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Frases de Arcise Câmara

652 frases

As queixas e os louros A queixa da maioria 1. Engolida pelo tempo
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As queixas e os louros A queixa da maioria 1. Engolida pelo tempo 2. Espinhos nas relações 3. Mente inquieta 4. Egoísmo 5. Falta de amor 6. Desilusão e frustração 7. Tentar alcançar o inatingível 8. Estar sozinha 9. Coração partido 10. Imaturidade Os louros da maioria 1. Prestar serviços com qualidade 2. Falta de problemas de verdade 3. Confiança 4. Amizades de ouro 5. Melhorias nas realidades sociais 6. Diversão 7. Conseguir conquistas com esforço 8. Nunca perder as esperanças 9. Evitar o desgaste 10. Amar como parte de nossa natureza

Apoiar ao estilo de vida de cada um Vamos cuidar de nós mesmos, esquecer o que é de responsabilidade dos outros, de nada nos interessa relações estabelecidas pelo dinheiro ou se somos pacíficas diante de várias situações, ninguém é culpado por ter fetiches ou por ter objetivos d…
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Apoiar ao estilo de vida de cada um Vamos cuidar de nós mesmos, esquecer o que é de responsabilidade dos outros, de nada nos interessa relações estabelecidas pelo dinheiro ou se somos pacíficas diante de várias situações, ninguém é culpado por ter fetiches ou por ter objetivos diferente do nosso. Sofremos de grave carência, não nos acostumamos com a rejeição, somos impulsionados a plena realização independente se escravizamos alguém para promover nossas vontades sem respeitar a liberdade do outro, sem as mesmas igualdades de oportunidades. Quantas vezes abandonamos nós mesmos ou não nos sentimos adequados e realizados por pensarmos diferente da maioria, quantas vezes sinto-me freada pelas modas ditadas ou ainda alienada pelo consumismo e pregações de certo e errado. Alguns se comprazem em culpar, outros generalizam indevidamente, outros crescem com a bandeira do individualismo. Nosso egoísmos atinge níveis alarmantes, estamos cheios de verdades subjetivas, interesses pessoais, destaque à aparência, prioridade aos próprios problemas, algumas vezes nos desumanizamos com tanto consumo e muita individualidade, procuramos soluções imediatas para nossas crises de décadas. Reinamos sem estruturas burocráticas complexas, diminuímos o relativismo, evitamos a superficialidade, abraçamos o meio ambiente, somos a favor dos direitos humanos, da dignidade da pessoa humana, do matrimônio para sempre, da gratificação afetiva. Somos sensíveis em níveis extremos, somos profundos e compromissados, somos parte da globalização, dos vínculos familiares, da construção de pontes no qual carregamos uns aos outros, com muitas formas de agregar valor e várias realidades distintas, várias fé, cuidado e fortalecimento com o que já existe. Temos projetos a longo prazo, gostamos de cultura, do grupo social que fazemos parte, das fragilidades reconhecidas em nós mesmos, usamos esta fragilidade em nosso favor, sem violência, melhoramos o nosso ponto de partida. Realçamos as formas exteriores, a boca com batom vermelho, o decote mais ousado, as supostas revelações da personalidade cuja vivência individual ainda não era compartilhada. Obtemos benefícios financeiros diante dos que se sentem desiludidos, somos influenciados pelos meios de comunicação que pregam consumismo desenfreado. Qual o sentido para sua vida? O que você deve desvendar? Tateie com as mãos e com a intuição e escolha um estilo de vida que não magoe ninguém, que gere sentido a sua existência, que oriente você ao que é certo, sem imunidades, mas com mudanças significativas. Ilumine sua vida com boas práticas, encontre a solidariedade, adeque-se a realidade, morra em paz e sem arrependimentos. Ofereça seu tempo com alegria, com a cultura da partilha, com as possibilidades do amor, com os condicionamentos altruístas, com autonomia e relaxamento e aliviado por plantar as sementes do bem. Encontre-se com os outros, exclua da sua vida o Complexo de Inferioridade, os círculos viciosos do ciúme doentio, opte por decisões profundas e sinceras, por sonhos tranquilos, por existência feliz e apoie o estilo de vida de cada um sem julgamentos.

Os nossos problemas podemos suportar A gente acusa o outro por não reagir como nós, a gente critica em demasia por tanta sensibilidade, a gente acerta e erra ao julgar, deixamos de estimular quem nos pede ajuda, no fundo temos grandes interesses por nós mesmos. Somos intrometid…
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Os nossos problemas podemos suportar A gente acusa o outro por não reagir como nós, a gente critica em demasia por tanta sensibilidade, a gente acerta e erra ao julgar, deixamos de estimular quem nos pede ajuda, no fundo temos grandes interesses por nós mesmos. Somos intrometidos com a vida alheia, nos achamos melhores, falamos sem rodeios numa comunicação pouco simples e muito honesta, temos a inclinação natural de tomar partidos principalmente quando estamos rodeadas de pessoas negativas. Por perto parecemos normais, com alguma coisa a mais ou a menos, com a pose de sabe tudo, sentindo-se a mais livre das borboletas. Corrigimos e apontamos o dedo em riste por amor, convencemos alguém por amor, continuamos nossas atividades por amor, fazemos abordagens repetitivas até que o outro mude por amor. Por amor a nós. Somos pessoas orgulhosas com o desejo de convencer os outros, somos a reação impetuosa, somos o resultado do que almejamos, somos complicadas. Confesso! Transformei cada ofensa em algo importante, alcancei a infelicidade olhando problemas, eu queria prova de tudo, uma disposição de vinte e quatro horas, o encorajamento matutino, compartilhar bondade e evitar expressões rígidas. Passei a usar o mantra "deixa pra lá" e as coisas foram se encaixando, eu passei a preferir ser omissa do que ser chata, eu não tenho os poderes mágicos de mudar o outro, a única coisa que eu tenho é o orgulho acerbado de ter minhas necessidades satisfeitas. Damos nossa compreensão a quem atende nossos interesses, rejeitamos quem não nos atende. Nem sempre vem à tona o que tenho de pior, somos atores sem palco. Semelhantes nem sempre se atraem, respirar fundo não te faz mais tranquila, desaprender é utilitário e eu tenho o poder da observação somada com a intuição. Olhar os problemas alheio é mais fácil e de rápida solução. Não se leva em consideração as emoções, os conflitos, a dependência, a finança, os fatores externos, a preguiça, os sonhos, os medos, a escuridão. Nem sempre é possível se transportar na totalidade para a realidade do outro, eu diria até que é impossível, são muitos os caminhos, as adversidades e os métodos que cada um se impõe para ser feliz ou infeliz.

Fale a verdade sempre Pronta a dizer que eu não gostava mais dele, que eu tentei me manifestar várias vezes, mas ele sempre vinha com papo de gratidão, de justiça e de amor que me desviavam o caminho. Eu vivia sendo repreendida por tudo que fazia, ele não me via como os amigos…
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Fale a verdade sempre Pronta a dizer que eu não gostava mais dele, que eu tentei me manifestar várias vezes, mas ele sempre vinha com papo de gratidão, de justiça e de amor que me desviavam o caminho. Eu vivia sendo repreendida por tudo que fazia, ele não me via como os amigos me veem, para os amigos eu era forte, para ele fraca, para os amigos humilde, para ele arrogante, talvez eu não me enxergue como sou, mas não sou nenhum monstro, mas também não sou santa. Antes ele era gracioso, bem-humorado, não era fofoqueiro, morria por mim e tinha aquele sorriso tolo dos apaixonados. Eu não acredito que eu mudei tanto, mas vejo uma transformação gigantesca em suas atitudes, está sendo bajulador com alguns, soberbo com outros, julgador com desconhecidos, áspero comigo, insensato com as dores humanas e crítico ao extremo. Já pensei que deveria dar um tempo esperando, sem sair do relacionamento para ver se as coisas melhoram. Passei a ter uma imagem inadequada de mim mesma, como se eu não merecesse ser amada, como se eu e relacionamento significasse falência sempre, como se eu não fosse capaz de ter uma ótima companhia. Eu estava cheia de pensamentos prejudiciais. Tenho personalidade forte, não gosto de me submeter a ninguém, não gosto de ser obrigada a fazer ou deixar de fazer principalmente quando tenho consciência em perceber o certo e o errado. É tudo muito delicado pois também ser flexível, sei administrar pressões. As expectativas é que me matam por dentro, quero sempre um futuro melhor, luto pela independência emocional de todo casal, quero uma relação recíproca, não abro mão de pedidos de desculpas, da minha dignidade e de muito respeito. Quero me sentir "aprovada" pelo meu amor, quero me sentir aceita como sou, quero me sentir realizada plenamente e não quero me conformar a simplicidade de uma vida diferente disso. Estou decepcionada, desistindo, transformando o amor em cinzas, já me sinto experiente em fazer o coração sangras, sei que passa. Logo o coração estará disponível novamente, terei minhas necessidades atendidas e esse é meu grande medo, até que ponto eu tenho que ter minhas necessidades atendidas pelo outro. Sempre funciona se sentir feliz de fora para dentro ou de dentro para fora, sempre é bom começar bem o dia com doçura, carinho e amor. Tomei a decisão mais importante e honesta e assim suportei por mais alguns meses o convívio até que entre mim e ele eu preferi eu mesma.

