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Frases de Apólyti

81 frases

Enquanto tudo o que tiverem a oferecer forem corpos, não haverá espaço para sentimentos verdadeiramente ditos. Afinal, crânios em volta de matéria comovem somente os fracos.
Olhando de minha janela vejo pessoas Todas padronizadas caminhando igualmente Seres controlados seguindo seus dogmas
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Olhando de minha janela vejo pessoas Todas padronizadas caminhando igualmente Seres controlados seguindo seus dogmas Priorizando sempre suas próprias normas Escondendo suas asas pois são parasitas Que sempre vivem famintas Se alimentando de diferenças Se apropriando de crenças; Por que tudo isso? Será que esse foi o resultado da "evolução" ? De toda maneira ainda vejo o horizonte Um horizonte de decepção Um mar sem vida O remédio que não cura nenhuma ferida.

Profano Tempo: Há um inimigo meu Um ser que nunca se cansa
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Profano Tempo: Há um inimigo meu Um ser que nunca se cansa Eu incompleto e ele pelo contrário, se esbanja Você nunca serás meu amigo Para mim um eterno conflito De você eu nunca serei conivente Prefiro morrer de amargura à ser seu assistente; Pergunto-me as vezes Por que és tão insistente? Se de mim já arrancaste tudo Tirou minha vida e me deixou em luto; De você tenho o ódio mais profano Quero que se acabe o mais breve possível Pena que és eterno, um eterno inimigo. Para mim já não resta nada Você me deixou na chuva sem morada Levou meus amigos e meus momentos E ainda deixou as lembranças a meu tormento; Passa devagar mas leva tudo consigo Arranca meu coração e me fura com vidro Não sei se darás ouvido Mas de você guardo muito rancor Congelou-me e nunca ofereceu calor; Nunca vencerei você mas eu sempre tento Para meu maior inimigo O tempo.

De certa forma todos vamos morrer, sendo alguém bom ou não isso só vai mudar sua trajetória nunca seu destino, estamos condenados a tristeza e a morte. O céu não está estrelado, e isso já muda minha noite, eu vejo as estrelas como almas, pois as que vemos já deixaram sua existên…
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De certa forma todos vamos morrer, sendo alguém bom ou não isso só vai mudar sua trajetória nunca seu destino, estamos condenados a tristeza e a morte. O céu não está estrelado, e isso já muda minha noite, eu vejo as estrelas como almas, pois as que vemos já deixaram sua existência a muito tempo e o que vemos é somente seu brilho, e quando eu não às vejo parece que minha noite é vazia, me sinto na total solidão, sem uma inspiração, logo triste, situação parecida com o que sinto no meu dia-a-dia, mesmo andando na rua com dezenas de pessoas ao redor me sinto invisível, um fogo sem oxigênio.

_Ponte dos desejos_ Caminhou até o possível Parou consciente
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_Ponte dos desejos_ Caminhou até o possível Parou consciente Sem carecer outro nível Não habituado ao decadente Mas se via sorridente Obteve à lucidez Atingiu a honra Se fez cortês. Saciava-se com pouco Esperava menos Sabia que não haveria Dias mais amenos Não planejava Não era comparado Existia ali Sem ser pressionado.

O que resguardar? O tempo cuida de tudo Esta é a maneira de preservar
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O que resguardar? O tempo cuida de tudo Esta é a maneira de preservar O cargo à se ocupar Por alguém tão digno. Pois ele não tarda Guarda memórias Se ocupando de tristezas E tantas histórias. Mas não há de se preocupar Mais cedo ou mais tarde Ele irá lhe retornar Suas respostas esclarecer E seus gritos calar.

Cativamos menos os rostos Valorizamos mais a integridade Descartamos à tese de perfeição
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Cativamos menos os rostos Valorizamos mais a integridade Descartamos à tese de perfeição E neste momento tudo mudou O fluxo alterou-se A felicidade não teve mais vergonha O tempo se orgulhou De somente ele ter essa oportunidade E deixar para acontecer Pois não há terra fértil Essas rosas demandam atenção Onde apressados às deixam morrer.

Quem se domina ruído não se conforma com o silêncio. Não desfruta da doçura Se consome de loucura
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Quem se domina ruído não se conforma com o silêncio. Não desfruta da doçura Se consome de loucura Havendo apenas a heresia Apenas um leigo Morrendo ao exceder do dia. Mas não revolte ao pecado Desapareça lúcido Invés de amordaçado Pois não há juízo Ao contrário Cada qual com sua parte de vigário.

