento, sou objeto de chacota. 12 Os que se ajuntam na praça falam de mim, e sou a canção dos bêbados. 13 Mas eu, Senhor, no tempo oportuno, elevo a ti minha oração; responde-me, por teu grande amor, ó Deus, com a tua salvação infalível! 14 Tira-me do atoleiro, não me deixes afundar; liberta-me dos que me odeiam e das águas profundas. 15 Não permitas que as correntezas me arrastem nem que as profundezas me engulam, nem que a cova feche sobre mim a sua boca! 16 Responde-me, Senhor, pela bondade do teu amor; por tua grande misericórdia, volta-te para mim. 17 Não escondas do teu servo a tua face; responde-me depressa, pois estou em perigo. 18 Aproxima-te e resgata-me; livra-me por causa dos meus inimigos. 19 Tu bem sabes como sofro zombaria, humilhação e vergonha; conheces todos os meus adversários. 20 A zombaria partiu-me o coração; estou em desespero! Supliquei por socorro, nada recebi; por consoladores, e a ninguém encontrei. 21 Puseram fel na minha comida e para matar-me a sede deram-me vinagre. 22 Que a mesa deles se lhes transforme em laço; torne-se retribuição e armadilha. 23 Que se lhe escureçam os olhos para que não consigam ver; faze-lhes tremer o corpo sem parar. 24 Despeja sobre eles a tua ira; que o teu furor ardente os alcance. 25 Fique deserto o lugar deles; não haja ninguém que habite nas suas tendas. 26 Pois perseguem aqueles que tu feres e comentam a dor daqueles a quem castigas. 27 Acrescenta-lhes pecado sobre pecado; não os deixes alcançar a tua justiça. 28 Sejam eles tirados do livro da vida e não sejam incluídos no rol dos justos. 29 Grande é a minha aflição e a minha dor! Proteja-me, ó Deus, a tua salvação! 30 Louvarei o nome de Deus com cânticos e proclamarei sua grandeza com ações de graças; 31 isso agradará o Senhor mais do que bois, mais do que touros com seus chifres e cascos. 32 Os necessitados o verão e se alegrarão; a vocês que buscam a Deus, vida ao seu coração! 33 O Senhor ouve o pobre e não despreza o seu povo aprisionado. 34 Louvem-no os céus e a terra, os mares e tudo o que neles se move, 35 pois Deus salvará Sião e reconstruirá as cidades de Judá. Então o povo ali viverá e tomará posse da terra; 36 a descendência dos seus servos a herdará, e nela habitarão os que amam o seu nome.

Salmo 71 1 Em ti, Senhor, busquei refúgio; nunca permitas que eu seja humilhado. 2 Resgata-me e livra-me por tua justiça; inclina o teu ouvido para mim e salva-me.
Continuar lendo

Salmo 71 1 Em ti, Senhor, busquei refúgio; nunca permitas que eu seja humilhado. 2 Resgata-me e livra-me por tua justiça; inclina o teu ouvido para mim e salva-me. 3 Peço-te que sejas a minha rocha de refúgio, para onde eu sempre possa ir; dá ordem para que me libertem, pois és a minha rocha e a minha fortaleza. 4 Livra-me, ó meu Deus, das mãos dos ímpios, das garras dos perversos e cruéis. 5 Pois tu és a minha esperança, ó Soberano Senhor, em ti está a minha confiança desde a juventude. 6 Desde o ventre materno dependo de ti; tu me sustentaste desde as entranhas de minha mãe. Eu sempre te louvarei! 7 Tornei-me um exemplo para muitos, porque tu és o meu refúgio seguro. 8 Do teu louvor transborda a minha boca, que o tempo todo proclama o teu esplendor. 9 Não me rejeites na minha velhice; não me abandones quando se vão as minhas forças. 10 Pois os meus inimigos me caluniam; os que estão à espreita juntam-se e planejam matar-me. 11 "Deus o abandonou", dizem eles; "persigam-no e prendam-no, pois ninguém o livrará." 12 Não fiques longe de mim, ó Deus; ó meu Deus, apressa-te em ajudar-me. 13 Pereçam humilhados os meus acusadores; sejam cobertos de zombaria e vergonha os que querem prejudicar-me. 14 Mas eu sempre terei esperança e te louvarei cada vez mais. 15 A minha boca falará sem cessar da tua justiça e dos teus incontáveis atos de salvação. 16 Falarei dos teus feitos poderosos, ó Soberano Senhor; proclamarei a tua justiça, unicamente a tua justiça. 17 Desde a minha juventude, ó Deus, tens me ensinado, e até hoje eu anuncio as tuas maravilhas. 18 Agora que estou velho, de cabelos brancos, não me abandones, ó Deus, para que eu possa falar da tua força aos nossos filhos, e do teu poder às futuras gerações. 19 Tua justiça chega até as alturas, ó Deus, tu, que tens feito coisas grandiosas. Quem se compara a ti, ó Deus? 20 Tu, que me fizeste passar muitas e duras tribulações, restaurarás a minha vida, e das profundezas da terra de novo me farás subir. 21 Tu me farás mais honrado e mais uma vez me consolarás. 22 E eu te louvarei com a lira por tua fidelidade, ó meu Deus; cantarei louvores a ti com a harpa, ó Santo de Israel. 23 Os meus lábios gritarão de alegria quando eu cantar louvores a ti, pois tu me redimiste. 24 Também a minha língua sempre falará dos teus atos de justiça, pois os que queriam prejudicar-me foram humilhados e ficaram frustrados.