Influenciando minha vida Escutava as histórias interessante do papai e algumas chatas da vovó, cheias de novidades da titia ou repetidas da mamãe, todo mundo gostava de conversar comigo e contar causos e eu aprendia muito com o que ouvia. Um dia percebi que as diferenças não de…
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Influenciando minha vida Escutava as histórias interessante do papai e algumas chatas da vovó, cheias de novidades da titia ou repetidas da mamãe, todo mundo gostava de conversar comigo e contar causos e eu aprendia muito com o que ouvia. Um dia percebi que as diferenças não desaparecem, ao contrário só crescem, um dia percebi que meu esforço e motivação nem sempre era visto, um dia percebi que o mundo vai mal, que a saúde é desumana, que eu devo escolher entre ser livre e ser espontânea. Cada pessoa é uma caixinha preenchida ou com vazio existencial, muita notoriedade desperta inveja, muitas coisas que nos influenciam a gente só percebe depois, temos um otimismo no passado, mesmo que o passado não tenha sido tão maravilhoso assim, são tantas indiferenças. O mundo está precário, são tantas possibilidades, tantas tecnologias, tantas substituições, porém sem singularidade, sem preocupação com as doenças emocionais, sem amor, sem reciprocidade. Talvez eu esteja parecendo grosseira, arrogante, vulgar ou qualquer adjetivo que queiras me chamar, mas as referências que me fizeram pensar desse jeito foram muitas, inclusive com a sensação de usar máscaras para cada momento como se estivéssemos interpretando ou buscando a felicidade de alguém. Podemos parecer bondosos sem ser e até boba sem ser também, podemos ter razões para sermos felizes ou potencializar nossos pensamentos letais, podemos ir e vir com propósitos ou sem. Podemos expandir conhecimentos ou fixá-los na parede em forma de diploma, determinando que no passado eu estudei a disciplina e me achando muito competente sem as atualizações e por cima resmungando em baixo tom um "não se meta comigo". Também passamos pelo processo de sofrimento com ou sem dignidade, com fontes incansáveis de prazer nas compras, na bebida, na comida. Ao longo do tempo a gente se modifica e reconstrói, sem o ar de ofendida, sem inúmeras horas de insônia, sem entender os por quês da vida. Tomamos decisões nem sempre aceitas no âmbito familiar, fazemos um exercício elegante de não discutir em vão, trocamos alguns amigos que nos acompanham desde a infância, mudamos de prioridade, tentamos levar vantagem nos fazendo de vítimas. Às vezes intimidamos e somos chatas, temos nossas motivações e desencantos, nem sempre nos aceitamos, ora somos influenciadas, ora influenciamos.

Quero que meu futuro marido tenha opinião própria, mas fique ao meu lado Revolta-me ser bonita, simples e singela e não ser reconhecida por quem você ama, eu não quero uma pessoa que fique amargo, triste, sem sutileza nas palavras, eu não quero ser mais forte do que ele. Santa…
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Quero que meu futuro marido tenha opinião própria, mas fique ao meu lado Revolta-me ser bonita, simples e singela e não ser reconhecida por quem você ama, eu não quero uma pessoa que fique amargo, triste, sem sutileza nas palavras, eu não quero ser mais forte do que ele. Santa Mãe de Deus, não tenho habilidade para lidar com os sentimentos confusos, algumas coisas só produzem em mim mágoa e tristeza, não quero alguém depressivo e que não saiba perder. Tentando livrar-se da tristeza que insistia em deprimi-lo cada vez mais ele se perguntava o que era amor de verdade e se eu realmente o amava. No fundo associava amor com vontades, não gostava de ceder. Eu o amava e ele sentia isso, ele sabia do sentimento que existe dentro de mim, um sentimento forte que nunca deixei para trás, um sentimento de coloca-lo em primeiro lugar, um sentimento de ter certeza que envelheceríamos juntos. No entanto, ele queria ser entendido imediatamente e eu não costumo dar razões antes de refletir, não sou rápida para reconsiderações, ele sempre se dava mal quando estabelecia a chantagem do oito ou oitenta. Senti que precisava fazer pelo nosso amor, reviver o que me fez apaixonar por ele. Estava difícil, nossa casa ficou barulhenta e agitada, sem conquistas comuns para contar, eram momentos duros para mim e para ele, eu queria apenas um pouco de paz, um comportamento diferente, resolver as coisas mal resolvidas, o meu mundo não era de uma dona de casa tradicional. Nossa história seguiu caminhos diferentes, não foi fácil aceitar isso, não vivíamos o nós, os sonhos acabaram ficaram apenas os sobressaltos, as indignações com a vida, a leitura errada de como o outro era, os conceitos generalizados de que homem é isso e mulher aquilo. Às vezes me pergunto sobre as escolhas que fiz, sobre como me senti perseguida por implicância dele, como as explosões da raiva me tornaram contida e pouco simpática, como tudo isso me fez evitar sair com homens por três anos. Impressionante como a gente carrega raiva para o futuro. Mesmo separada continuava apaixonada e por mais que eu quisesse sentir raiva não conseguia, eu o amava a distância e tinha a sensação que o sentimento crescia mesmo estando separada. Nunca pensei em passar por um problema desses, já tinha me acostumado com divisões de tarefas e de contas, tudo era muito caro para me manter sozinha, minha reputação ficou um desastre, logo eu que todos apostavam no “felizes para sempre”. Eu sempre tive a sensação que o conhecia há muito tempo, que tinha uma relação sólida e segura, que nossa atração era impressionante. Ele não era muito diferente do meu pai, ele era arcaico, machista e degradante, quase tudo gerava confusão, tinha dom para tiradas no quesito humilhação, sempre conseguia o que queria por conta do meu medo de perdê-lo. Cometi o erro de ter casado tão jovem, não estávamos prontos para as responsabilidades de um casamento, nem sempre conseguimos o que quereremos, nem sempre os protestos adiantam. Algumas coisas na vida não fazem o menor sentido. Acho que nós fomos felizes, mas não fazia parte da nossa filosofia de vida à rotina, principalmente quando ambos têm personalidades muito tensas e irritadiças, ele sempre se queixou de mim, isso pode. O que não pode foi essa falta de apoio em ser eu mesma.

