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Frase de Arcise Câmara

Preocupados em aumentar seus próprios bens Vou às ruas, não vou fazer vistas grossas diante de tanta corrupção, mas isso não é de agora, todo mundo rouba, me admira você se sentir decepcionada, alguns dizem. Com serenidade eu respondo, sou contra corrupção, sou contra ladroagem, sou contra desvio de verbas públicas, sou contra guerra entre Aécio e Dilma, sou contra o “Eu não te falei!”, “Eu te avisei!”. Não estou em busca de terceiro turno, estou em busca de punição, de que os responsáveis sejam culpados e “exonerados” dos cargos, sou a favor da limpeza no congresso, da reforma política, da ficha limpa, sou contra pessoa inocentes e doentes pagarem o pato por não ter medicação, não ter leito, não ter vaga enquanto o desvio da Petrobrás come solto, sou contra quem sempre se insinuou honesto dizer que não sabe de nada e não ler o que assina ou ainda alegar que foi mal assessorada. Sou contra gente tentando trocar acusação entre partidos para mudar o foco. Estou exagerando? Não! Estou sofrendo ameaça? Não! A Petrobrás não faz auditoria há oito anos produção? A Petrobrás não tem auditoria interna? A Petrobrás é sonolenta mesmo com seus gastos? Não é só pela Petrobrás que vou às ruas, vou às ruas contra a campanha milionária que faz os políticos venderem a alma para se elegerem em troca dos superfaturamentos que conhecemos, vou às ruas pelos descompromissos com a campanha, vou à rua contra a moralidade mentirosa pregada aos ventos, vou à rua porque deu zebra para a Petrobrás, deu zebra para o real desvalorizado, deu zebra para a imagem do Brasil no exterior, deu zebra na inflação, deu zebra na conjuntura econômica desfavorável. Enquanto isso eu resolvo o quê? Curtir meu domingão na piscina aliás, sou branca, rica (só segundo o IBGE), burguesa, mulher que bato panela com bucho cheio e tive a chance de votar em quem eu quisesse em outubro. Sim tive a chance de votar, votei no menos pior, votei em quem acreditava e iria para as ruas contra ele, contra a ditadura de vitimizar a Presidente dos Proletariados contra a Burguesia. Você jura que essa conversa é em off, que você não está nem aí para o futuro do país, que você se basta com 35 reais, com bolsa família, pronatec, pro uni, bolsa idioma e todos os programa sociais até certo ponto justos, porém eternos, porém medíocres, porém “vou continuar votando neles para não perder o benefício”... Sinto-me impotênte diante dos fatos, a nação não se sente valorizada, a explicação é lógica, estamos cansados do "rouba, mas faz", estamos cansados de permitir esse descaso com o dinheiro público, ainda bem que esse dia chegou, ainda bem que há chances de fazer os políticos emagrecerem dois quilos com preocupações, ainda bem que dá tempo de arrumar a casa e dar uma cartada de mestre para provarmos em uma manifestação apartidária que temos vários meios de combater a corrupção. Eu vou te dar um conselho não vai dar em nada. Será? Será que não poderíamos vencer no cansaço por tamanha indignação? Será que a presente classe política atual nos representa como gostaríamos? A causa é grande e o efeito é catastrófico, um erro e a omissão, mais erros e mais omissões, mil erros e mil omissões. Estão nos roubando a dignidade de viver. Estão tentando nos intimidar, estão tentando perturbar a sua mente com um monte de mentiras, nos colocam como seres manipulados pela imprensa, nos colocam como indignados de redes sociais, nos colocam em foco com maria-vai-com-as-outras, ou ainda que não podemos perder o embalo do oba-ba. Odeio cenas, pelo seu direito de gritar eu aprovo esse governo e pelo meu direito de gritar toda a minha indignação a roubalheira que fere sem formalidades meu direito à saúde, educação, infraestrutura, salário digno, moradia. Sem desrespeito, sem descontrole, sem ansiedade, sem nervosismos, vou às ruas pelo meu calcanhar-de-aquiles, vou às ruas pelo respeito as pessoas, vou às ruas para não morrer entalada pela boca diante de tanta covardia, vou às ruas contra esse comportamento ilícito de enriquecer o próprio bolso, vou à rua porque sou parte do povo brasileiro que acredito num país melhor.

