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Frases de Arremedos Poéticos

188 frases

⁠Dor que um Talvez faça passar como doeu-me as horas
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⁠Dor que um Talvez faça passar como doeu-me as horas minutos e segundos quando gemia desejos de ouvir tua voz chorava saudades das melodias de tuas palavras urrava dores no silêncio escuro que me devorava enquanto as paredes insistiam em me esmagar aprendia um novo significado para a palavra distância enquanto era açoitado pela sua ausência [...] quando desejava das canções de suas palavras da doçura das letras escritas me chamando de Coração Quentinho e as vezes perguntava-me em mais uma madrugada comigo e as paredes se por ventura olhavas pela tua janela a namorar as estrelas e se pensavas em mim nestes momentos se acreditava em nós ainda o mundo fez-se um caos e nosso nós havia sido tragado junto e eu só queria nossos Pequenos Infinitos o relógio voltando a contar as horas o tempo deixando de ser carrasco sentir outra vez o chão sob os pés sorrindo com as asas e pronto para voar és minhas asas és meu chão e então eu nada tinha suplicava minha alma buscando ser ouvida pela sua pensava que talvez sua alma ouvisse suplicava nas madrugadas de lágrimas que deitasse em meu peito silenciasse o túmulo dos tumultos que devoravam que fossemos outra vez nosso nós a viver um dia de cada vez [...] talvez nesse planeta minúsculo se comparado a nosso sentir talvez nesse tempo que urge talvez na brevidade desta vida e pode ser num talvez que eu te reencontre (Amor) afinal em algum lugar é necessário que aconteça e nesse talvez (Amor) me deixe plantar carinho atenção e afeto nesse peito inquieto e cuidarei com toda atenção do universo para que esse talvez se torne em puro (Amor) [...] talvez agora você não entenda talvez você duvide ser possível florescer (Amor) talvez você ache que é utopia então (Amor) de talvez em talvez me deixe te reencontrar em um talvez porque de certeza nada é nessa vida... a não ser à morte..

⁠Com ímpeto inevitável não gritar impetuosamente todos os desejos que inundando-me a alma saltam-me pelos poros evaporam no ar e carregados pelo vento vão em sua busca e pousam sobre ti percorrendo cada centímetro de seu corpo e cada profundidade de sua alma nas entrelinhas que…
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⁠Com ímpeto inevitável não gritar impetuosamente todos os desejos que inundando-me a alma saltam-me pelos poros evaporam no ar e carregados pelo vento vão em sua busca e pousam sobre ti percorrendo cada centímetro de seu corpo e cada profundidade de sua alma nas entrelinhas que somente tu detecta a natureza selvagem e delicada deste meu sentir sorri o menino acariciado por suas palavras que mexem com minha alma e coração seu sorriso, seus suspiros, dançam diante de mim curando-me feridas tão antigas quanto o Amor que unifica nossas almas desde a aurora dos tempos embriagado pelo aroma que emana de seus passos e movimentos sinto-me paralisado com sua dança delicada e insinuante como que hipnotizado contemplo enquanto turbilhões de sentimentos e desejos saltam do meu ser inerte e invadem sua dança, roubam-lhe beijos e de corpos colados ofegantes entre sorrisos em meio aos beijos sussuramos; "eu te Amo, eu te Amo, eu te Amo"..

⁠Desperta para florescer há uma linha tênue entre
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⁠Desperta para florescer há uma linha tênue entre seus sonhos possíveis e impossíveis que habitam e geram vidas entre o que escreves e o que pensas reconheça que SOnhas sonhos que não se sonham SÓ portanto sendo sonhos que se sonham juntos realidade todas as vidas em forçados sonhos de utopia ilusória momentâneas fraquezas dúvidas de quem és do que sentes e que podes Ser desperta Menina Flor Mulher Poesia seu sentir é pleno e correspondido.. no aguardo da confissão venci vencemos o tempo eis-me aqui..