Preocupados em aumentar seus próprios bens Vou às ruas, não vou fazer vistas grossas diante de tanta corrupção, mas isso não é de agora, todo mundo rouba, me admira você se sentir decepcionada, alguns dizem. Com serenidade eu respondo, sou contra corrupção, sou contra ladroagem,…
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Preocupados em aumentar seus próprios bens Vou às ruas, não vou fazer vistas grossas diante de tanta corrupção, mas isso não é de agora, todo mundo rouba, me admira você se sentir decepcionada, alguns dizem. Com serenidade eu respondo, sou contra corrupção, sou contra ladroagem, sou contra desvio de verbas públicas, sou contra guerra entre Aécio e Dilma, sou contra o “Eu não te falei!”, “Eu te avisei!”. Não estou em busca de terceiro turno, estou em busca de punição, de que os responsáveis sejam culpados e “exonerados” dos cargos, sou a favor da limpeza no congresso, da reforma política, da ficha limpa, sou contra pessoa inocentes e doentes pagarem o pato por não ter medicação, não ter leito, não ter vaga enquanto o desvio da Petrobrás come solto, sou contra quem sempre se insinuou honesto dizer que não sabe de nada e não ler o que assina ou ainda alegar que foi mal assessorada. Sou contra gente tentando trocar acusação entre partidos para mudar o foco. Estou exagerando? Não! Estou sofrendo ameaça? Não! A Petrobrás não faz auditoria há oito anos produção? A Petrobrás não tem auditoria interna? A Petrobrás é sonolenta mesmo com seus gastos? Não é só pela Petrobrás que vou às ruas, vou às ruas contra a campanha milionária que faz os políticos venderem a alma para se elegerem em troca dos superfaturamentos que conhecemos, vou às ruas pelos descompromissos com a campanha, vou à rua contra a moralidade mentirosa pregada aos ventos, vou à rua porque deu zebra para a Petrobrás, deu zebra para o real desvalorizado, deu zebra para a imagem do Brasil no exterior, deu zebra na inflação, deu zebra na conjuntura econômica desfavorável. Enquanto isso eu resolvo o quê? Curtir meu domingão na piscina aliás, sou branca, rica (só segundo o IBGE), burguesa, mulher que bato panela com bucho cheio e tive a chance de votar em quem eu quisesse em outubro. Sim tive a chance de votar, votei no menos pior, votei em quem acreditava e iria para as ruas contra ele, contra a ditadura de vitimizar a Presidente dos Proletariados contra a Burguesia. Você jura que essa conversa é em off, que você não está nem aí para o futuro do país, que você se basta com 35 reais, com bolsa família, pronatec, pro uni, bolsa idioma e todos os programa sociais até certo ponto justos, porém eternos, porém medíocres, porém “vou continuar votando neles para não perder o benefício”... Sinto-me impotênte diante dos fatos, a nação não se sente valorizada, a explicação é lógica, estamos cansados do "rouba, mas faz", estamos cansados de permitir esse descaso com o dinheiro público, ainda bem que esse dia chegou, ainda bem que há chances de fazer os políticos emagrecerem dois quilos com preocupações, ainda bem que dá tempo de arrumar a casa e dar uma cartada de mestre para provarmos em uma manifestação apartidária que temos vários meios de combater a corrupção. Eu vou te dar um conselho não vai dar em nada. Será? Será que não poderíamos vencer no cansaço por tamanha indignação? Será que a presente classe política atual nos representa como gostaríamos? A causa é grande e o efeito é catastrófico, um erro e a omissão, mais erros e mais omissões, mil erros e mil omissões. Estão nos roubando a dignidade de viver. Estão tentando nos intimidar, estão tentando perturbar a sua mente com um monte de mentiras, nos colocam como seres manipulados pela imprensa, nos colocam como indignados de redes sociais, nos colocam em foco com maria-vai-com-as-outras, ou ainda que não podemos perder o embalo do oba-ba. Odeio cenas, pelo seu direito de gritar eu aprovo esse governo e pelo meu direito de gritar toda a minha indignação a roubalheira que fere sem formalidades meu direito à saúde, educação, infraestrutura, salário digno, moradia. Sem desrespeito, sem descontrole, sem ansiedade, sem nervosismos, vou às ruas pelo meu calcanhar-de-aquiles, vou às ruas pelo respeito as pessoas, vou às ruas para não morrer entalada pela boca diante de tanta covardia, vou às ruas contra esse comportamento ilícito de enriquecer o próprio bolso, vou à rua porque sou parte do povo brasileiro que acredito num país melhor.

Farei porque tenho que fazer A vida nos impõe muitas obrigações, controla de certa forma alguns passos que temos que dar, nem sempre consigo discernir as regras herdadas sabe-se lá de quem. Estou disposta a não permitir que ninguém me ferisse de novo, porém passei a desconfiar e…
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Farei porque tenho que fazer A vida nos impõe muitas obrigações, controla de certa forma alguns passos que temos que dar, nem sempre consigo discernir as regras herdadas sabe-se lá de quem. Estou disposta a não permitir que ninguém me ferisse de novo, porém passei a desconfiar e até ser hostil. Tinha vezes em que eu parecia um sargento ou uma pessoa irritada e impaciente, eu não conseguia ser gentil quando eu não era gentil comigo, com minha mente, com o meu redor. Ajustei o relógio mental e comecei a tolerar comportamentos, se eu não sou perfeita tenho que ser suave e a vantagem disso tudo é empatia nas relações com grandes efeitos para mim e para você. Às vezes não temos escolhas, estamos insuportáveis até com nós mesmas, agimos sempre da mesma forma, a forma como achamos correta, falamos sempre do mesmo jeito, desconfiamos das mesmas coisas. Sou franca e nem todas as pessoas estão preparadas para me ouvir. Sou segura, mas minha segurança torna alguns ao meu redor inseguros. Tenho escolha a fazer diariamente, tenho feridas mentais em cicatrização e não fui vacinada com a dose da desistência. Nem tudo me agrada, às vezes me acho errada pois tenho dificuldade em saber lidar com certas tendências, não sou perfeita, nem tenho condições em ser. A propósito porque os ciclos nos apresentam as mesmas coisas? Por que engrandeço minha autoestima a cada dia? Por que não se conversa mais olhando nos olhos? Não importa quantos nãos levarei, mas jamais direi amém para coisas que eu tenho que fazer, mas não quero-me importar.

Flashes Muitas vezes me perguntei se sou digna desta relação, onde ganho coisas caras e um infinito céu azul. O primeiro amor é incrivelmente poderoso, o coração é firme em propósitos e as exigências são irreais.
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Flashes Muitas vezes me perguntei se sou digna desta relação, onde ganho coisas caras e um infinito céu azul. O primeiro amor é incrivelmente poderoso, o coração é firme em propósitos e as exigências são irreais. Não se perde um amor, apenas acaba-se o ciclo, nada dura fora de seu tempo, novos projetos brotam mesmo contra a nossa vontade. Se pudesse voltaria atrás, mais pensadora, mais lúcida, sem o clima tóxico das relações interpessoais cujo único objetivo é estar certo. Nos separamos porque éramos jovens demais, radical demais, antipáticos demais, nos abandonamos. Nossos pais não aprovam nossa relação, eles acham que me desvalorizo, mas são minhas pequenas decisões que me fazem ir adiante. Não sou o problema do relacionamento, somos superficiais e incertos quanto ao que sentimos. Porque relacionamentos proibidos são tão cativantes, porque não atentamos que somos vítimas de abuso, essas coisas acontecem comigo porque assim permito.

Algo ou alguém lhe havia roubado a minha alegria As coisas vão ficando mais perceptíveis, não entendia que estava doente, eu não entendia a preguiça em lavar os pratos, ou o sentimento que eu tinha que o meu amor estava sendo um péssimo marido. Eu não entendia que estava vivend…
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Algo ou alguém lhe havia roubado a minha alegria As coisas vão ficando mais perceptíveis, não entendia que estava doente, eu não entendia a preguiça em lavar os pratos, ou o sentimento que eu tinha que o meu amor estava sendo um péssimo marido. Eu não entendia que estava vivendo simplesmente por viver, que deixei de comer feijões, ervilhas e lentilhas que eu adorava, que a infelicidade tinha me contaminado. Eu não entendia porque falei tanto em divórcio, porque inventava histórias tristes na minha cabeça, porque solidifiquei o coração com amarguras, para os outros eu estava apenas chamando a atenção. Com o tempo perdi a admiração pelas pessoas e por mim mesma, alterei minha personalidade, deixei de falar de coisas interessantes e úteis, achava que as pessoas iam me ajudar ao invés de me julgar. Tornei-me calada não havia necessidade de tomar certas posições, não queria mais fazer tudo em casa, na verdade não queria fazer mais nada, a única motivação era a cama e o choro fácil. Deixei de materializar meus sonhos, deixei de comer peixe, carne branca e vermelha não porque tinha virado vegetariana, mas porque meu apetite tinha ido embora. Não me interessava trabalhar, o ambiente deprimente e competitivo não ajudava, as relações abusivas entre as chefias e os subordinados só prejudicavam minha saúde. Ah, isto não são modos muita gente me falou ao me ver desgrenhada e com os cabelos brancos, outros me diziam que eu ainda me apoiava naquele acontecimento do passado. Um pilar a menos nas minhas estruturas cada vez que o tempo passava, eu me separei, desperdicei o tempo, gastei energias com coisas negativas, senri-me suja e desleal sem sair do casulo. Pensei em homicídio antes mesmo do suicídio, queria matar alguém, culpar alguém, cortar as mãos do primeiro que me irritasse, poderia até ser alguém que eu amasse, mas não tivesse consciência disso. Cortei com o sal, minha boca estava seca demais, eu estava desidratada demais para comer sal, até o brinco me incomodava, eu me lembrei da Melissa, a jovem que meu ex abandonara ao saber que estava grávida, ele tem um filho que nunca quis ver e preferiu ficar comigo, era triste demais saber que a minha felicidade foi em cima do sofrimento de alguém. Descobri que algumas coisas eram ilusões, outras, tristezas profundas, invenções da mente, mas o médico foi categórico: D-E-P-R-E-S-S-Ã-O.

