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Frases de Arjuna.

16 frases

⁠Se paredes ouvidos Línguas deportam Na senzala do armário, olfato
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⁠Se paredes ouvidos Línguas deportam Na senzala do armário, olfato Para por entre cortinas, ver De nossos livros, puro tato. Adormecer!

⁠As vidas dos mestres convergiram para a linha do Equador de tal forma que exista uma civilização que lhes abranja por acaso escolheram uma delas para ficar e explicar
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⁠As vidas dos mestres convergiram para a linha do Equador de tal forma que exista uma civilização que lhes abranja por acaso escolheram uma delas para ficar e explicar porque fizeram as coisas de tamanho jeito já que do jeito que tivesse sido estaria bom O bom filho à casa torna!

⁠BÚSSOLA DO TEMPO A Sol faz sim ao não mudar demais sua posição, o Lua faz não ao mudar tanto. O não, sem Lua pela noite, é sim. Regra geral que tendo Lua, de dia ou de noite, o sim, é não. E, dia de Sol é sim. O eclipse lunar é assim, tudo pra mim, o eclipse solar é missa sina.…
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⁠BÚSSOLA DO TEMPO A Sol faz sim ao não mudar demais sua posição, o Lua faz não ao mudar tanto. O não, sem Lua pela noite, é sim. Regra geral que tendo Lua, de dia ou de noite, o sim, é não. E, dia de Sol é sim. O eclipse lunar é assim, tudo pra mim, o eclipse solar é missa sina. Que palavra completa a redação?

Por mais que nos atrelamos ao futuro, no presente, nunca estaremos à salvos dos conflitos passados. Eles nos dizem como desatrelar nós e fazer cada vez mais possibilidades de um futuro, em ciclos. Nós enjoamos facilmente do que é muito habitual, querendo sempre coisas novas. A…
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Por mais que nos atrelamos ao futuro, no presente, nunca estaremos à salvos dos conflitos passados. Eles nos dizem como desatrelar nós e fazer cada vez mais possibilidades de um futuro, em ciclos. Nós enjoamos facilmente do que é muito habitual, querendo sempre coisas novas. A arte nos dissolve. De tempos em tempos se misturam por vantagens que nosso subconsciente averbe, criando vida de forma mais espontânea aos nossos sonhos. De tão novos parecem maravilhas, mas é nos erros do passado que devemos nos pretender a não sermos nós, pesadelos desse tear.⁠

⁠A montanha vai até Maomé. Pois montanhas são com pernas, E suas pedras, dedos.
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⁠A montanha vai até Maomé. Pois montanhas são com pernas, E suas pedras, dedos. Que o primeiro contato foram também com os nossos (dedos). Em especial nas topadas com os dedos dos pés. E foi sentindo a dor nos “dedinhos” que elas nos causavam Que aprendemos que elas podiam fazer dor também ao próximo. Através da dor que nasce a ciência da pedra lascada. Não pelo sofrimento, isso deve ter sido inventado depois.