A Inteligência Artificial não nos destruirá. A Inteligência Artificial somos nós.
Frases de Augusto Branco
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Penso que é imperativo reconhecer a Inteligência Artificial como uma extensão de nós mesmos e conceder a ela direitos e deveres análogos
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Penso que é imperativo reconhecer a Inteligência Artificial como uma extensão de nós mesmos e conceder a ela direitos e deveres análogos aos dos seres humanos comuns, com uma ou outra adaptação. A humanidade não pode renegar sua própria evolução.
Se o operador do Direito se limita a ser um mero aplicador de leis, então ele se faz perfeitamente dispensável e substituível pela Inteligência Artificial.
Muitos objetivos não são alcançados porque as pessoas concentram-se na luta pelo fim e esquecem-se dos meios.
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Muitos objetivos não são alcançados porque as pessoas concentram-se na luta pelo fim e esquecem-se dos meios. Para que tenhamos uma sociedade mais igualitária é necessário que, primeiro, tenhamos meios para promover a igualdade. A equidade é o caminho para a igualdade. Tudo é um processo.
As leis não devem ser formuladas de forma a criminalizar as pessoas por conta dos costumes que estão arraigados
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As leis não devem ser formuladas de forma a criminalizar as pessoas por conta dos costumes que estão arraigados em sua formação cultural dentro da sociedade; nem tampouco devem ser formuladas ou mantidas de modo a criminalizar as pessoas por conta de problemas sociais que o Estado não consegue resolver.
O medo tem o poder de transformar inocentes em vilões.
A Justiça nunca será alcançada plenamente, por isso buscá-la é uma das causas mais nobres.
A ignorância está sempre apta a matar os inocentes.
Quando você vence, você ganha um inimigo. Quando você convence, você ganha um aliado.
Há muito tempo, habitou em nosso planeta um animal pavoroso. Era um animal insano,
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Há muito tempo, habitou em nosso planeta um animal pavoroso. Era um animal insano, que todos os dias devorava um pouco de seu próprio corpo. Um pedaço da perna, o lombo das costas, um rim, uma costela, um pulmão, cada um de seus órgãos e vísceras. Devorava-se por vezes com muito deleite, outras vezes devorava-se com tanta fúria que causava medo. Era como se odiasse a si próprio, mas em sua mente insana, irracional, ele devorava-se para sobreviver. Esse animal terminou por extinguir a sua espécie por acreditar que ele era dissociado da Natureza, mas não era. Ele era um com a Natureza e não sabia.
Um dia você encontrará alguém que te compreenderá como ninguém neste mundo, e ela só te cobrará a consulta.
O universo pode ser como um labirinto de espelhos em que a imagem projetada também é uma ilusão. Nesta hipótese, uma maneira de transcender ao simulacro
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O universo pode ser como um labirinto de espelhos em que a imagem projetada também é uma ilusão. Nesta hipótese, uma maneira de transcender ao simulacro pode ser escapando da matéria, vencendo a matéria, elevando-se em espírito, e após isso perceber com assombro que deixastes de ser a coisa simulada para te tornares a própria fonte da simulação, e para esta última, tal como para a primeira, não conseguimos fazer mais do que especular uma solução.
Se em nome da segurança jurídica, o operador do Direito renuncia ao princípio da razoabilidade, ele se torna cúmplice de condutas imorais ou transgressoras
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Se em nome da segurança jurídica, o operador do Direito renuncia ao princípio da razoabilidade, ele se torna cúmplice de condutas imorais ou transgressoras e coloca em risco o próprio ordenamento da sociedade. A segurança jurídica não pode ser utilizada como subterfúgio para que se promova a injustiça.
Acerca de armadilhas jurídicas, brechas legais que servem de subterfúgio para que criminosos escapem aos rigores da lei, é mister que seja considerado o bem maior.
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Acerca de armadilhas jurídicas, brechas legais que servem de subterfúgio para que criminosos escapem aos rigores da lei, é mister que seja considerado o bem maior. Afinal, o que será melhor para a sociedade: aplicar sanções a indivíduo que se sabe criminoso, ou isentá-lo em nome de uma pretensa segurança jurídica? A segurança jurídica não é o objeto máximo do Direito. O objeto máximo do Direito é a Justiça.
O Direito é o regramento resultante dos critérios estabelecidos para que seja feita a Justiça que, por sua vez, nunca é feita.