Penso nessas pessoas que dizem não se arrepender de nada que fizeram Acho impossível. Voltaria mil vezes, amaria mais e melhor, calaria minha boca infinitas vezes, deixaria a amargura de lado, doaria mais dinheiro aos pobres, fazia verdadeiras escolhas. Posso mudar sim, e daí?…
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Penso nessas pessoas que dizem não se arrepender de nada que fizeram Acho impossível. Voltaria mil vezes, amaria mais e melhor, calaria minha boca infinitas vezes, deixaria a amargura de lado, doaria mais dinheiro aos pobres, fazia verdadeiras escolhas. Posso mudar sim, e daí? Mudar para melhor, me arrepender, fazer nova história enquanto tenho vida, decidir ter um bom coração, decidir recomeçar sendo uma pessoa melhor. Somos diferentes, precisamos nos equilibrar, precisamos conter o ciúme, falar com simplicidade, saber dizer adeus, deixar de ser arrogante, precisamos omitir palavras difíceis, que analisam para julgar. Eu sinto muito por tudo que fiz e continuo fazendo bem longe da perfeição, tudo passa, meus remorsos também, minha vida muda a cada dia, cada dia um degrau é construído, cada dia gosto mais de algumas coisas e deixo de gostar de outras, cada dia sou menos adepta a objetos caros. Às vezes sinto alívio, outras decepção, às vezes queria que as coisas estivessem daquele jeito, outras tapo buracos no meu coração, sou uma pessoa nervosa, com evidências de patricinha, porém nem toda regra dura para sempre. Tudo o que me resta é mudar, tornar-me menos arredia, me obrigar a ser verdadeira, com a intuição que determina meus amores e meus rompimentos, meus laços e meus nós. Não me importo com muita coisa do qual me agredia, eu já destruí o amor várias vezes quando não soube amar, quando tinha ilusões infundadas sobre esse sentimento tão nobre. Não tenho orgulho do que conquistei, não sou tecnicamente movida a aplausos, não recebo cartas de amor incríveis num frio delicioso, não sou amante de maquiagem, nem tampouco a inteligente, sofisticada, com alto nível de exigência, não tenho regras rígidas nem sei andar emperiquitada por mais de quatro horas. Gosto de cheiro do travesseiro limpo, rir em voz alta, entrar no Facebook e encontrar pessoas que não estão pensando em si mesmas, gosto de aparência de gente do bem, gosto de ver minha sombra projetada nos outros, gosto de falar de assuntos do meu interesse. Posso me concentrar em mudar, agradecer a possibilidade de amadurecer, ficar atenta para evitar maluquices, gosto de tranquilidade no coração, inexperiência em julgamentos e pé nos freios para ser um casal. Gosto de poder encantar e curar as agruras no meu coração, gosto de desgrudar do que é chato, gosto até de ter um certo desconforto, isso me faz mudar. As melhores coisas que já me aconteceram foi ter a oportunidade de mudar.

Seio esquerdo latejando Fazia tempo que sentia dores no seio, uma mal-estar, um incômodo. Posterguei por um bom período até que o seio, em especial o esquerdo começou a latejar. Acordei sorrindo e decidi: Hoje marco os exames de rotina, vou cuidar do meu seio, da minha vida, vo…
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Seio esquerdo latejando Fazia tempo que sentia dores no seio, uma mal-estar, um incômodo. Posterguei por um bom período até que o seio, em especial o esquerdo começou a latejar. Acordei sorrindo e decidi: Hoje marco os exames de rotina, vou cuidar do meu seio, da minha vida, vou atrás de pessoas (médicos e especialistas) para responder meus questionamentos, fui fazer todos os exames após um ano. Plantei a semente de sonhos de que não seria nada demais, a minha boca por várias expressou murmurações sobre o seio doente, pensando sempre em ser algo mais. Tropecei na negatividade infinitas vezes até tomar a decisão de encarar de frente. Fiz os exames voltei na médica, observei atentamente sua expressão analisando meus exames poderosos e importantes. Fiz um inventário mental de tudo que falamos e vou traduzir aqui: - Você pode tirar a blusa por favor - Sim doutora, claro! - Agora tire o sutiã - Sim Depois de alguns apalpes ela disse: - Querida, veja bem, seu manequim de busto é 48, esse seu sutiã é 44, você passa dias apertando seus seios com sutiãs que não lhe servem, cedo ou tarde seus seios irão doer. Você só tem glândulas chateadas. - Mas Dra. Por que só sinto dor no seio esquerdo? - O nosso lados não são iguais, talvez posição, talvez a forma de dormir, talvez o próprio sutiã. Correndo podemos machucar um dos joelhos, mesmo usando os dois na atividade física. Faça o seguinte, compre sutiã próprios para o seu tamanho e tenho certeza que haverá melhoras e tome esse remedinho para controlar as glândulas que estão assim por causa dos apertos do sutiã. Parece ridículo, mas funcionou. Nunca ouvi falar do mal que causava uma numeração errada, estava enganada em pensar tamanhos absurdos. Fui convencida pela autoridade médica de que ela estava certa. Meu futuro de findar as dores mamárias dependia de deixar o passado "apertado" para trás. Alguma coisa não andava bem e eu nunca imaginei que seria um desajuste na numeração. Poucas palavras e muita sabedoria e um cuidado incrível da minha ginecologista. Falei coisas duvidando da simplicidade do diagnóstico, mas as coisas mudaram, eu me livrei da dor, do desconforto, do mal-estar, por isso declaro que soluções simples também são soluções, encontrei respostas para o meu problema. Procurei em vão por algo mais drástico, temos uma grande tendência em exagerar quando nos sentimos nervosos, tudo parece ser muito pior do que realmente é.

Minha mãe é a melhor mãe do mundo Sou a sua “Nega Linda” apelido que só ela me chama, sempre nos comunicamos, somos vizinhas de apartamento e almas que brilham quando se encontram. Minha mãe é meu tesouro mais valioso, minha preciosidade, minha esperança em dias melhores. Uma d…
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Minha mãe é a melhor mãe do mundo Sou a sua “Nega Linda” apelido que só ela me chama, sempre nos comunicamos, somos vizinhas de apartamento e almas que brilham quando se encontram. Minha mãe é meu tesouro mais valioso, minha preciosidade, minha esperança em dias melhores. Uma das coisas que mais eu amo nela é justamente sua admiração pela sua mãe. Minha vó faleceu quando eu tinha míseros 3 anos e como todo belo trauma, a única lembrança que eu tenho da minha vó materna é o dia do seu enterro. No entanto, mamãe ao longo dessas quase quatro décadas fala quase diariamente do seu relacionamento com minha vó, o quanto elas eram amigas, o quanto minha vó sabia costurar, bordar, fazer quitutes. Conta os episódios de aprendizado entre minha vó e minha irmã primogênita em que ao dois anos de idade aprendeu o alfabeto ensinado por ela e assim ela soletrava os remédios que minha vó precisava tomar e buscava esses remédios da penteadeira para a cama onde vovó estava dodói. Conta com tristeza o fato do meu irmão não poder tê-la conhecido, dos meses que passou em Belém longe do papai porque em Belém o tratamento oncológico era mais avançado que em Manaus. Eu vejo a minha vó na minha mãe, eu vejo o quanto a minha mãe tem a dedicação da minha vó pelos filhos e netos, o quanto a minha mãe é preocupada igual minha vó, o quanto as histórias da minha vó se repetem com as histórias da minha mãe. Minha vó ao ficar doente pediu que se fosse uma doença incurável que ela não gostaria de saber, pois o seu estado psicológico prejudicaria tudo, inclusive um tratamento paliativo, minha mãe é da mesmíssima opinião, não quer saber de nenhuma doença grave. Minha vó pediu ao meu avô que ele não arrumasse ninguém após a sua morte e adivinhem minha mãe já fez esse pedido ao meu pai inúmeras vezes tendo nós filhos como testemunhas. Ai ai ai, dá sempre muita risada e muito pano pra manga essa história, porque ela se contradiz quando dia que quer morrer velhinha, junto com meu pai, de mãos dadas, mas bem velhinha mesmo, passando dos 100.