Salmo 46 1. Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. 2. Por isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do mar,
Continuar lendo

Salmo 46 1. Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. 2. Por isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do mar, 3. ainda que estrondem as suas águas turbulentas e os montes sejam sacudidos pela sua fúria. 4. Há um rio cujos canais alegram a cidade de Deus, o Santo Lugar onde habita o Altíssimo. 5. Deus nela está! Não será abalada! Deus vem em seu auxílio desde o romper da manhã. 6. Nações se agitam, reinos se abalam; ele ergue a voz, e a terra se derrete. 7. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é a nossa torre segura. 8. Venham! Vejam as obras do Senhor, seus feitos estarrecedores na terra. 9. Ele dá fim às guerras até os confins da terra; quebra o arco e despedaça a lança; destrói os escudos com fogo. 10. "Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus! Serei exaltado entre as nações, serei exaltado na terra." 11. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é a nossa torre segura.

Salmo 79 1 Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a ruínas.
Continuar lendo

Salmo 79 1 Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a ruínas. 2 Deram os cadáveres dos teus servos às aves do céu por alimento; a carne dos teus fiéis, aos animais selvagens. 3 Derramaram o sangue deles como água ao redor de Jerusalém, e não há ninguém para sepultá-los. 4 Somos objeto de zombaria para os nossos vizinhos, de riso e menosprezo para os que vivem ao nosso redor. 5 Até quando, Senhor? Ficarás irado para sempre? Arderá o teu ciúme como o fogo? 6 Derrama a tua ira sobre as nações que não te reconhecem, sobre os reinos que não invocam o teu nome, 7 pois devoraram Jacó, deixando em ruínas a sua terra. 8 Não cobres de nós as maldades dos nossos antepassados; venha depressa ao nosso encontro a tua misericórdia, pois estamos totalmente desanimados! 9 Ajuda-nos, ó Deus, nosso Salvador, para a glória do teu nome; livra-nos e perdoa os nossos pecados, por amor do teu nome. 10 Por que as nações haverão de dizer: "Onde está o Deus deles?" Diante dos nossos olhos, mostra às nações a tua vingança pelo sangue dos teus servos. 11 Cheguem à tua presença os gemidos dos prisioneiros. Pela força do teu braço preserva os condenados à morte. 12 Retribui sete vezes mais aos nossos vizinhos as afrontas com que te insultaram, Senhor! 13 Então nós, o teu povo, as ovelhas das tuas pastagens, para sempre te louvaremos; de geração em geração cantaremos os teus louvores.

Salmo 67 1 Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós,
Continuar lendo

Salmo 67 1 Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós, 2 para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, ó Deus, a tua salvação entre todas as nações. 3 Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te todos os povos. 4 Exultem e cantem de alegria as nações, pois governas os povos com justiça e guias as nações na terra. 5 Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te todos os povos. 6 Que a terra dê a sua colheita, e Deus, o nosso Deus, nos abençoe! 7 Que Deus nos abençoe, e o temam todos os confins da terra.

Salmo 51 1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. 2 Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado.
Continuar lendo

Salmo 51 1 Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. 2 Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. 3 Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue. 4 Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me. 5 Sei que sou pecador desde que nasci; sim, desde que me concebeu minha mãe. 6 Sei que desejas a verdade no íntimo; e no coração me ensinas a sabedoria. 7 Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e mais branco do que a neve serei. 8 Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão. 9 Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. 10 Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. 11 Não me expulses da tua presença nem tires de mim o teu Santo Espírito. 12 Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer. 13 Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti. 14 Livra-me da culpa dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação! E a minha língua aclamará a tua justiça. 15 Ó Senhor, dá palavras aos meus lábios, e a minha boca anunciará o teu louvor. 16 Não te deleitas em sacrifícios nem te agradas em holocaustos, senão eu os traria. 17 Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás. 18 Por tua boa vontade faze Sião prosperar; ergue os muros de Jerusalém. 19 Então te agradarás dos sacrifícios sinceros, das ofertas queimadas e dos holocaustos; e novilhos serão oferecidos sobre o teu altar.

Salmo 70 1 Livra-me, ó Deus! Apressa-te, Senhor, a ajudar-me! 2 Sejam humilhados e frustrados os que procuram tirar-me a vida; retrocedam desprezados os que desejam a minha ruína.
Continuar lendo

Salmo 70 1 Livra-me, ó Deus! Apressa-te, Senhor, a ajudar-me! 2 Sejam humilhados e frustrados os que procuram tirar-me a vida; retrocedam desprezados os que desejam a minha ruína. 3 Retrocedam em desgraça os que zombam de mim. 4 Mas regozijem-se e alegrem-se em ti todos os que te buscam; digam sempre os que amam a tua salvação: "Como Deus é grande!" 5 Quanto a mim, sou pobre e necessitado; apressa-te, ó Deus. Tu és o meu socorro e o meu libertador; Senhor, não te demores!

