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Frase de Apólyti

A influência comparativa, os ratos marcados pelo ambiente. A tendência é esta marcha constante, o caminho para a falta de autonomia. Há tempos eu observo que nada é autêntico, não importa a transformação, ou o que pretendem criar. Que a biologia me considere ignorante, que a psicologia me censure, mas minha opinião é esta "a marcha é constante". O indivíduo não sabe mais quem é, as combinações são limitadas, assim como a observação feita de cada um, que nada vai se ter de diferente em termos satisfatórios do tipo "sou único". Vou colocar dois exemplos desta tese: ~A esponja tecnológica (sim, irá fazer sentido); ~ O espelho de outra face; ------ *O primeiro tópico, se refere a influência da internet e a formação múltipla de conceito. Por mais que tentemos, por mais que haja um esforço envolvido, não há a relação de uma pessoa criada (perfil) da pessoa que existe, não por parte consciente. Pois, o comportamento se altera, o que se vê não é a pessoa, é só um conceito, uma troca mecânica de ângulos, de pareceres momentâneos. E é isto que nos afeta, não se faz necessária a opinião formada, é monótono. Assim como não há a preocupação do repasse infográfico. É por isto que existe excesso, não há como fazer o diagnóstico de personalidade de cada pessoa, nem menos da sua. Quem atua é o robô persuasivo sobre os outros, a ideia nem precisa ser validada ou existir fora dos sinais transmitidos, só precisa ser "justo" aos olhos de alguém, que por sua vez, encontra outros "justos" coniventes. Situação esta, que acaba dando espaço a uma fábrica de tópicos do que existe ou não para saciar a criação constante (conteúdo). Criação esta, que vai confrontar tudo e todos enquanto puder, seja dando desculpas para sexualizar algo (tal pessoa não me agrada, só me atrai parte Y do corpo), seja para expor infelicidade, justiça (não se poder fazer Y gostando de W) não importa. É racional exemplificar isto como um campo de batalha, onde todos devem guerrilhar, e se você nega a guerra, se usa uma bússola onde a norma é estar perdido, você não é ninguém. Os critérios, por sua vez, são a base da loucura (decida logo, faça algo, comente isto). Isso é a esponja tecnológica, a absorção de informação, que muitas vezes é conhecimento, mas que nada se pode aproveitar, não se sabe mais quem és, se desnorteia. *O segundo tópico, é um exemplo parecido com o anterior, com a diferença que você se olha no espelho e enxerga outra pessoa. Situação esta que pode acontecer de várias formas, como: ˙Inspiração obsecada (eu sou X pessoa, e não há nada que me diga que ira me convencer do contrário), ˙paixão "complementar" (que é muito apoiada e ideológica aliás), que trás relatos como "Você faz parte de mim, não consigo me imaginar sem sua presença na minha vida", e a última colocação, ˙a observação do que você já foi/quer ser em outra pessoa. Que explicando de forma clara é um curto filme retratado na nossa mente. Algo do tipo ver alguém entrando na faculdade e lembrar do seu sonho de arquiteto. Vale lembrar, o espelho de outra face é a formação temporária da sua imagem sob outra pessoa. Que pode ser entendido como: ~Falta de reconhecimento próprio/fanatismo ou pressão de ser alguém. ~Crença de reciprocidade. Que um uma opinião pessoal, não alimenta muito tempo um relacionamento. Pois, chega um certo momento que: Ou você se sente inferior e se relaciona com alguém "superior"para equilibrar sua balança imaginária, ou você se sente superior e sente pena de deixar a pessoa, que também pode acontecer por "isto está bom, não vou encontrar nada melhor". ~Lembrança melancólica. Que também pode ser motivacional, mas que não se aplica ao seu ser presente, algo do tipo "criança interior, adolescente sonhador, por favor não morram". Os exemplos acima podem ser revisados através do símbolo ˙, que estão em ordem em relação aos traços. Espero que haja um entendimento legítimo do que tentei passar no momento. Provavelmente irei me esquecer do que escrevi, e isto vai se perder em alguma folha qualquer, mas em algum momento, dominado (ou não) por essa rebeldia ligada a "socialização digital", eu quis escrever, e fiz.