Cobranças Eu tinha necessidade de todos ao meu redor, eu dava respostas brutas, não sabia calar, não acreditava no “dê tempo ao tempo”, precisava vomitar minha ira imediatamente, era da teoria do bateu-levou. Acumulei decepções sendo assim, convivi com seres humanos incríveis,…
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Cobranças Eu tinha necessidade de todos ao meu redor, eu dava respostas brutas, não sabia calar, não acreditava no “dê tempo ao tempo”, precisava vomitar minha ira imediatamente, era da teoria do bateu-levou. Acumulei decepções sendo assim, convivi com seres humanos incríveis, mas que tinham suas falhas assim como eu e você, eu gritava com todos, calava só quando já era tarde demais, eu não compreendia que esse comportamento me afundaria. As experiências que mais me marcaram quer boas ou ruins nunca esqueci e por isso não esquecerei nunca meu comportamento irritadiço, que não apoiava o menor erros, sem beijos ou elogios, sem encorajamento e com muitas pedras na mão. Tornei-me cheia de fobia, vivia em pânico, com raiva, sentindo-me rejeitada, discriminando Deus e o Mundo, eu era debochada, tinha agressividade nas palavras, ofendia com facilidade, humilhava por prazer, traía quem mais me amava, o meu defeito era um tamanho complexo de inferioridade. Não conseguia entender a princípio, perdia a sobriedade, parecia duas pessoas completamente diferentes, também era generosa, abraçava boas causas, amava as amigas de infância. Ué será que eu era bipolar? O processo é complexo, a gente precisa se aceitar com todos os defeitos, até mesmo os mais cinzas, precisamos viver sem a superioridade, precisamos aprender a viver dignamente, chamando cada defeito pelo nome e combatendo-o, mas não é fácil. Os traumas fazem parte, você não é assim à toa, você se transformou nisso através dos atritos, das relações ruins, do não esforço em ser melhor, é difícil encontrar alguém que se sinta bem consigo mesma, alguém que não sofre de solidão, alguém rara e com radicalismo de amor. Resolvi me acolher, apostar nas falhas, respeitar meus limites, exercer a nobreza de me aceitar como sou, não como comodismo, mas como autoconhecimento. Deixei de Cobrar coisas de mim mesma que eu não poderia dar, comecei a ter manias de controle da segurança da casa, mania de lavar as mãos, mania de ligar para minha mãe todos os dias, manias insignificantes, mas que me perturbavam. Tinha ideia fixa em mudar, em controlar as emoções, em superar a irritabilidade, estava cheia de segundas intenções em transformar atos ruins em atos bons, estava presa emocionalmente a vontade de mudar e isso me enlouquecia. Comecei a ter medo de perder quem eu amava e passei a trata-los melhor com medo do remorso, vivia com sentimento de culpa, eu me sentia responsável por tudo até pelas crises financeiras na minha família, eu estava desequilibrada. Atravesseis as crises sem amparo, estava me achando certa, educando a minha mente e treinando minha boa vontade adormecida, porém percebi que estava agindo totalmente errada e os outros estavam tirando vantagem da minha mania de perfeição. Fiquei Insegurança, ansiosas e com medo de tudo, vivi desentendimentos ilógicos comigo mesma, eu precisava me proteger e eliminar as preocupações débeis de que tenho que ser 100%. Minha intolerância com meus defeitos era insana. Passei a admirar as flores, a observar o caminho, a não me perturbar com as quedas e sim com o recomeço.

Mãe - Raízes realmente profundas O meu coração redescobriu a vida com outros olhos, nasceu em mim um amor imenso, intenso e crescente, um amor de mãe que eu não conhecia, um amor sem prazo de validade, um amor em que só consigo ser feliz se o filho é feliz. Na minha mente eu se…
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Mãe - Raízes realmente profundas O meu coração redescobriu a vida com outros olhos, nasceu em mim um amor imenso, intenso e crescente, um amor de mãe que eu não conhecia, um amor sem prazo de validade, um amor em que só consigo ser feliz se o filho é feliz. Na minha mente eu sempre entendi que a maternidade era coisa mágica, mas que eu poderia viver sem ela, não associava a imensidão desse amor comigo, mesmo em conversas leves e agradáveis sempre fui pressionada a querer para mim a maternidade. O amor de mãe realmente tem profundas raízes, um amor sem desconfiança, sem incômodo, sem as conquistas vazias, sem a espera de retorno afetivo ou financeiro, nada mais é do seu jeito, as coisas agora são do jeito que é melhor para o bebê, para a criança, para o filho. Sempre tive medo de gostar muito de alguém, mas amor de mãe é um amor sem escolhas, é uma maneira de amar mais que a si mesmo, é uma boa razão de amar, é algo grandioso reservado para mim. A felicidade vem com naturalidade, com um sorriso, um entrelaço nas mãos, um conceito adorável, uma transformação tão rápida e pouco percebida, uma escolha livre, uma liberdade em servir, tudo faz toda a diferença, os fatos são relevantes, as fotos essenciais, a gente vira plantonista de boas palavras. A mãe tem a necessidade de querer entender tudo, mas não é tudo que se entende, tudo é socialmente aceitável, tudo é alívio ou possibilidade, tudo é manifestação de amor, uma vida fora do coração. O amor de Mãe é o que há de mais importante na minha vida, são meus objetivos e a preocupação em retornar para casa é tanta, que perdi as contas de quantas vezes desisti da fila do supermercado. É uma pressão em ser bonita, em ter o corpo mais magro e menos barrigudo de volta, infelizmente muitas mulheres suportam essa situação, quando a maioria prefere não ter hora para comer ou tomar banho, deixar que a amamentação encarregue de queimar calorias, as coisas se ajeitando por si, quando a sua única prioridade é o novo ser que acabou de nascer. Mãe tem o poder nas palavras, mãe tem o poder em nossa vida, a criação não depende muito de diferença de classes sociais, o que importa é o referencial de bondade, amor, respeito. Mães não evitam problemas, mas desejam evitar qualquer mal. Mães não nascem com aptidões prontas, mas temos a sensação estranha que sabemos fazer tudo. É ilusão achar que mais tarde tudo possa mudar, que as confraternizações terão namorados em companhia, que cedo ou tarde ela vai desaparecer sem dar explicações, ou que alguma doença possa se hospedar em seu corpo. A gente pensa que filho custa caro, que passaremos a enfrentar dificuldades com a inflação voltando com tudo e com preços surreais que nos assolam, a gente tenta ser legal, coloca um sorriso no rosto e se ilumina de dentro pra fora, mesmo tendo pavor a ideia de não conseguir dar conta financeiramente falando. A gente não se cansa em corrigir a falta do “muito obrigada” ou o “por favor”, explica sempre a necessidade da gentileza, de dar importância aos amigos, a ter interesse pelos que sofrem e a começar a pensar na carreira. Mães não pertencem ao passado, não conversam com naturalidade sem acompanhar os filhos pequenos com os olhos, não dispõe de confiança absoluta em nenhuma babá, não mantém o mesmo nível de exigência que tinha com o filho dos outros. Mãe é a raiz do amor, é o domínio da ansiedade, é o sinal de entendimento e perdão, mãe é a profundidade do A-M-O-R.

Enfrentei um forte machismo nas entrevistas de emprego Sou formada em Secretariado Executivo e na busca por empregos ouvi piadinhas de todos os gêneros, especialmente os que denigrem a imagem da mulher como excelente profissional. A primeira postura adotada foi parar de querer…
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Enfrentei um forte machismo nas entrevistas de emprego Sou formada em Secretariado Executivo e na busca por empregos ouvi piadinhas de todos os gêneros, especialmente os que denigrem a imagem da mulher como excelente profissional. A primeira postura adotada foi parar de querer ensinar quem não quer aprender, nada de empurrar ladeira abaixo quem te ofende, nada de acreditar que os ciclos não mudam, precisava ter esperança nos milagres da minha profissão. Eu não cobrei posturas de pessoas tão desigual de mim, não me sinto atraída por quem é tão oposto, pensa tão pequeno, respeito cada verdade, mas não me satisfaz entender certos modismos do tempo da carroça. Somos profissionais em forma de gente com fortes laços emocionais, com incômodos peculiares, com razão, decisão e administrando cada caso. Fazer o que amo me esquenta de alegria, fico confiante, interessada, radicalizo e mudo a minha postura, estabeleço a confiança, a vida flui com mais facilidade. É o começo da subida da ladeira. A-ê-ê-ê-ê. É apenas uma sombra de preconceitos, alguns poucos que acham que sua profissão é melhor que outras, um acidente mental. Nada é mero acaso, temos personalidades distintas, gostamos de coisas diversas, nunca seríamos felizes em profissão diferente, precisamos conseguir vencer essas barreiras ou descobrir que o que te faz feliz não necessariamente agrada todo mundo. Basta ganhar confiança, viver realmente por si, e não deixar nada te deter, mesmo com uma sociedade indiscreta, pouco encantadora, com a sensação eterna de estar sendo enganada, basta ignorar tudo que rema contra e acreditar no talento, nas habilidades, nas matérias estudadas e sempre ter o interesse significativo pelo curso. Diante da crítica dos outros não estacione, não quebre no sinal, cuidado com palavras perigosas que parecem indiferente, nada de "mea culpa" Essa é a sua chance de escutar, de tomar decisões sem o clima de ansiedade, de percorrer o caminho certo, sem as decepções do julgamento, é o momento de não se enfezar, buscar inspirações e obter a "sorte pelo esforço". Nada de transparecer o aborrecimento em linguagem corporal, muito pelo contrário devemos ser aquele ponto de luz, não arranjar encrenca, mas viver profissionalmente em busca do próprio mundo.

