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Frases de Ariela Venâncio

43 frases

Falta menina desgosto não sou perigoso nem sei machucar Meu coração é de osso, de ferro sem gosto só sabe chorar Se me deixar sentirei grandes saudades daquele luar
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Falta menina desgosto não sou perigoso nem sei machucar Meu coração é de osso, de ferro sem gosto só sabe chorar Se me deixar sentirei grandes saudades daquele luar Mas de certo sem te eu não vivo, mas sinto remorso de me acompanhar Falta não corra, me espere ainda não posso voltar Voltar seria um castigo sem hora precisa nem outro lugar.

Eu acreditei ser forte esse vento que me bateu a alma. Aliviava-me sempre quando eu via você chegar. De longe eu sabia que a noite estaria enfim iluminada.
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Eu acreditei ser forte esse vento que me bateu a alma. Aliviava-me sempre quando eu via você chegar. De longe eu sabia que a noite estaria enfim iluminada. Eu inventei esse amor, coloquei doce em cada magoa. Eu menti para mim mesma achando assim encontrar a felicidade.

'Ela não queria saber o significado do amor, ou se amar era ser livre. As vezes estamos presos sem nós dar conta, e isso não era importante. Não até agora, talvez mais tarde fosse.
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'Ela não queria saber o significado do amor, ou se amar era ser livre. As vezes estamos presos sem nós dar conta, e isso não era importante. Não até agora, talvez mais tarde fosse. Ela não se importa com os significados dessas palavras Apenas quer sentir-lás, sem nenhuma obrigação de opiniã.

Moça consegue ver, olhe minhas mãos, elas não transcrevem o sinto. Elas emolduram minha dor com algum rosto desconhecido, mudam meu nome. Colocam-me como poeta, e justificam a fraqueza por questões de amor.
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Moça consegue ver, olhe minhas mãos, elas não transcrevem o sinto. Elas emolduram minha dor com algum rosto desconhecido, mudam meu nome. Colocam-me como poeta, e justificam a fraqueza por questões de amor. Mas moça, eu admito a fraqueza, não me interprete mal. Eu não quero me esconder, não quero criar eu-líricos absurdos para enfeitar minha dor.

- O que é o amor pra você? - Não sei, talvez seja apenas dividir cigarros em uma noite, embriagados por vinho. E sentir que o mundo pode estar acabando, mas você continua fumando e rindo para o outro.
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- O que é o amor pra você? - Não sei, talvez seja apenas dividir cigarros em uma noite, embriagados por vinho. E sentir que o mundo pode estar acabando, mas você continua fumando e rindo para o outro. Sim talvez isso seja o amor.

Quero que alguém me acompanhe, alguém com cabelos, com olhos, com alma Quero alguém sem voz, sem tom, alguém com coração, sem regressão Pessoas terrestres que acreditem em sonhos, pesadelos, medos
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Quero que alguém me acompanhe, alguém com cabelos, com olhos, com alma Quero alguém sem voz, sem tom, alguém com coração, sem regressão Pessoas terrestres que acreditem em sonhos, pesadelos, medos Eu preciso sair daqui, me mudar pra lá Descansar apenas para depois me cansar Alguém quer me acompanhar ?

Rabisquei a vida, estraguei o desenho que havia traçado Cheio de cores, vidas, amores, dores, bonitas dores Acabei mudando os traços, modificando a cor, a volta, a partida
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Rabisquei a vida, estraguei o desenho que havia traçado Cheio de cores, vidas, amores, dores, bonitas dores Acabei mudando os traços, modificando a cor, a volta, a partida Me perdi em meio a tanta rasura, da minha vida da sua Tentei apagar procurando um novo eu, um outro, um seu Mas agora me esquece quem sou, e se sou, quem sou ? Me desperdicei em cores, amores, me rasurei Posso estar me afundando, mas nada me tira esse remorso. Esse esboço que não sou eu.

...Perdi-me achando que a morte do meu eu, era o começo de algo mas profundo. Algo que não se explica nem mesmo quando sabe-se o que se diz e o que se ouve Até agora tudo foi branco, vago e devagar. Tudo o que em mim habitava morreu
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...Perdi-me achando que a morte do meu eu, era o começo de algo mas profundo. Algo que não se explica nem mesmo quando sabe-se o que se diz e o que se ouve Até agora tudo foi branco, vago e devagar. Tudo o que em mim habitava morreu Asfixiando-me com minhas próprias mãos, depois morri doce-mente acreditando ser o fim. É quando me descubro.