Salmo 91: 1 Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso 2 pode dizer ao Senhor: "Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio".
Continuar lendo

Salmo 91: 1 Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso 2 pode dizer ao Senhor: "Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio". 3 Ele o livrará do laço do caçador e do veneno mortal. 4 Ele o cobrirá com as suas penas, e sob as suas asas você encontrará refúgio; a fidelidade dele será o seu escudo protetor. 5 Você não temerá o pavor da noite nem a flecha que voa de dia, 6 nem a peste que se move sorrateira nas trevas, nem a praga que devasta ao meio-dia. 7 Mil poderão cair ao seu lado; dez mil, à sua direita, mas nada o atingirá. 8 Você simplesmente olhará, e verá o castigo dos ímpios. 9 Se você fizer do Altíssimo o seu abrigo, do Senhor o seu refúgio, 10 nenhum mal o atingirá, desgraça alguma chegará à sua tenda. 11 Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos; 12 com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra. 13 Você pisará o leão e a cobra; pisoteará o leão forte e a serpente. 14 "Porque ele me ama, eu o resgatarei; eu o protegerei, pois conhece o meu nome. 15 Ele clamará a mim, e eu lhe darei resposta, e na adversidade estarei com ele; vou livrá-lo e cobri-lo de honra. 16 Vida longa eu lhe darei, e lhe mostrarei a minha salvação."

Números 7 As ofertas de consagração do tabernáculo 1 Quando Moisés acabou de armar o tabernáculo, ele o ungiu e o consagrou, juntamente com todos os seus utensílios. Também ungiu e consagrou o altar com todos os seus utensílios.
Continuar lendo

Números 7 As ofertas de consagração do tabernáculo 1 Quando Moisés acabou de armar o tabernáculo, ele o ungiu e o consagrou, juntamente com todos os seus utensílios. Também ungiu e consagrou o altar com todos os seus utensílios. 2 Então os líderes de Israel, os chefes das famílias que eram os líderes das tribos encarregados do recenseamento apresentaram ofertas. 3 Trouxeram as suas dádivas ao Senhor: seis carroças cobertas e doze bois, um boi de cada líder e uma carroça de cada dois líderes; e as apresentaram diante do tabernáculo. 4 O Senhor disse a Moisés: 5 "Aceite as ofertas deles para que sejam usadas no trabalho da Tenda do Encontro. Entregue-as aos levitas, conforme exigir o trabalho de cada homem". 6 Então Moisés recebeu as carroças e os bois e os entregou aos levitas. 7 Deu duas carroças e quatro bois aos gersonitas, conforme exigia o trabalho deles, 8 e quatro carroças e oito bois aos meraritas, conforme exigia o trabalho deles. Estavam todos sob a supervisão de Itamar, filho do sacerdote Arão. 9 Mas aos coatitas Moisés não deu nada, pois eles deveriam carregar nos ombros os objetos sagrados pelos quais eram responsáveis. 10 Quando o altar foi ungido, os líderes trouxeram as suas ofertas para a dedicação do altar e as apresentaram diante dele. 11 Pois o Senhor tinha dito a Moisés: "Cada dia um líder deverá trazer a sua oferta para a dedicação do altar". 12 No primeiro dia, Naassom, filho de Aminadabe, da tribo de Judá, trouxe a sua oferta. 13 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 14 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 15 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 16 um bode como oferta pelo pecado; 17 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe. 18 No segundo dia, Natanael, filho de Zuar e líder de Issacar, trouxe a sua oferta. 19 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 20 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 21 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 22 um bode como oferta pelo pecado; 23 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Natanael, filho de Zuar. 24 No terceiro dia, Eliabe, filho de Helom e líder de Zebulom, trouxe a sua oferta. 25 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 26 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 27 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 28 um bode como oferta pelo pecado; 29 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Eliabe, filho de Helom. 30 No quarto dia, Elizur, filho de Sedeur e líder de Rúben, trouxe a sua oferta. 31 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 32 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 33 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 34 um bode como oferta pelo pecado; 35 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur. 36 No quinto dia, Selumiel, filho de Zurisadai e líder de Simeão, trouxe a sua oferta. 37 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 38 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 39 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 40 um bode como oferta pelo pecado; 41 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai. 42 No sexto dia, Eliasafe, filho de Deuel e líder de Gade, trouxe a sua oferta. 43 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 44 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 45 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 46 um bode como oferta pelo pecado; 47 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel. 48 No sétimo dia, Elisama, filho de Amiúde e líder de Efraim, trouxe a sua oferta. 49 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 50 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 51 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 52 um bode como oferta pelo pecado; 53 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde. 54 No oitavo dia, Gamaliel, filho de Pedazur e líder de Manassés, trouxe a sua oferta. 55 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 56 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 57 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 58 um bode como oferta pelo pecado; 59 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur. 60 No nono dia, Abidã, filho de Gideoni e líder de Benjamim, trouxe a sua oferta. 61 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 62 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 63 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 64 um bode como oferta pelo pecado; 65 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Abidã, filho de Gideoni. 66 No décimo dia, Aieser, filho de Amisadai e líder de Dã, trouxe a sua oferta. 67 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 68 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 69 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 70 um bode como oferta pelo pecado; 71 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Aieser, filho de Amisadai. 72 No décimo primeiro dia, Pagiel, filho de Ocrã e líder de Aser, trouxe a sua oferta. 73 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 74 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 75 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 76 um bode como oferta pelo pecado; 77 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Pagiel, filho de Ocrã. 78 No décimo segundo dia, Aira, filho de Enã e líder de Naftali, trouxe a sua oferta. 79 A oferta dele foi um prato de prata de um quilo e quinhentos e sessenta gramas e uma bacia de prata para as aspersões, de oitocentos e quarenta gramas, ambos pesados com base no peso padrão do santuário, cada um cheio da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal; 80 uma vasilha de ouro de cento e vinte gramas, cheia de incenso; 81 um novilho, um carneiro e um cordeiro de um ano como holocausto; 82 um bode como oferta pelo pecado; 83 e dois bois, cinco carneiros, cinco bodes e cinco cordeiros de um ano para serem oferecidos como sacrifício de comunhão. Essa foi a oferta de Aira, filho de Enã. 84 Essas foram as ofertas dos líderes israelitas para a dedicação do altar quando este foi ungido. Ao todo foram: doze pratos de prata, doze bacias de prata para as aspersões e doze vasilhas de ouro. 85 Cada prato de prata pesava um quilo e quinhentos e sessenta gramas, e cada bacia para as aspersões pesava oitocentos e quarenta gramas. O total de peças de prata pesava vinte e oito quilos e oitocentos gramas, com base no peso padrão do santuário. 86 As doze vasilhas de ouro cheias de incenso pesavam cada uma cento e vinte gramas, com base no peso padrão do santuário. O total de vasilhas de ouro pesava um quilo e quatrocentos e quarenta gramas. 87 O total de animais oferecidos em holocausto foi doze novilhos, doze carneiros e doze cordeiros de um ano, juntamente com as ofertas de cereal. Doze bodes foram trazidos para a oferta pelo pecado. 88 O total de animais oferecidos em sacrifício de comunhão foi vinte e quatro bois, sessenta carneiros, sessenta bodes e sessenta cordeiros de um ano. Foram essas as ofertas trazidas para a dedicação do altar depois que este foi ungido. 89 Quando entrava na Tenda do Encontro para falar com o Senhor, Moisés ouvia a voz que lhe falava do meio dos dois querubins, de cima da tampa da arca da aliança. Era assim que o Senhor falava com ele.