Um romance com sua própria qualidade de vida Fiquei uns seis dias sem treinar e isso me machucou por dentro, comecei a duvidar de tudo que havia conquistado. Treze quilos a menos, super disposição, então resolvi coordenar tudo a minha volta. Espero que meu corpo nunca me acuse…
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Um romance com sua própria qualidade de vida Fiquei uns seis dias sem treinar e isso me machucou por dentro, comecei a duvidar de tudo que havia conquistado. Treze quilos a menos, super disposição, então resolvi coordenar tudo a minha volta. Espero que meu corpo nunca me acuse que eu passei dos limites, acho um tanto ridículo ter prazer em sentir dor nos joelhos, tenho uma relação destrutiva com a corrinhada. Prometo com todas as letras que vou maneirar. Deixar de ser egoísta, focar nos resultados, a natureza não perdoa quem a desrespeitou por anos, eu tinha transtorno do sono, cefaleia, ansiedade, sensação de inchaço e estava sujeita a mazelas de todas as doenças possíveis. Fico falando comigo mesma sobre a ansiedade que era a minha marca registrada, meu caso amoroso com o saleiro e meu vício diário em açúcar, sem açúcar eu parecia mil vezes irritada. Ninguém consegue explicar aos outros a solidão, principalmente se está acompanhada, eu estava me afundando em comida quando na verdade tinha mil oportunidades de viver. Um dia a vida vai unir você ao esporte e você vai perceber que perdeu muito tempo antes de tomar a melhor decisão da sua vida. Não se sinta ofendido, a solução certa para uma vida feliz é serotonina na veia. A vida cada vez mais violenta, a gente não controla o amor, a comida, os filhos, a gente não consegue controlar mais nada e a vida vai correndo contra o que desejamos, fingindo fugir do que nos equilibra. Não conseguia enxergar com lucidez, eu era uma usina de pensamentos antecipatórios, orgulhosa e vaidosa, minhas gorduras me deixavam medrosa ou arrogante, cheia de decisão própria, tomando a iniciativa, sem os pequenos problemas que sequestram a tranquilidade. Tem que gostar do conjunto. Somos imperfeitos e vivemos num mundo imperfeito, não sou intolerante com quem tem preguiça de se exercitar, não hesito em dizer que mudei minha vida para melhor, as dores de cabeça ficaram raras e eu não conseguia enxergar isso. Minha reação natural é acordar às quatro horas e dez minutos e me preparar para mentir para o sono que insiste em me desmotivar, enganar o estômago com água para que eu não faça exercícios com a barriga pesada. As circunstâncias são diferentes, antes eu tomava café da manhã em cinco minutos ou menos. Hoje tenho um amor maior por mim e pelo meu corpo. Quero apenas derreter as peles do braço e da barriga, ter horários regulares para as atividades físicas, falar mentalmente do que me faz bem, assim como palavra de escoteiro. Prometo não repetir. Prometo comer doces apenas em ocasiões especiais. Prometo evitar frituras e carboidratos brancos ao máximo. Prometo incluir frutas e verduras nas alimentações. Não existe um botão de desfazer, nem tecla de apagar, a vida é assim, sem voltas no tempo, minha atitude é apenas para manter a dignidade de um corpo e uma mente saudável. Nunca soube o que é carinho pelo corpo, mesmo na época de magrela, entupia meu corpo com porcarias e o que me deixava magra era meu metabolismo acelerado. Eu hoje tenho uma preguiça enorme de mastigar trinta vezes cada garfada. Dava-me uma preguiça de ir malhar, de controlar as porções, mesmo que meu cérebro suplicasse para eu desacelerar. A minha mente sempre me dizia para descobrir minhas características positivas. Não recebi amor antes de nenhum esporte, não me encontrava em nenhuma atividade que me desse prazer, eu me preocupava menos com a saúde e mais com o corpo que eu desejava ter. O que me move é a necessidade de me sentir valorizada, viva, amada, o que me move é a lucidez de uma vida sem remédios, sem desconfortos, sem fórmulas mágicas que não funcionam.

Conversar sobre o ex é irritante e chato Eu vou lhe confessar, não tenha dúvida, o lado cego de muita gente é querer falar d ex, não é porque você está sozinha que você ainda gosta dele, isso é apenas uma triste da equação. As mágoas geralmente ajudam a moldar quem você é atual…
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Conversar sobre o ex é irritante e chato Eu vou lhe confessar, não tenha dúvida, o lado cego de muita gente é querer falar d ex, não é porque você está sozinha que você ainda gosta dele, isso é apenas uma triste da equação. As mágoas geralmente ajudam a moldar quem você é atualmente, mas ninguém sente mágoa a vida toda, todo relacionamento traz também o que é bom, mas nada de consentimentos fáceis para falar do ex que nem você lembrava mais. Quero que me desculpe por todos os transtornos que causei quando insisti com as minhas amigas que elas tinham coisas mal-resolvidas com seus ex, quero que as últimas emoções não te deixem deprimida e cansada e quero odiar minha língua solta. A gente tem mania de controle da vida alheia, sempre acha que entende tudo, que compreende certas teorias, que nos conhecemos feito loucas, mas a animação se perde quando o assunto é tão irritante e frustrado. Estar sozinha não espelha a realidade que nós ainda amamos o passado, estar sozinha não nos desarma completamente para o amor, muito pelo contrário estamos abertas a ele. A gente sabe como os homens são, às vezes evitamos ser compulsiva e obsessiva. Pela lógica a gente ainda acredita no amor responsável ao invés do amor curtição. Sou ocupada e tenho uma vida, não consigo ficar grudada em alguém vinte e quatro horas, eu me canso facilmente com ordens no meu ouvido, sinceridade extrema não é importante para mim, principalmente quando alguém me diz que estou horrorosa, mesmo acabando de ouvir que eu me achei linda. Eu tracei meus próprios caminhos acadêmicos, busquei minhas referências, transformei raiva em frustração, tornei cinquenta por cento expansiva e os outros cinquenta quieta. Apesar de cansada sei ceder para levantar e te buscar um copo d’água, sei levantar bem-humorada, talvez agitada demais para o meu gosto, mas apesar de tudo isso que eu estou falando fazer parte de um passado que ajudou a me construir do jeito que sou hoje, não curto ouvir o tempo todo de gente que me cerca que talvez tenhamos sido feito um pro outro. Minha personalidade não permite brigas constantes, nem náuseas eternas, não perco tempo pensando no passado e não acho engraçado as pessoas se dominarem bipolares para evitar críticas. Obrigada pelo elogio, por me achar forte, centrada, feliz, às vezes meu estilo me causa problemas pelo simples fato de eu ser adaptável, sou feliz solteira, sou feliz casada, sou feliz divorciada, sou feliz de qualquer jeito, o que não consigo ser é infeliz. E não é para menos, felicidade combina comigo e muito. Sempre penso o pior de mim, sempre acho que mereço aquela transformação inacreditável, fui ensinada a falar tudo sem filtros e enfrentar os problemas sem medo, ele sempre andou dizendo por aí que não me aguentou e isso deve ser uma verdade lógica que nem um pouco me magoa. A mania de controle, posse, ciúme e superproteção não é meu estilo de vida, por vezes passei fome para me sentir mais atraente, por vezes me senti humilhada na frente dos meus amigos, em não raras ocasiões em que eu ficava furiosa, eu apenas me fechava. Tenho uma vida repleta de possibilidades, ele tinha outras razões que agora eu sei, ele sempre foi apaixonado por outro alguém, qualquer um conseguia ver que eu era boa demais para ele, é por isso que não curto falar de ex, porque o que tem que ser sempre é.

