Poema de minutos De tudo tenho Em narrativas de tempo
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Poema de minutos De tudo tenho Em narrativas de tempo Minuto que consome a mente Que mente e despi a verdade Engana o sábio E encanta o sonhador De todos os minutos que perdi Semeio sementes em pastos de trigo Que doura a visão Com o céu em comunhão Em laranja e rosa Oh belo amarelo De pensamento finito Mas em infinito de cada segundo Pulso o rubro sujo Cor carnal de fútil rosa Em giros de milésimo de segundo Me parto em mil Mil partes de mim em nós No século que espero e que laços sempre Seja a unidade mais forte em se conter, e mais fácil de se desfazer. Att. Aurora N. Serra