Juízes 19 O levita e a sua concubina 1 Naquela época, não havia rei em Israel. Aconteceu que um levita que vivia nos montes de Efraim, numa região afastada, tomou para si uma concubina, que era de Belém de Judá.
Continuar lendo

Juízes 19 O levita e a sua concubina 1 Naquela época, não havia rei em Israel. Aconteceu que um levita que vivia nos montes de Efraim, numa região afastada, tomou para si uma concubina, que era de Belém de Judá. 2 Mas ela lhe foi infiel. Deixou-o e voltou para a casa do seu pai, em Belém de Judá. Quatro meses depois, 3 seu marido foi convencê-la a voltar. Ele tinha levado o seu servo e dois jumentos. A mulher o levou para dentro da casa do seu pai, e quando seu pai o viu, alegrou-se. 4 O sogro dele o convenceu a ficar ali; e ele permaneceu com eles três dias; todos comendo, bebendo e dormindo ali. 5 No quarto dia, eles se levantaram cedo, e o levita se preparou para partir, mas o pai da moça disse ao genro: "Coma alguma coisa, e depois vocês poderão partir". 6 Os dois se assentaram para comer e beber juntos. Mas o pai da moça disse: "Eu peço a você que fique esta noite, e que se alegre". 7 E, quando o homem se levantou para partir, seu sogro o convenceu a ficar ainda aquela noite. 8 Na manhã do quinto dia, quando ele se preparou para partir, o pai da moça disse: "Vamos comer! Espere até a tarde!" E os dois comeram juntos. 9 Então, quando o homem, sua concubina e seu servo levantaram-se para partir, o pai da moça, disse outra vez: "Veja, o dia está quase acabando, é quase noite; passe a noite aqui. Fique e alegre-se. Amanhã de madrugada vocês poderão levantar-se e ir para casa". 10 Não desejando ficar outra noite, o homem partiu rumo a Jebus, isto é, Jerusalém, com dois jumentos selados e com a sua concubina. 11 Quando estavam perto de Jebus e já se findava o dia, o servo disse a seu senhor: "Venha. Vamos parar nesta cidade dos jebuseus e passar a noite aqui". 12 O seu senhor respondeu: "Não. Não vamos entrar numa cidade estrangeira, cujo povo não é israelita. Iremos para Gibeá". 13 E acrescentou: "Ande! Vamos tentar chegar a Gibeá ou a Ramá e passar a noite num desses lugares". 14 Então prosseguiram, e o sol se pôs quando se aproximavam de Gibeá de Benjamim. 15 Ali entraram para passar a noite. Foram sentar-se na praça da cidade. E ninguém os convidou para passarem a noite em sua casa. 16 Naquela noite, um homem idoso procedente dos montes de Efraim e que estava morando em Gibeá (os homens do lugar eram benjamitas), voltava de seu trabalho no campo. 17 Quando viu o viajante na praça da cidade, o homem idoso perguntou: "Para onde você está indo? De onde vem?" 18 Ele respondeu: "Estamos de viagem, indo de Belém de Judá para uma região afastada, nos montes de Efraim, onde moro. Fui a Belém de Judá, e agora estou indo ao santuário do Senhor. Mas aqui ninguém me recebeu em casa. 19 Temos palha e forragem para os nossos jumentos, e para nós mesmos, que somos seus servos, temos pão e vinho, para mim, para a sua serva e para o jovem que está conosco. Não temos falta de nada". 20 "Você é bem-vindo em minha casa", disse o homem idoso. "Vou atendê-lo no que você precisar. Não passe a noite na praça." 21 E os levou para a sua casa e alimentou os jumentos. Depois de lavarem os pés, comeram e beberam alguma coisa. 22 Quando estavam entretidos, alguns vadios da cidade cercaram a casa. Esmurrando a porta, gritaram para o homem idoso, dono da casa: "Traga para fora o homem que entrou em sua casa para que tenhamos relações com ele!" 23 O dono da casa saiu e lhes disse: "Não sejam tão perversos, meus amigos. Já que esse homem é meu hóspede, não cometam essa loucura. 24 Vejam, aqui está minha filha virgem e a concubina do meu hóspede. Eu as trarei para vocês, e vocês poderão usá-las e fazer com elas o que quiserem. Mas, nada façam com esse homem, não cometam tal loucura!" 25 Mas os homens não quiseram ouvi-lo. Então o levita mandou a sua concubina para fora, e eles a violentaram e abusaram dela a noite toda. Ao alvorecer a deixaram. 26 Ao romper do dia a mulher voltou para a casa onde o seu senhor estava hospedado, caiu junto à porta e ali ficou até o dia clarear. 27 Quando o seu senhor se levantou de manhã, abriu a porta da casa e saiu para prosseguir viagem, lá estava a sua concubina, caída à entrada da casa, com as mãos na soleira da porta. 28 Ele lhe disse: "Levante-se, vamos!" Não houve resposta. Então o homem a pôs em seu jumento e foi para casa. 29 Quando chegou, apanhou uma faca e cortou o corpo da sua concubina em doze partes, e as enviou a todas as regiões de Israel. 30 Todos os que viram isso disseram: "Nunca se viu nem se fez uma coisa dessas desde o dia em que os israelitas saíram do Egito. Pensem! Reflitam! Digam o que se deve fazer!"

