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Frases de Arcise Câmara

652 frases

Água Tentando parecer conformada em ter que tomar dez copos por dia, mas vamos lá, vamos acreditar no poder de cura da água para o resto da vida, o coração pulsa melhor, a gente depois de um tempo acaba curtindo a água geladinha ou a modinha do chá de hibisco. Quando estamos em…
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Água Tentando parecer conformada em ter que tomar dez copos por dia, mas vamos lá, vamos acreditar no poder de cura da água para o resto da vida, o coração pulsa melhor, a gente depois de um tempo acaba curtindo a água geladinha ou a modinha do chá de hibisco. Quando estamos em dieta, ficamos inseguras, dói evitar coisas muito doces, gordurosas e gostosas, comer é um prazer com culpa. No início a gente dorme muito para o nosso próprio bem-estar. Ou a gente dorme ou a gente come. Para quem decidiu pela reeducação alimentar não custa nada lembra o: Até que a morte nos separe. Significa não fazer concessões, significa curtir grão-de-bico, significa se surpreender e perceber que a vida de lá cheia de gorduras e limitações que era uma vida infeliz. Para quem como eu não consegue viver com tamanha rigidez, tenho uma dica: Liberdade com moderação, muita moderação, pensar sempre na mulher com a saúde maravilhosa que você quer se tornar. Trocar comida por teatro, por cinema, por esportes. Saber que as comidas certas funcionam bem dentro de mim acaba me tornando subserviente e focada. Estou curtindo cada dia minhas escolhas, ver resultado me deixa com aquele sentimento de: sou foda. A gente precisa aprender a reconectar-nos com nós mesmos, a gente precisa aprender a ter os melhores sentimentos e as mais belas palavras, a gente precisa deixar de ser orgulhosos e teimosos. Precisamos gostar de ser humildes. Todas as coisas que ninguém quer pensar quando faz dieta é em comida e acreditem a comida não sai da sua cabeça, a gente quer saber o próximo horário da refeição, a gente fica com frio no estômago. Esse foi o início do fim para mim, sentir a ilusão do que nos parece bom, e aprendendo a reconhecer os sentimentos que te levam ao bolo de chocolate. Precisei desligar os dispositivos onipresentes no doce, minhas engenhocas para engordar, na verdade para comer, engordar era consequência. O que me machucava era olhar o celular ou tablet, verificar minhas redes sociais e pensar que eu tinha que editar todas as fotos, eu não gostava de mim. Cansei de foto 3 x 4. Suavemente abandonei tudo que se referia a alimentação nos meus últimos 39 anos, sim a vida toda, porque mesmo quando eu era magrela eu ainda sim comia errado, muito errado. A diferença entre gorda e magra era o metabolismo. Comecei a me apegar aos resultados, então chorei quando me vi com menos celulite, fazendo pilates com menos esforço, abdominais sem me sentir sufocada. A gente começa a ser mais gentil e atenciosa, a gente consegue tudo o que quer inclusive estudar para concurso. A gente para de ser o gordo da roda, a gente sabe muito bem o que está fazendo. Feliz água! Feliz dieta! Feliz vida nova!

Agora ele se foi e eu também Quantas vezes o ofendi gratuitamente? Quantas vezes procurei outras pessoas para conviver? Quantas vezes senti vontade de vingar o que ele disse e não me entrou muito bem? Tudo isso acabou em divórcio, tomei minhas próprias decisões, agora as cicatr…
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Agora ele se foi e eu também Quantas vezes o ofendi gratuitamente? Quantas vezes procurei outras pessoas para conviver? Quantas vezes senti vontade de vingar o que ele disse e não me entrou muito bem? Tudo isso acabou em divórcio, tomei minhas próprias decisões, agora as cicatrizes ainda não cicatrizadas continuam na alma, tento ser guerreira, mas quando olho para trás desabo, se eu tivesse maturidade de observar tudo seria diferente, já li que a culpa faz parte e que ele não era tão maravilhoso assim. Eu não me contento com a vida, não temo mais a própria vida, passa coisas horrorosas pela minha cabeça, inclusive interromper a vida que não é tão bela ou colorida como antes. Eu encasquetei que ele me traia, estava muito carinhoso ultimamente, levantou suspeitas imediatamente, era um terreno perigoso descobrir traição quando na verdade você não sabe o que vai fazer com aquela informação. Vivia num estado de pique o tempo todo até desabar, decidi pela mudança, mas a adaptação não é fácil, perdê-lo transformou-o num príncipe, mesmo que lá no fundo eu saiba que não é bem assim. Eu precisava de desafio, precisava ingerir açúcar, aumentar o ritmo, fortalecer os ossos com cálcio. Eu precisava de razão, de coração, de vontade, precisava deixar claro uma coisa eu não era mulher de aceitar tudo passivamente. Nunca mais ele teve brilho nos olhos, nunca mais o seu pobre coração acelerou, ele sofreu demais, mas foi responsável pelas suas escolhas, ele estava bruto, chato, relaxado e justamente à época em que eu estava organizada em tudo, coisa que nunca fui. A vida deu uma virada absurda, ele não fazia objeção à coisa alguma que eu pedia, mas não era sincero, não era por vontade, ele apenas não queria levar um pé, não queria discutir com minha ansiedade, meus medos e a perda do marido perfeito. Tive a oportunidade de aprender a ter mais autoestima e amor próprio, a pensar mais em mim mesma, a conhecer as contradições internas, a não ter ódio e complexos. Comecei a ter aquele jeitão de dona do mundo, de viver a minha maneira, de evitar o longo processo de amadurecimento. Havia mil formas de relacionamento, poderíamos morar em casas separadas ou agir como se atitudes alheias não me afetassem. Não preciso lidar com nenhuma desculpa, o meu maior bem-estar, minha maior sabedoria, a minha própria admiração e doação me diziam para ir embora, para sair do caminho, para encontrar alguém que me ame sem fugas, eu me permitia olhar para o futuro sem medo. E assim foi.

