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Frases de Armeniz Müller.

96 frases

⁠Ah, esses nossos amores!... Tá chovendo e muiiito frio...
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⁠Ah, esses nossos amores!... Tá chovendo e muiiito frio... ...Lá fora! Mas aqui, bem juntinho do meu bem... Tô quentinho e sou feliz, agora! E tudo isso está mui bem, berembembém Desde outrora... ...E quiçá ainda assim estaremos até muitas outras au(ro)ras. Eu sonhando em frente de minha vidraça matutina, todinha respingada de chuva... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético. E logo aí vem o Natal...

⁠E assim é... Quero acreditar, como isso bem quero, que excetuando-se os amores doados incondicionalmente, nos demais amores, mormente aqueles amores perigosamente abrasivados pelas paixões, as palavras ditas nem sempre traduzirão o que realmente vai pelos mais profundos recôndi…
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⁠E assim é... Quero acreditar, como isso bem quero, que excetuando-se os amores doados incondicionalmente, nos demais amores, mormente aqueles amores perigosamente abrasivados pelas paixões, as palavras ditas nem sempre traduzirão o que realmente vai pelos mais profundos recônditos desses coraçõezinhos assim abrasivados enquanto diuturna e falseantemente apaixonados. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Filhos, filhos e mais filhos! mas filhos de quem mesmo?... Filhos, filhos e mais filhos! Ainda falando em filhos egoístas e aumento de miséria social... Concordemos que racional mesmo seria não tê-los, ao invés de mergulhar de cabeça raspada nesses sacrificantes, frios e empobr…
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⁠Filhos, filhos e mais filhos! mas filhos de quem mesmo?... Filhos, filhos e mais filhos! Ainda falando em filhos egoístas e aumento de miséria social... Concordemos que racional mesmo seria não tê-los, ao invés de mergulhar de cabeça raspada nesses sacrificantes, frios e empobrecedores relacionamentos familiares, tantos deles sem quase nenhuma comunicação amorosa, seja através de palavras ou gestos de aninhamento, proteção e acolhimento. Entretanto, em tendo-os que lhes demos a melhor criação e educação possíveis, isso que num futuro próximo certamente em muito os ajudará a serem condignos e produtivos cidadãos. Por outro lado, o velho lado da ilusão, roubalheira e enganação oficiais, mas a quem mesmo poderão sair os "lucrativos filhos" da nova administração petista?... Aqui, sem quaisquer intenções de desrespeito pessoal a quem quer que seja, concordemos também que se esses tais "ninhos" já eram multidões nos malfadados tempos dos prometidos cem dólares do salário petista, doravante formarão ninhadas e mais ninhadas de seres famintos buscando sobreviver a qualquer custo, quando assim serão gerados com o ilusório "patrocínio oficial" de cento e cinquenta reais per capita até seis anos. Isso quase provoca saudades daqueles "estranhos" tempos, quando então , pelo menos prometia-se aumentos de salários e não de esmolas, como agora acontece. Será que a fórmula atual rende mais para os seus criadores, ou assim pretende-se amancebar completamente as classes menos preparadas para enfrentar as crescentes exigências do mercado de trabalho? Nisso não podemos esquecer o avanço tecnológico no campo, nem as terríveis condições das transações bancárias e correspondentes contratações de seguros para garantir safras mínimas de sobrevivência aos pequenos sitiantes... Acredito que resida nisso o principal motivo do incessante êxodo rural na direção das periferias das grandes cidades. Cada grande máquina que chega, são pelo menos vinte famílias descartadas... Na verdade, tristíssima e desumana verdade, tal aumento das proles famintas serão custeados com o suado dinheirinho dos poucos verdadeiramente trabalhadores, esses pequenos herois cotidianos, os quais nem sei como ainda insistem porque insistem em se esforçar diuturnamente para conquistar o seu próprio sustento. Atualmente, quanto mesmo estaria custando gerar, criar, educar e manter um filho até a idade adulta dentro de casa? Sem esquecer que dentre todos os filhos, os piores - pústulas ou futuros psicopatas caseiros - nem ao menos aceitam ponderar sua saída do ninho familiar, onde.ali permanecem sugando seus pais ou avós até a chegada dos próprios cabelos brancos. Isso ainda se torna um tanto quanto tolerável, quando aceitam seguir nos estudos tradicionais, então esforçada ou penosamente alcançando suas primeiras graduações, mestrados ou doutorados... Embora no âmbito da maioria esmagadora daqueles que detestam a Escola e a rígida disciplina familiar, todos esses infames ali permanecem sugando e até roubando os quase sempre miseráveis benefícios sociais de suas mães, pais e avós, até que finalmente sejam "deserdados" mortiferamente dos seus aquecidos ninhos familiares pelo crime organizado. Finalizando, será sempre a sociedade organizada quem pagará essas demagógicas contas oficiais - aqui incluindo as financiadas e politicamente refinanciadas esmolas oficiais, as eleições gerais a cada dois anos, os desmoralizantes fundos partidários, os suspeitíssimos orçamentos secretos e as criativas roubalheiras institucionalizadas - arcando ainda com todos os demais altíssimos custos e desastrosas consequências sociais das más formações familiares, mormente as que comumente acontecem nas desumanamente empilhadas periferias das cidades, isso tudo através do elevado custo de vida e dos recolhimentos compulsórios, periódicos