A influência comparativa, os ratos marcados pelo ambiente. A tendência é esta marcha constante, o caminho para a falta de autonomia. Há tempos eu observo que nada é autêntico, não importa a transformação, ou o que pretendem criar.
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A influência comparativa, os ratos marcados pelo ambiente. A tendência é esta marcha constante, o caminho para a falta de autonomia. Há tempos eu observo que nada é autêntico, não importa a transformação, ou o que pretendem criar. Que a biologia me considere ignorante, que a psicologia me censure, mas minha opinião é esta "a marcha é constante". O indivíduo não sabe mais quem é, as combinações são limitadas, assim como a observação feita de cada um, que nada vai se ter de diferente em termos satisfatórios do tipo "sou único". Vou colocar dois exemplos desta tese: ~A esponja tecnológica (sim, irá fazer sentido); ~ O espelho de outra face; ------ *O primeiro tópico, se refere a influência da internet e a formação múltipla de conceito. Por mais que tentemos, por mais que haja um esforço envolvido, não há a relação de uma pessoa criada (perfil) da pessoa que existe, não por parte consciente. Pois, o comportamento se altera, o que se vê não é a pessoa, é só um conceito, uma troca mecânica de ângulos, de pareceres momentâneos. E é isto que nos afeta, não se faz necessária a opinião formada, é monótono. Assim como não há a preocupação do repasse infográfico. É por isto que existe excesso, não há como fazer o diagnóstico de personalidade de cada pessoa, nem menos da sua. Quem atua é o robô persuasivo sobre os outros, a ideia nem precisa ser validada ou existir fora dos sinais transmitidos, só precisa ser "justo" aos olhos de alguém, que por sua vez, encontra outros "justos" coniventes. Situação esta, que acaba dando espaço a uma fábrica de tópicos do que existe ou não para saciar a criação constante (conteúdo). Criação esta, que vai confrontar tudo e todos enquanto puder, seja dando desculpas para sexualizar algo (tal pessoa não me agrada, só me atrai parte Y do corpo), seja para expor infelicidade, justiça (não se poder fazer Y gostando de W) não importa. É racional exemplificar isto como um campo de batalha, onde todos devem guerrilhar, e se você nega a guerra, se usa uma bússola onde a norma é estar perdido, você não é ninguém. Os critérios, por sua vez, são a base da loucura (decida logo, faça algo, comente isto). Isso é a esponja tecnológica, a absorção de informação, que muitas vezes é conhecimento, mas que nada se pode aproveitar, não se sabe mais quem és, se desnorteia. *O segundo tópico, é um exemplo parecido com o anterior, com a diferença que você se olha no espelho e enxerga outra pessoa. Situação esta que pode acontecer de várias formas, como: ˙Inspiração obsecada (eu sou X pessoa, e não há nada que me diga que ira me convencer do contrário), ˙paixão "complementar" (que é muito apoiada e ideológica aliás), que trás relatos como "Você faz parte de mim, não consigo me imaginar sem sua presença na minha vida", e a última colocação, ˙a observação do que você já foi/quer ser em outra pessoa. Que explicando de forma clara é um curto filme retratado na nossa mente. Algo do tipo ver alguém entrando na faculdade e lembrar do seu sonho de arquiteto. Vale lembrar, o espelho de outra face é a formação temporária da sua imagem sob outra pessoa. Que pode ser entendido como: ~Falta de reconhecimento próprio/fanatismo ou pressão de ser alguém. ~Crença de reciprocidade. Que um uma opinião pessoal, não alimenta muito tempo um relacionamento. Pois, chega um certo momento que: Ou você se sente inferior e se relaciona com alguém "superior"para equilibrar sua balança imaginária, ou você se sente superior e sente pena de deixar a pessoa, que também pode acontecer por "isto está bom, não vou encontrar nada melhor". ~Lembrança melancólica. Que também pode ser motivacional, mas que não se aplica ao seu ser presente, algo do tipo "criança interior, adolescente sonhador, por favor não morram". Os exemplos acima podem ser revisados através do símbolo ˙, que estão em ordem em relação aos traços. Espero que haja um entendimento legítimo do que tentei passar no momento. Provavelmente irei me esquecer do que escrevi, e isto vai se perder em alguma folha qualquer, mas em algum momento, dominado (ou não) por essa rebeldia ligada a "socialização digital", eu quis escrever, e fiz.