Eu preferia correr Ainda não aprendi a correr, dói tudo, corro para chegar no objetivo, para terminar a corrida, para pensar enquanto o vento me refresca, para vivenciar pensamentos com maior ou menor intensidade. Corro atrás dos meus pais em atenção que a terceira idade requer…
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Eu preferia correr Ainda não aprendi a correr, dói tudo, corro para chegar no objetivo, para terminar a corrida, para pensar enquanto o vento me refresca, para vivenciar pensamentos com maior ou menor intensidade. Corro atrás dos meus pais em atenção que a terceira idade requer, corro para equilibrar a grosseria que nasceu comigo, corro de tentar um novo amor, corro de fundamentalistas sem certificados, de sociólogos sem vivência, de historiadores sem conteúdos e de políticos corruptos. Corro quando minha vida está fora de controle, quando a paixão está diminuindo, quando o relacionamento começa a crescer em cobranças, quando deixo as coisas como são, sem questionar. Corro quando perco alguém para a morte, quando penso em tudo que ela tinha para viver e não viveu, corro para evitar doenças, corro atrás de filhos, de profissão mais bem pago, corro atrás de possibilidades. Corro atrás de segurança no relacionamento, corro em definir a vida da maneira que me faz mais feliz, corro para excluir da minha vida motivos fúteis e desafetos, corro para ser leal e inteligente. Corro de medo de banheiros públicos, de repetir o repertório, de ser chato, de dormir mal, de casamento ruim, de absorver ruindade, de extinguir o amor, a bela imagem que faço de mim mesma. Corro do cansaço, de quem fica contemplando o umbigo, de fazer vontades, de sair de casa sem motivos, de práticas ruins como a fofoca. Corro para ser quem sou de verdade, corro atrás do que quero para mim, corro longe da destruição emocional. Corro quando não consigo revelar que sou, quando preciso defender o Brasil dos próprios brasileiros, corro da compulsão alimentar, das contradições, das minhas limitações, corro de ser mãe e fazer disso o único papel principal. Corro do estresse, do ataque cardíaco, do mau funcionamento do meu sistema imunológico, de perseguir ideias que ninguém acredita, de se importar muito, corro para vencer a timidez, a traição, a dificuldade de comprometimento, corro de medo de aceitar tudo. Corro de promessas não cumpridas, corro de crueldade implícita, de cabeça de recém-separado, corro sim atrás de sabedoria e equilíbrio, corro para enxugar as lágrimas, corro para desviar caminhos que não me fazem bem. Corro atrás de paciência e humildade, corro para sentar na cama e escrever mais, corro para que casamentos durem hoje em dia, corro para aceitar o pacote completo, corro assim como vivo. Mas ainda não sei correr.

Ansiedade Eu aqui, a poucos dias da minha viagem para a Florianópolis e já bate a ansiedade, não durmo direito, fico agitada, ou como mais do que o normal ou como de menos (geralmente como demais), fico com a cabeça no futuro, nas praias, no filtro solar, nos gatos (homens), nos…
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Ansiedade Eu aqui, a poucos dias da minha viagem para a Florianópolis e já bate a ansiedade, não durmo direito, fico agitada, ou como mais do que o normal ou como de menos (geralmente como demais), fico com a cabeça no futuro, nas praias, no filtro solar, nos gatos (homens), nos pontos turísticos, na vida, na companhia de meus dois grandes amigos e no que está por vir. O novo me instiga, me maltrata, me fascina, me domina, o novo me dá aquela vontade louca de sonhar, sonhos reais, loucos, imaginários. Bem-vinda Viagem! Bem-vinda Férias! Bem-vindo Novo!

Ritual da Virada Tradicionalmente a meia noite ao som de fogos de artifício eu desejo em voz alta paz e saúde para todas as pessoas que amo e enquanto ouço mesmo que de longe alguns fogos depois do décimo minuto de 2013 ainda assim aproveito para pensar e falar em voz alta os no…
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Ritual da Virada Tradicionalmente a meia noite ao som de fogos de artifício eu desejo em voz alta paz e saúde para todas as pessoas que amo e enquanto ouço mesmo que de longe alguns fogos depois do décimo minuto de 2013 ainda assim aproveito para pensar e falar em voz alta os nomes de amigos que estão estampados no meu coração. Desejar a eles o melhor, a saúde, a paz, a prosperidade e bons relacionamentos nada mais é do que o meu lado egoísta agindo para o bem, porque saber que alguns dos meu amados estão sofrendo em qualquer área da vida me faz morrer junto um tiquinho e quem me conhece em profundidade sabe o quanto eu absorvo problemas alheios, o quanto luto por causas minhas e dos que amo assim vou desejando as bençãos, a paz e principalmente a saúde que é o bem mais valioso que temos, com ela conquistamos as estrelas e o mundo se desejarmos. Então belos amigos um 2013 esplendoroso de muitos sonhos e conquistas, muito sorriso no rosto, muitas gargalhadas e muitas muitas muitas e muitas FELICIDADES!

Não realizei meus sonhos Aprendi a vida inteira a reprimir as emoções, não chorava quando tinha vontade e fingia sorriso quando tudo parecia desmoronar, fugia quando o assunto ficava forte demais, com o tempo passei a ter a sensação de perder tempo. Sempre dava o primeiro passo…
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Não realizei meus sonhos Aprendi a vida inteira a reprimir as emoções, não chorava quando tinha vontade e fingia sorriso quando tudo parecia desmoronar, fugia quando o assunto ficava forte demais, com o tempo passei a ter a sensação de perder tempo. Sempre dava o primeiro passo, sempre pedia desculpas, recuava, fazia vontades, faz tempo que venho tentando mudar, não quero acusar ninguém, mas cansei de pensar apenas nos outros. Minha vida começou a ter muitas perguntas e poucas respostas, se muita gente queria se afastar de mim, conseguiram, perdi o interesse por tanta gente, muita gente fica com pena de mim, mas eu me autodescobri ficando ao lado de quem me faz bem. A questão era bem mais complexa, estava dormindo muito, sem vontade de nada, não tinha vontade nem de manter os amigos, mais uma vez todos ficaram com pena de mim, eu precisava consertar muita coisa, inclusive minhas crises. Todos os dias eu me surpreendia com uma dor de cabeça nova, estava saturada de palavras ao vento sem amor concreto, a minha vida estava repleta de desculpas, eu não conseguia nem dar satisfação para mim mesma. É só uma fase, vai passar, ouvia isso constantemente, me dava até raiva, eu estava curtindo a minha morte social, não era provocação, não era guerra de silêncio, não era rebeldia, sabe o que era? Cabeça nas nuvens. Minha expressão se alterou, estava olhando para trás e consequentemente triste, não levei casamento à sério, não fui atrás das possibilidades, não casei por amor, não mudei de ideia quando o meu sim me agredia mentalmente. Entendi tanta coisa na terapia, eu precisava me autoconhecer, eu precisava falar, falar, falar até o ponto de me ouvir, até o ponto de entender meus próprios conselhos, eu passei a vida pensando muito, mas sem atitude. Eu tinha dentro do peito bombas prontas para explodir, eu era uma farsa, eu me sentia inútil, fracassada, infeliz e de mal com a vida. O que me motivou a me impulsionar foi entender que a vida é curta para perder tempo com o que não funciona mais. Dormia tarde não por vontade e sim por insônia, explorei meu lado mais fraco, porém consegui falar o que me incomoda, até a falta de elogios, de curtidas, de confiança em mim mesma me afetava. Não realizei meus sonhos ainda, mas já me levantei.