e anuais de altíssimos impostos federais, estaduais e municipais, sem esquecer as incontáveis taxas e tarifas oficiais e privadas, culminando com o horripilante pagamento de pedágios milicianos, quando não estritamente enclausurados dentro das próprias habitações... Enfim, todas as camadas da sociedade organizada acabam sendo vítimas do despreparo e da ganância oficial, bem como do incontrolável aumento da criminalidade. Para fixar mais facilmente esta minha presente reflexão social, lembremos de tantos e tantos desses espertíssimos, pra não dizer safados, indivíduos que a cada dois anos - absurdo isso - abraçam alegremente suas carreiras políticas, essas que logo, logo, se transformam em polpudos empregos vitalícios para eles e seus familiares e amigos do peito, antes ainda de todas as atrocidades oficiais "possivelmente" cometidas com sua ativa ou passiva participação, sempre e sempre contra os interesses e a própria dignidade dos decrescentes cidadãos de inatacável perfil moral. Esses representantes dos eleitores também são ou foram filhos de alguém. Nem sei bem porque, mas agora mesmo veio-me à memória a volúpia da classe política por obras e mais obras, bem como aquela passagem bíblica dos animais manchados... Sinto muito. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Equilíbrio passional!... Humanamente falando, tal equilíbrio poderia existir numa disputa ou mútua entrega libidinosamente passional? Como é difícil manter o equilíbrio em toda e qualquer situação que envolva sentimentos ou libido... Imaginemos então alguém tentando, tentando,…
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⁠Equilíbrio passional!... Humanamente falando, tal equilíbrio poderia existir numa disputa ou mútua entrega libidinosamente passional? Como é difícil manter o equilíbrio em toda e qualquer situação que envolva sentimentos ou libido... Imaginemos então alguém tentando, tentando, e mais ainda tentando manter o equilíbrio mental numa explosiva e espinhenta vida passional... Caso isso seja possível, e disso eu mesmo duvido muito, como isso poderia ser alcançado pacificamente por um casal sensato? Afinal, tendo alguém o infortúnio ( qual seria mesmo o antônimo desse termo assustadoramente entristecedor? ) de vir a ter um leão ou uma terrível onça pintada como par, concordemos que esse (a) pobre e desafortunado (a) amante tem o inalienável direito de um dia poder vir a encontrar como companheiro (a) vitalício (a), alguém possuidor de enorme alma translúcida e quase divinamente anjelical. Pois caso insista na situação anterior, não se afastando do iminente perigo de explosão relacional, de uma ou outra maneira estragarão suas vidas, e certamente sofrerão até a morte, essa que assim sendo infelizmente não tardará. Embora todos os terceiros (os de fora), saibamos antecipadamente como isso costuma acabar, até mesmo porque é notoriamente sabido que a natureza humana é composta por perigosíssimos turbilhões de fogo nos mais profundos recônditos sentimentais das pessoinhas passionalmente apaixonadas... Isso que as impedem completamente de raciocinar e tomar decisões sensatas quando tomadas pelo frenesi das paixões. Assim sendo, mesmo aceitando serem diuturnamente amparados e ou "paparicados" por um primor de criaturinha anjelical, serão aquelas primeiras criaturas ( o leão ou a onça pintada...) que continuarão mantendo o seu sangue passionalmente fervente e viril até lá pela quarta idade, ou catástrofe final. Sinto muito... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Num piscar de olhos!... Significado (1986)
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⁠Num piscar de olhos!... Significado (1986) No poema e nas nuvens Cada qual descobre o que deseja ver. (Helena Kolody) Lembrando esse e muitos outros dentre milhares de magníficos textos e poesias da maior e mais amorosa poetisa paranaense de todos os tempos, a saudosa professora Helena Kolody, não pude me furtar de refletir profundamente nos seus ensinamentos. Assim, mais de uma dezena de vezes relendo seu alertador poema sobre as nuvens a inspirar sonhadores, poetas e amantes, aqui quase autodidaticamente tentei também fazer meu pequeno e humilde ECO com a incomparável mestra. Assim escrevi: Num piscar de olhos!... Seja na formação e agilíssimos movimentos das brancas nuvens no céu Ali retratando as mais variadas figuras Que se nos vão pela mente e coração! ...Bem como no acelerado e inexorável transcurso de nossas próprias vidas. .. Podemos perceber e quase naturalmente alcançar Exatamente aquilo que física, mental, espiritual E voluntariosamente nos dispusermos a ali enxergar e meticulosamente perseguir. Mesmo que inicialmente assim, apenas vaporosas imagens sensivelmente atinadas... Logo, logo, a depender de nosso mais profundo querer! Poderão representar belas realidades sacrificialnente perseguidas e conquistadas. Tais acalentadoras visões mimam e enternecem corações... Mas consequentes decisões primordiais desde ali tomadas devem ser firmes e imediatas! Firmes e imediatas, mas pacienciosas... No trilhar dos necessários e árduos caminhos Da criteriosa educação, preparação técnica e projetos Seguidas de execução, conquista, manutenção e especializações periódicas Pois assim como tais nuvens aceleradas no céu... ...Nossas vidas também costumam passar num piscar de olhos. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético. Juro que ainda há pouco, nas nuvens formadas no céu de Curitiba, vi um bebezinho brincando alegremente com seu ursinho de pelúcia...