Quero alguém que tenha opinião própria, mas fique ao meu lado Revolta-me ser bonita, simples e singela e não ser reconhecida por quem você ama, eu não quero uma pessoa que fique amargurada, triste, sem sutileza nas palavras, eu não quero ser mais forte do que ele. Santa Mãe de…
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Quero alguém que tenha opinião própria, mas fique ao meu lado Revolta-me ser bonita, simples e singela e não ser reconhecida por quem você ama, eu não quero uma pessoa que fique amargurada, triste, sem sutileza nas palavras, eu não quero ser mais forte do que ele. Santa Mãe de Deus, não tenho habilidade para lidar com os sentimentos confusos, algumas coisas só produzem em mim mágoa e tristeza, não quero alguém depressivo e que não saiba “perder”. Não estou dizendo que vou “ganhar” sempre, mas é preciso saber perder ideias, vontades, certeza para a relação durar. É o famoso ora eu cedo aqui, ora você cede ali. Cansei de ficar tentando livrá-lo da tristeza sem fim enquanto eu me deprimia cada vez mais, não gosto de muitas coisas que pregam sobre instintos masculinos que só protegem os homens quanto a traições e isenção de afazeres domésticos. Existe em mim uma forte tendência a deixar tudo para trás, principalmente quando me rodeio de alguém que quer sempre ser atendido imediatamente, porém sempre faço reconsiderações e meu caminho de perdão é longo e generoso. Hoje me senti mal, precisava fazer algo, estava difícil entender o que eu sentia, estava em um restaurante barulhento e agitado, onde as pessoas em volta dançavam e tinham sorrisos vitoriosos, eu estava ali vivendo momentos duros de falta de paz, sem saber como me comportar. Não quero ser uma dona de casa tradicional, tendo em minhas costas a minha profissão, não quero ter sonhos sozinha ou sobressaltos por ter de cumprir sonhos alheios que ferem os meus, não quero ser destaque por estar indignada com a vida. Minha reputação não é lá essas coisas, sou conhecida como pavio curto, porém me conheço há muito tempo, sei que melhorei, sei por quem tenho atração, sei que não gosto de homens arcaicos, machistas, degradantes e déspotas, sei que quase tudo é tratável, mas não quero a incomparável rotina de ironias e conflitos. Nem sempre você consegue o que quer, tento protestar, algumas coisas na vida não fazem o menor sentido, nunca considerei certas coisas como parte de uma filosofia de vida. Não quero alguém que estimule minha personalidade tensa e irritadiça, não quero me sentir com uma aparência horrível, não quero falar palavras em códigos, eu quero plantar e colher bons frutos, quero tratar a causa e não o sintoma, preciso admitir que já fui tratada de maneira inconveniente com misto de interesse e indiferença. E isso eu não quero mais para mim.

Flashes - Eu não quero representar o papel de namorada ciumenta, se todas as mulheres agissem com segurança, não teria tanta infelicidade nos relacionamentos. - Eu preciso entender que o ser humano possui várias camadas e nenhuma profundidade quando tem o ingrediente do ciúme.
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Flashes - Eu não quero representar o papel de namorada ciumenta, se todas as mulheres agissem com segurança, não teria tanta infelicidade nos relacionamentos. - Eu preciso entender que o ser humano possui várias camadas e nenhuma profundidade quando tem o ingrediente do ciúme. - Estou desorientada com a necessidade de ser perfeita, esse apego ao corpo, à mente, as coisas, ao amor não correspondido, a querer ter domínio de tudo. - Coloque sua teoria em prática. Vou te dizer uma coisa os tempos mudam, mas a essência prevalece. - Eu preciso de algum espaço para me acalmar, escolhi a tristeza, a descrença, as mentiras, os julgamentos, o rancor, sofri preconceito, busca pelo poder, aceitei traições, fugi de mim, vivo a minha vida do jeito que der. - Estou esperando ansiosamente pela sua explicação com respiração rápida e com aparência de que esperarei até morrer. - Agora é tarde demais para reviver certas paixões, prometer transformações, estive estressada e ansiosa, hoje estou desacreditada em ti.

Cometi erros irreversíveis Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima…
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Cometi erros irreversíveis Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima do meu eu. As experiências negativas me marcaram profundamente, afastei de mim pessoas excelentes, perdi apoio, abafei os beijos, os elogios, o encorajamento. Comecei a ter fobia de relacionamentos, pânico de sofrer, raiva de casais felizes, rejeitava o fato de estar sozinha por consequência das minhas atitudes. Discriminava casais que não combinavam no meu soberbo julgamento, debochei de quem vivia de aparências, fui agressiva com quem me deu amor, ofendi publicamente quem estava ao meu lado, humilhei sem medidas, traí, precisava ser forte e grosseira para abafar meu complexo de inferioridade. Não conseguia entender a falsidade que rodeava os relacionamentos, as crises que fazem perder a sobriedade, a pessoas que se afastam da família e dos amigos e nem parecem as mesmas pessoas, a falta de generosidade ou a generosidade em excesso. Os amigos de infância que partiram para nunca mais voltar, ué, será que eu estava certa e o mundo inteiro errado? O processo de autoanálise é complexo, eu tinha um quê de superioridade que dificultava tudo. Eu precisava aprender a amar de verdade, eu precisava que alguém me chamasse para uma conversa franca, apontando os traumas que me fizeram desse jeito, eu estava cheia de relacionamentos saturados de atritos, mas eu não fazia o menor esforço em evitá-los. O pior de tudo é que eu me sentia bem comigo mesma, era radical, mas precisava falar e agir como penso, excluía pessoas da minha vida segundo meus julgamentos, não me esforçava para agradar, acolhia com alegria quem eu admirava, apostava em quem só me fazia mal e não respeitava minha intuição. Cobrei e exigi de pessoas que não estavam preparadas, nem tinham nada a me oferecer, eu com a minha mania de achar que as coisas insignificantes iam se transformar em extraordinárias. Tinha ideias fixas por controle, não superei os traumas das rejeições e traições, não acreditava em segundas intenções, eu sempre me doei totalmente sem perceber os riscos, estava presa emocionalmente, tinha medo de perder quem eu nunca tive de fato, um sentimento de culpa que me invadia e me dava à certeza de ter feito tudo errado outra vez. Eu era responsável por fazer os outros felizes, mas por viver em crises profundas, uma necessidade em estar certa, uma educação desequilibrada, eu não tinha nenhuma vantagem em ser assim. Fui insegura, ansiosa e eu não entendia nada de mim mesma até que descobri a força da palavra: Equilíbrio.