Cada um lembra da própria infância, fatos, atitudes... Sou uma teimosa e isso nasceu comigo, mesmo apanhando muito, a dor não me fez ser menos teimosa, as coisas poderiam ter sido diferentes e não foram, enxerguei a mim e ao parceiro de forma distorcida. Era muito bonito, eu ti…
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Cada um lembra da própria infância, fatos, atitudes... Sou uma teimosa e isso nasceu comigo, mesmo apanhando muito, a dor não me fez ser menos teimosa, as coisas poderiam ter sido diferentes e não foram, enxerguei a mim e ao parceiro de forma distorcida. Era muito bonito, eu tinha 10 e ele 8 anos, mais do que isso, era uma companhia encantadora, eu me sentia a criança mais amada do planeta e ele nem me dava bola, eu nunca fui tão amada na vida e na minha cabeça não sei que sentimentos vazios e esquisitos eram aqueles. Bastava estar solteira e aparecer um simples oi para tudo mudar de cor, minhas prioridades eram recalculadas, a fantasia dominava a minha mente, minha psique implorava humildade. Com o tempo deixei fluir sentimentos, aprendi alguma coisa na arte de fantasiar, tive uma existência fragmentada de desilusões que eu mesma criava, tinha uma vida social repleta de comida e sapatos. A minha vida era um resultado de suposições, eu amava o amor e não as pessoas pelas quais me apaixonava, eu amava a possibilidade das relações, o olhão verde, o boi bumbá preferido me fazia estremecer. Não sei até hoje como vivo de mentiras, como sou fofa e sonhadora, como qualquer palavra desperta em mim novas ideias, eu sempre tenho crise de identidade, não há espaço para corresponder tantas expectativas que não me incomodam nem me deixa infeliz. Tenho mais soluções que problemas, amo meu mundo imaginário, há quem tente explicar o que não quero entender, troquei a sensualidade por senso de humor, distingui o que tem valor do que tem preço, sou mais alma que corpo. Para ser sincera eu não nunca fui a namorada mais atenciosa do mundo, o meu amor era baseado no sol de todo dia, nos resultados lentos, na percepção das entrelinhas, a minha conta era a busca da felicidade. Não tinha convicção se trilhava caminhos certos, amadureci pouco nessa área, a minha maior riqueza foram às escolhas que eu não fiz, o chavão que não usei, a mudança de cada dia.

Madrinha de Crisma da Ex-Cunhada Jamais será possível experimentar realmente aquilo que o outro sente, mas dá para experimentar aquilo que sentimos com as demonstrações de afeto do outro. Desde quando ainda estava casada recebi o convite de ser Madrinha de Crisma, as exigências…
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Madrinha de Crisma da Ex-Cunhada Jamais será possível experimentar realmente aquilo que o outro sente, mas dá para experimentar aquilo que sentimos com as demonstrações de afeto do outro. Desde quando ainda estava casada recebi o convite de ser Madrinha de Crisma, as exigências do “cargo” me faz refletir bastante como ser humano, como alguém que pode preencher áreas não preenchidas, como aconselhar no amor, no serviço à igreja, falar sobre o esqueleto da vida... Quanto mais o tempo passava, mas a certeza de que eu seria a madrinha, o convite continuava de pé, mesmo a proximidade não sendo tão intensa. Confesso que tenho apego e sentimentos por muitas pessoas ligadas ao ex. Confesso que elas não se separaram de mim e nem eu delas. A princípio achei o convite imaturo, sem necessidade, depois achei o convite inocente e puro, aquele vindo do fundo do coração. Eu aceito bem a minha realidade de divorciada, aceito bem a condição de que meu ex-maridex não quer me ver nem pintada de ouro. Não entendo a sua revolta, não fomos o casal mais civilizado do planeta, mas também não terminamos nos odiando. O ódio da parte dele veio depois, veio com o arrependimento que ele disse ter. É por esse motivo que, quando a dimensão afetiva vem a faltar, a gente não sabe como agir. Por outro lado a minha proximidade com a ex-cunhada não me aproxima do ex. Ele não frequenta nenhum ambiente que eu esteja, não existe a experiência do contato. Por mim não teria problema porque no fundo o quero bem. Desejo felicidades, desejo até que ele seja tão feliz quanto eu. O amor se espalhou como mágica, a relação é de tia e sobrinha, e eu me mantinha entre o amor e a mesquinhez porque de alguma forma me afetava o fato de que a minha presença o ausentasse. Eu não apareço muito na galeria familiar, não sou tão próxima como gostaria, eu não sei se ao certo consigo lidar totalmente, mas percebi que falar que eu não podia ser Madrinha causaria uma grande mágoa e quase um crime. Foi sob esse prisma que eu aceitei. Aprendi que precisamos valorizar, todos os dias, quem amamos e principalmente quem nos ama e tem admiração e respeito por nós.

Louca para descontar em alguém Ideias de controle, poder ou domínio, nada tem a ver com amor. Não se preocupe em não retribuir o sorriso, a melhor escolha nem sempre é a escolha que merece ser boa para outra pessoa. Às vezes temos que nos colocar em primeiro lugar, desintegrar…
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Louca para descontar em alguém Ideias de controle, poder ou domínio, nada tem a ver com amor. Não se preocupe em não retribuir o sorriso, a melhor escolha nem sempre é a escolha que merece ser boa para outra pessoa. Às vezes temos que nos colocar em primeiro lugar, desintegrar o passado, deixar de mencioná-lo. Se tudo que você faz é seguir as regras de outra pessoa, então não cresceu. Meu maior orgulho foi conquistar o afeto do marido, necessitava de alguém, e esse é o modo mais rápido de acabar com um relacionamento, nunca fui essas Coca-Cola toda na cozinha e precisava de aprovação e isso ajudava o relacionamento a afundar mais rápido. A maior dádiva que você pode conceder a alguém é a força e o poder para amar-te ou não. A separação gera indiferença, a falsa superioridade, a compaixão, é claro que tudo é relativo. Sabedoria é conhecimento aplicado. Qualquer um pode olhar para o passado e dizer: eu teria agido de modo diferente. Fico meio sem jeito em viver sem harmonia, ser intolerante, magoar as pessoas e vê-las como desiguais, ser o sonho de consumo de alguém, preciso respeitar as outras pessoas e o caminho que elas estão seguindo. A humanidade não evoluiu em seus instintos mais básicos, somos egoístas, percebemos que sorrimos como bobas quando nossos desejos são atendidos, compreendemos os conceitos básicos de uma sociedade civilizada, quando a aparência não tem a menor importância. Os governos deveriam ser a consciência do povo. É através deles que o povo tenta mudança, mas ele vai me arrumar um emprego, emprego pro meu filho, ou me trazer algum benefício eu não estou nem aí para o coletivo. Fico arrasada com esse tipo de pensamento. Algo terá que ser novo se vocês quiserem que o mundo mude. Encara tudo como se fosse uma questão pessoal, por favor, não pise nos meus calos, é melhor irmos logo com isso. O mundo anda tão estranho, cada um pensando em si, cada um se preocupando mais consigo, em conservar os seus cargos do que nada ajuda a população, tudo que eu penso faz reflexo do que decido para mim mesma.

Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja... Ô sentimento chato esse da inveja, parece que você não merece ser feliz, ser do bem, ser você mesma, parece que o mundo melhor só foi feito pros outros e que felicidade não pode bater na sua porta. Afinal das contas,…
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Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja... Ô sentimento chato esse da inveja, parece que você não merece ser feliz, ser do bem, ser você mesma, parece que o mundo melhor só foi feito pros outros e que felicidade não pode bater na sua porta. Afinal das contas, por que não mereço ser plenamente feliz aos olhos dos outros? Queria conversar um pouco mais sobre isso, o poder do não poder. Não é nada poético ou literário achar que você tem o poder de mandar e julgar a felicidade alheia. Não dá para compartilhar sonhos, não dá para receber elogios, não dá para sermos bem-tratadas, somos da geração que não merecemos ser felizes, isso é tão visível, os e-mails pipocam quando os que se julgam superiores descobrem. Toda semana, eu recebo indiretas de que a vida foi boa demais para mim, que meu processo profissional foi rápido e bem sucedido, que eu deveria dar mais exemplo, ser mais agradecida, afinal eu me mantenho em pé nos tempos de crises. Falam que para mim não existe rotina e que minha vida é cheia de excessos, falam que eu não valorizo o pouco que tenho, que eu sou altamente influenciável, que tive o casamento destruído e que eu vivo no mundo de coisas fáceis. Passei a me entediar com quem fala demais da vida alheia, a saía cômoda e feliz é fugir da fofoca e evitar a cultura do instantâneo, das amizades velozes, da intimidade em poucos passos. As palavras sempre me afetaram, o subjugar de alguém que me acha irresistível me amedronta. Não é fácil quebrar a artificialidade, as verdades contraditórias que você não acredita, as pessoas estão acostumadas a falar mal, rotular, criticar e pensar que as demais estão num nível bem inferior a elas, e por conta disso escondemos as nossas feridas e posamos de feliz “all the time”. Por outro lado, vivemos lutando para salvar as aparências. Quantas vezes engolimos choro, camuflamos o coração ferido, enganamos o ego machucado, acreditamos nos falsos elogios. Acho que no fundo, no fundo ninguém sabe lidar com a inveja. Não sabemos se aparentamos o que somos e deixamos a inveja crescer ou se nos depreciamos e vemos no que dá.

Manaus, Um Viva pelos teu 348 Anos! Absolutamente Manaus, controle da minha história, amor saudável, honestidade de seu povo, olhares festivos, conexão e mistérios, alegria do meu coração, terra de mulheres guerreiras. Sabedoria, vida, sentimento atarracado, expressões próprias…
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Manaus, Um Viva pelos teu 348 Anos! Absolutamente Manaus, controle da minha história, amor saudável, honestidade de seu povo, olhares festivos, conexão e mistérios, alegria do meu coração, terra de mulheres guerreiras. Sabedoria, vida, sentimento atarracado, expressões próprias, direito de amar, Manaus de dias importantes, de notícias felizes, de doces pensamentos, aqui não se perde tempo, a cidade nos pertence. Manaus de bagunças saudáveis, de praças arrumadas, de espaços limpos, de sentimento positivos, de trilhos históricos, de diários de civilizações. Manaus que amo conhecer alguém profundamente. Manaus viva, sensação de bem-querer, desejo de conecta-se as águas do rio, justificativas felizes, desculpas de belas paisagens, estilhaçadora de almas humanas, cidade do emprego fácil. Manaus de muitas emoções num dia só, do conforto do pôr do sol, dos mistérios do boto tucuxi, das diferenças climáticas, do sono ao meio dia, da certeza das amizades, das mulheres belas. Sentimento que não cabe, minha análise positiva, vim te agradecer, assumo que sou louca de sentimento por ti, sucesso é tua sina, minha relação de orgulho por ti, dos momentos vividos, das histórias para contar. Fico confusa ao te homenagear, parece que nada é suficiente, felicidade sempre experimento, sou criada, nascida e banhada nessa imensidão de rio. Minha infância não tinha muros. Cresci na parceria de tuas conquistas, continuo orgulhosa de ti, encontro gratidão por ser da terra, as energias revigoram o meu ser, estando longe não sou a mesma, as escolhas são de retorno a ti. Não tem explicação, 348 sem explicações, apenas o milagre de pertencer a essa terra magnífica, aprendendo as técnicas da natureza, vencendo a ansiedade com açaí ou buriti, vindo à tona alguns de meus anseios mais profundos de felicidades do teu povo.

Nós bebemos demais Ficamos risonhos, reduzimos nossos bens, falamos demais, teríamos tudo para estar tristes, mas estamos na mesa de bar preenchendo vazios. Nem sempre aprendemos a viver, difícil examinar a própria vida. Conquistar o espaço é trabalhoso, precisamos ser fortes,…
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Nós bebemos demais Ficamos risonhos, reduzimos nossos bens, falamos demais, teríamos tudo para estar tristes, mas estamos na mesa de bar preenchendo vazios. Nem sempre aprendemos a viver, difícil examinar a própria vida. Conquistar o espaço é trabalhoso, precisamos ser fortes, melhorar, evoluir, aprender a não ter pressa num mundo tão rápido e cheios de informações. A gente busca dois empregos, nem passa tanto tempo com as pessoas que amamos, a gente cura dor e o vazio na mesa de bar. Valorize a si mesmo e quem está ao seu lado, não tenha medo de enfrentar o mundo de frente, não busque o inadequado, o excesso, o exagerado, quem é você que se afunda em vícios querendo chamar atenção. Deixe sua luz brilhar. Construa tudo que for capaz. Não incida sobre si mesmo cobranças que não são suas, não se odeie, não se revolte, a carga de adrenalina é grande, mas não é salutar, não se exija ser o que os outros são, para que? Se afaste de “amigos” que sustentam os seus vícios, não se sinta sortudo por isso, esse preço a pagar é muito alto, vamos lá batalhar para conseguir o pão de cada dia, somos seres humanos complexos, um quebra cabeça em construção. A gente bebe para se recolocar no mercado de trabalho, a gente bebe porque reprova nossas próprias atitudes e se culpa, a gente bebe para eliminar tristeza, a gente bebe porque estamos com muita preocupação. Quando o vício já faz parte de nós, a gente se sente solitários, extremamente ansiosos, com falsas expectativas de que será fácil e sem estresse. Cuidado! A gente aprende muito durante o processo, mas é preciso se policiar. O divisor de águas é aquele momento em que você toma uma decisão que vai mudar sua vida dali pra frente, mas acontece que a maioria das pessoas tem medo do novo e prefere ficar na comodidade do que é familiar, lute contra isso, lute para ser você mesmo: FELIZ.