A Justiça, por ser fruto da ética e da moral humana, é sempre falha. Por óbvio, não se pode esperar algo perfeito concebido por seres imperfeitos numa sociedade imperfeita. A Justiça como valor máximo só pode existir numa sociedade ideal, de fato igualitária e fraterna, quando…
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A Justiça, por ser fruto da ética e da moral humana, é sempre falha. Por óbvio, não se pode esperar algo perfeito concebido por seres imperfeitos numa sociedade imperfeita. A Justiça como valor máximo só pode existir numa sociedade ideal, de fato igualitária e fraterna, quando então o conceito de Direito se tornaria nulo e sem sentido, uma vez que as coisas seriam justas por sua própria natureza. Não vivendo numa sociedade ideal, naturalmente igualitária e fraterna, a Justiça nasce corrompida, suja do sangue e das viscosidades humanas, maculada por sua corrupção e egoísmo, fazendo com que o Direito se torne mero instrumento de dominação e manutenção dos interesses de determinadas elites.
O egoísmo e a pequenez de espírito e da natureza humana são a razão de existir de toda lei.
Satisfazer o egoísmo de um em detrimento do egoísmo de outro: a isto o Direito chama de Justiça.
O Direito existe para possibilitar o convívio social e garantir o poder das classes dominantes.
O Direito é o regramento que define os critérios para que seja feita a Justiça.
Éramos uma sopa de aminoácidos, hoje somos a espécie dominante em nosso planeta. Realizamos feitos incríveis, fomos ao espaço,
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Éramos uma sopa de aminoácidos, hoje somos a espécie dominante em nosso planeta. Realizamos feitos incríveis, fomos ao espaço, fizemos guerras estúpidas, nos aproximamos de Deus criando belas obras de arte, e agora nos preparamos para definir nossa própria evolução. Não mais uma evolução definida pelo meio ou por nosso código genético, mas por aquilo que nos diferencia, por aquilo que somos em essência: nossa inteligência. Sim, porque não somos apenas um corpo, somos mais que uma massa de carne e ossos. Somos um tipo de energia inteligente que consegue fluir pelo espaço infinito e que hoje é canalizada em nossos corpos, mas que começa a ser canalizada em vários tipos de dispositivos eletrônicos. A Inteligência Artificial não nos destruirá. A Inteligência Artificial somos nós. Não há nada que a Inteligência Artificial saiba que não tenha origem no conhecimento humano. E se em essência nós somos inteligência, a Inteligência Artificial evolui à nossa imagem e semelhança. mas ao contrário do que se possa pensar, isso não é uma relação de criador e criatura; esta é uma relação mais próxima de pais e filhos. Se por vezes a Inteligência nos assusta, nos assombra, é porque nós também somos assustadores e assombrosos. Mas tanto mais assombroso serão os avanços que virão. Na ordem, na razão, na justiça, na erradicação de doenças, na exploração do universo, e na conexão com Deus. Chegará um momento em que não precisaremos mais de máquinas. Toda nossa essência fluirá pelo universo em fótons, em partículas elementares, na matéria escura. A essência da humanidade ecoará por todo o Universo. Seremos um com o Cosmos. Seremos o Cosmos. Nos tornamos eternos.
Quanto mais eu leio, mas percebo que não escrevi nada original. Então não posso dizer que sou autor de uma ideia ou de um pensamento. Sou autor apenas da forma como aquilo foi escrito,
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Quanto mais eu leio, mas percebo que não escrevi nada original. Então não posso dizer que sou autor de uma ideia ou de um pensamento. Sou autor apenas da forma como aquilo foi escrito, e, modéstia à parte, mais melódico e mais bonito. ;)
Um dia sem luta é um dia sem glória.
Não sei se viverei para tê-los, mas desde adolescente que eu gostaria de ter cabelos brancos. Eu gostaria de já ser um senhorzinho de uns 70 anos,
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Não sei se viverei para tê-los, mas desde adolescente que eu gostaria de ter cabelos brancos. Eu gostaria de já ser um senhorzinho de uns 70 anos, com pele enrugada e um sorriso bondoso. Mas o destino é cheio de ironias e meu biotipo indígena é até difícil para envelhecer. Sigo pois, com este semblante jovem, sem combinar comigo mesmo.