Apólyti

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Pensador.com

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⁠Eu estive ali Mergulhado em loucuras escrevendo As 2 da manhã no imenso silêncio
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⁠Eu estive ali Mergulhado em loucuras escrevendo As 2 da manhã no imenso silêncio Procurando por uma estrela brilhante Talvez o acaso A lucidez por um instante Sem ninguém a recorrer A madrugada a me benzer E dentre tantos pensamentos Algumas conclusões Tão raras. Eu estive ali Sim estive Naquele quarto Hoje não sei como está Para aquela casanunca voltei Somente os momentos herdei Tão supérfluos Tanto tempo perdido Minha sorte é a segurança De que aquele já se foi Mas de minhas certezas eu não garanto Ao lembrar ainda me espanto De aquele já fui eu Se foi o tempo Se foram seus motivos Mas mesmo assim Mesmo você sendo esquecido Uma imagem apagada Tenho receio O que já fui posso definir Mas de minha ascenção Tão abstrata Mal sei de autonomia Um dia já tive Hoje vertem as raízes Os malditos resquícios Da máscara Esculpida de minha própria carne O retrocesso é um caminho de espinhos E por ele preciso andar ocasionalmente Mesmo que eu saiba as respostas Me entrego a essa releitura Eu aprendo do mundo Me esforço demais Acho melhor cerrilhar os olhos E não olhar para trás Pois tudo isso ainda é vivo E se me pego pensando Acabo voltando para lá.

⁠A verdade já foi dita Os profetas, os sábios, os santos já diziam A grotesca insatez humananos faz esquecer do óbivo⁠
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⁠A verdade já foi dita Os profetas, os sábios, os santos já diziam A grotesca insatez humananos faz esquecer do óbivo⁠ Passamos metade de uma vida querendo o futuro E passamos a outra metade nos queixando do passado O despertar da consciência Acontece para quem está preparado Até lá ficamos moldando nossas estátuas da ignorância Defendendo nossas faces malignas Estimando o conhecimento a tão pouco Alegando que este é o máximo da evolução Evolução Ah! Que palavra bela Por que o presente é esquecido? Mal me lembro do ano passado A ansia de viver nos corrompe E o comodismo assassina nossas oportunidades Não há porque querer tempo É querer peneirar areia O aproveitamento dos momentos é reduzido De tal modo que não herdamos nada E este é o artifício genuíno A única ''graça'' que nos vem sem pedir Chega ser cômico Não há porque querer tempo Não há A fácil manipulação da realidade Para se tornar algo agradável É vicioso E esta é a tortuosa presença Do falso anunciador da benção O bem-aventurado futuro Sempre com uma proposta diferente Pega pela mão e leva consigo E acabamos ali Tentando segurar a porta para não entrar no necrotério Agora fartos da esperança Era tão ruim assim o presente? Não era óbvio que uma armadilha no seu caminho de sempre Poderia por ventura lhe prender? Incerteza Falência do pensar O modo futuro-próspero estava ligado E não pude notar que me rasgava entre as rosas As mesmas que colheriam para o meu leito.

Somos a geração que não sabe lidar com os problemas, sendo aconselhados por outras pessoas que não sabem lidar com os problemas, criando uma grande confusão mental. A incerteza é um obstáculo, e não estamos conseguindo passar por ele, tropeçamos e seguimos rastejando neste chão…
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Somos a geração que não sabe lidar com os problemas, sendo aconselhados por outras pessoas que não sabem lidar com os problemas, criando uma grande confusão mental. A incerteza é um obstáculo, e não estamos conseguindo passar por ele, tropeçamos e seguimos rastejando neste chão de provações, nos tornando cada vez mais limitados.