No frigir dos ovos, eu sobrevivi Estava doida que o domingo terminasse para que eu pudesse desmoronar. Eu nunca tive um pai e não era da turma dos privilegiados. Quando comecei a estudar aos 10 anos eu tinha muita dificuldade, me sentia burra e lenta. A minha única aposta de um…
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No frigir dos ovos, eu sobrevivi Estava doida que o domingo terminasse para que eu pudesse desmoronar. Eu nunca tive um pai e não era da turma dos privilegiados. Quando comecei a estudar aos 10 anos eu tinha muita dificuldade, me sentia burra e lenta. A minha única aposta de um avida melhor seria meter a cara nos livros, assim como diziam rapadura é doce, mas não é mole, assim eu senti que era a vida. O mais estranho era eu não me sentir criança aos 10 anos. Eu não me sentia uma mulher, mas tinha tantas responsabilidades que me sentia adulta no meu mundo infantil. Eu não tinha para quem chorar as pitangas, eu não tinha dinheiro e nem a minha família que consistia na minha mãe e vários irmãos. O meu estômago às vezes doía, a gente era acostumado com pouca comida. A vida era simples, mas minha mãe era categórica: nada de roubar. Não tínhamos nada, mas não precisávamos de nada que não fosse verdadeiramente nosso. A vida era azeda, não é porque era pobre que eu não tinha aqueles sonhos “luxuosos” de ter a boneca do comercial. Dinheiro só tinha sentido com honestidade mamãe repetia, acho que ela tinha medo da gente ter aquela personalidade de conseguir o que quer a qualquer custo. Nunca fomos com sede ao pote. Por mais pobres que nós fôssemos ainda ajudávamos os necessitados, mais necessitados que nós. Sempre tínhamos uma xícara de açúcar para doar, ou compartilhar o peixe dado por aquele político em véspera de eleição. Lembro da vida com muita alegria, era dureza, mas a gente se divertia com latas no chão, com o pé de jaca, com as buzinas e sons, a gente se divertia com a imaginação, com a ideia de viajar de avião... A razão da minha existência nunca foi o dinheiro, a gente não era tudo farinha do mesmo saco, a gente comia mais com os olhos do que com a boca, a gente era feliz amando. Por outro lado, tinha o lado triste e de humilhações. Mamãe sofreu para nos ter, os hospitais a recusavam. Mamãe já ficou em corredor de hospital, sem dinheiro para comprar remédios, mamãe já foi acusada de furto, coisas que deixavam a gente bem triste. Eu amava refresco, nem consigo descrever a sensação que tive quando tomei suco delicioso pela primeira vez, era uma situação inusitada, parecia que eu nunca tinha tomado algo tão gostoso e de fato nunca mesmo. Às vezes dava vontade de largar tudo e ir embora sem rumo, mas eu sempre conseguia me recompor e assim a alegria voltava, os sonhos ficavam mais atraentes, a vida parecia normal e eu internalizava que eu não podia desistir. Desistir não era uma opção. E foi assim que foquei nas conquistas que o estudo poderia me proporcionar e descobri o significado forte das palavras lutar e conseguir.

Não gostei de nenhum homem que me bateu a porta ultimamente Não sou de me empolgar fácil, já mudei radicalmente de vida, incluindo perdas, já tive oportunidade de ir embora e fiquei, já me separei de quem amava com menos de trinta anos. Já fiquei desmotivada para o amor. Deixei…
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Não gostei de nenhum homem que me bateu a porta ultimamente Não sou de me empolgar fácil, já mudei radicalmente de vida, incluindo perdas, já tive oportunidade de ir embora e fiquei, já me separei de quem amava com menos de trinta anos. Já fiquei desmotivada para o amor. Deixei de mencionar frequentemente os nomes dos ex, eles fazem parte da minha vida, de um momento feliz, de modo explícito posso dizer que deu certo, cedo ou tarde a rotina diária e o amor diminuído ia acabar. Encaro a vida amorosa como encaro um novo emprego, não vou para a guerra, também não tenho muitas inspirações para deixar as coisas mágicas, sou do menos é mais, sou do que é pra ser, será. Quando vejo as notícias sensacionalistas e o tanto de morte em nome do amor e do ciúmes fico angustiada, não dou corda para ciúmes bestas e nem acho fofinho, bonitinho ou prova de amor. Sou de compromissos, de aprender sobre o dia a dia, de acordar de manhã sem pressa, de ter um cachorro de estimação, sou que o tipo de pessoa que não me estresso por atraso. Gosto de ir sempre pelo mesmo caminho, gosto de colocar a foto do amado na carteira, gosto de abraçar a todos, amo coisas baratas e vivo a vida com muitas experiências e coisas boas para contar. Quando falo abertamente do carinho que sinto pelas relações que já passaram, ninguém entende, mas eu acredito que eles são melhores depois de mim e eu sou melhor depois deles. Com o tempo o melhor virá, a gente começa a se afastar de pessoas ilógicas, a gente perdoa com mais facilidade, a gente curte ser gentil e não olha para o problema de ninguém. Com o tempo nos afastamos dos falsos amigos, vencemos nossas batalhas pessoais, somos mais honestos e francos conosco, com o tempo podemos ser mais bondosos ou mais intolerantes, com o tempo construímos muros de tudo que não queremos, talvez por isso essa exigência.

Invasores da sua privacidade Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser, a gente batalha, pede desculpas quando ofende alguém e perdoa de coração quando se sente ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar. Mas para os invasores est…
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Invasores da sua privacidade Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso jeito de ser, a gente batalha, pede desculpas quando ofende alguém e perdoa de coração quando se sente ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar. Mas para os invasores estamos apenas abocanhando um espaço para conseguir o que almejamos. A vida nos ensina. Viver dá trabalho. Ser feliz também e os invasores nos enchem de palpites que dão certo, muito certo. A maturidade nos ensina que a restrição é tão benéfica quanto a possibilidade e os invasores vem com seus jeitinhos, sua mãozinha aqui, seu favorzinho acolá. O obediência cega não costuma fomentar valores consistentes. Limita-se a ser a reprodução de um comportamento que deixará de ser considerada no momento em que cessar a vigilância. A demanda por ser quem somos está aumentando a cada dia. Darei um passo de cada vez e somos bombardeados como alunos rebeldes ou palhaços da turma. A paz só pode acontecer quando a mente estiver em paz. Se a mente está em paz, a faca é apenas uma faca. É a intenção do usuário que determina se algo é destrutivo ou não, não a coisa em si. Então o que a humanidade precisa é de paz de espírito. O que todos precisamos é de paz de espírito. Algo que tinha que acontecer é uma desculpa às vezes esfarrapada para justificar quem manda e desmanda, muitas pessoas escolhem viver de um jeito torto, livre e espontâneo, isso é problema de cada um. O caminho para o paraíso está dentro de nós, não fora. Uma licença médica por motivos de saúde não te faz ser falsificador de atestado. Embora nossos pensamentos possam estar preocupados com o passado ou o futuro, a respiração está sempre no presente, nunca no que os outros vão pensar. Estrilei quando descobri que ele estava em tratamento para reabilitação pela enésima vez, cair e levantar faz parte do processo enquanto a decisão definitiva não chega, mas os invasores só acham que você está dando confiança para vagabundo.