⁠Eu, um mero pensador?!... Qual proveito humanitário poderia advir do mero pensar, pensar, até quase os neurônios queimarem pensar, mas nenhuma atitude natural ou eficaz jamais tomar em prol de alguém que necessite de nossa ajuda, mesmo que isso seja apenas circunstancial? E qu…
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⁠Eu, um mero pensador?!... Qual proveito humanitário poderia advir do mero pensar, pensar, até quase os neurônios queimarem pensar, mas nenhuma atitude natural ou eficaz jamais tomar em prol de alguém que necessite de nossa ajuda, mesmo que isso seja apenas circunstancial? E quase assim foi... Realmente, parece-me que foi ontem ainda... E eu ali, sentado na minha cadeirinha de jardim Sob aquele acariciante sol de inverno... Pensava, pensava, e mais ainda pensava. Refletia sobre os milhões e milhões e milhões ( quem sabe até mais...) De seres humanos à beira da miséria ao redor do planeta! Certamente pessoinhas indefesas em relação a tudo Que possa representar riscos a sua dignidade humana... Pessoinhas assim tão desalentadas! A ponto de nem mais se encorajarem Sequer a se comunicar com alguém e pedir ajuda... Então não pude me furtar de concluir Que alguma atitude precisava ser tomada Com urgência urgentíssima... Alguém de muito poder ou fortuna carecia de se comparecer imediatamente de tais pessoinhas sofredoras! Alguém sim, mas quem? Será que eu mesmo poderia vir a ser útil a elas de alguma maneira, enquanto ali permanecesse confortavelmente sentado na minha cadeirinha de jardim debaixo daquele acariciante sol de inverno? Eu mesmo, debilmente, começava já a entender que não podia aceitar simplesmente ficar ali na minha cadeirinha a pensar, pensar e mais ainda pensar... Quase já me afogando em minhas vãs boas intenções, comecei a sentir desconfortáveis comichões! Comichões que não eram provocados pelas ágeis e produtivas formiguinhas do meu florido jardim... Quando mais triste ainda é saber que bilhões de seres resfolegantes também estão vivendo uma vida melhor, e poderiam estar assim como eu, apenas e tão somente pensando, pensando, sem tomar nenhuma atitude eficaz para ajudar a resolver tamanha delicada situação de risco a própria humanidade daquelas sofridas pessoinhas. Pensar, pensar, pensar e tão somente lamentar a má sorte alheia, sem tomar uma atitude sequer para aliviar seu sofrimento... ...Ou ao menos tentar ajudar alguém a se reerguer, mesmo sofrivelmente, para uma vida melhor? Foi então que alguém balbuciou algumas palavras em frente ao meu portão: - Será que o senhor pode me ajudar com qualquer coisinha, pelo amor de Deus? Imaginem que atitude eu deveria tomar, justo naquele momento em que eu tanto pensava nas milhões e milhões de pessoinhas passando fome ao redor do planeta... Será que aquela judiada pessoinha, em sofrível situação de rua, seria uma delas vindo até mim? Então elas não estavam apenas lá nos confins do mundo, como a televisão me fazia crer, mas estavam ali em carne e ossos, mais ossos que carne, tadinhos, também na frente do meu portão?... Enquanto o sinhozinho se afastava um naquinho mais aliviado no seu alongado sofrimento, lembrei que alguém já afirmou que o céu deve estar superlotado de gente que passou a vida inteira quase se afogando num mar de boas intenções, sem nada fazer concretamente para minorar ao menos momentaneamente as misérias dos que nada têm... ...Ou seria um outro lugar, beeeeeem mais quente que o céu, que estaria assim, apinhado de gente bem-intencionada?!? Pensemos nisso... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Fatores impulsionadores!... Amor, fé, esperança e força de vontade! Aqueles que forem divinamente agraciados
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⁠Fatores impulsionadores!... Amor, fé, esperança e força de vontade! Aqueles que forem divinamente agraciados por estes três atributos vitais... Já de largada terão bem mais da metade do necessário... Para a cura das suas moléstias! ...Ou solução definitiva dos problemas circunstanciais. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Voando nos pensamentos!... Depois de bastante tempo e dinheiro gastos, ao final das reformas notava-se gratificantemente as belas, funcionais e agradabilíssimas mudanças alcançadas naquele aprazível ambiente familiar. Aparentemente, bem menos na acachapante mesmice das relaçõe…
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⁠Voando nos pensamentos!... Depois de bastante tempo e dinheiro gastos, ao final das reformas notava-se gratificantemente as belas, funcionais e agradabilíssimas mudanças alcançadas naquele aprazível ambiente familiar. Aparentemente, bem menos na acachapante mesmice das relações conjugais e familiares. O que vem confirmar que nem sempre as agradáveis - ou desagradáveis - aparências pessoais ou prediais, refletem o que realmente vai pelo íntimo das pessoas ou pelo interior das habitações. O fato é que visto de longe ou superficialmente, sem quaisquer envolvimentos pessoais da parte de quem assim observa, tudo tende a parecer belo e maravilhoso. E não é assim que vemos a Lua? Aliás, até hoje me pergunto como seria a vida conjugal e familiar dos habitantes daquela charmosíssima casinha branca no altinho da colina, que eu avistava de dentro do ônibus a caminho da Bosch, nos meus bons tempos de cidadão deveras deslumbrado, enquanto amorosamente entusiasmado e produtivo. Naturalmente, nunca me aproximei daquela magnífica casinha branca... mas ela jamais saiu dos meus pensamentos. Assim também me ocorre em relação a algumas pessoas, que então (de longe...) eu mesmo faço questão de vê-las como um xodozinho de gente. Mas seriam mesmo assim, na fria ou acalorada realidade? Incrível como as maiores pedras do caminho da gente são as mais respeitadas e admiradas enquanto apenas equidistantes e misteriosas, mas certamente e quase naturalmente rudes, grotescas e bastante ameaçadoras se vistas em detalhes, bem de pertinho... Ah, aquela misteriosa e talvez por isso mesmo tão charmosa casinha branca acima referida, está no meu livro Pensamentos Alados, lançado justamente com a ajuda da Robert Bosch em Curitiba, na virada do milênio. Só não sei dizer onde ele esteja hoje, tomara um exemplar dentro dela mesmo... Pois quem poderia entender completamente a vida, se apenas vista superficialmente, e não vivida abundantemente? Mas que a Lua Cheia é linda, isso é... Embora algumas vezes pareça-me umtantoquanto pedregosamente avermelhada e ameaçadora, quando esporadicamente consigo vê-la em detalhes, e então tristemente liberto das minhas ilusórias e enfraquecedoras paixões... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠O Dia de Finados! Um personalíssimo memorial... Especialmente nesta data, e bem que poderíamos permitir que nossos mortos povoassem livremente nossas mentes ... Quem sabe, então, aceitássemo-los natural e completamente, e os aninhássemos definitivamente em nossos corações... Q…