Números 24 1 Quando Balaão viu que agradava ao Senhor abençoar Israel, não recorreu à magia como nas outras vezes, mas voltou o rosto para o deserto. 2 Então viu Israel acampado, tribo por tribo; e o Espírito de Deus veio sobre ele,
Continuar lendo

Números 24 1 Quando Balaão viu que agradava ao Senhor abençoar Israel, não recorreu à magia como nas outras vezes, mas voltou o rosto para o deserto. 2 Então viu Israel acampado, tribo por tribo; e o Espírito de Deus veio sobre ele, 3 e ele pronunciou este oráculo: "Palavra de Balaão, filho de Beor, palavra daquele cujos olhos veem claramente, 4 palavra daquele que ouve as palavras de Deus, daquele que vê a visão que vem do Todo-poderoso, daquele que cai prostrado e vê com clareza: 5 "Quão belas são as suas tendas, ó Jacó, as suas habitações, ó Israel! 6 Como vales estendem-se, como jardins que margeiam rios, como aloés plantados pelo Senhor, como cedros junto às águas. 7 Seus reservatórios de água transbordarão; suas lavouras serão bem irrigadas. "O seu rei será maior do que Agague; o seu reino será exaltado. 8 Deus os está trazendo do Egito; eles têm a força do boi selvagem. Devoram nações inimigas e despedaçam seus ossos; com suas flechas os atravessam. 9 Como o leão e a leoa eles se abaixam e se deitam, quem ousará despertá-los? Sejam abençoados os que os abençoarem, e amaldiçoados os que os amaldiçoarem!" 10 Então acendeu-se a ira de Balaque contra Balaão, e, batendo as palmas das mãos, disse: "Eu o chamei para amaldiçoar meus inimigos, mas você já os abençoou três vezes! 11 Agora, fuja para a sua casa! Eu disse que daria a você generosa recompensa, mas o Senhor o impediu de recebê-la". 12 Mas Balaão respondeu a Balaque: "Eu bem que avisei aos mensageiros que você me enviou: 13 'Mesmo que Balaque me desse o seu palácio cheio de prata e de ouro, eu não poderia fazer coisa alguma de minha própria vontade, boa ou má, que vá além da ordem do Senhor, e devo dizer somente o que o Senhor disser.' 14 Agora estou voltando para o meu povo, mas venha, deixe-me adverti-lo do que este povo fará ao seu povo nos dias futuros". A quarta profecia de Balaão 15 Então pronunciou este seu oráculo: "Palavra de Balaão, filho de Beor, palavra daquele cujos olhos veem claramente, 16 daquele que ouve as palavras de Deus, que possui o conhecimento do Altíssimo, daquele que vê a visão que vem do Todo-poderoso, daquele que cai prostrado, e vê com clareza: 17 Eu o vejo, mas não agora; eu o avisto, mas não de perto. Uma estrela surgirá de Jacó; um cetro se levantará de Israel. Ele esmagará as frontes de Moabe e o crânio de todos os descendentes de Sete. 18 Edom será dominado; Seir, seu inimigo, também será dominado; mas Israel se fortalecerá. 19 De Jacó sairá o governo; ele destruirá os sobreviventes das cidades". A profecia final de Balaão 20 Balaão viu Amaleque e pronunciou este oráculo: "Amaleque foi o primeiro das nações, mas o seu fim será destruição". 21 Depois viu os queneus e pronunciou este oráculo: "Sua habitação é segura, seu ninho está firmado na rocha; 22 todavia, vocês, queneus, serão destruídos quando Assur os levar prisioneiros". 23 Finalmente pronunciou este oráculo: "Ah, quem poderá viver quando Deus fizer isto? 24 Navios virão da costa de Quitim e subjugarão Assur e Héber, mas o seu fim também será destruição". 25 Então Balaão se levantou e voltou para casa, e Balaque seguiu o seu caminho.