Justiça entre os sexos Tenho uma tradição, se eu lavo não enxugo, se cozinho não lavo louça, peço perdão por qualquer coisa que eu tenha feito e aceito pedidos de perdão também. Nada me assombra tanto quanto as palavras não ditas nos relacionamentos. Vou lhe dar um novo conselh…
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Justiça entre os sexos Tenho uma tradição, se eu lavo não enxugo, se cozinho não lavo louça, peço perdão por qualquer coisa que eu tenha feito e aceito pedidos de perdão também. Nada me assombra tanto quanto as palavras não ditas nos relacionamentos. Vou lhe dar um novo conselho, sintonizem os corações e os espíritos, paz não é somente ausência de briga. Paz é ter tempo, paz é aprender, paz é se importar, paz é aproveitar os momentos bonitos da vida. Acho que quando a gente fala demais, fala o que não deve. Eu vivo essa experiência quase diariamente, sei que há dizeres necessários e secundários. Os necessários precisam ser ditos, e o que eu digo não precisava ser dito. É preciso limpar a sujeira todo dia, refletir que há palavras que são muito fortes para serem ditas, acho que os casais não se separam por falta de amor, acho que a maioria dos casais tem alguém que se sente sufocado, cansado, infeliz. É dessa injustiça que eu estou falando. Tem gente que procura ajuda tarde demais ou se esforça pouco, isso não salva um relacionamento. Caso você tenha perdido um super-relacionamento fique longe e parta para outra, tudo que um dia acaba tinha uma razão de ser. Relacionamentos quando acabam, não tem conserto, seja como for, há um limite até onde se pode ir com essas ideias. Não devemos cair no jogo eterno de “e se...” nem nos arrepender do fracasso. Fracassos nos fazem refletir. Às vezes a gente só vê as coisas com clareza depois de acontecidas, daí a gente percebe que privatizou o casamento, deixou sem ar, isolado, solitário e vulnerável e não estou dizendo que a culpa é só nossa. Cada ação, uma reação. O maior problema é quando falta dinheiro ou quando o “eterno provedor” ficou sem trabalho. Antes as mulheres se mantinham em casamentos horríveis porque não podiam se dar ao luxo de ir embora. Faltava grana para sobreviver. Hoje, idealizamos as culturas em que as pessoas ficam casadas para sempre, mas não devemos supor automaticamente que a duração do matrimônio é sempre sinal de contentamento conjugal.

Entre amigos e familiares, os laços são muitas vezes mantidos pela dependência afetiva Reclamo atenção, me faço necessária, busco os elementos que compõem o amor, tudo que falo remeto a união, evito comentar erros, tenho saudade, dói ser co-dependente, dói amar em demasia. Dói…
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Entre amigos e familiares, os laços são muitas vezes mantidos pela dependência afetiva Reclamo atenção, me faço necessária, busco os elementos que compõem o amor, tudo que falo remeto a união, evito comentar erros, tenho saudade, dói ser co-dependente, dói amar em demasia. Dói ter saudade, eu vivo ensaiando viver sem neuras, eu vivo imaginando um relacionamento com vínculos e compromissos, eu queria muito não me sentir indiferente. Sempre acho que o amanhã será melhor, sempre acho que nos próximos anos meu coração e minha mente vão se acalmar, sempre tive dificuldade em dar carinho, sempre me considerei fria e insensível. Sempre me achei fraca demais para amar e ser amada, não sei usar saias até hoje, não coloco panos quentes nas coisas, tem dias, muitos dias que amenizo os acontecimentos. Gosto de um pedestal, gosto de querer ao meu tempo, gosto de perguntar dos amigos o que eles acham e sentem por mim, gosto da força da generosidade, nós seres limitados, fracos nos transformamos em pessoas do bem. Gosto do elogio sem bajulação, gosto da realidade crua, gosto de evitar decepções, evito a guerra interior, minha língua é bem afiada quando estou com raiva, depois fico pisando em ovos. Às vezes é mais fácil ser generoso com os outros do que com a gente mesmo, às vezes é mais fácil mentir para nós mesmos, quantas vezes perdi a coragem para começar. A gente não consegue reciclar o tempo perdido, nossa mente tem que estar bem aberta para perceber isso, perdoar quem nos ofende, pagar o ódio com o amor, não alimentar sentimentos ruins. Ninguém disse que a vida seria fácil, vamos deixar ir quem não quer ficar, às vezes nos ocupamos com nossas próprias vidas muito baseado no certo e no errado, não mendigue sentimentos nem se apegue a quem tanto faz para você.

Dez minutos não vão fazer diferença... É uma marca que normalmente caracteriza o egoísta frio, (dou gargalhadas escandalosas) relações sexuais satisfatórias dependem de uma boa relação amorosa, ou seja, de uma refinada capacidade psicológica de amar, e não vice-versa. Meio esga…
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Dez minutos não vão fazer diferença... É uma marca que normalmente caracteriza o egoísta frio, (dou gargalhadas escandalosas) relações sexuais satisfatórias dependem de uma boa relação amorosa, ou seja, de uma refinada capacidade psicológica de amar, e não vice-versa. Meio esganiçada com o amor que é verdadeiro, tem obrigação de ser eterno, porque se algum tempo deixou de ser, nunca foi amor. Se chegou ao fim, não teve princípio. Que simpatia! Discordo de tudo isso! O amor mudou, as pessoas mudaram e o encaixe se desencaixou. Aquela cerâmica que ficou velha e cedeu, aquele quebra-cabeça que perdeu uma peça. Queremos conciliar o inconciliável. Queremos reabilitar o passado. Não queria dizer absolutamente nada sobre isso, quem não gosta de viver, não tolera a convivência. Tenho pavor de gente que humilha gente, de manter as aparências permanentemente, uma solidez ridícula sem sentimentos. É comum ouvir que fulano e sicrano sofreram muito. Ora, e quem não sofreu? Alguns ganharam notoriedade com a sua dor, outros a deixaram trancada, mas ninguém passou ou passa por essa estrada imune à dor do amor. Tem gente até que morre subitamente por causa do outro. Ame-se, confie em si mesmo, em sua família e ajude a criar um ambiente de amor e paz ao seu redor. Vamos ter tempo para organizar as coisas por dentro e por fora, vamos nos despedir todos os dias, a gente não sabe como será o último. Minha vó sabia ser antipática, gentil, fofa, linda e a morte lançou sua rede. Eduque seu filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar está ensinando a bater, a gente não convence ninguém a se modificar. Esse ensinamento eu nuca esquecerei. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com situações difíceis, buscando em tudo o lado positivo, não precisamos nem ser carrascos e nem ser tábua da salvação de ninguém. Pouco a pouco os fatos vão perdendo forma e foco, por isso partilhe seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que você pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer. Dez minutos fazem diferença Sim!