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⁠O Dia de Finados! Um personalíssimo memorial... Especialmente nesta data, e bem que poderíamos permitir que nossos mortos povoassem livremente nossas mentes ... Quem sabe, então, aceitássemo-los natural e completamente, e os aninhássemos definitivamente em nossos corações... Quiçá mesmo assim, postumamente, ouvindo-os com verdadeiro e amoroso interesse e concentração, finalmente acatando suas sempre e sempre amorosas e abalizadas opiniões emitidas a cada circunstância convivida. Acredito sinceramente que isso não seria em nada algo misterioso ou assustadoramente amedrontador. Afinal, embora mortos, eles continuam sendo nossos familiares... Tomara tenham todos seguido - ou biblicamente recolhidos - no seu tempo certo. Deveríamos refletir no fato de, com o inexorável passar dos anos, ao atingirem idades avançadas os nossos idosos e anciãos terem diuturnamente mais mortos, que vivos em sua companhia... Será assim também conosco! Então, que tal seria abrirmos mais, bem mais, os nossos ouvidos e corações para nossos amigos e ente-queridos, mormente os mais velhos, enquanto ainda vivos? Eles todos, e nós também - disso estejamos bem certos - logo, bem logo morreremos. Até mesmo por que ao longo da vida qualquer um de nós poderemos vir a acumular poderes incríveis uns sobre os outros, mas jamais a ponto de sobrepujar as leis naturais... Perdoem-me, por favor! Até mesmo porque isso tudo que aqui explicitei desde os mais profundamente amorosos e racionais recônditos deste meu naturalmente umtantoquanto envelhecido, mas jamais endurecido ou ressentido coração, num primeiro momento poderá parecer descarada intromissão minha em assuntos do mais absoluto fôro íntimo de cada um, mas isso me ocorreu porque ainda sou dos bons e saudosos tempos em que uma familia só considerava outra como verdadeiramente amiga, quando todos os seus membros se conheciam amorosa, espiritual e profundamente, inclusive os seus mortos. Confortemo-nos mutuamente... Armeniz Müller ...Oarrazoadorpoético.

⁠Cadê administração pessoal?!... Vaidade, sentimentos, ambição, saúde e alimentação. Serão vitaliciamente coroados de êxito, todos aqueles que souberem explorar racionalmente tais características dominantes da humanidade. Racionalmente... pois haja fôlego para dominar as introm…
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⁠Cadê administração pessoal?!... Vaidade, sentimentos, ambição, saúde e alimentação. Serão vitaliciamente coroados de êxito, todos aqueles que souberem explorar racionalmente tais características dominantes da humanidade. Racionalmente... pois haja fôlego para dominar as intromissoras emoções. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Socorro, mamãe!... Cadê você, querida mãezinha! e aquele meu aconchegante colinho protetor? Quem me dera poder voltar aos meus tempos de criança, mesmo quando ali então uma criancinha carente de quase tudo... Menos do amor, carinho e proteção de minha sacrificada mãezinha tão…
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⁠Socorro, mamãe!... Cadê você, querida mãezinha! e aquele meu aconchegante colinho protetor? Quem me dera poder voltar aos meus tempos de criança, mesmo quando ali então uma criancinha carente de quase tudo... Menos do amor, carinho e proteção de minha sacrificada mãezinha tão querida. Que pecado! Logo ela, tadinha... Que após tanta dedicação e magnânimo afeto maternal, voluntariedade e sofrimento sacrificial, bem logo também passaria a ser gradual, desumana e egoisticamente desvalorizada, como tantas sacrificadas mãezinhas mundo afora... Será que sem ao menos perceber ou querer, eu também acabei sendo mais um desses quase monstros familiares, dentre tantos desamorosos filhos frios e mal-agradecidos, esses que “modernamente” tanto os vemos pelaí? Por outro lado, eu sei, hoje isso mui bem sei!... ...Que a cada vez que autorizo meu passado a continuar assim vivíssimo em mim, mais e mais estou reafirmando esta minha já folclórica covardia e desalento para enfrentar os amedrontadores desafios do presente. Sei também que de tais prementes e positivos enfrentamentos, sejam ou não vitoriosos e retumbantes, dependem minhas futuras performances... ...Performances tais, todas certamente aditivadas com suas próprias cotas de sacrifícios, mistérios, decepções ou galardões. Como também não posso esquecer que o mero fato de aceitar conformadamente seguir vivendo no passado, oh vida, oh céus! Seja no âmbito mental, material, sentimental ou espiritual, isso tudo representa para mim uma espécie de zona de conforto, retrógrada e psiquicamente perigosa zona de conforto... ...Isso eu também sei. Afinal, de uma ou de outra maneira, tudo ali no meu remoto passado já foi superado... ...E hoje trago gravados em caracteres de ouro provado em meu coração, ou mesmo a ferro quente nos lombos, ai, ai, ai, os seus benéficos ou maléficos resultados. Primordialmente, almejando continuar a viver até o cumprimento natural do meu tempo secular determinado pelo Senhor... ...Finalmente reconheço que, mesmo assim respaldando-me saudosa e perigosamente no meu passado, dia após dia devo seguir reinventado a minha própria história. Até mesmo porque viver o futuro do próprio passado, isso é relativamente fácil... ...Mas construir racional, corajosa e carinhosamente o nosso inexorável futuro, principalmente se isso for feito a partir de um presente assaz pedregoso e quase desalentador, isso sim confirmará em cada libertadora individualidade um esperado valor amorosa e humanitariamente evolutivo!... Sigamos assim... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

Entregando os pontos?!... Reconheçamos que algumas pessoinhas são mesmo de amargar! Amargar... Amargar...