1 Crônicas 2 A descendência de Judá 1 Estes foram os filhos de Israel: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom,
Continuar lendo

1 Crônicas 2 A descendência de Judá 1 Estes foram os filhos de Israel: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, 2 Dã, José, Benjamim, Naftali, Gade e Aser. 3 Estes foram os filhos de Judá: Er, Onã e Selá. Ele teve esses três filhos com uma mulher cananeia, a filha de Suá. Mas o Senhor reprovou a conduta perversa de Er, filho mais velho de Judá, e por isso o matou. 4 Tamar, nora de Judá, deu-lhe os filhos Perez e Zerá. A Judá nasceram ao todo cinco filhos.5 Estes foram os filhos de Perez: Hezrom e Hamul. 6 Estes foram os filhos de Zerá: Zinri, Etã, Hemã, Calcol e Darda. Foram cinco ao todo. 7 O filho de Carmi foi Acar. Ele causou desgraça a Israel ao violar a proibição de se apossar das coisas consagradas. 8 Este foi o filho de Etã: Azarias. 9 Os filhos que nasceram a Hezrom foram Jerameel, Rão e Calebe. 10 Rão gerou Aminadabe, e Aminadabe gerou Naassom, o líder da tribo de Judá. 11 Naassom gerou Salmom, Salmom gerou Boaz, 12 Boaz gerou Obede, e Obede gerou Jessé. 13 Jessé gerou Eliabe, o seu filho mais velho; o segundo foi Abinadabe; o terceiro, Simeia; 14 o quarto, Natanael; o quinto, Radai; 15 o sexto, Ozém; e o sétimo, Davi. 16 As irmãs deles foram Zeruia e Abigail. Os três filhos de Zeruia foram Abisai, Joabe e Asael. 17 Abigail deu à luz Amasa, filho do ismaelita Jéter. 18 Calebe, filho de Hezrom, teve, com sua mulher Azuba, uma filha chamada Jeriote. Estes foram os filhos de Azuba: Jeser, Sobabe e Ardom. 19 Quando Azuba morreu, Calebe tomou por mulher Efrate, com quem teve Hur. 20 Hur gerou Uri, e Uri gerou Bezalel. 21 Depois disso, Hezrom, aos sessenta anos, tomou por mulher a filha de Maquir, pai de Gileade, e ela deu-lhe um filho chamado Segube. 22 Segube gerou Jair, que governou vinte e três cidades em Gileade. 23 Gesur e Arã conquistaram Havote-Jair, bem como Quenate e os povoados ao redor; ao todo sessenta cidades. Todos esses foram descendentes de Maquir, pai de Gileade. 24 Depois que Hezrom morreu em Calebe-Efrata, Abia, mulher de Hezrom, deu-lhe Asur, fundador de Tecoa. 25 Estes foram os filhos de Jerameel, o filho mais velho de Hezrom: Rão, o mais velho, Buna, Orém, Ozém e Aías. 26 Jerameel teve outra mulher, chamada Atara, que foi a mãe de Onã. 27 Estes foram os filhos de Rão, o filho mais velho de Jerameel: Maaz, Jamim e Equer. 28 Estes foram os filhos de Onã: Samai e Jada. Estes foram os filhos de Samai: Nadabe e Abisur. 29 O nome da mulher de Abisur era Abiail. Ela deu-lhe dois filhos: Abã e Molide. 30 Estes foram os filhos de Nadabe: Selede e Apaim. Selede morreu sem filhos. 31 O filho de Apaim foi Isi, pai de Sesã, pai de Alai. 32 Estes foram os filhos de Jada, irmão de Samai: Jéter e Jônatas. Jéter morreu sem filhos. 33 Estes foram os filhos de Jônatas: Pelete e Zaza. Foram esses os descendentes de Jerameel. 34 Sesã não teve filhos, apenas filhas. Tinha ele um escravo egípcio chamado Jará, 35 a quem deu uma de suas filhas por mulher. E ela deu-lhe um filho chamado Atai. 36 Atai gerou Natã, Natã gerou Zabade, 37 Zabade gerou Eflal, Eflal gerou Obede, 38 Obede gerou Jeú, Jeú gerou Azarias, 39 Azarias gerou Helez, Helez gerou Eleasa, 40 Eleasa gerou Sismai, Sismai gerou Salum, 41 Salum gerou Jecamias, e Jecamias gerou Elisama. A descendência de Calebe 42 Estes foram os filhos de Calebe, irmão de Jerameel: Messa, o mais velho, que foi o pai de Zife, e seu filho Maressa, pai de Hebrom. 43 Estes foram os filhos de Hebrom: Corá, Tapua, Requém e Sema. 44 Sema gerou Raão, pai de Jorqueão. Requém gerou Samai. 45 O filho de Samai foi Maom, e Maom foi o pai de Bete-Zur. 46 A concubina de Calebe, Efá, teve três filhos: Harã, Mosa e Gazez. Harã gerou Gazez. 47 Estes foram os filhos de Jadai: Regém, Jotão, Gesã, Pelete, Efá e Saafe. 48 A concubina de Calebe, Maaca, teve dois filhos: Seber e Tiraná. 49 Ela também teve Saafe, pai de Madmana, e Seva, pai de Macbena e de Gibeá. A filha de Calebe chamava-se Acsa. 50 Calebe teve também estes outros descendentes. Os filhos de Hur, o filho mais velho de Efrate: Sobal, fundador de Quiriate-Jearim, 51 Salma, fundador de Belém, e Harefe, fundador de Bete-Gader. 52 Os descendentes de Sobal, fundador de Quiriate-Jearim: O povo de Haroé, metade dos manaatitas, 53 e os clãs de Quiriate-Jearim: os itritas, os fateus, os sumateus e os misraeus. Desses descenderam os zoratitas e os estaoleus. 54 Os descendentes de Salma: O povo de Belém e de Atarote-Bete-Joabe, os netofatitas, metade dos manaatitas, os zoreus, 55 e os clãs dos escribas que viviam em Jabez: os tiratitas, os simeatitas e os sucatitas. Esses foram os queneus, descendentes de Hamate, antepassado da família de Recabe.