Calos por todos os lados O evento era público, para os íntimos e queridos, estava com um certificado de ter sido escolhida para sempre por alguém, no entanto, morria de vergonha da cerimônia, dos rituais e o principal de fazer promessas eternas. Queria algo mais íntimo possível…
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Calos por todos os lados O evento era público, para os íntimos e queridos, estava com um certificado de ter sido escolhida para sempre por alguém, no entanto, morria de vergonha da cerimônia, dos rituais e o principal de fazer promessas eternas. Queria algo mais íntimo possível, estava muito fresca com cada detalhe, a linda noiva de vestido branco, com um sorriso reluzente e uma alma que saía do corpo. Eu tinha que trabalhar melhor minha relação com a vida a dois e tudo isso vinha à cabeça como flashes. Nós mulheres especificamente, temos de trabalhar muito para manter as nossas fantasias separadas da realidade da maneira mais clara e limpa possível, os contos de fadas não existem, seu marido vai te magoar um milhão de vezes, anota isso! Eu nem me conhecia suficiente e já achava que estava pronta para intimidades com outro alguém. Pelo menos nas famílias que vejo, a grande falta de paridade entre maridos e esposas sempre foi gerado pelo grau desproporcional de autossacrifício, onde um recebe tudo e o outro doa tudo. Eu estava zero confiante, não era a desgraça social ser chamada de solteirona, acreditava na beleza do matrimônio, num lindo futuro a dois, na divisão de tarefas menos gratas, na paz que reinaria no lar. O clima que eu pensava que seria bom à beça, era cheio de descontroles em público, percebi fácil que eu não escolhi amar um cara gentil e de bom coração, eu viajei! Como dizem por aí. Nunca gostei de pedir permissão, nunca quis ter um pai ao invés de um marido, meu poder de convencimento, não era muito bom, eu estava presa e domesticada pela natureza “bela” do casamento. Fomos um casal superdiscretinho, ele contestava meus desejos e eu desmoronava o meu sentimento, a energia boa ficou ruim rapidamente e todo mundo se metia na nossa vida de maneira assustadora e influenciadora. Os calos começaram a aparecer. Independente da idade, casamento faz a gente herdar as coisa boas e chatas do parceiro, o outro fica mais decidido depois que você se mostra dessa forma, ou lamuriento se você é assim... Os calos também saram.

Às vezes nos esquecemos o que é amizade até que seja tarde demais Senti no coração que eu nunca ia te perder, tudo era uma realidade distante, as tarefas mais simples de ligar, se preocupar ficaram distantes, uma situação que a gente criou. Em alto e bom tom a amizade gritou, m…
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Às vezes nos esquecemos o que é amizade até que seja tarde demais Senti no coração que eu nunca ia te perder, tudo era uma realidade distante, as tarefas mais simples de ligar, se preocupar ficaram distantes, uma situação que a gente criou. Em alto e bom tom a amizade gritou, mas foi ignorada, oi? Sempre li em revistas o que faz uma amizade desabar, ir embora, mas dói saber que unilateralmente nada funciona. Devemos ser críticos e reflexivos, observar as experiências que tivemos, não importa se é amizade ou amor, o equilíbrio faz parte de qualquer relação, precisamos aprender a valorizar as pessoas que estão ao nosso lado. Quando as coisas mudaram? Nenhuma decisão importante na vida se toma na euforia ou tristeza já diziam os sábios, precisei buscar força interior, eu a tratei como coisa. O tempo todo eu sabia que não estava valorizando essa amizade, tudo poderia ficar pior, é difícil voltar a plenitude quando estiver rodeada de cacos de vidros, refazer amizades desfeitas é muito delicado. Na minha vida refleti sobre muitos aspectos, qualquer um é capaz de transformar uma relação desgastada, verdadeira amizades se fortificam, tenho um histórico de experiências positivas de quem está sempre me esperando acordar. Se você acha difícil falar de qualquer coisa com o outro, a amizade pode ter morrido, os conflitos e a s mágoas não se dissolvem sozinhos, o esforço é necessário para salvar uma bela amizade. A vida não é autolimpante, temos que ser inteiros e compreender a plenitude do outro, não temos mais o triplo de oportunidades, não devemos agir como se não nos importássemos, já que nos importamos, não cabe jogos na relação de amizade verdadeira. Não importa raça, idade, religião, etnia, base cultural e carreira, amor é amor e tudo isso é o que menos importa. Feliz Amizade!

Agora estou toda envaidecida Não era uma crítica injusta, não era desamor, não era uma relação apaixonante, era respeito, era conversar sem ofensas, era destruir o ego das certezas, era imunização do coração. Acabamos de atravessar a barreira do divórcio, um ponto final tranqui…
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Agora estou toda envaidecida Não era uma crítica injusta, não era desamor, não era uma relação apaixonante, era respeito, era conversar sem ofensas, era destruir o ego das certezas, era imunização do coração. Acabamos de atravessar a barreira do divórcio, um ponto final tranquilo, um morrer estando vivo, mas com a alegria de uma relação saudável, os laços que criamos não dissolverão. Ainda prestamos atenção às necessidades dos outros, oferecemos o melhor de nós, fomos aceitos e amados na decisão de não mais querer, desejo-lhe novo amor, emprego e sucesso. Com o passar do tempo, desejo-lhe segurança, para não deixar escapar aquele lado que ninguém aprecia, desejo também que sempre podemos ficar a vontade um com o outro. Certa tensão sempre haverá, mas os ajustes devem ser constantes, a parceria deve ser pra toda a vida, relação e crescimento estão interligados no ponto de equilíbrio, é preciso apenas descobrir. Sempre exerci meu poder sobre ele, mas como insegurança do que amor, eu deixava o outro em permanente dúvida sobre o vínculo assumido ora eu queria, ora não queria dar continuidade ao relacionamento. Tudo era passagem, se não desse certo estava tudo bem para mim, o passado nunca me incomodou, incitar ciúmes nunca foi minha praia, nossa reação emocional e comportamental até que era razoável. Quando quero corro atrás, nas relações de trabalho não é muito diferente, minha alma tem desconforto do que sai da linha, meu desempenho é exigente, não prego que não faço, não me comparo aos outros, enfatizo que tenho falhas, o mundo é mais lindo longe de mim. O coração e suas razões desconhecidas, mas posso me vangloriar que a parte da relação que deu certo foi à maturidade do término. Ninguém querendo estar certo ou com ódio mortal de quem um dia muito se amou.