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Entregando os pontos?!... Reconheçamos que algumas pessoinhas são mesmo de amargar! Amargar... Amargar... Adorando tudo e todos contrariar. Assim, nem adianta mais brigar! Brigar... Brigar... Até um e outro, em pensamentos descabelar. Ufa! Pois então, e aqui entre nós Não são mais de quarenta anos de vida conjugal... ...Entre tantos amorosos conluios, briguinhas e cumplicidades! Acertos, cumplicidades, chameguinhos e novos desacertos? E sendo assim, nestas longevas alturas de nossa vida conjugal, vejam só isso... De que nos serviriam ainda mais manhosos confrontos pessoais Em busca de ineficazes soluções disto ou daquilo - O mais das vezes apenas contrariedades pessoais... - Adrede sabedores que esse amargor todo nunca vai mudar! E que o mais racional seria deixar... ...Nossas próprias vidas se resolverem naturalmente. Será que estou muito errado ao pensar assim?!? Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Acredito que nem mesmo a Ciência avançaria Sem as devidas, acuidadas e assaz detalhadas observações Orquestradas pela dedicação exclusiva...
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⁠Acredito que nem mesmo a Ciência avançaria Sem as devidas, acuidadas e assaz detalhadas observações Orquestradas pela dedicação exclusiva... ...Aliada a novas e recorrentes experimentações! Pouco antes de galgar novos, impositivos e desafiadores degraus... ...Esses mesmos que nos levarão ao sucesso pessoal e profissional. Quanto mais assim deveria ocorrer com as pretendidas vidas deveras profícuas... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Sortudos!... Maravilha ganhar ou poder conquistar e manter conosco tudo aquilo que sempre sonhamos! Desde que isso não nos ensoberbeça demais, e assim venha a nos impedir de atender os clamores dos necessitados, sempre que necessário... Armeniz Müller
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⁠Sortudos!... Maravilha ganhar ou poder conquistar e manter conosco tudo aquilo que sempre sonhamos! Desde que isso não nos ensoberbeça demais, e assim venha a nos impedir de atender os clamores dos necessitados, sempre que necessário... Armeniz Müller ...Oarrazoadorpoético.

⁠A utilidade das coisas comuns, e o valor intrínseco das reflexões... Geralmente, nos meus singelos escritos de cunho assimmeioassim poéticos ou literários, eu costumo discorrer bastante sobre o amor e os demais bons sentimentos humanos, isso comumente o faço sem nunca esquecer…
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⁠A utilidade das coisas comuns, e o valor intrínseco das reflexões... Geralmente, nos meus singelos escritos de cunho assimmeioassim poéticos ou literários, eu costumo discorrer bastante sobre o amor e os demais bons sentimentos humanos, isso comumente o faço sem nunca esquecer minhas idealizadas características humanitárias deles naturalmente advindas... Assim, muitas vezes, talvez afoito em aproveitar fugazes inspirações momentâneas ou observações de diferentes condutas pessoais, eu mesmo acabo mergulhando em dúvidas interiores de difícil entendimento racional e posteriores aplicações reais. Talvez isso me ocorra em virtude de dois fatores pessoais dos quais até hoje não consegui abrir mãos: a prolixidade e a dualidade. Mas será mesmo que em alguma fase desta minha vidinha assimquasepordemais introspectiva e turrona, e assim tristemente distante de saudáveis relacionamentos pessoais, por um só dia eu possa ter convivido amorosa e intensamente com alguém com quem tenha compartilhado plena e sinceramente tais quase divinais sentimentos e características humanitárias que tanto busco encontrar primeiramente dentro de mim? Então, por quais razões tanto me alegro ao fazer contatos, mesmo apenas virtuais, com pessoas nas quais isso bem logo reconheço? Afinal, e não dizem pelaí que mais, bem mais ainda sonhamos, idealizamos e buscamos instintivamente, primeiro justamente por aquilo que não possuímos? Responda quem se identificar com minhas umtantoquanto estranhas reflexões, mas será que tudo isso que costumo refletir, rascunhar, digitar e bem logo postar ou publicar enfaticamente em minhas páginas, blogues e redes sociais em geral, poderia realmente acabar tendo algum nexo positivo para a vida cotidiana, produtiva e sentimental dos meus assíduos ou ocasionais leitores e leitoras mais sensíveis, introspectivas e ou receptivas? Tomara de fato isso assim ocorresse... Abraços, Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠ Cadê as memórias de elefante, cadê?!... Parece mesmo que isso tudo estava escrito em letras garrafais...... ...Que naquelas últimas eleições presidenciais, ganhasse quem ganhasse, e tchibuuum!