Números 6 Os nazireus 1 O Senhor disse ainda a Moisés:
Continuar lendo

Números 6 Os nazireus 1 O Senhor disse ainda a Moisés: 2 "Diga o seguinte aos israelitas: Se um homem ou uma mulher fizer um voto especial, um voto de separação para o Senhor como nazireu, 3 terá que se abster de vinho e de outras bebidas fermentadas e não poderá beber vinagre feito de vinho ou de outra bebida fermentada. Não poderá beber suco de uva nem comer uvas nem passas. 4 Enquanto for nazireu, não poderá comer nada que venha da videira, nem mesmo as sementes ou as cascas. 5 "Durante todo o período de seu voto de separação, nenhuma lâmina será usada em sua cabeça. Até que termine o período de sua separação para o Senhor ele estará consagrado e deixará crescer o cabelo de sua cabeça. 6 Durante todo o período de sua separação para o Senhor, não poderá aproximar-se de um cadáver. 7 Mesmo que o seu próprio pai ou mãe ou irmã ou irmão morra, ele não poderá tornar-se impuro por causa deles, pois traz sobre a cabeça o símbolo de sua separação para Deus. 8 Durante todo o período de sua separação, estará consagrado ao Senhor. 9 "Se alguém morrer repentinamente perto dele, contaminando assim o cabelo que consagrou, ele terá que rapar a cabeça sete dias depois, dia da sua purificação. 10 No oitavo dia, trará duas rolinhas ou dois pombinhos ao sacerdote, à entrada da Tenda do Encontro. 11 O sacerdote oferecerá um como oferta pelo pecado e o outro como holocausto, para fazer propiciação por ele, pois pecou ao se aproximar de um cadáver. Naquele mesmo dia, o nazireu reconsagrará a sua cabeça. 12 Ele se dedicará ao Senhor pelo período de sua separação e trará um cordeiro de um ano de idade como oferta de reparação. Não se contarão os dias anteriores porque ficou contaminado durante a sua separação. 13 "Este é o ritual do nazireu quando terminar o período de sua separação: ele será trazido à entrada da Tenda do Encontro. 14 Ali apresentará a sua oferta ao Senhor: um cordeiro de um ano e sem defeito como holocausto, uma cordeira de um ano e sem defeito como oferta pelo pecado, um carneiro sem defeito como oferta de comunhão, 15 juntamente com a sua oferta de cereal, com a oferta derramada e com um cesto de pães sem fermento, bolos feitos da melhor farinha amassada com azeite e pães finos untados com azeite. 16 "O sacerdote os apresentará ao Senhor e oferecerá o sacrifício pelo pecado e o holocausto. 17 Apresentará o cesto de pães sem fermento e oferecerá o cordeiro como sacrifício de comunhão ao Senhor, juntamente com a oferta de cereal e a oferta derramada. 18 "Em seguida, à entrada da Tenda do Encontro, o nazireu rapará o cabelo que consagrou e o jogará no fogo que está embaixo do sacrifício da oferta de comunhão. 19 "Depois que o nazireu rapar o cabelo da sua consagração, o sacerdote lhe colocará nas mãos um ombro cozido do carneiro, um bolo e um pão fino tirados do cesto, ambos sem fermento. 20 O sacerdote os moverá perante o Senhor como gesto ritual de apresentação; são santos e pertencem ao sacerdote, bem como o peito que foi movido e a coxa. Depois disso o nazireu poderá beber vinho. 21 "Esse é o ritual do voto de nazireu e da oferta dedicada ao Senhor de acordo com a sua separação, sem contar qualquer outra coisa que ele possa dedicar. Cumprirá o voto que tiver feito de acordo com o ritual do nazireu". A bênção sacerdotal 22 O Senhor disse a Moisés: 23 "Diga a Arão e aos seus filhos: Assim vocês abençoarão os israelitas: 24 "O Senhor te abençoe e te guarde; 25 o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; 26 o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz. 27 "Assim eles invocarão o meu nome sobre os israelitas, e eu os abençoarei".

