“É preciso olhar Para dentro de si mesmo Antes que venha a tarde...”
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“É preciso olhar Para dentro de si mesmo Antes que venha a tarde...” (in “Olhar”)
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“É preciso olhar Para dentro de si mesmo Antes que venha a tarde...”
“É preciso olhar Para dentro de si mesmo Antes que venha a tarde...” (in “Olhar”)
“Quando o amor se vai é tempo de recolher os restos e viver na solidão...”
“Sinto-me como a tarde que morre Escutando o vento a chorar...” (in “Apocalipse”)
É preciso se acercar da alegria... Viver além da própria vida... Ser viajante dos sonhos...
É preciso se acercar da alegria... Viver além da própria vida... Ser viajante dos sonhos... Ser feliz!...
“Depois da chuva Abrirei minha janela para a alegria E por uns momentos
“Depois da chuva Abrirei minha janela para a alegria E por uns momentos Esquecerei das dores do mundo... Depois... A vida continua...”
“Ah, se eu fosse rio que passa ora em silêncio,
“Ah, se eu fosse rio que passa ora em silêncio, ora cantando, trazendo esperança... Flor pequenina que nasce nas manhãs douradas para enfeitar o dia de alguém...”
“Eu só sei ser sozinho Restando-me um pouco pelos caminhos... Há lembranças nas árvores
“Eu só sei ser sozinho Restando-me um pouco pelos caminhos... Há lembranças nas árvores E no vento vadio - restos de ilusões...” (in “Jeito de ser feliz...”)
“Sinto que me entardeci Já não estou mais na moda: Falo e ninguém ouve
“Sinto que me entardeci Já não estou mais na moda: Falo e ninguém ouve Escrevo e ninguém lê...” (in “Anônimo”)
“Tem dia que minha alma se esquece
“Tem dia que minha alma se esquece que a vida tem fim...”
“Estava pensando em você... Meu ontem, meu hoje, meu agora... Companheira por esse mundo afora
“Estava pensando em você... Meu ontem, meu hoje, meu agora... Companheira por esse mundo afora Dádiva, lembrança, Eterna canção... Presença constante na minha saudade, Um adeus no fim da tarde, Solidão...”
Não me comprazem dias ventosos. Nesses dias, a morte campeia pelos mares, ares, pelos rios, ruas, pelas montanhas, colinas, prados, por todos os lados, à procura de alguém. Encontrando, leva-os todos, às dezenas, às centenas, aos milhares, para longe de nossas vistas e de nossas…
Não me comprazem dias ventosos. Nesses dias, a morte campeia pelos mares, ares, pelos rios, ruas, pelas montanhas, colinas, prados, por todos os lados, à procura de alguém. Encontrando, leva-os todos, às dezenas, às centenas, aos milhares, para longe de nossas vistas e de nossas memórias. Nessas horas não há alegria, nem esperança. Parece que o fim está ali, estonteante, mirabolante, entristecendo tudo e todos, numa agonia de dar dó.