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⁠ Cadê as memórias de elefante, cadê?!... Parece mesmo que isso tudo estava escrito em letras garrafais...... ...Que naquelas últimas eleições presidenciais, ganhasse quem ganhasse, e tchibuuum! Mas não podemos negar que todos sabíamos que o brasileiríssimo povão verde e amarelo, esse povão que trabalhamos de sol a sol, torcemos pros nossos times do coração e nos esbaldamos de montão no carnaval e bailões, mais uma vez, a enésima vez talvez, tirante aqueles espertamente bajuladores e agarradinhos hipócritas dos cabidões militantes partidários, esse povão todo iríamos nos ferrar estrondosamente! Tudo isso é tido como normal, absolutamente normal para os nossos padrões políticos e sociais... Aliás, como sempre foi nestas terras dos Cabrais! aquele português antigo pra dedéu e esse espertíssimo carioca da gema atual. Quando o mais triste mesmo é saber de antemão que tudo isso acaba sendo recebido como muito natural neste país tristemente exemplar em criminalidade, malandragem, corrupção, impunidade irrestrita para os ricos de todos os naipes criminais e picaretagem política. Afinal, e logo tudo estará esquecido mais uma vez... Mas agora falando de coisas legais tipo carnaval, futebol, mulheres alegres enquanto companheironas e concordantes, cervejinhas, caipirinhas e muita, muiiita picanha no melhor ponto degustativo, concordemos que se o canto e a ferocidade dos Tetéus ou Quero-queros junto aos seus ninhos e filhotes, representasse mesmo tanto mal agouro ou mórbidos presságios de morte como dizem pelaí... ...E aqui todos deveríamos concordar também que o futebol brasileiro já nem existiria, heheaiaiaiaiiii, tantos desses pernaltinhas disputam espaço com os jogadores sob a luz dos refletores, durante os noventa minutos ou mais das disputadíssimas batalhas futePelísticas travadas nos verdes gramados, Brasil afora. Enquanto eles e elas (as teteuzinhas, claro!) bicam e beliscam sem parar, nós choramos de tanto rir, beber e gargalhar. Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético. https://blogdopoetinhaarmeniz.blogspot.com/

⁠Pudera isso... “”” Como esperar pensamentos positivos, atitudes proativas ou ações meritórias, quando originadas em uma mente notoriamente perturbada e morbidamente ligada a um coração duro, rancoroso e envenenadamente ressentido?... “”” Armeniz Müller.
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⁠Pudera isso... “”” Como esperar pensamentos positivos, atitudes proativas ou ações meritórias, quando originadas em uma mente notoriamente perturbada e morbidamente ligada a um coração duro, rancoroso e envenenadamente ressentido?... “”” Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

Almas secas?!... ⁠ """ Pela intermitente, mas crescente secura das minhas glândulas lacrimais e consequente endurecimento sentimental do coração, com tristeza tenho sentido fugirem-me paulatinamente até mesmo os meus mais sufocados e intimistas resquícios de humanidade. Mesmo qu…
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Almas secas?!... ⁠ """ Pela intermitente, mas crescente secura das minhas glândulas lacrimais e consequente endurecimento sentimental do coração, com tristeza tenho sentido fugirem-me paulatinamente até mesmo os meus mais sufocados e intimistas resquícios de humanidade. Mesmo que isso sejam "apenas" resquícios pessoais socialmente herdados dessa amorosamente desorientada humanidade geral do planeta Terra, a qual melhor, bem melhor teria sido, se fôramos gerados e criados todos irracionais, feito os instintivamente defensivos, mas amorosos animais irracionais que preservam os seus grupos a qualquer custo. Vejam só como estamos a sociedade e governo brasileiro atuais...""" Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Poetinha tentando voltar a refletir livremente... ”” Porque até mesmo as almas incorrigivelmente libertárias, elas que quase nunca se permitem prender a nada ou ninguém, adoram atingir o frenesi orgástico da felicidade plena... ...Mormente quando um coração amorosamente sensat…
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⁠Poetinha tentando voltar a refletir livremente... ”” Porque até mesmo as almas incorrigivelmente libertárias, elas que quase nunca se permitem prender a nada ou ninguém, adoram atingir o frenesi orgástico da felicidade plena... ...Mormente quando um coração amorosamente sensato lhes puxa o freio de estacionamento temperamental, com decidida e carinhosa lucidez. ”” Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠A difícil questão do respeito liberal... Tudo aquilo que primeiro nos entra pelos olhos, disso tenhamos a mais plena certeza, chega até as mais profundas confluências de nossa alma e coração. Portanto, cuidemos de nós mesmos e dos mais frágeis, procurando acima de tudo ser pess…
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⁠A difícil questão do respeito liberal... Tudo aquilo que primeiro nos entra pelos olhos, disso tenhamos a mais plena certeza, chega até as mais profundas confluências de nossa alma e coração. Portanto, cuidemos de nós mesmos e dos mais frágeis, procurando acima de tudo ser pessoas o mais próximo possível da decência humana, assim evitando a quaisquer custos enxergar sensualidade, pecaminosidade e luxúria, onde quase inacreditavelmente predominem a ternura, a confiança e a inocência natural. Sejamos seres humanos moralmente decentes, e assim sendo permitamos que as crianças, adolescentes e jovens possam crescer e se desenvolver integralmente sob a proteção familiar e comunitária, e que todas as criaturas mais frágeis, no seu tempo natural, possam vir a se fortalecerem física, psicológica e socialmente. Assim respeitemos a todos, inclusive aquelas pessoas naturalmente mais desinibidas que nós, delas aprendendo no seu devido tempo e atitudes de natural contemplação ou acolhimento... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Xô, dores depressivamente contristadoras!... Eis que finalmente eu mesmo sinto que estas minhas especialíssimas dores começam a me chegar com maior assiduidade e agudez... Geralmente, são dores variadas no seu aspecto físico, mas uma delas se me manifesta em caráter especial: S…