Arcise Câmara

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Arcise Câmara

⁠A universidade pública acolhe predominantemente os herdeiros dos privilégios sociais Já fui contra cotas, achava que pelo fato do meu pai ter vindo de uma família miserável e ter galgado o sucesso, achava que se meu pai foi capaz, qualquer um seria.Sempre me traí por coisa pouca…
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⁠A universidade pública acolhe predominantemente os herdeiros dos privilégios sociais Já fui contra cotas, achava que pelo fato do meu pai ter vindo de uma família miserável e ter galgado o sucesso, achava que se meu pai foi capaz, qualquer um seria.Sempre me traí por coisa pouca, achava que a simplicidade da vida tornava tudo mais fácil, mudei quanto a maneira de pensar, comportamento, convivência social, acredito no sistema de cotas.Nós adultos às vezes temos comportamentos impróprios para nossa idade, maturidade é o nível de desenvolvimento em comparação com pessoas da mesma idade. Aprendi que há muita desigualdade no aprendizado.A história da minha vida deve ser recuada alguns anos, minha infância foi feliz e sem luxos, aliás luxos nunca tivemos, mesmo nos tempos de ouro e fartura, vivemos compartilhando com os que menos tinham.A história de cada homem é essencial, eterna e divina, o jovem de hoje, alcança a maioridade sem atingir independência real em relação aos pais e outros adultos, demora mais o sonho da faculdade ou da casa própria, as coisas ficaram mais difíceis.A família é a mesma, nem sempre o ambiente é o mesmo, as cotas levam em conta até uma alimentação insuficiente e inadequada que causa fadiga, isolamento social e até comportamentos agressivos.A cota elimina as distâncias entre jovens desnutridos, desempregados, sem dinheiro para livros, dá autoestima a si mesmo, contextualizando cada indivíduo com seu próprio ritmo de desenvolvimento.Os jovens têm interesse pelas coisas da vida prática, a vida não é apenas o prazer carnal, há sociedades que não permitem ou reprimem relações sexuais antes do casamento e o melhor da faculdade é o senso crítico que brota na cabeça de cada um.O instinto de inutilidade pode ser canalizado para os estudos, os problemas psicológicos que os adultos enfrentam, são repressões na infância de que nasceram para ser pobres.O desenvolvimento é um processo contínuo e ordenado, ser alguém exige esforço, uns poucos são privilegiados e a maioria é explorada.

⁠Esta manhã quando eu não tinha nada para fazer Comecei a fazer tudo em excessos, engordei porque comi muito, fui excessivamente mesquinha, falei muito sem dizer nada, preocupava-me exageradamente, pensei muito em termos branco e preto , tudo ou nada.Essa não é a maneira de ser l…
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⁠Esta manhã quando eu não tinha nada para fazer Comecei a fazer tudo em excessos, engordei porque comi muito, fui excessivamente mesquinha, falei muito sem dizer nada, preocupava-me exageradamente, pensei muito em termos branco e preto , tudo ou nada.Essa não é a maneira de ser ligada a natureza. A humanidade é imortal e estamos aprendendo nossas lições, vamos todos para o mesmo lugar, pegamos algo místico e transformamos em algo familiar, cotidiano e prático, tornamos tudo um hábito.Compreender que ninguém é maior que ninguém. Somos todos iguais mesmo com contradições óbvias: virtudes, temperanças, finanças, direitos, habilidades, inteligências, aptidões, paciências e compaixões, cada um desenvolve as habilidades em algum grau.Nossa missão é aprender a sermos divinos, sem existir aquele ar de superioridade ou o drama da procura da alma gêmea que nem sempre é ou quase nunca é amor romântico. Não existe a menor dúvida, ser feliz é o desejo de todo ser humano.Adequação a um momento diferente da vida e nesse momento me veio muitos agradecimentos na cabeça e no coração como este: querida mamãe, obrigada por tudo, sei que não sou a filha que mereces, mas na maior parte do tempo, consigo segurar a língua, quando me sinto chateada. Isso foi um aprendizado seu.Frequentemente reclamei dela e tentei ser gentil. É a pessoa que amo que me provoca mudanças, sempre com uma história motivada para contar. Quando alguma coisa de ruim acontece é honroso e aceitável salvar a própria pele, mas não para minha mãe, o honroso seria salvar quem estar ao redor.Não sou adepta a receitas, fórmulas mágicas e milagrosas nunca existiram, trato todos como se fossem todos iguais, mas a maturidade e ritmo pessoal me dizem o contrário. Ninguém nasce sabendo, é preciso trabalhar em grupo para compreender os recursos materiais, carinho, compreensão, amor. Somos diferentes e precisamos de abordagem diferente.Não cresci num lar em que todos os esforços são despendidos para uma sobrevivência difícil, com tensões e conflitos, não fui uma criança não amada ou rejeitada que manifestava necessidade de reconhecimento, atenção e carinho. Porém, convivi com crianças "problemáticas" e não sabia lidar.Também não era a criança perfeita, desenvolvi certos cacoetes ou hábitos de comportamentos, depois de tantas avaliações psicológicas, aprendi a avaliar a mim mesma, a minha emoção, diversão, relações com amigos e com meus pais, resolvi planejar, realizar, verificar, limitar o desenvolvimento do pensamento e do raciocínio, dar demasiada importância aos resultados, alguma atitudes me fizeram bem, outras, mal.E por isso essa manhã parei pra pensar na vida.