⁠Do que precisas a superfície de mar calmo que Ela sorri oculta em sua profundidade correntes marítimas com força de tsunamis assim como não se tem noção das tempestades de mares bravios que ali mesmo nesta agora superfície calma em instantes passados destroçaram portos conside…
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⁠Do que precisas a superfície de mar calmo que Ela sorri oculta em sua profundidade correntes marítimas com força de tsunamis assim como não se tem noção das tempestades de mares bravios que ali mesmo nesta agora superfície calma em instantes passados destroçaram portos considerados seguros e afundaram navios encouraçados Ela sorri pois, venceu, tendo aprendidado a surfar ondas gigantes e mergulhar em tsunamis e desbrava-los e vence-los aprendeu com os aromas trazidos pelo vento a detectar tempestades e navegar através delas Ela encontra rotas para seguir adiante mesmo em meio as tempestades noturnas e escuras se orientando por seu próprio brilho e seguindo adiante por conta de sua gigantesca força fantasmas ainda a assombram, querem que lance a âncora e fique estagnada, outras vezes tentam confundi-la sobre não haver rotas para a convencer a soltar o leme e ficar a deriva e até mesmo tentaram afunda-la no mais profundo abismo dos oceanos Ela segue, luta, as vezes fica fatigada, mas nunca desiste a olho nu Ela não avista um porto seguro, mas acredita existir, e Ela quer mais que acreditar, quer aportar, quer muitas coisas, e sempre mais do porto seguro todos os dias é enviada uma mensagem através do vento Menina Mulher não é o que você quer o que queres é facil mas não receberá antes de receber o que você precisa precisas sossegar o coração Menina Mulher Linda coração que muito apanhou não consegue bater em outro coração ele sabe o quanto dói sossega o coração Menina Mulher Linda e vem perceberás logo que as chagas que hoje sangram e atormentam e parecem não terem cura se tornarão em meros arranhões e logo desaparecerão..

⁠Tens o dom, eu me lembro tens o dom do que imaginares a me fazer sentir no deslumbre deste mistério entendo que naquilo que seus olhos não veem e nos une em aliança divina, forço meus olhos buscando ver, não vejo tambem, mas sinto assim como te sinto
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⁠Tens o dom, eu me lembro tens o dom do que imaginares a me fazer sentir no deslumbre deste mistério entendo que naquilo que seus olhos não veem e nos une em aliança divina, forço meus olhos buscando ver, não vejo tambem, mas sinto assim como te sinto com o dom de suas palavras lança-me luz, e se revela a mim o que revela-se a ti vislumbro igualmente a perfeição que envolta neste misterio permanece imaculada e inabalável queria eu ter o dom de estar satisfeito, de não sentir necessidade de mais onde ao tu me impelires igualmente a subir o mais alto possível em busca de mim não avisto meu ser se não for uno a ti em carne, sangue, visceras, alma e espirito eu lembro do repouso da alma e ja o sinto, pois repouso em ti todavia quero sempre mais minhas carnes estremecem, meus labios umedecem minha pele arrepia, o coração quer saltar pela boca por lembrar de forma tão intensa o sabor de seus beijos o seu perfume misturando-se ao meu enquanto nossos corpos incendeiam dos pés aos fios de cabelo eu lembro de que por não cabermos em caixa alguma gastavamos deliciosamente e prazerosamente todo o tempo possivel nos encaixando um no outro para nos fazermos um apenas em corpo, alma e espirito fabricando nossa própria caixa.. faz sentido, sinto, assim como te sinto..

⁠Marcas no grito do silêncio desabafa a dor no percorrer as emoções que já são, mas ainda virão sentimentos deste peito meu e morada sua
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⁠Marcas no grito do silêncio desabafa a dor no percorrer as emoções que já são, mas ainda virão sentimentos deste peito meu e morada sua antes o inospito o converteste em lugar habitável e o adorna com suas doces mãos ainda que seu olhar as vezes me fuja tremendo de medo de morrer na entrega não podes negar aquilo que carrega sua alma contemplo-te contempla-te não és a Poesia que não pode dar voz ao proprio verso, que não sangra, visceralmente leio-te leia-me sangra aqui nesta boca que te beija, beberei cada gota, não se baste ser em mim somente em palavras sopra sobre mim tuas tempestades, lambe essas chamas que te ardem, reduz-me a cinzas, não se baste ser em mim somente em emoções dança ao meu redor, rasga-me a carne que devora-te; e penetra-me a alma, não se baste ser em mim somente em sentimentos deixa que gatos miem cães ladrem e lobos uivem é a loucura da noite o desvirtuar do sagrado a conversão do profano o arder das almas proibidas que se erguem no desejo das suas entranhas, o borbulhar fervente de suas visceras o colo suave, uma canção tuas marcas em mim para a eternidade..

A capacidade no verbo Amar as vezes o dizer tudo que se pensa e sente
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A capacidade no verbo Amar as vezes o dizer tudo que se pensa e sente se torna fardo pesado as vezes mesmo o mais corajoso dos seres tem medo, se desespera, se apavora as vezes assumir-se é sumir-se as vezes até mesmo o mais valente teme perder o combate teme levantar da cama para ir ao combate a isto e por isto é sempre melhor que em toda a caminhada que sejam dois de mãos dadas pois se um tropeçar numa palavra errada ao dizer tudo que pensa e sente o outro segura firme não deixa cair e se resulta num fardo ajuda a carregar se um tropeçar em medos e desesperos e escorregando cair ao chão o outro ajuda a levantar se um ao assumir-se acabar sumindo de si mesmo e para outrens o outro através do olhar faz com que volte a se enxergar se no temor ante ao combate um tropeçar, cair e o outro tentando segurar cair tambem mesmo machucados cuidarão das feridas um do outro e se ajudarão a se levantarem vencerão todos os combates receberão todas as recompensas capazes no verbo Amar..

⁠Apelo a Morfeu nos braços da noite se acomoda o dia, ela sussura-lhe enquanto passa a mão por seus cabelos - é hora de dormir meu Amor
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⁠Apelo a Morfeu nos braços da noite se acomoda o dia, ela sussura-lhe enquanto passa a mão por seus cabelos - é hora de dormir meu Amor já te cobri de versos pra que Morfeu te acolha repousa sua cabeça no travesseiro de minhas palavras te espreguiça no colchão do meu desejo em escritos enquanto me desnudo em todo meu Amor por ti.. na janela de seu quarto, enquanto observa o adormecer do dia, o arremedo de poeta, calado, enquanto a alma grita: sei que sou reles mortal e como tal desprezado sou ainda assim, imploro, a loucura bate as portas da minha mente todos os dias, todas as noites assombra-me com imagens um rosto, uma imensidão um olhar, um abismo, uma boca, um labirinto, o que tenho [...] eu, desejos na imensidão, queda livre no abismo, viajante no labirinto, alma em chamas, voluntariamente [...] porém, a beira da insanidade, a beira da morte pela sequidão dos desejos da alma desesperado de querer, recorro, que Morfeu me conceda mais uma noite de viagens onde eu te sinta talvez de lambuja, prove o gosto de sua boca, preciso ir além do desejo ou, enlouquecerei de querer, e, explodirei de Amor, se tua alma de mim foge, me deixando ensandecido, num torpor de anseios loucos, a Morfeu recorro, implorando, mais uma noite apenas, de viagens, no interior de tua alma de lambuja, nas curvas de teus lábios, para em ti morrer em paz, quando, meus olhos se abrirem, e ter um gosto a mais, no sentir, preciso ir além, antes da loucura, que minha alma durante o sono sacie, os meus anseios loucos uma noite de êxtase sem fim, o além, onde, me é permitido esse ir além, sonhando com os beijos de tua alma..

⁠Início, fim e meio início neste tempo, reinício de todos os tempos onde inicia, onde reinicia, sempre é, sempre foi morada das nossas almas
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⁠Início, fim e meio início neste tempo, reinício de todos os tempos onde inicia, onde reinicia, sempre é, sempre foi morada das nossas almas o começo é nossa morada espelho de tua alma, espelho da minha, reflexo que brilha e nos trespassa os corpos, incêndios, labaredas enornes, que não consomem, apenas aquecem nossos corações penetra-me com seu olhar e outra vez me perco, esqueço de tudo, do mundo, nada mais importa neste momento que não o néctar dos seus lábios lês o anseio de minha alma em perder-me tambem em seus labios e acende aos céus onde de asas dadas planamos enfim seguros em alturas inalcançáveis confundindo abismos tão antigos quanto o universo, estes cedem ao nosso vôo ao nos perder de vista de asas dadas sorrimos vida e luz entre o princípio e o fim nos reencontramos no meio, e ao infinito não importa como se dá o início ou como termina, pois o que irá determinar tudo é o meio, o camimho o meio como vivemos e voamos, brilhamos e Amamos entre princípio e fim.. o meio que nos leva ao fim, que é, sempre foi morada nossa no caminho para nossa morada, a volta pra casa, o fim, pra depois do fim, começar de novo o princípio é o fim, o fim é o princípio, nossa volta pra casa, morada de nossas almas o meio, somos nós no caminho de volta pra casa..

No corredor da morte quais palavras buscar para expressar o abortar voluntário dos sentimentos que dão vida as flores nada que se diga esclarece o que parece ser, mas não é
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No corredor da morte quais palavras buscar para expressar o abortar voluntário dos sentimentos que dão vida as flores nada que se diga esclarece o que parece ser, mas não é é deste arremedo de poema de onde as letras sangram que meus sentimentos expressam um silêncio a dizer que Te Amo se soubesses o quanto me dói, rasga a alma escrever tais palavras, expressar os gritos de minha alma posto que o Amor foi tudo que expressei, e não foi suficiente, bem disseram que o Amor vai muito além do que pobres palavras podem expressar ainda assim, tal qual o último pedido de um condenado no corredor da morte, suplico-lhe atente seus olhos a onomatopeia dos meus versos rotos não é a alma a busca do reencontro onde de dois se tornam um e um de dois? como, quando e porque nunca importa vê, ouve o silêncio no desabrochar das flores, sinta o aroma no abrir das pétalas a suavidade do pólem que escapa ao toque da borboleta e sobe rasgando o firmamento chegando as estrelas e as fazendo sorrir eis que tua divindade se faz presente, te venero como um sacrílego, temo olhar-te, muito menos tocar-te no entanto, tal qual uma divindade, em ti sinto o desprezar pela morte, sinto em ti o tempo como um eternizar este sentir não serei mais um dos que morrem enquanto Amam e deixam versos na alma sem expo-los a sua Amada cada sentir, tu o saberás, enquanto seus ouvidos estiverem abertos a ler-me jamais enterrarei em minha alma e meu coração, o mínimo sentir que seja..

⁠Sem volta eu escrevo como um louco, sem ambições, sem pretensões além de calar os gritos da alma, por pra fora tudo que me explode o peito... sem em hipótese alguma deixar de dizer o que sinto, amargando a consciência de que mil vidas não são suficientes para expressar tudo o q…
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⁠Sem volta eu escrevo como um louco, sem ambições, sem pretensões além de calar os gritos da alma, por pra fora tudo que me explode o peito... sem em hipótese alguma deixar de dizer o que sinto, amargando a consciência de que mil vidas não são suficientes para expressar tudo o que sinto e que poderia ser dito em toda sua plenitude em apenas mais um beijo... mas ela precisa de mil vidas pra me entender,.. tarde demais pra mim, nessa louca roleta russa do universo, só tenho uma última munição restante, eu não vou voltar, ninguém vai.. Adeus...

⁠Bagunça ela como folha de papel em branco Poesia sem início, nem meio e nem fim
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⁠Bagunça ela como folha de papel em branco Poesia sem início, nem meio e nem fim o sonho dele passou a querer ser um lápis ela de alma limpa, um livro a ser escrito, ele sabia escrever palavras bonitas mas deslumbrado com sua alma não conseguia juntar as palavras ela intensa como um universo ele possuía estrelas em versos o brilho dos olhos dela o desconcertava ele não conseguia tecer as constelações ela, tudo o que ele precisava bastava ele organizar tudinho ele, mais bagunçado do que organizado ela em conflitos próprios internos, sem palavras disse-lhe o que vai fazer? ele, assustado entendeu que ela iria partir e sem palavras lhe disse que não sabia o que fazer ela, entendeu ele a lhe dizer me vou embora e tal bagunça bagunçou as vidas de ambos uma eternidade de tempo depois encontraram-se arrumaram a bagunça ele então disse-lhe que sentia-se insuficiente que ele era esse caos essa bagunça mas que a Amava com toda sua alma pediu que ficasse tudo que ele queria ouvir era ela dizer que não se importava de continuar folha em branco de continuar livro a ser escrito não se importava de ele tecer um universo em caos que não se importava fazer parte de uma bagunça mas não sabia explicar o porquê, se entristeceria muito em ir embora no entanto ela achou tudo muito complicado e simplesmente, foi embora..

Pra sempre direi nunca nunca em teu peito farei morada,
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Pra sempre direi nunca nunca em teu peito farei morada, como do meu faço morada sua, nunca dormirei no aconchego dos teus braços, e te ofereço os meus, nem poderei brilhar tempestades da calmaria dos seus olhos, e brilhas tempestades da calmaria dos meus, nunca fará de meus olhos janela da sua alma, não como faço dos seus... janela perpétua de minha alma.. se pudesse com seus olhos ouvir o som das minhas palavras, e com seus ouvidos ler, meus versos borrados e sem rima, saberia que meus sonhos fizeram gaiolas para si, e como pássaros tristes cantam lamentos dia e noite, querendo voar até seu peito, saberia que eu não busquei que fosse você quem me faria sonhar... se você pudesse dar ao menos, um beijo no menor dos meus sentimentos, eu não diria a palavra nunca, nunca diria..

Medo e de todos os medos o que mais assusta é
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Medo e de todos os medos o que mais assusta é o medo de se entregar pois é onde mais se tem à perder tanto ao se entregar como ao deixar de se entregar... as opções as vezes elas simplesmente não favorecem... eu mergulho de cabeça... mesmo com medo, eu mergulho..

⁠O silêncio dos que não são há pouco falei com o céu escuro, haviam perguntas esquecidas nas estrelas que dormiam
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⁠O silêncio dos que não são há pouco falei com o céu escuro, haviam perguntas esquecidas nas estrelas que dormiam não houve resposta, pelo menos não que alentasse meu coração uma estrela que se apagava e acendia continuamente, abriu a boca e me disse um universo de nadas a lua, ou dormia, ou simplesmente me ignorava, voltei para meu quarto solitário, frio e pouco acolhedor em frente ao espelho não havia imagem alguma, para onde fui? minha cama não me convidou para que me deitasse apago a luz a sombra de um homem vai se recolher ao silêncio dos que não são..

⁠Templo Sagrado moram insônias na minha alma
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⁠Templo Sagrado moram insônias na minha alma meu coração se embriaga nas madrugadas me torno versos de dor na solidão escura e minha alma reside em ti és meu templo sagrado onde sangro em sacrifício enquanto me resguardo do vazio nefasto que há no mundo..

Só por hoje pois se quero fazer da tempestade um por-do-sol na negra noite fazer uma pintura como um sol a nascer
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Só por hoje pois se quero fazer da tempestade um por-do-sol na negra noite fazer uma pintura como um sol a nascer do deserto fazer mar e do inferno apresentar um paraíso também o posso vamos acreditar que sonhos se realizam que ser feliz é possível que o Amor acontece que a tristeza é passageira que o bem vence o mal que vai ficar tudo bem mergulhe comigo no infinito dos escritos voe comigo na plenitude das imaginações nem o céu será o limite, mas sim o infinito do verbo ainda que por momentos, podemos sim temos intensidade, temos impetuosidade mas o mais importante, temos o querer uma vez ou outra podemos mascarar a dor ainda que inutilmente não vamos vender afagos de almas, não uma vez ou outra a tal licença poética nos permite isso também depois voltamos a sangrar e gemer em escritos mas hoje, vem, vamos enfeitar palavras... vem, ao Infinito e Além..

⁠Um lugar para o amanhecer não há lugar neste mundo
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⁠Um lugar para o amanhecer não há lugar neste mundo para os que Amam com intensidade, eles assustam nós assustamos as pessoas neste mundo tão insano, nos assustamos ate entre nós mesmos por isto não há um lugar para nós [...] se eu pudesse te levaria para uma estrela com meu próprio corpo te protegeria das dores causadas pelos que não sabem sentir com minha alma te envolveria com todo meu Amor para te transbordar a ponto de te fazer se sentir protegida e sem medo de Amar e ser Amada... fugiríamos juntos em Amor, para sempre, para longe de todos que não sabem ver o Amor em todo e cada amanhecer..

Aqui jazz aquele que não é, por nunca ter sido agora entendo estou morto há muito tempo
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Aqui jazz aquele que não é, por nunca ter sido agora entendo estou morto há muito tempo por isto não consegui me fazer ouvir a força do desejo do que deixei de viver e Amar é que me faziam acreditar estar vivo não percebi o último despedaçar das minhas asas e estava de coração quente e cheio de esperanças demais para perceber a queda quando morri, não houve tempo para me despedir, levantar um clamor ou dirigir alguma súplica estava vivo demais para isto, inclusive para morrer, mas minha morte não dependia somente de mim faz alguns dias, talvez semanas, não sei, faz tempo, parece fazer séculos... ainda suspiram em mim mim os fluídos das almas deitadas na grama olhando a lua do desabrochar das pétalas de Lótus Líricas que insistem em me acariciar do aroma da canção que não quer ir embora olhei para uma estrela longínqua para sentir seu perfume mas não consegui manter-me vivo afoguei-me em suas águas lodosas, de sede fui morrendo enquanto te recolhestes da natureza a que pertencias para habitar em algum vaso mundano de cor rubra o universo é imensidão nós nos fizemos apequenados demais para sermos notados quando desprezamos o Amor por não aprendermos a Amar morri antes de acenar uma despedida para teus olhos profundos e delicados não transbordei teus desejos e nem extasiei seus Amores a isto, mesmo morto, acreditava estar vivo não pude fazer com que me lesse e em sua morte adormecida, fatalmente vim a morrer e ja não tenho de onde tirar ânimo para ressuscitar outra vez... enfim, aceito a morte..