A falta de espaço, me deixa inconsciente Encapas de me reconhecer, mesmo quando sei quem sou Mesmo quando sei, que sou apenas isso
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A falta de espaço, me deixa inconsciente Encapas de me reconhecer, mesmo quando sei quem sou Mesmo quando sei, que sou apenas isso Que sou apenas algo que ainda não lhe sei dizer Talvez saiba, mas não a sentido em falar E as vezes por isso sinto que não a sentido em amar.

Devo consumir outras vidas, esvaziar essa que me tem o nome de ar Parar um pouco de entupir-me de metáforas, sons, sonhos Desejo muito, desejo o tempo, o mundo
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Devo consumir outras vidas, esvaziar essa que me tem o nome de ar Parar um pouco de entupir-me de metáforas, sons, sonhos Desejo muito, desejo o tempo, o mundo Desejo o que tiver de existir depois da felicidade Mas desejo um pouco de vazio, um pouco mais de frio Um pouco de calma De levantar e ainda me sentir deitada.

Eu segurei rasgando a dor com você nas costas Não é pelo cansaço, pela dor nas costas que reclamo Talvez eu tenha me jogado de mais, agora sinto estar comendo lama
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Eu segurei rasgando a dor com você nas costas Não é pelo cansaço, pela dor nas costas que reclamo Talvez eu tenha me jogado de mais, agora sinto estar comendo lama Aquelas salpicadas de lágrimas e um de pouco dor Quero doce, gosto de algum cheiro bom na boca Seu beijo, mas agora ele não ira matar minha sede De fome, de amor, de abrigo, de um pouco mais de sede...

Moro perto de uma grande praça, aqui é frio, arrogante e calmo Não me situei com datas, nem horários Já deve ter percebido a minha rotina de tantas cartas atrás
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Moro perto de uma grande praça, aqui é frio, arrogante e calmo Não me situei com datas, nem horários Já deve ter percebido a minha rotina de tantas cartas atrás Parece que do papel o nosso amor não sai mais Estranho pensar que quando receber essa carta, talvez irá chorar ou rir de mim, por mim Apenas se sinta no direito de algo sentir.

A minha falta e sem nexo, ordinária sem sentido. A falta de um amor perdido, amor antigo Falta do errado, falta de algo meio complicado.
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A minha falta e sem nexo, ordinária sem sentido. A falta de um amor perdido, amor antigo Falta do errado, falta de algo meio complicado. Falta de uma nova vida, da vida. A falta de amores platônicos do medo do engano, a minha falta é ordinária. Não tem nome, não tem vida, ainda a ser titulada.

Eu odeio tornar cotidiano em mim esses sentimentos Banais, e por mais que me frustrasse como individuo eu os deixei entrar Sem nenhuma cerimônia, habitando a caixa e a ocupando Sufocando as regalias que me propus a ter das quais amar ficava em ultimo lugar
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Eu odeio tornar cotidiano em mim esses sentimentos Banais, e por mais que me frustrasse como individuo eu os deixei entrar Sem nenhuma cerimônia, habitando a caixa e a ocupando Sufocando as regalias que me propus a ter das quais amar ficava em ultimo lugar Para de propósito não ter a dor como aliada, mas já agora ela é intima Se de certo comanda minhas duas mãos que enfraquecem o pincel e torna fraco o que havia a lhe dizer. Foge de controle as minhas palavras e quando a mim voltam, se tornam essa rasura de dor Essa fraca carta de amor.

- Seguindo eu mesma, sendo eu mesma, sendo de mais pra mim Por que ando parando com essas, esses, se assim posso dizer seres que são meus vizinhos Donos, ladrões, vespas, sangue sugas, que sugam, sugam algo inabitável dentro de mim
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- Seguindo eu mesma, sendo eu mesma, sendo de mais pra mim Por que ando parando com essas, esses, se assim posso dizer seres que são meus vizinhos Donos, ladrões, vespas, sangue sugas, que sugam, sugam algo inabitável dentro de mim Eu mesma !