Sensibilidade de Fim de Ano Se tem uma coisa que me deixa com toda a sensibilidade do ano acumulada, se chama festas de fim de ano, fico chorona, agradecida, entristecida e toda a avalanche de sentimentos nobres ou não, acumulados durante o ano. Fico com vontade de ser aquela p…
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Sensibilidade de Fim de Ano Se tem uma coisa que me deixa com toda a sensibilidade do ano acumulada, se chama festas de fim de ano, fico chorona, agradecida, entristecida e toda a avalanche de sentimentos nobres ou não, acumulados durante o ano. Fico com vontade de ser aquela pessoa melhor, fico com vontade de me afastar de quem não me faz bem, não importa se esse alguém é o pai, a mãe, o irmão ou a vizinha do 305. As lágrimas fluem naturalmente e eu fico angustiada com essa bomba interna de emoções. Planejo um ano maravilhoso com família e amigos, planejo um ano de muita saúde, muita paz. Muita sabedoria, planejo que todos os meus dias eu possa me controlar emocionalmente. Não é fácil este sobe e desce de fim de ano, não é novo, todo ano é assim, as mágoas ressurgem, parece que tem sempre algo mal resolvido. Tenho muito a agradecer, principalmente pela saúde das pessoas que eu amo. Saúde não tem preço, não se calcula e muitos nem dão valor. Não quero deixar a oportunidade de ser feliz escapar, não quero anos e anos sentindo-me chorosa e deprimida na virada do ano, quero despertar essa consciência de que o ano foi maravilhoso, talvez não fantasiado com os meus sonhos, mas foi contagiantemente bom. Houveram as crises, as angústias, as risadas, as dúvidas, os sentimentos retorcidos, a falta do que fazer, o mergulho no igarapé, as viagens, os amigos. Ah os amigos! Não existe felicidade sem eles. Justiça seja feita, o saldo de 2013 foi positivo, meu país prendeu mensaleiros, as pessoas foram para as ruas, o Brasil ficou um pouquinho mais sustentável, os vegetais ocuparam 50% do meu prato. Foi um mata-mata da preguiça, um novo despertar para as atividades físicas, exerci minha cidadania de várias formas, inclusive pensando no outro na hora em que o carro fica mal estacionado e é preciso, mesmo com toda a pressa do mundo consertá-lo para que o outro não seja prejudicado. Assinei petições on-line de toda ordem, petições em que acredito, fiscalizei alguns projetos, obtive um outro olhar sobre as necessidades de todos nós, fiz boas ações, participei do sorteio de ingressos da copa, espero ser contemplada. O mundo vem mudando, as pessoas andam despertando para a consciência coletiva, isso é bom! Os especialistas acreditam na herança de mudanças contínuas. Eu também acredito, as eleições vão chegar, é a nossa maior autoridade frente ao que queremos, nossos desejos e nossas lutas de um mundo mais justo. Olhos aberto para as alianças partidárias. Manaus ficou mais suja, é preciso leis de bom senso, cuidado, critérios, queria o direito de viver bem, que as ações do outro não me prejudicassem. Fim do ano eu me fechei para balanço, como sou um ser que preciso de adequações, foram tantas jornadas, tantas máscaras (sim, calei quando queria explodir, sorri quando queria chorar, fingi estar calma quando estava mais nervosa do que vara verde), mas foi um ano de muitas conquistas. Tive crises nervosas, mergulhei em Copacabana, dei um pulo na Europa, contribui de alguma forma para sanar a crise por lá. Procurei emprego para amigos, senti no bolso o poder da inflação, cortei o tomate e a farinha dos meus itens de cesta básica, me adaptei. Fiquei mais ecochata, tenho uma preocupação nata com o meio ambiente, acredito na vida em sintonia com a natureza, a preservação é a estrada do futuro, o caminho da perenidade. Os combates foram muitos, perdi guerras, ganhei lutas, empatei democraticamente, foram muitas justiças e injustiças, foram sentimentos patrióticos misturados ao desejo de prontos para a Copa em todos os sentidos, prontos em educação, saúde, locomoção e infraestrutura. Um desejo de um 2014 Glorioso!