Números 9 Celebração da Páscoa 1 O Senhor falou com Moisés no deserto do Sinai, no primeiro mês do segundo ano depois que o povo saiu do Egito. Ele disse:
Continuar lendo

Números 9 Celebração da Páscoa 1 O Senhor falou com Moisés no deserto do Sinai, no primeiro mês do segundo ano depois que o povo saiu do Egito. Ele disse: 2 "Os israelitas devem celebrar a Páscoa na ocasião própria. 3 Celebrem-na no tempo determinado, ao pôr do sol do décimo quarto dia deste mês, de acordo com todas as suas leis e ordenanças". 4 Então Moisés ordenou aos israelitas que celebrassem a Páscoa; 5 eles a celebraram no deserto do Sinai, ao pôr do sol do décimo quarto dia do primeiro mês. Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor tinha ordenado a Moisés. 6 Mas alguns deles não puderam celebrar a Páscoa naquele dia porque se haviam tornado impuros por terem tocado num cadáver. Por isso procuraram Moisés e Arão naquele mesmo dia 7 e disseram a Moisés: "Nós nos tornamos impuros por termos tocado num cadáver, mas por que deveríamos ser impedidos de apresentar a nossa oferta ao Senhor na ocasião própria, como os demais israelitas?" 8 Moisés respondeu-lhes: "Esperem até que eu saiba o que o Senhor ordena a respeito de vocês". 9 Então o Senhor disse a Moisés: 10 "Diga o seguinte aos israelitas: Quando algum de vocês ou dos seus descendentes se tornar impuro por tocar algum cadáver ou estiver distante por motivo de viagem, ainda assim poderá celebrar a Páscoa do Senhor. 11 Deverão celebrá-la no décimo quarto dia do segundo mês, ao pôr do sol. Comerão o cordeiro com pães sem fermento e com ervas amargas. 12 Não deixarão sobrar nada até o amanhecer e não quebrarão nenhum osso do cordeiro. Quando a celebrarem, obedeçam a todas as leis da Páscoa. 13 Se, porém, um homem estiver puro e não estiver distante por motivo de viagem e ainda assim não celebrar a Páscoa, ele será eliminado do meio do seu povo porque não apresentou a oferta do Senhor na ocasião própria. Ele sofrerá as consequências do seu pecado. 14 "Um estrangeiro residente entre vocês, que queira celebrar a Páscoa do Senhor, deverá fazê-lo de acordo com as leis e ordenanças da Páscoa. Vocês terão as mesmas leis para o estrangeiro e para o natural da terra". A nuvem por cima do tabernáculo 15 No dia em que foi armado o tabernáculo, a tenda que guarda as tábuas da aliança, a nuvem o cobriu. Desde o entardecer até o amanhecer a nuvem por cima do tabernáculo tinha a aparência de fogo. 16 Era assim que sempre acontecia: de dia a nuvem o cobria, e de noite tinha a aparência de fogo. 17 Sempre que a nuvem se levantava de cima da Tenda, os israelitas partiam; no lugar em que a nuvem descia, ali acampavam. 18 Conforme a ordem do Senhor, os israelitas partiam e, conforme a ordem do Senhor,acampavam. Enquanto a nuvem estivesse por cima do tabernáculo, eles permaneciam acampados. 19 Quando a nuvem ficava sobre o tabernáculo por muito tempo, os israelitas cumpriam suas responsabilidades para com o Senhor e não partiam. 20 Às vezes a nuvem ficava sobre o tabernáculo poucos dias; conforme a ordem do Senhor, eles acampavam e, também conforme a ordem do Senhor, partiam. 21 Outras vezes a nuvem permanecia somente desde o entardecer até o amanhecer e, quando se levantava pela manhã, eles partiam. De dia ou de noite, sempre que a nuvem se levantava, eles partiam. 22 Quer a nuvem ficasse sobre o tabernáculo dois dias, quer um mês, quer mais tempo, os israelitas permaneciam no acampamento e não partiam; mas, quando ela se levantava, partiam. 23 Conforme a ordem do Senhor acampavam e conforme a ordem do Senhor partiam. Nesse meio tempo, cumpriam suas responsabilidades para com o Senhor, de acordo com as suas ordens, anunciadas por Moisés.

Salmo 8 1 Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. 2 Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos firmaste o teu nome como fortaleza, por causa dos teus adversários, para silenciar o inimigo que busca vingança.
Continuar lendo

Salmo 8 1 Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. 2 Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos firmaste o teu nome como fortaleza, por causa dos teus adversários, para silenciar o inimigo que busca vingança. 3 Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, 4 pergunto: Que é o homem, para que com ele te importes? E o filho do homem, para que com ele te preocupes? 5 Tu o fizeste um pouco menor do que os seres celestiais e o coroaste de glória e de honra. 6 Tu o fizeste dominar as obras das tuas mãos; sob os seus pés tudo puseste: 7 todos os rebanhos e manadas, e até os animais selvagens, 8 as aves do céu, os peixes do mar e tudo o que percorre as veredas dos mares. 9 Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra!