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Frases de Armeniz Müller.

96 frases

⁠O socialmente perigosíssimo fracionamento de produtos!... Tomara isso, o crescente fracionamento de produtos nas prateleiras dos supermercados, não venha a caracterizar a chegada de possivelmente galopante miséria social brasileira, feito o que já ocorre nesses países cujas pop…
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⁠O socialmente perigosíssimo fracionamento de produtos!... Tomara isso, o crescente fracionamento de produtos nas prateleiras dos supermercados, não venha a caracterizar a chegada de possivelmente galopante miséria social brasileira, feito o que já ocorre nesses países cujas populações sofrem miseravelmente sob regimes de governo ditatoriais, esses mesmos pulhas que já no início do governo Lula começaram a posar de nossos “irmãos” ideológicos... Era só o que nos faltaria acontecer! O triste fato é que ainda há pouco no mercado, e qual não foi minha mais recente surpresa, senão realmente deparar-me com o economicamente temido fracionamento de produtos ali ofertados, como caixas de ovos com dez e até seis unidades, penquinhas de bananas com meia-dúzia dessa nutritiva fruta, e até mesmo desmilinguidas embalagens de rolos de papel higiênico Jujubinha folha simples, com apenas vinte metros, vejam só isso! Para quem até dias desses comprava rolos e rolos de Neve 50 metros... Agora só está faltando embalarem em saquinhos de 250 gramas os ossinhos suínos raspados até quase o cerne, assim como os pezinhos, sambiquiras, pele e carcacinhas das pobres galinhas em final de missão poedeira. Então, assim como aqueles coitadinhos referidos no início deste texto, estaremos mergulhados na mais absoluta miséria social, mesmo tendo ainda alguns níqueis na guaiaca. Entretanto, buscando amenizar um naquinho o possível pessimismo contextual deste meu presente palavreado, alegro-me ao recordar meus saudosos tempos de criança e de adolescente ali na Lapa, meu amado e jamais esquecido torrãozinho-natal, onde minha santa e heroína mãe Chica, baldinho nas mãos, e bem cedinho lá estava na portaria do matadouro local, onde semanalmente ganha o nosso abençoado sangue de boi, isso que logo em seguida recebia o seu tempero dos céus e ajudava a matar nossa fome, enquanto assim nutria nossos corpinhos esbeltos de doer... E não é que até os dias de hoje eu e meu irmãozinho Carlinhos, ainda sentimos a “fortidão” daquele alimento, bem como os seus benéficos resultados em nosso daquela forma nutrido organismo. Sem esquecer alguns bons restos de comida daquela bendita churrascaria local, sofrido lugar de trabalho onde a sacrificada mãe e fervorosa filha de Deus ali deixava quase todas as suas poucas energias, destrinchando frangos e mais frangos desde as frias manhãs até altas horas da noite, enquanto nós ficávamos feito dóceis prisioneirinhos numa bendita meia-água de chão batido, naquela nossa amada favelinha campestre, onde ali havia bem mais frestas que tábuas, nas suas enfumaçadas paredes das duas pecinhas... Abençoada mãezinha Chica! e bendito sangue de boi e demais restos de mesa de churrascaria, aquilo que tanto contribuíram para nos trazer até nossa idade atual, praticamente sem necessidade de atendimento médico. Isso, a possibilidade de adquirir sangue de boi nas portarias dos grandes frigoríficos atuais para enriquecer as prementes necessidades nutritivo dos mais carentes, eu aprovaria sem medo algum de errar... Pois não sou então, um dos seus abençoados beneficiários? Quanto aos humana, cívica e fiscal praticamente incontroláveis e “infiscalizáveis” programas sociais atuais, isso que deveria provocar suspeitas até mesmo nos folgados “bichos-preguiça” dos tristemente tradicionais currais eleitorais nos três níveis de governantes e legisladores, mormente o Programa Bolsa Família - onde o “bondoso” governo atual chega a pagar mais de meio salário mínimo para os não-simpatizantes do trabalho e do esforço e sacrifício pessoal pela própria sobrevivência -, mais um bom acréscimo financeiro às mamãezinhas (e papaizinhos...) por cada um dos seus novos bacorinhos, tadinhos dos inocentes, gerados nas alegres festanças libidinosas das classes beirantes das imaginadas desalentadoras linhas de miséria social brasileira, nisso tudo eu jamais colocaria minha aprovação, pois ainda prefiro cada centavo do dinheiro quase oficialmente “extorquido” dos contribuintes, eficaz e moralmente aplicados nos compromissos sociais permanentes de Estado, na Saúde, na Segurança, na Educação, na infraestrutura e conservação viária, e principalmente na geração continuada de empregos formais em todas as camadas da pirâmide social. Será que devo continuar a escrever sobre este meu nadicadenada popular assunto arrazoador, ou seria melhor eu também aceitar tudo como está, absolutamente, e me espreguiçar preguiçosamente (?) enquanto os trens, jatinhos da FAB e jatões (entre eles o reluzente Aero Lula...) da alegria passam superhipermegalotados no horizonte distante da população “comum”, espalhando sei lá donde a alegada pouca grana oficial disponível?!... Sinto muito. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Ternura contagiante!... Quando os momentos da mais completa ternura se nos fizerem absolutamente necessários para evitar “modernos” embrutecimentos, desfaçamo-nos de toda agitação interior e atritosos momentos de convivência, para só então, abrandando o coração, a alma e o próp…
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⁠Ternura contagiante!... Quando os momentos da mais completa ternura se nos fizerem absolutamente necessários para evitar “modernos” embrutecimentos, desfaçamo-nos de toda agitação interior e atritosos momentos de convivência, para só então, abrandando o coração, a alma e o próprio espírito, possamos melhor recebê-la e dela desfrutar copiosamente e melhor ainda que isso, amorosamente compartilhando-a com nossos entes queridos e demais pessoas amadas... Neste carinhoso filme “Nossas noites”, que pode ser visto na Netflix, protagonizado pelo carismático Robert Redford e pela adorável musa Jane Fonda, a cada vez que os revejo na telinha, busco ali mergulhar profundamente naquela calma, harmonia, sentimentos, vivas lembranças e humanas atitudes de seus personagens, os quais se completam maravilhosissimamente quer psicológica, quer no seu amor absolutamente doador, pois então ali quase completamente platônico. A cada ocasião que se deitam naquela cama, que ali parece recebê-los com a maciez e a leveza das nuvens que emolduram os céus dos corações palpitantes, eu também sinto sua ternura tomar conta de mim e dos meus singelos escritos literários. E aquela sua “escapadinha” ao sonhado hotel na cidadezinha vizinha, então... ...Pensem na sensualidade, e nos cinematograficamente aguardados picos de ardente paixão, respeitosamente dando lugar à mais natural e irresistível expressão de interativa e amorosíssima ternura entre um casal da melhor idade, ambos condignamente amadurecidos pelo tempo, perdas naturais e bons sentimentos preservados. E a riqueza humana dos diálogos, com seus corações abertos como os melhores livros, então? Vejam ou revejam lá, e confiram esta minha singela resenha sentimental... ...Até mesmo porque o meu pequenino lado bom se extasia, a cada vez que os repriso amorosa e intuitivamente. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Reflexões! Nostálgicas, mas elucidadoras reflexões intimistas... Eu sei, sei, mui bem sei! Ora, ora, se isso eu bem sei... Que a cada vez que autorizo meu passado a continuar vivo, vivíssimo em mim, mais e mais reafirmo esta minha incômoda e já folclórica covardia para enfrenta…
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⁠Reflexões! Nostálgicas, mas elucidadoras reflexões intimistas... Eu sei, sei, mui bem sei! Ora, ora, se isso eu bem sei... Que a cada vez que autorizo meu passado a continuar vivo, vivíssimo em mim, mais e mais reafirmo esta minha incômoda e já folclórica covardia para enfrentar os amedrontadores desafios do presente. Sei também que de tais positivos enfrentamentos, sejam ou não vitoriosos e retumbantes, dependerão diretamente o meu futuro, com suas respectivamente naturais cotas de medo, ansiedade, mistérios, decepções ou estimulantes galardões. Embora sobre isso, de aceitar conformado em continuar vivendo indefinidamente no passado, seja ele mental, material, sentimental ou espiritual... Devo aqui confessar que mesmo assim umtantoquanto estranhamente, tal passado tem representado uma espécie de zona de conforto para mim. Uma zona de conforto ou fuga da realidade psiquicamente perigosa, reconheço. Afinal, tendo acabado bem ou mal, dolorido ou festejado, tudo ali já foi superado... E eu já conheço completamente os seus resultados. Mas certamente esse não é o melhor modo de viver, mormente para quem deseja viver intensamente uma vida assaz dinâmica, produtiva e salpicada de resultados, sejam estes excelentes, bons ou circunstancialmente assimmeioassim... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠O lado bom da inexorabilidade vital... Até mesmo porque a vida não precisa ser vivida consensualmente escravizada pelas vontades alheias, ou pela própria inexorabilidade do tempo agindo naturalmente sobre todos nós... ...Assim, natural ou forçosamente, o que fazer quanto ao en…
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⁠O lado bom da inexorabilidade vital... Até mesmo porque a vida não precisa ser vivida consensualmente escravizada pelas vontades alheias, ou pela própria inexorabilidade do tempo agindo naturalmente sobre todos nós... ...Assim, natural ou forçosamente, o que fazer quanto ao envelhecimento natural! Eu mesmo já aceito quase divertidamente ser tratado aqui e ali como ancião... E por que não aceitaria isso naturalmente se, afinal, sou mesmo já pelo menos um bem-postado (eu nem pensei em dizer dotado...) adolescente-ancião, assimmeioassim prá lá de sapecas ainda, nestes meus setenta aninhos incompletos? Mas, se assim aceito, e isto fique bem claro! que tal aceitação seja apenas e tão somente referente à minha idade natural. Pois jamais aceitarei lembrar e relembrar quase ininterruptamente – e dessa forma sofrendo solitariamente – tantas agruras sofridas e algumas causadas aqui, ali ou acolá, quer isso tenha ocorrido em tempos próximos ou já remota e esmaecidamente vagos... Ou ainda pior seria cotidianamente lembrar e relembrar tudo, hoje quase impotentemente, e assim reviver improdutivamente não apenas tantas minhas incontáveis ações, omissões, desistências e algumas reconfortantes atitudes proativas, todas tomadas no transcurso desta minha idade arrastadamente umtantoquanto avançada, mas que isso até vá lá!... Agora, e isto digo mirando a ponta mais avançada do meu próprio bigode, aquilo que jamais aceitarei pura e simples conformadamente, sem ao menos um naquinho tentar mudar quaisquer situações resultantes de atitudes tomadas, nesta minha costumeira mania de sempre e sempre buscar melhorar, para só então reviver intensamente ou compartilhar naturalmente todas estas minhas vitalícias ansiedades comportamentais no mais sincero afã de assim fazendo quiçá mesmo vir a contribuir para o equilíbrio vital de alguém circunstancialmente mergulhado em situações análogas à minha, seria conviver por alongados períodos com pessoinhas que não estejam nem aí para a constante busca de melhorias pessoais e familiares legítimas, educação farta e consequente evolução pessoal, se possível trilhando os humanizadores caminhos do amor fraternal, e das suas “priminhas queridas”, ou sejam, as respeitáveis enquanto maravilhosíssimas simplicidade de conduta e humildade de personalidade, aliadas àquela característica humana eternamente agradável ao meu Senhor, Jesus Cristo, quer seja a sincera e ajudadora generosidade, alicerçada na fé e no amor ágape, e então emergindo diretamente de nossos divinos caracteres humanizadores, gravados no próprio coração, alma e espírito de cada um de nós, estes vitalícios aprendedores da vida, que fervorosa e proativamente vivemos nesta etapa da vida secular debaixo do Sol ardente, pressões, egoísmo e as mais diversas formas de opressões materiais e psicológicas, mas também circunstancialmente alcançados por valiosíssimas faíscas de protetivos amores e de consideração humana, certamente a parte mais bacana dos nossos sempre e sempre esperados milagres convivacionais. Aqui finalizo mais esta “brasinha literária”, realmente torcendo para que estas minhas singelas, mas sinceras e objetivas palavras inspiradas na fé, na esperança e no Amor de Deus, possam vir a fazer eco, oh vida, oh céus! em alguns corações carentes, mas ainda assim humana e amorosamente receptivos... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético. Em tempo: Acabo de criar este singelo texto, realmente inspirado em meus próprios pretensos valores humanos adquiridos com as bênçãos divinas ao longo da vida, mas também amorosamente acariciado pelos positivos acordes da excelente programação musical da Rádio Paloma, certamente uma das melhores emissoras de rádio online alemãs, e deliciosamente servido por uma regeneradora taça de vinho português da recente assinatura Wine desta minha sempre e sempre amada e beeeeem mais ainda obedecida babezinha (ao longo destes nossos últimos quarenta e três anos de amoroso e intermitentemente feliz consórcio conjugal...), ela que também não se cansa de continuar buscando aperfeiçoamento pessoal e técnico na sua área de atuação educacional. E assim, mais e mais eu gosto dela! e de todos a ela assim assemelhados nessa bendita ânsia de crescimento pessoal... Abraços.

⁠Falando em inseguranças emocionais... Pensemos num hipotético e exultante grupo de jovens engenheiros e arquitetos coçando mãos e cabeças, todos doidinhos para incrementar mais algumas alterações e ampliações num recente projeto seu que estaria sendo já confortavelmente habitad…
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⁠Falando em inseguranças emocionais... Pensemos num hipotético e exultante grupo de jovens engenheiros e arquitetos coçando mãos e cabeças, todos doidinhos para incrementar mais algumas alterações e ampliações num recente projeto seu que estaria sendo já confortavelmente habitado por seus adquirentes, no intuito de aprimorar suas criações arquitetônicas, assim pensando em valorizar os imóveis e agradar seus recentes proprietários... Será que tais incrementações seriam aceitas pelos proprietários como normais? Trazendo tais hipotéticos acontecimentos para o campo da criação literária, acreditem que eu também inúmeras vezes procedo assim em relação aos meus textos postados ou publicados. E pensar que muitos leitores conhecem até mesmo os meus rascunhos, aiaiai, todos em muito piores situações que aqueles trabalhos escolares de alguns impetuosos e inseguros alunos do Fundamental, todos ávidos por melhorar enésimas vezes o conteúdo e apresentação de seus trabalhos escolares, a ponto de malandrinhamente chegarem a retirá-los da mesa da professora para tal fim, impulsivos e imprudentes como só eles conseguem ser nessa preciosíssima idade, mas desbragadamente sonhantes em conquistar notas máximas com méritos escolares, e assim logo ver suas mesadas mais ainda melhoradas. Complicado isso de tentar, tentar e tentar arranjar um jeitinho de merecer nota dez, fazendo acréscimos ou supressões tresloucadas em trabalhos já concluídos e encaminhados, não é mesmo? Vixe! Nem bem acabei de postar esta minha reflexão atual, e confesso que já estou sentindo aquelas minhas coceiras emocionais, elas que sempre e sempre me levam a meter uma primeira edição de texto assim mesmo, de prima... ...Será que alguém entendeu o que eu quis dizer? Será mesmo que ficou bom assim? E será que isto vai ser útil para alguém que possa ser ainda mais inseguro que eu, nos seus momentos de tomada de decisões? Sou assim, inseguro prá dedéu... Mas que fazer quanto a isso, não é mesmo?!? Agora, imaginem eu falando em público, ali onde não se admite editar nadicadenada... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Eh, mas que tal o amor?!... Que tal mesmo, esses sofridos e idolatradores amores? Esses divinais e nem sempre perenes sentimentos humanos, bem que eles poderiam nascer no cérebro, nosso berço natural da razão, ao invés de assim quase naturalmente germinarem e tantas e tantas ve…
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⁠Eh, mas que tal o amor?!... Que tal mesmo, esses sofridos e idolatradores amores? Esses divinais e nem sempre perenes sentimentos humanos, bem que eles poderiam nascer no cérebro, nosso berço natural da razão, ao invés de assim quase naturalmente germinarem e tantas e tantas vezes nos fazerem sofrer, sofrer e sofrer, enquanto nascem e crescem frondosamente em nossos então amolecidos corações... Sofrer, sim, sim, sofrer! Sofrer, sofrer, e mais ainda sofrer, ao amarmos até ao ponto de chegar a idolatrar quase absurdamente alguém absolutamente comum aos olhos de terceiros. E que tal os processos de fundição, escultura, artesanato ou lapidação, onde os minerais e demais elementos naturais também sofrem as mais diversas agressões, até serem assim transformados em algo aparentemente melhor que seu estágio anterior? Nas delicadas questões amorosas só não sofrem assim como as matérias-primas nas mãos de seus artífices, aqueles que recebem incondicionalmente o mais puro amor de alguém e que praticamente nada retribuem em termos sentimentais, pois os quase completamente bobalhões e bobalhonas que amam verdadeiramente e dedicam tal amor a determinadas terríveis pessoinhas egoístas e ambiciosas, quando não completamente gananciosas e até mesmo psicopatas, esses pobres seres humanos amantes pela própria natureza, ao se apaixonarem perdidamente por tamanhos canastrões ilusionistas sentimentais, tadinhos, nem percebem que ao invés de receberem de volta um naquinho que seja do seu devotado amor, mera e porcamente acabarão personificando aqueles pobres coitadinhos dos melosos dramas televisivos, isso que comumente tantas lágrimas vertem em seus sensíveis semelhantes sentimentais... Sabe aqueles (bem mais ainda aquelas...) que são felizes, bem felizes! por um minutinho fugaz... mas que logo em seguida se desmancham feito manteiga ao fogo, em miserabilizantes e chorosíssimos ais, ais, ais, pelos próximos intermináveis cinquenta e nove minutos de cada horinha sofridamente sobrevivida? Pois é... Agora pensemos naquelas ciclicamente felizes, infelizes e enganosamente desinfelizes criaturinhas humanas, sempre e sempre desesperadoramente dominadas pelas escravizantes paixões carnais! Esses aviltadores sentimentos animalescos, tantas vezes desgastantes e empobrecedores, enquanto moralmente aniquiladores, fatais e mordazes, pois tantas e tantas vezes pré-moribundos e enlutadores... Mas pensemos também nas tantas e tantas vezes que nós mesmos as personificamos, ai, ai, ai... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Irresistíveis inspirações lunares!... Assim como a Lua... Em todo o seu esplendor natural
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⁠Irresistíveis inspirações lunares!... Assim como a Lua... Em todo o seu esplendor natural ...Nas românticas noites de luar! A qual mesmo diante de tantas estrelas provocantemente brilhantes Mesmo assim em sua satélite humildade... Reflete todo o seu brilho! Então exponencialmente cativante e passional... Assim cumprindo seu belíssimo e extasiante papel De musa imaculadamente sentimental! Acalentando, apaixonando e passionalmente estimulando a todos... ...Indistintamente. Por outro, digo “nosso” lado... A mulher apaixonada! Ai, ai, ai, a mulher suspirantemente apaixonada... - Muito além do seu natural amor quase divinamente maternal - ...Será certeira, irresistível e generosamente separada e misteriosamente endereçada A quem foi por sorte ou destino adredemente escolhido! Proporcionando-lhe então paixão sem limites, bem-estar sentimental e segurança psíquica sem igual... Assim como ostensiva evolução pessoal, humanitária e espiritual E correspondente progresso material. Felizes aqueles que venham a merecer tal amor Quase maternalmente passional (?!)... Enquanto assim alicerçado e perenemente estruturado Em impagáveis dedicação pessoal e amoroso desvelo. Isso que nem mais se mostra misterioso... Mas que mesmo entre aqueles casais Intermitentemente amorosos, ou perigosamente passionais... Até mesmo pelos brilhantes aspectos dos seus semblantes! Se fazem notar quase escancaradamente... Os reais benefícios de um amor mutuamente estruturado Em sonhos e realizações recheados de renúncias circunstanciais e encorajamentos primordiais! Enquanto assim capitaneados por esse que indubitavelmente É o maior e mais precioso dentre todos os sentimentos humanos... ...Ele, o amor verdadeiramente incondicional! Esse amor quase divinamente inspirado, numa belíssima e irresistível noite de luar! E no brilho maravilhosissimamente ofuscante... ...De dois olhares irresistível e perdidamente apaixonados. Mas enquanto isso, infelizmente, o mundo desumanamente secular segue enredado em corrupções, egoísmo, sangrentas ideologias e ressentimentos letais... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Filas, filas! Aparentemente intermináveis filas... Evitemos olhar com indiferença ou desdém para as aparentemente conformadas pessoinhas que avançam vagarosamente numa fila qualquer. Sim, sim, sim...
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⁠Filas, filas! Aparentemente intermináveis filas... Evitemos olhar com indiferença ou desdém para as aparentemente conformadas pessoinhas que avançam vagarosamente numa fila qualquer. Sim, sim, sim... Até mesmo porque, exceto diminutas excepcionalidades fortuitas, os integrantes das mais diferentes filas circunstanciais, sejam essas de padarias, mercados, açougues, restaurantes e lojas; ou ainda, que maravilha isso!... Todos os felizes, esperançosos e quase sempre ruidosos integrantes das dinâmicas e mui recompensadoras filas das escolas, universidades e empresas, com suas reais oportunidades de trabalho - embora algumas destas reconhecidamente difíceis e demoradas pra dedéu -, somados aos alegres participantes da filas de lazer, cultura e demais eventos familiares, comunitários e da vida positiva e socialmente convivida... Todos esses, esperançosos indivíduos integrantes de longas filas! Quiçá muitos deles até mesmo inexoravelmente avançarão, alguns quase imperceptivelmente, até onde queriam chegar quando estavam ainda lá, no agora distante início de fila. Sem esquecer que hoje em dia existem filas – e sonhos, planos e até consórcios... - até mesmo para nascer, viver e morrer. Mas que tal de legal e acalentador isso de saber que todos eles, ali nas suas respectivas filas, avançarão naturalmente na direção dos seus objetivos, chegando até lá! Chegando ao topo da fila e solucionando suas pequenas ou grandes quimeras, e ou suas mais alongadas expectativas, isso muiiito antes dos tantos e tantos indecisos, zombeteiros ou soberbos que se recusaram a participar delas no devido tempo, ou até mesmo no alongado transcurso de suas próprias vidas? Assim são as filas... ...Quem ficar de fora, ali mesmo, improdutivamente ficará: de fora! E lembrar quantas e quantas excelentes filas eu já recusei, ao longo desta minha assim umtantoquanto dificultada vida... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético. Em Tempo: Dentre os nossos sempre e sempre entusiasmados e dinâmicos filhos, nosso caçula, Anderson, o Químico da família, acaba de entrar para mais uma fila, agora representada por mais uma excelente especialização na sua área de atuação. E assim, abençoada e esforçadamente, sua vida segue...

⁠Um naquinho mais de meus três pontinhos... E você, conte-me o que você tem feito em termos de vir a proporcionar incondicionais benefícios para a vida espiritual, sentimental e material de alguém... ...Adianto-lhe que muito me agradaria poder aqui registrar tais maravilhosíssi…
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⁠Um naquinho mais de meus três pontinhos... E você, conte-me o que você tem feito em termos de vir a proporcionar incondicionais benefícios para a vida espiritual, sentimental e material de alguém... ...Adianto-lhe que muito me agradaria poder aqui registrar tais maravilhosíssimas façanhas suas. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético. Em tempo: Gente do céu! Eu não sou, ao que me alembro nunca fui, e jamais ao menos pensarei em vir ao menos intentar ser um arraz"A"dor, seja poético e menos ainda em termos pessoais e comunitários... ...Mas muito me esforço na tentativa de consolidar minha singela obra literária a partir de motes, eles que cotejo e desenvolvo quase autodidaticamente, no sincero intuito de provocar positivos e benéficos arraz"O"ados na mente e coração de meus amados leitores e leitoras, ou sejam, saudáveis e positivos questionamentos éticos, morais e cívicos. Isso ocorrendo positivamente, assim espero, na ultra necessária e importantíssima busca vitalícia de soluções e respostas corretas para tantas e tantas questões levantadas na vida social e no cotidiano de cada um. Assim, por favor não me queiram mal por possível mero desentendimento linguístico ou idiomático... ...Quando aqui mesmo lhes prometo humildemente buscar melhorar bastante na minha virgulação. Abraços. Armeniz Müller. ...Oarraz"o"ador poético.

Produtividade... ⁠ Porque, realmente, muitos “gênios da comunicação” falam ou escrevem demais, mas não dizem praticamente nada que seja de imediato objetivamente inteligível e profícuo para os seus interlocutores pessoais ou leitores. Assim sendo, e será que eu mesmo não venho…
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Produtividade... ⁠ Porque, realmente, muitos “gênios da comunicação” falam ou escrevem demais, mas não dizem praticamente nada que seja de imediato objetivamente inteligível e profícuo para os seus interlocutores pessoais ou leitores. Assim sendo, e será que eu mesmo não venho escrevendo um tantinho demais, nesta minha quase já natural prolixidade textual, muitas vezes dando também de dez a zero na concisão e na produtiva objetividade?!? Sei que devo buscar melhorar nisso também... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Pouco antes dos Sinos das Igrejas dobrarem, e dos fogos mais uma vez espocarem... Nesta antevéspera da virada de ano 2023/2024, dediquemos alguns preciosos instantes para refletir profundamente sobre as danosas atitudes de tantos ocupantes de mandatos políticos nos três nívei…
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⁠ Pouco antes dos Sinos das Igrejas dobrarem, e dos fogos mais uma vez espocarem... Nesta antevéspera da virada de ano 2023/2024, dediquemos alguns preciosos instantes para refletir profundamente sobre as danosas atitudes de tantos ocupantes de mandatos políticos nos três níveis de governança do vastíssimo território brasileiro, assim como na inquietante explosão da marginalidade desde os grandes centros e suas apavoradas periferias, até os mais distante rincões rurais… Acredito que deveríamos refletir também urgentemente, nos gravíssimos níveis de desalento da decrescente população em idade produtiva, mormente os mais jovens despejados semestralmente por faculdades quase fictícias em relação aos seus duvidosos conteúdos escolares e técnicos, isso que vendem a altíssimos custos para seus deslumbrados estudantes que foram iludidos a seguir pelo caminho mais fácil, diante dos tradicionais - e ainda dificílimos vestibulares -, estes que os poderiam ter levado a cursos também difíceis, embora absolutamente confiáveis no que tange a receber a preparação técnica eficaz para enfrentarem a boa competição do mercado de trabalho, e consequente garantia de benefícios profissionais reais para seus futuros clientes, e de forma mais ampla para a população em geral. Assim, e não tivessem sido iludidos pela massacrante oferta de tantos falsos caminhos aparentemente bem mais fáceis que suas possivelmente difíceis realidades pessoais, familiares e escolares, ou pelos tantos pífios “atalhos” em forma de cursos preparatórios e de níveis superiores assim enganosos - pois praticamente vazios de conteúdos formadores de verdadeiros profissionais para abastecer o legítimo e cada dia mais exigente e competitivo mercado de trabalho -, e então prejudicando quase irreversivelmente, verdadeiras multidões de jovens que bem logo poderiam começar a viver suas escolhidas profissões com real entusiasmo contagiante, produzindo e evoluindo admiravelmente, independentes desta ou daquela ideologia política do poder reinante. Que tal seria neste marcante período refletirmos também profundamente sobre as negativas atitudes de tantas e tantas criaturas astutas, enquanto furtivas, sorrateiras e de olhares ligeiros e fugidios… Sabe aquelas pessoas que quase nunca encaram francamente os seus interlocutores, enquanto dificilmente demonstram bons níveis de comunicabilidade, quando muito falando através de murmúrios ou monossílabos? Assim, deveríamos decidir serenamente, se as queremos ainda ao nosso lado durante todo o transcorrer do ano que logo iniciará. Isso, naturalmente, se também não personificarmos tais danosos perfis temperamentais, psicológicos ou ainda sociológicos. Espero sinceramente que isso tudo não nos impeça de continuarmos valorizando e também praticando respeitosamente a ternura, a gentileza, a cortesia, a condescendência e a generosidade, qualidades pessoais estas que correspondem fielmente aos primeiros sólidos e confiáveis degraus para a amizade verdadeira, o amor incondicional e a ainda quase utópica humanidade pacífica e solidária, então moralmente desatrelada do falso caráter da mídia controladora… Desejo a todos os meus poucos mas preciosíssimos leitores e leitoras desta página, um deveras feliz enquanto amoroso e produtivo ano de 2.024! Quando, assim espero, todos possamos continuar nos apoiando mútua e legitimamente, enquanto ainda em plena e satisfatória atividade. Armeniz Müller. …Oarrazoadorpoético.

⁠Minha culpa, minha máxima culpa!... Talvez o mais difícil em relação aos nossos incômodos “fantasmas”, essas matadas ou morridas naturezas humanas que nos perseguem e assombram quase diuturnamente, incomodando nossa visão e audição e mais ainda fazendo palpitar nossos apavorado…
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⁠Minha culpa, minha máxima culpa!... Talvez o mais difícil em relação aos nossos incômodos “fantasmas”, essas matadas ou morridas naturezas humanas que nos perseguem e assombram quase diuturnamente, incomodando nossa visão e audição e mais ainda fazendo palpitar nossos apavorados corações, seja mesmo aceitarmos naturalmente que muitos desses fantasmas não passam de meros jogos de luzes em nossos ambientes, perversos indivíduos observadores, ou nossas próprias necessidades prementes não atendidas, isso tudo que assim estejam nos causando grandes e continuadas aflições... Quem sabe ainda possam ser apenas nossas culpas, muiiitas culpas inconfessas! e assim culpas íntimas alçadas ao status de pecados não perdoados... Pior ainda, quando inconfessáveis culpas ultra recorrentes, essas nossas culpas quase permanentes, que somadas e acumuladas permanecem peremptoriamente amalgamando nosso estado de espírito, e nos assombrando, assombrando, enquanto dolorosamente transformadas em pontiagudos espinhos psicossomáticos a ferirem continuamente nossa fragilizada carne. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Um amoroso encaminhamento para a restauração vital... Porque, infelizmente, sempre e sempre existirão temperamentais rancores e mortais ressentimentos na maioria dos corações. Pior ainda quando ali se encontrem enraizados em caráter terminal, em virtude de total falta de dispo…
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⁠ Um amoroso encaminhamento para a restauração vital... Porque, infelizmente, sempre e sempre existirão temperamentais rancores e mortais ressentimentos na maioria dos corações. Pior ainda quando ali se encontrem enraizados em caráter terminal, em virtude de total falta de disposição para mutuamente reconfortantes e vitalmente construtivos diálogos... Assim, tentemos de todas as formas possíveis entabular afetuosa comunicação com todos esses que assim quase incontrolavelmente enveredam pelos tristemente solitários caminhos da autodestruição. Lastreados no verdadeiro e incondicional amor, quase divinamente em muito facilitaremos o acesso a tais sofredores corações, trazendo-os de volta a superfície de uma nova vida assim maravilhosissimamente dinâmica, enquanto restauradora e construtora de confiabilíssimos alicerces pessoais em direção aos mais altos patamares pessoais e sociais, que seja nos âmbitos sentimental, psicológico, material e espiritual... Que tal de bom isso assim será?!? Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Honra e Glória ao SENHOR, nosso Deus! ...Porque o SENHOR! nosso Deus onipotente, justo, onipresente e bondoso, Ele sabe eternamente o porquê
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⁠ Honra e Glória ao SENHOR, nosso Deus! ...Porque o SENHOR! nosso Deus onipotente, justo, onipresente e bondoso, Ele sabe eternamente o porquê de tudo aquilo que acontece e virá a acontecer, inclusive e principalmente em nossas vidas. A Ele, toda Honra e toda Glória! Amém. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Nostálgica reflexão... Mas que tal de bom e socialmente produtivo seria podermos conviver pacífica, humana e amorosamente por bons e ultrarrecorrentes momentos, com pessoas de tal forma especiais, que em todos os seus feitos cotidianos demonstrassem terem nascido para fazer ex…
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⁠ Nostálgica reflexão... Mas que tal de bom e socialmente produtivo seria podermos conviver pacífica, humana e amorosamente por bons e ultrarrecorrentes momentos, com pessoas de tal forma especiais, que em todos os seus feitos cotidianos demonstrassem terem nascido para fazer exatamente aquilo que fazem rotineiramente na sua vida produtiva, intelectual e espiritual, ainda que sempre e sempre perseguidos por defenderem os mais frágeis, e também por buscarem alcançar seus sonhos e legítimos ideais ao longo da vida?!... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Assustadoramente incrível isso!... Quando o nosso Livre Arbítrio chega a ser assustador mesmo, ao tomarmos consciência de que através dessa bendita concessão divina, o SENHOR nosso Deus bom, onipresente, justo e onipotente nos permite até mesmo não crer nEle, e escolhermos liv…
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⁠ Assustadoramente incrível isso!... Quando o nosso Livre Arbítrio chega a ser assustador mesmo, ao tomarmos consciência de que através dessa bendita concessão divina, o SENHOR nosso Deus bom, onipresente, justo e onipotente nos permite até mesmo não crer nEle, e escolhermos livremente se queremos clamar, e participar ativamente ou não dos milagres que venham a acontecer em nossas vidas. E isso é bom. Muito bom. Mesmo sabendo que antes ainda de sermos recolhidos ao Reino Celestial, prestaremos contas de todas as nossas ações ou omissões em relação a Ele, a nós mesmos e aos nossos semelhantes. Portanto, podemos crer ou não... Mas todos nós deveríamos amar. Assim, por uma mínima fração de tempo que fosse, seríamos felizes... Eu creio! Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Como alguém poderia falar, falar, falar, até pelos cotovelos falar... ...Sem um cadinho sequer fofocar?!?
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⁠Como alguém poderia falar, falar, falar, até pelos cotovelos falar... ...Sem um cadinho sequer fofocar?!? Em nossos relacionamentos cotidianos, com um mínimo de atenção, bem logo percebemos que aquilo que muitas pessoas mais querem sempre que estão junto de alguém, nada mais é que falar, falar, falar, até pelos cotovelos e caninos à mostra, falar... Esses linguarudos de uma boa figa! E assim falam, falam, falam... falam de tudo e de todos, mas nadicadenada se prestam a ouvir dos seus atentos interlocutores. Então, se é que ainda assim mantenhamos algum apreço por elas, o melhor mesmo é deixá-las falarem, falarem, falarem... Pois não consigo atinar no que mais poderíamos fazer a respeito, se a própria natureza parece tê-las brindado com duas escandalosas bocarras munidas de quem sabe aí umas três afiadíssimas línguas bifurcadas cada, pois verdadeiras cobrinhas tais peçonhentas línguas bifurcadas; mas parecem ter vindo ao mundo com um só ouvido repleto de cera, e um daqueles ouvidos cerosos e beeem pitititinhos, pitititinhos... Eu mesmo, que de uns vinte e cinco anos para cá bem mais escrevo que falo, acreditem! Ainda assim, e não poucas vezes tenho a nítida impressão de estar fofocando desavergonhadamente, pelo menos a cada dois ou três textos um tantinho mais detalhados que escrevo... ...Ah, vocês hão de me entender, heheheaiaiaiaiiii. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Divagando, divagando! Embora nemtantoassim divagando, mas como sempre arrazoando... ...Ou seja, questionando! Responda rápido!...
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⁠Divagando, divagando! Embora nemtantoassim divagando, mas como sempre arrazoando... ...Ou seja, questionando! Responda rápido!... - As louças, colheres, conchas e demais utensílios domésticos secam bem mais rápido e eficientemente, quando deixadas com suas superfícies côncavas ou convexas para cima, no escorredor sobre a pia? Ou quem sabe ainda na vertical, assim como as roupas no varal... E quanto aos nossos inseparáveis tênis (veja bem que este vocábulo começa com “t” e não “p”), eles começam a feder a partir de quanto tempo mesmo, sem lavar? Leco, leco... Leco, cré. Leco, leco... Leco, cré. Meia quente e belo tênis! Da modinha obrigatória... ...Protegendo cada pé. Leco, leco... Leco, cré! Leco, leco... Leco, cré! Já faz mais de mês e meio! Não se faça de esquecido... ...Lave ou vai feder chulé. Leco, leco... Leco, cré. Leco, leco... Leco cré. Quem avisa amigo é!... Troque a meia, troque o tênis... ...Qu'isso vai feder chulé. Leco, leco... Leco, cré! Leco, leco... Leco, cré! Preguiçoso assim, não lave!... Vá deixando, vá deixando... ...E logo troque o próprio pé. E quanto aos tênis, qual seria a melhor posição de secá-los, côncava ou convexa? Isso, claro, logo após lavá-los com muito sabão em pó e vinagre, ou com duas generosas pitadas de bicarbonato de sódio... devendo ser um ou outro produto (os dois juntos, não!) usado junto ao sabão, para assim evitar complicações e o retorno quase imediato do terrível e nadicadenada apaixonante chulé. Agora, falando dessas gentes bem-sucedidas, e que tal aquelas pessoas magnificamente de bem com a vida! Essas que de longe as vemos nas praias particulares e iates de luxo (Será que existem iates que não sejam de luxo?!...) quase ou totalmente peladas, enquanto ali completamente à vontade e de barrigas para o ar... Em qual decúbito mesmo tais pessoas costumam ficar (ventral ou dorsal...) nessas ocasiões, lembrando aqui que tal decúbito corresponde à superfície côncava?!? Heheheaiaiaiaiiii... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Opinar é preciso! Mas olha lá... Atualmente reunindo textos meus para uma série de E-books que pretendo lançar ainda nesta vida que ora vivo assim quase desleixadamente debaixo do Sol, deveras me chamou a atenção o fato de que ali pelos primórdios deste século eu escrevia com m…
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⁠Opinar é preciso! Mas olha lá... Atualmente reunindo textos meus para uma série de E-books que pretendo lançar ainda nesta vida que ora vivo assim quase desleixadamente debaixo do Sol, deveras me chamou a atenção o fato de que ali pelos primórdios deste século eu escrevia com maior lucidez e concisão ao fazer quaisquer afirmações literárias... Acreditem que até a amorosa alcunha de "poetinha feliz", eu então recebi durante uma apresentação musical das centrais sindicais metalúrgicas. Imagine se hoje em dia eu concordaria em me apresentar aonde quer que fosse, verborrágico e dualista como estou nos meus pequenos escritos e falas racionais ou poéticas... Portanto, e de uns anos para cá, quase sempre, e não é que tenho procurado tomar o especialíssimo cuidado para manter longe, bem longe de mim as opiniões conclusivamente lacradas? Nem confundamos isso com a verdadeira humildade, aquela quase divinal característica dos seres verdadeiramente evoluídos, quando isso de evitar incorrer em opiniões conclusivamente lacradas tem-me ocorrido quase naturalmente, até mesmo porque percorrendo já esta minha idade septuagenária, e ainda me considero agradavelmente enfileirado com os aprendizes da vida... Grato pela leitura e reflexão, Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Porque as boas, sinceras e confiáveis amizades valem ouro provado!... Quão bom seria se de tempos em tempos nos aquietássemos, como se assim estivéssemos vivendo um restaurador período sabático passional e sentimental... Certamente assim melhor, bem melhor poderíamos refletir…
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⁠ Porque as boas, sinceras e confiáveis amizades valem ouro provado!... Quão bom seria se de tempos em tempos nos aquietássemos, como se assim estivéssemos vivendo um restaurador período sabático passional e sentimental... Certamente assim melhor, bem melhor poderíamos refletir sobre a vital importância da conservação e quem sabe mesmo perenização de uma amizade realmente boa, confiável, orientadora, enquanto sincera e apoiadora, diante de situações inopinadas ou de ambientes novos, estranhos ou intimidadores. E assim até mesmo diante da importantíssima Escola, e ou daqueles assustadores e desafiadores primeiros dias de atividades em um novo ambiente de trabalho. Abraços, Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠He, você aí, borocochôs!... ...Vamos raciocinar juntos um cadinho?! Você está lembrado se alguém sorriu amorosamente para você nesses últimos dias? Quem sabe até mesmo uma simpática pessoinha idosa caminhando vagarosamente pela sua rua; ou uma sofrida criatura em situação de m…