Eu não quero salvar ninguém Minha amiga favorita tinha alguns excessos de álcool, mas sempre que eu falava disso ela se afastava, eu estava esperando um bônus há muito tempo, compartilhei felicidade e tudo deu errado, ele revelou não ser muito religioso, mas era uma pessoa de bo…
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Eu não quero salvar ninguém Minha amiga favorita tinha alguns excessos de álcool, mas sempre que eu falava disso ela se afastava, eu estava esperando um bônus há muito tempo, compartilhei felicidade e tudo deu errado, ele revelou não ser muito religioso, mas era uma pessoa de bom coração. Não tenho medo de aceitar algumas coisas como são, evitar desentendimentos, e fazer baixar o termômetro da ansiedade, fui independente e inflexível demais por muito tempo, meu amigo preferido se afastou, tinha uma enxurrada de lembranças desconfortáveis e tudo isso me deixava imóvel, perdida no tempo. Provavelmente uma pessoa radical, inconveniente e agressiva eu fui, mas sempre com remorso no olhar, com a vontade de vencer tendo nas entrelinhas a petulância de se ruma pessoa difícil. Eu sou forte, protetora, carinhosa, generosa e pouco paciente, sei perder a arrogância e tenho medo das pessoas que não conheço e julgo pela capa. Adoro frio, detesto calor e nasci em Manaus, reconheço-me nas histórias alheias, sinto-me ridícula às vezes ao destilar o ódio com tanta facilidade, evito conversa fiada, admiro a forma como muita gente luta pelo que acredita. A cerveja e o suor não me apetecem, sou explosiva e já tive pretendentes gostosos em minha vida, mas nada que valha mais que um bom caráter, claro que você não deve mudar sua essência, mas pode pensar em ajustar alguns comportamentos, fico magoada só de pensar em tanta coisa que não relevei. Essa mania de ser verdadeira, de ser real é bastante grosseira, não quero dar notícias importantes, não quero perder tempo numa relação fadada ao fracasso, não quero uma lógica baseada em ressentimentos e amarguras, não quero ser exaustiva e deprimente. Não quero uma sinceridade católica, e um medo burguês de ser feliz, não quero carapuças servindo lindamente. Quero um mundo de atitudes, quero me acometer de alegria de repente, sem sentimento de culpa, sem o estranho arrependimento, com a liberdade e seu preço. Meu marido parece muito feliz no casamento então descobri que ele tinha outra, uma válvula de escape, meu mundo caiu, tive sede de sucesso matrimonial e descobri que meu relacionamento era uma farsa, até onde pude perceber só estava bom para mim. Não exatamente estava tudo perdido, ele ficava com as partes boas e eu com as ruins, frequentávamos a alta sociedade, eu tinha necessidade de agradar, de ter o máximo de pessoas ao meu redor me elogiando, não tinha controle de seu passos, nunca fui de fiscalizar ou controlar, achava que se a porta estava destrancada e se ele ficava é porque estava tudo bem. A pessoa boa aparenta ser direta, verdadeira e confiante, a pessoa má aparenta ser exigente, grosseira e arrogante, eu era uma mistura de ambas, observei a movimentação e os flertes ele não sabia que eu sabia e eu não sabia se queria que ele soubesse. Com o tempo eu me torno mais forte, cobro, luto, brigo, xingo, diminuo o meu peso enorme, descomunal, não queria ser a mulher carente ou grudenta, não queria voltar a ter intimidade na cama, o fato de saber que mais alguém além de mim compartilhava a cama com ele me dava nojo. Renasci das profundezas da carência, desacreditei no meu casamento, não aturo perdoar o símbolo do desrespeito que se chama traição, deixei a crença de que era só uma fase de lado e fui para o xeque-mate. Não há vencedores ou perdedores na separação, a pior coisa do mundo é ser admirada por qualidades que você não quer ter, você se importa com o que estão pensando de você, você fica intelectualmente chata e decide não salvar o mundo de ninguém, nem o seu.

Abandonar o medo inútil Estava com medo de tudo, como eu seria com isto ou aquilo, estava com desgaste emocional e físico, me sentindo triste comigo mesma, sem descobrir o segredo da felicidade citado em muitos livros de autoajuda sem a intenção de me mover para me sentir bem.…
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Abandonar o medo inútil Estava com medo de tudo, como eu seria com isto ou aquilo, estava com desgaste emocional e físico, me sentindo triste comigo mesma, sem descobrir o segredo da felicidade citado em muitos livros de autoajuda sem a intenção de me mover para me sentir bem. Amigos se fizeram presentes e como ninguém levantava a moral, eu decidi não esperar que as coisas mudassem, agi no momento em que acreditei ser o certo e mesmo perfeitamente indefinida busquei apoio nos neuróticos anônimos. O meu estado de espírito era péssimo, eu queria dormir 95% do meu dia, eu tinha tantas lições aprendidas, tanta sabedoria guardada, tantos conselhos na memória, mas não tinha a necessidade de mudar, mesmo rodeada de amigos, mesmo com tantas coisas positivas e diferentes ao meu redor, mesmo que meu passado só me trouxe alegrias eu não conseguia apreciar o presente. O meu coração percebeu coisas antigas, como tudo era mais leve, mais bonito, meu casamento chegou ao impasse, no início "tudo flores" como todos os outros e eu sonhava com o futuro igual ao passado, eu tinha necessidade de reviver algumas histórias, eu desejava tudo do meu jeito. Eu, muito dona de mim, não conseguia desempenhar um papel subordinado, nunca gostei de ordens, nunca me senti bem em me sentir dependente das ordens dos outros por conta disso iniciou-se em minha vida alguns conflitos em que bastava eu ceder para o sol aparecer. Dei mais um passo avante, foi preciso coragem e disciplina, além do controle do ego. Era evidente que eu precisava me separar, nós nunca combinamos e eu nunca me enganei. O que ocorreu foi que eu casei com o sonho de casar e não com meu ex-marido em si. Hoje eu me concedo o benefício da dúvida, sou plenamente capaz de entender vários mundos diferentes, até divirto-me com cada situação, amo a natureza e me curei escolhendo a paz como modo de vida. Encontrei o verdadeiro tesouro, meu oásis emocional, meu equilíbrio e fortaleza e redescobri todas as sensações aprendendo a aceitá-las inclusive as mais difíceis. Passei a ficar em casa raramente, não que eu me sentisse só, eu apenas precisava recuperar o tempo perdido, queria alcançar meus sonhos com meus braços. Dãããã, enfim acordei, destruí o pequeno desgosto que virou uma grande depressão, alcancei a força de vontade, reconstruí os alicerces, arrumei um noivo, vou me casar e isso tudo é maravilhoso pois só demonstra que eu enfim, recebi amor de mim mesma o que atraiu o amor de volta.

O impulso inicial de julgar o próximo Dados agregados de nossos valores nos fazem sempre achar defeitinhos nos outros, uma agenda de compromisso está sempre cheia porque só dou valor a quem quero, ou eu desprezo tal coisa porque tenho preconceitos em minha cabeça. As pessoas de…
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O impulso inicial de julgar o próximo Dados agregados de nossos valores nos fazem sempre achar defeitinhos nos outros, uma agenda de compromisso está sempre cheia porque só dou valor a quem quero, ou eu desprezo tal coisa porque tenho preconceitos em minha cabeça. As pessoas dedicam muitos “cuidados” a vida alheia e como reação instantânea de “não, obrigada” nos abalamos com quem toma distância. O julgamento é infalível e a gente sobrevive. O olhar do outro sobre nós não significa mudar seus valores ou sua identidade, muito menos ser artificial ou representar, as pessoas sentem necessidade de escolher um lado quando olham para a vida dos outros. A vida é comum, extraordinária e surpreendente, passageira e precisamos ajustar o comportamento, mesmo que a gente reclame sem razão, mesmo sendo tratada com um desdém insensível, mesmo que seu livro seja uma porcaria. Sempre temos uma impressão negativa de alguém, até dos mais próximos, é sempre um dito e feito manipulado pela nossa cabeça, talvez nossa existência seja julgadora como um trem descarrilado que perde a direção. Esta é minha história, com vírgulas, falhas, fases, tropeços, com alegrias e alguma mudanças, mas sempre alguém quer que eu mude algo em minha essência, as coisas vão tomando um rumo que eu não gosto, já sofri tragédias e conquistei com elas amadurecimento. Ãrrã, talvez seja necessário sentir tragédias, mas é um lição muito dolorida, muito pior do que lendas urbanas de dar medo. Cabelo desgrenhado deve ser escovado, ou o “Eu nunca faria isso”, ou eu preciso mostrar as minhas cicatrizes, pois são piores que as suas, ou tenho a desculpa do transtorno bipolar ou da fobia social. Algumas pessoas não enxergam nenhuma qualidade que eu assinalara como desejáveis, parece familiar? A vida, o ser humano e seus medos de desagradar, somos bisbilhoteiros, só fui saber tarde da noite aquela fofoca quem nem me diz respeito. E a desculpa de que o mundo é desse jeito ou o “tem que ser assim”. A gente Perde a privacidade, entre alegrias e lágrimas percebe as alegrias da vida, transforma lugares em farra permanente com os amigos. Estou pensando em fazer assim, em ir aquele lugar, eu curtir as minhas noites, mas tenho que ouvir a opinião alheia, porque o mundo têm pessoas cruéis e com saúde de ferro. Será que é feio admitir que já desejei a morte de alguém? Preciso sair daqui o quanto antes, preciso ter legitimidade em viver, não quero me sentir tensa, menosprezada ou negligenciada, preciso de um lar feliz, composto de pessoas felizes. Acredito que a bondade ainda não morreu, basta enxergar através dos olhos, arrumar discussão para quê? Ser competitiva com que objetivo? Controladora? Atacar as femininas como fúteis, ou as chefes do lar como independentes demais e as mães como superprotetoras. É importante viver enquanto vivemos. Faz parte! Eu costumava ser a cruz dos outros, tinha problemas com as pessoas bem-sucedidas na carreira, o que eu podia fazer além de mentir que estava feliz com aquela conquista quando na verdade achava o prêmio pelo puxa-saquismo. O não julgamento é um sonhos possível para quem se encontra em harmonia com o essencial, mesmo que não saiba bem conscientemente, mesmo que não se tenha tempo para pensar, mesmo sem a facilidade de desligar essa personalidade de juiz que habita em nós.