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⁠Xô, dores depressivamente contristadoras!... Eis que finalmente eu mesmo sinto que estas minhas especialíssimas dores começam a me chegar com maior assiduidade e agudez... Geralmente, são dores variadas no seu aspecto físico, mas uma delas se me manifesta em caráter especial: Sabem aquela dor que adora atingir diretamente a alma dos seres mais sensíveis? Pois é... Quando sei que aquelas primeiras dores, as dores que nos remetem aos hospitais, médicos e farmacêuticos, elas realmente podem evoluir até a morte do corpo. Mas somente esta dor recorrente e terrivelmente depressiva, que chega a atingir o talo da alma situado ali nas misteriosas, sensibilíssimas e humanamente generosas cercanias que formam os naturais elos indestrutíveis entre a mente racionalmente dinâmica e saudável e os mais profundos recônditos sentimentais do coração, tal dor incessante e ainda cientificamente incurável em termos perenes, sou forçado a acreditar que ela tem a crudelíssima e mórbida capacidade de matar nossa consciência e bons sentimentos bem antes ainda que o corpo se entregue fisicamente... Mata, e mata murchando célere e completamente todos os amorosos portadores de boa alma e coração, esses que crédula e ou passionalmente se lançam de olhos fechados e corações escancaradamente apaixonados em todas e quaisquer relações pessoais que lhes aconteçam, bem tal como assim ocorre com os pequenos e indefesos seres naturais feito os animais e as plantas floridas que tanto alegram nossas vidas, quando tristemente perecem quase imediatamente ao serem abandonados sem água, luz, nutrientes e o primordial carinho dos seus então voluntariosos tutores. Prestando um naquinho de amorosa atenção, cotidianamente logo vemos tantas e tantas pessoinhas de semblantes tristes e cabisbaixos, andando trôpegas pelaí, feito robozinhos em final de bateria... ...Quando então já perderam até mesmo o encantador viço pessoal e os alegres movimentos das humanas e amorosas interações dos seus antigos encontros convivacionais. Também quase certamente, e isso se pode ver notoriamente nos seus olhos murchos e sem brilho, perderam já até mesmo a humanamente necessária garra pessoal, esperança, espontaneidade natural e férrea vontade de viver e lutar as boas lutas da vida produtiva e evolutiva... Deveras salutar é a disposição para lutar boas ou sacrificantes lutas! Mesmo que ora perdendo, ora vencendo, ora empatando, mas sempre e sempre legítima e voluntariosamente retornando aos desafiadores ringues da vida, isso que verdadeiramente vale a pena ser vivido e revivido muitas vezes neste nosso plano secular de vida que o Bom Deus a todos nós indistintamente nos deu para que a vivamos intensa, amorosa e produtivamente, mesmo assim, muitas e muitas vezes caindo e levantando, pois quase sempre insistindo em viver ao sabor dos nossos também divinamente recebidos livres arbítrios... ...Merecidamente! Desde que também assim vivamos e convivamos com os naturais resultados das devidas e correspondentes responsabilidades por nossos atos, livres escolhas, atitudes ou omissões. Xô! contristadoras e depressivas dores de alma e coração... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Toma lá, dá cá... Ou todos os poderes arregimentados contra os legítimos interesses do povo?!? Alguém já disse que todos nós, estes que vivemos às voltas com os nossos quase sempre imaginariamente agigantados problemas cotidianos, deveríamos parar um pouquinho de fazer tantos d…
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⁠Toma lá, dá cá... Ou todos os poderes arregimentados contra os legítimos interesses do povo?!? Alguém já disse que todos nós, estes que vivemos às voltas com os nossos quase sempre imaginariamente agigantados problemas cotidianos, deveríamos parar um pouquinho de fazer tantos dramas, onde talvez só exista realmente uma assimmeioassim aumentada realidade. Sei não... Por outro lado, que tal seria pensarmos misericordiosamente na quase certamente triste situação do presidente Lula, coitado, ele que nem bem foi libertado da prisão, atrelado nas tradicionalmente suspeitas pesquisas eleitorais brasileiras, e eleito num piscar de olhos do briguento Bolsonaro... Será que agora, nem bem recomeçando seu tradicional turismo mundial free, o pobre e velho estadista de esquerda estaria convivendo já com assustadoras multidões de fantasmas, justiceiros fantasmas morais?... Embora todos saibamos que os fantasminhas “quero-queros” do seu ombro esquerdo, esses tantos mui certamente ele os tira de letra, pois afinal são todos farinha do mesmo lado, ou saco... Aliás, sabem aqueles tradicionalíssimos fins de noite e inícios de madrugada, morbidamente decisivos para as brasileiríssimas administrações políticas?! Mas, sem dúvida alguma, os seus piores fantasmas serão sempre aqueles pousados no seu ombro direito, uníssonos e incansáveis a lembrá-lo que os indivíduos verdadeiramente inocentes, esses decrescentes grupos de cidadãos que ainda insistem em viver na mais correta e esperada acepção do termo cidadania, assim como os pouquíssimos funcionários confiáveis de alto escalão estadista, e os quase extintos políticos brasileiros moralmente aceitáveis, esses poucos representantes do povo que ainda tentam seguir legitimamente, mesmo suando a cântaros para ganhar seu próprio minguado pão, realmente esses poucos jamais se permitiriam quaisquer atos de roubalheira oficial e de ensandecidas vinganças indevidas. Sem esquecer que o mundo inteiro tem percebido as estranhas e nadicadenada divertidas movimentações do tabuleiro oficial brasileiro atual... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.