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⁠He, você aí, borocochôs!... ...Vamos raciocinar juntos um cadinho?! Você está lembrado se alguém sorriu amorosamente para você nesses últimos dias? Quem sabe até mesmo uma simpática pessoinha idosa caminhando vagarosamente pela sua rua; ou uma sofrida criatura em situação de moradia de rua e de perigosíssimos riscos sociais; ou ainda uma criaturinha necessitada vendendo coisinhas no farol; ou mesmo uma criancinha encantadora em companhia de seus pais no parque... Esses diferentes, mas ao seu modo próprio, encantadores possíveis seres angelicais olhando para você e quem sabe mesmo por você... Eles que assim sincera e naturalmente sorridentes se portando, tanto contribuem para prolongar um tantinho mais os nossos modernamente escassos sentimentos de humanidade?... Caso apenas uma dessas pessoinhas tenha dirigido um olhar sorridente a você, anime-se! Isso demonstra que em teu semblante transparece a sua exata maneira de ser, também quase sempre sorridente, e assim procedendo fazendo algo de bom, muito bom, iluminando e tornando melhor a vida de alguém... Certamente isso será divinamente compartilhado com você, e justamente naquelas circunstâncias difíceis que naturalmente ocorrem para todos, elas que assim também mais facilmente serão solucionadas e vencidas. Viu só como tem muita coisa boa dentro de quem procure o mais das vezes manter um semblante alegre e expansivo, enquanto respeitador e mais ainda humanamente acolhedor? E isso só tende a aumentar, quanto mais você continuar enxergando e retribuindo sinceros e amorosos sorrisos, boas palavras e corretas atitudes proativas a todos que continuarem vindo até você doravante. Abraços, Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠As nossas irresistíveis, e muitas vezes mortíferas tentações!... Porque os bolos, as tortas e os brigadeiros... Os salgadinhos, os folclóricos "podrões" de rua,
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⁠As nossas irresistíveis, e muitas vezes mortíferas tentações!... Porque os bolos, as tortas e os brigadeiros... Os salgadinhos, os folclóricos "podrões" de rua, mais as coxas de frango crocantes! O bacon, a linguicinha e os irresistivelmente provocantes minhonzinhos... As carnes cozidas, as de forno, ou aquelas suculentissimamente churrasqueadas! Os refricolas e as cervejotas geladíssimas... Sem esquecer o vinho, a cachacinha, o conhaque e "umas" doses de uísque. Tudo isso, ou seja: o açúcar, o sal, o álcool e a gordura. Nossos inimigos mortais declarados… …Que tanto amamos e afoitamente buscamos! Eles desinfelizes que vão nos matando gradativamente!... Enquanto mais ainda irresponsáveis - Ou até mesmo ingenuamente... - Tudo isso de assaz prejudicial à saúde Acreditamos poder consumir sem culpa e controlar pessoalmente. Ledo engano nosso!... Quando, não passando de sobrecarregadas cadeias químicas e biológicas ambulantes, isso que verdadeiramente somos... Acabamos nos entregando ainda mais aos nossos insaciáveis desejos carnívoros, passionalmente chocólatras e etílicos… (Será que teria sido grotesco aqui ter grafado “desejos insaciavelmente carnais” ?!...) …Obedientes às nossas quase sempre danosas emoções. Já perceberam como isso tudo comumente acontece, bem mais acontece... ...Principalmente com os novos ricos?!? ...E quando muito, oh vida, oh céus! Alguns poucos ouvem algumas sílabas balbuciadas pelas vozes da razão mais próximas sobre seu destempero físico e já emocional tempos depois, bem depois que seus corpos começaram a pedir socorro… Será a partir daí que algumas dessas pessoinhas passarão a seguir, o mais das vezes ainda esporádica e desleixadamente, uma ou outra orientação médica ou “de vizinhança”... Sabem aquelas “dicas preciosas” que comumente levam aos tenebrosos caminhos da automedicação? Ou ainda pior, pois muitos adoram seguir religiosamente os ditames das “modinhas” do setor, assim experimentando este ou aquele dentre os mais diversos e estapafúrdios regimes alimentares que porventura estejam “bombando” nas mídias sociais de alguns “influencers” famosos. Sem esquecer que mesmo assim, normalmente iniciam suas baterias de sacrifícios de toda ordem e de fome punitiva, lá pelas antevésperas das próximas temporadas de piscina e praia. Aqui nem falemos nos acachapantes efeitos sanfona, eles que mais dias menos dias acabam entrando nessas tristes e desgastantes rotinas… P.S.: Só para lembrar que vamos entrar no mês de setembro, já… …Regimes “silhuetais” chegando, gente!!! Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ E você, o que realmente te estimula?!... Cada qual com suas expectativas, pequenas anomalias físicas ou possíveis sequelas morais de traumas vividos, urge que sigamos todos avançando... Alguns, em busca de realização pessoal e profissional; outros, da cura dos seus males físic…
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⁠ E você, o que realmente te estimula?!... Cada qual com suas expectativas, pequenas anomalias físicas ou possíveis sequelas morais de traumas vividos, urge que sigamos todos avançando... Alguns, em busca de realização pessoal e profissional; outros, da cura dos seus males físicos, mentais, psicológicos, sentimentais ou morais… Enquanto outros ainda, se dedicando às mais lindas performances fraternais capitaneadas por sua nobreza de sentimentos, indistintamente, em prol de alguém... Mas, certamente, todos buscando incansavelmente aquele que pode ser o eixo impulsionador da própria vida: A conquista da felicidade! mesmo que naturalmente apenas momentânea ou espaçadamente recorrente… Para tanto, retomemos nossas caminhadas agora mesmo. Armeniz Müller. …Oarrazoadorpoético.