A cura interior é um processo doloroso Nem sempre a vida proporciona alegria, às vezes a gente se chateia, nunca conseguimos terminar o que nos propusemos a fazer, ou ficamos tristes por não conseguir comprar aquele vestido em meio à crise. A vida vai passando e vamos aprimoran…
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A cura interior é um processo doloroso Nem sempre a vida proporciona alegria, às vezes a gente se chateia, nunca conseguimos terminar o que nos propusemos a fazer, ou ficamos tristes por não conseguir comprar aquele vestido em meio à crise. A vida vai passando e vamos aprimorando a capacidade de tomar decisões em todos os campos da vida, depois de patética sucessão de erros a gente vai aprendendo com as lições que a vida dá. Criei o hábito de devolver ao universo aquilo que não me serve, chafurdei um pouco meu coração e visualizei várias coisas desnecessárias. Comecei com as pequenas mudanças, aquelas que incomodam menos. Tive que enxugar as lágrimas, mesmo que eu me sinta forte, elas insistiam em cair, afinal toda mudança é dolorosa e eu estava topando qualquer coisa para ter mais qualidade de vida. Sempre acho que aquilo que escolho é o melhor, algo que vou amar por toda vida, mas a vida é bem diferente de tudo isso, a gente deixa de se encaixar, o que era maravilhoso perde a importância com o tempo. Gostaria de poder ter dito que “ainda não”, ou poder ter dito mais “não posso”, ou “não quero” ou ainda, “não devo”, “não estou a fim”, usar essas frases libertadoras sem sentir culpa ou remorso. Passei a dar valor as minhas coisas, tudo conquistado, com suor, sacrifício e honestidade, passei a pensar na vida que desejo ter daqui a 20 anos, pensei em dialogar mais sobre tudo que virou tabu ou me engessou a consciência. Criei a cultura do desapego, senti mais felicidade em dar e achei mais importante do que acrescentar. No entanto, mesmo com muitas novidades positivas ainda existe uma ferida muito grande. Tenho medo de mulheres inseguras e desconfiadas, medo de abrir a boca e levar uma bronca, medo de acreditar na crueldade como punição, medo da morte não compreendida, medo de fazer jus a rótulos. Estou em processo de cura. Arcise Câmara

Nos deixamos dominar pela raiva, mágoa e revolta No momento em que estamos vivendo algumas situações me levam a reflexão: Alguns que só consegue emprego com privilégios;
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Nos deixamos dominar pela raiva, mágoa e revolta No momento em que estamos vivendo algumas situações me levam a reflexão: Alguns que só consegue emprego com privilégios; Um país que não pensa no todo; As mudanças que precisam ser feitas; As apostas em casos perdidos; A militância em causa própria; As diligências para uma reforma política; A verdadeira liberdade do povo brasileiro com saúde, educação, infraestrutura, emprego e moradia; Assumir a própria idade e liberta-se do “rouba, mas faz”; Remediar a política brasileira; Fazer por merecer tudo que se tem; Teimosia não é independência. Os tempos precisam mudar, não se promove medo, insegurança, preocupações e ansiedade, não se aceita as coisas como elas são, poderia ser perfeito, poderia dar orgulho, poderia ser simples e fraterno, lamento como as coisas andam acontecendo dos dois lados, na verdade é tudo um lado só, está na hora do povo assumir o poder, ser fiel ao seu país, contaminar a nossa vida com o bem, o respeito, a luta por dias melhores, amar o Brasil na prática, vamos nos manter com a fisionomia calma, vamos lutar por antigas ou novas ideologias sem desrespeito, vamos deixar na gaveta a sensibilidade, vamos sentir o coração bater com mais força. Absorva informação, mas não acredite em tudo que se diz ou lê, transforme em praticidade o que você observa, fale menos, não seja cruel nem agrida ninguém com posicionamentos diferentes, ajeite tudo, eu e você também somos povo, somos Brasil, somos raça, somos credo, somos som, somos vida, eu e você podemos dirigir a nossa vida com mais amor, mais ética, mais cumplicidade ao próximo, eu e você poderíamos evitar bares e tabernas, salões e jogos e nos concentrar numa reforma política que fosse boa o suficiente para todo o povo brasileiro, independente de filosofia partidária. Uma expressão de já chega está estampada nas pessoas que vestem vermelho e verde amarelo, que vestem preto ou branco, azul ou rosa. Recuse-se a tomar partido, tome partido pelo seu país, observe que o dinheiro é nosso, a riqueza é nossa, o país é nosso. Olhe igual os desiguais e não desanime nós vamos mudar, vamos crescer e vamos nos orgulhar de um país LIMPO.

Não alimente sentimentos ruins Não me envergonho de chorar na frente de quem quer que seja, não me envergonho de eliminar da vida falsos amigos, muito menos de mostrar fragilidade, gosto de estar perto com quem se parece comigo. Curto companhia de quem não me desperta culpa, go…
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Não alimente sentimentos ruins Não me envergonho de chorar na frente de quem quer que seja, não me envergonho de eliminar da vida falsos amigos, muito menos de mostrar fragilidade, gosto de estar perto com quem se parece comigo. Curto companhia de quem não me desperta culpa, gosto de compatibilidade. Chega de dor de amor, chega de tirar as mágoas do lugar e bagunçar o coração, chega de ser responsabilizada por opiniões de terceiros. Eu não sou nem metade do que eu gostaria de ser, preciso me adaptar a uma vida mais saudável, queria o luxo de dormir oito horas, queria descomplicar quem amo e valorizar mais o que tenho. Queria deixar de mentir para agradar ou ainda deixar de brigar com aquela amiga que gosto de montão, sei que sou extremamente difícil, como alguém consegue ser bruta e sensível ao mesmo tempo. Morro de medo de perder minha liberdade, tenho medo de abordar assuntos não favoritos, não sou adepta a olhar para trás, nem parecer ser aquela família perfeita que de perfeição só há o amor. Cansei de ficar triste por assuntos que eu não posso mudar, não sou apegada as coisas, nem mesmo as coisas que para os outros tem valor sentimental. Já falei atrocidades inimagináveis das quais já fui perdoada, mas no fundo eu não me perdoei. Já ouvi um dobra a língua para falar de alguém, quando eu realmente estava sendo injusta e julgadora. Sempre choro quando alguém chora. Me sinto desconfortável em me separar de quem amo. Eu por vezes fui cercada de pessoas que adoravam me colocar para baixo, eu já fui muito magoada por quem amei, eu já deixei datas comemorativas perderem o seu sentido festivo. Finalmente conseguir enxergar quem não me trazia alegria, me afastei de quem reclama muito da minha voz enjoadinha, me afastei de quem acha um exagero minha desordem organizada, me afastei para evitar o desgaste. Cansei de fazer tudo para agradar, cansei de ser devorada pela ansiedade, cansei de sofrer continuamente tentando ser aceita num modelo ideal que não existe, cansei de sucessão de erros de me moldar a padrões para valorizar quem não faz nada por mim.