E aquele momento eu percebi Naquele instante eu notei que mereci viver A vida tinha me dado uma segunda chance
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E aquele momento eu percebi Naquele instante eu notei que mereci viver A vida tinha me dado uma segunda chance Depois de um dia terrível, de repressão, de angústia Eu chegava a pé, andando desde o terminal rodiviário até a escola Vi o ônibus da escola, já estava quase partindo para a viagem Eu mostrei a identidade e depois entrei ali De rápida corrida de olhos, muita gente, muitos lugares ocupados Muita conversa, um ambiente carregado de entusiasmo E eu ali, possesso de ódio, de vingança, corrompido totalmente por um desejo de autopiedade, já ia caminhando para o meio do ônibus, sem muito festejo Então ouvi uma voz baixa ''Ei, você pode sentar aqui se quiser'' Hoje posso ver Hoje analiso, como tudo estava planejado Como todas as condições necessárias para mim estavam ali Me sentei ao seu lado Você estava com fones de ouvido, e com uma energia tão boa, que chegava me comover, mesmo antes de falar qualquer coisa Me perguntou como eu estava Ah! Era aquilo que eu queria Nunca quis tanto Aquelas palavras Como uma chave Abriram aos poucos o meu coração penoso E ali eu contei Ali eu me senti como se estivesse descarregando um caminhão de emoções As palavras carregadas de amargura, ligadas diretamente a um propósito pesosal, rolavam como pedras em uma ladeira E aquela nuvem negra, que chovia somente pra mim os desprazeres da vida, ia se afastando Agora havia espaço então para o sol no horizonte A injustiça que meu olhos juravam Não era tão justa E aquela autopiedade ia perdendo força E fui vendo que eu não era o centro do universo Suas palavras doces me acompanharam durante a viagem Você até deitou no meu colo em determiando momento E por mais que naquele ônibus não tivesse silêncio Por mais que as músicas do ambiente eram extramente ruins Tudo estava belo Me senti amado como nunca E por mais que não fosse sua intenção Sua presença naquele momento, me mostrou outra perspectiva da vida Ponto de vista este que minha visão voltada a mim mesmo e limitada ao derrotismo não via O silêncio no meu peito agora era uma realidade Já não havia tanta obsessão As paisagens passavam pela janela Como filme Eu afagava seus cabelos E aquela harmonia, agora fazia parte de mim Conforto e felicidade são sentimentos razos ainda para aquela situação Só posso dizer Que aquela viagem, mesmo sem ter tido nada de interessante no destino Me lavou a alma O maior aconchego que tive daqueles tempos terríveis De tal forma, que hoje posso reconhecer que a compaixão humana salva vidas Sou muito grato pela sua passagem em minha vida Bruna, e que em breve possamos novamente nos encontrar.

⁠As coisas não eram tão bizarras assim Eu tinha um controle sob as circunsntâncias Não deixava que a a angústia me fizesse visita
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⁠As coisas não eram tão bizarras assim Eu tinha um controle sob as circunsntâncias Não deixava que a a angústia me fizesse visita O meu medo para falar a verdade Sempre foi viver uma vida sem questionar nada Mas de tal forma Mesmo que feliz e santificada Por algum motivo desaba A conformidade Vai além de aceitar as verdades Mas também de se aceitar as mentiras Que sabemos que são mentiras Mas fazem parte de nossa peça teatral A perdição O porre de lágrimas que tomei Foi por causa da comparação Maldita comparação Me oferecendo assim No instante e de prontidão Uma taça de egoísmo Brindamos naquela magia E naquele telão Mostrava o quanto eu perdi O quanto uma ação pesara O quão grande é o peso de uma autonomia Evento com algum propósito Talvez um sacode da vida De que a injustiça é rara E para elevar-me á aquele pódio de importância Seria necessário um pouco de fábula Pois aquela colocação minha fraqueza impede Já saciado pela inveja e arrependimento Pude ver o quão mesquinho é o crítico O apontador de defeitos O preguiçoso analítico As oportunidades foram as mesmas Que trunfe o esforçado E o blasfemador sem cor Que se contenha com sua própria presença.

⁠Não é a primeira vez Queria eu Que fosse a última
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⁠Não é a primeira vez Queria eu Que fosse a última Este é um dos meus notáveis erros invisíveis Oculto pelo caráter E pelo fato De eu ser um depósito de questões mal-compreendidas Ainda não encontrei a causa nobre Ainda não achei o tal rumo a se seguir Por vezes acabo nestes diálagos gritantes Me censurando Contradizendo meus valores Tu eras a chama da resistência, lembra? Seria um vício Um tremendo erro O que uma mente sozinha tem a oferecer? Minhas doutrinas sempre estabeleceram uma tolerância Devo levar em consideração Estou em ascenção Estou em ascenção Estou em ascenção...