⁠Solução convivacional, ou mero luxo cotidiano? Estando prestes a iniciar nossa compulsória passagem, partida derradeira, recolhimento à vida eterna, insólito retorno ao pó, ou mera inexorabilidade da morte... Quero acreditar, nisso preciso acreditar! que isso venha a ocorrer co…
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⁠Solução convivacional, ou mero luxo cotidiano? Estando prestes a iniciar nossa compulsória passagem, partida derradeira, recolhimento à vida eterna, insólito retorno ao pó, ou mera inexorabilidade da morte... Quero acreditar, nisso preciso acreditar! que isso venha a ocorrer comigo segundo a velha e calejada expressão “desta para a melhor” ... ...Ocorre que ainda há pouco eu e minha amedrontadora e quase sempre obedecida cara-metade, a babezinha, concordantemente (será isso mesmo?...) decidimos passar a habitar em separado debaixo do mesmo teto. E então, alegres ou tristemente, cada qual tentará sobreviver da melhor forma possível, relaxados ou perigosamente mergulhados em seus próprios cheiros, fedores, ruídos próprios da idade, sonhos, decepções, pensamentos e dúvidas, muitas e muitas dúvidas a respeito de quase tudo e com mínima comunicação ou impertinência... Será que isso possivelmente venha a caracterizar alguma adrede e necessária preparação espiritual para a decantada “vida melhor”, isso que ninguém pode afirmar categoricamente realmente vir a acontecer, fundamentados em inexistentes experiências próprias?!... Tomara isso assim fosse, principalmente no caso de certos casais sentimentalmente calejados após algumas dezenas de anos de afetiva, palpitante (ou imprecativa...) convivência inicialmente passional e amorosa, depois só conjugal mesmo, e beeeeem depois ainda, mera ou felizmente familiar. Mas será que esse sou eu mesmo?!... Armeniz Müller.

⁠Uma breve comparação entre os túneis assustadoramente desconhecidos, e esses moderníssimos smartphones... Quem sabe eu até mesmo esteja transitando há décadas na contramão da moderna educação literária, mas o psicologicamente empacador fato é que ainda prefiro gastar alguns bon…
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⁠Uma breve comparação entre os túneis assustadoramente desconhecidos, e esses moderníssimos smartphones... Quem sabe eu até mesmo esteja transitando há décadas na contramão da moderna educação literária, mas o psicologicamente empacador fato é que ainda prefiro gastar alguns bons neurônios em busca de um texto direcionador para os leitores somente depois do texto finalizado, ao invés de me escravizar e bem logo me irritar feito vestibulando na prova de redação em incontáveis bloqueios mentais, quando também me vejo obrigado a criar um texto em absoluta conformidade e cega obediência ao título previamente imposto àqueles pobres escribinhas de primeiras viagens redacionais, quando mais que certamente isso deveras culmina com o seu quase completo desencanto inicial pelo manejo das nossas teimosas e fugidias palavrinhas portunhosas. E então, dá-lhes ciências exatas... Por outro lado, olha o antagonismo aí, minha gente! Nem ao menos disso sabendo o real porquê, o estranhíssimo fato é que a cada ocasião que me vejo em vias de adentrar e atravessar um túnel desconhecido e breuzissimamente assustador, sinto pungentes calafrios, ao mesmo tempo em que também sinto-me invadido por verdadeiras marés de misteriosas energias, que percorrem desde minh’alma e coração, até o centro de comando cerebral, assim bloqueando-me quaisquer necessárias e urgentes tomadas de decisão, enquanto assim travo as mais amedrontadoras batalhas íntimas a me impedirem peremptoriamente de me deslocar por aqueles tétricos lugares. Isso poderia ser tratado como alguma conhecida fobia por lugares que nos metem medo? Mas por que tenho tanto medo assim do mero desconhecido? E se ali na entrada desses túneis existisse um interruptor de luz, feito os nossos aposentos de dormir? Por certo assim o medo sumiria como que por benéfica magia... Vocês concordam comigo nisso?! Finalizando, imaginem só o meu sufoco psicológico, a cada ocasião que “tenho” de abrir meu nemtantoassim moderníssimo, mas ainda mais misterioso e assustador smartphone, quando então tenho a mais nítida e descabida impressão dele estar completamente devassado ou infectado por vírus, vírus e mais vírus ( quem sabe até mesmo esses terríveis vírus soviéticos capazes de alterar desde um simples resultado de dois mais dois, até uma disputadíssima eleição de condomínio, sei lá...), ou tantosetantosmais arquivo e vídeos malandramente maliciosos e espiões. Enquanto isso eu, eu, euzinho aqui, ver os doces gingadinhos do “Tique-toque” e do Instagram, nessa minha tentadora telinha, então, nem sonhando acordado! meus amados leitores e leitoras. Aliás, dias têm me ocorrido em que estou aqui no meu “baitão informatizado”, a escrevinhar sossegadamente estes meus palavreados cotidianos para abastecer minhas diversas colunas, e não há de ver que aqui nele também logo começo a escutar vozinhas estranhas? Será que isso poderia estar vindo desses danados seres alienígenas, esses tais que dizem viverem às escaramuças com os cientistas e as armadíssimas forças militares americanas, ou seriam apenas alegres gritinhos de cupins ou formigas de computador?!? Pensem num velhinho arisco e assustado com todas essas amedrontadoras modernidades, heheheaiaiaiaiiii... Armeniz Müller. ...Oarrazoadorpoético.