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Frases de Antonio Ramos da Silva

432 frases

Sua voz Ouvir-te Oh! Meu amor. É como o meu ser,
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Sua voz Ouvir-te Oh! Meu amor. É como o meu ser, se conectasse a velocidade da luz em melodias e sons e sentir meu interior emergir. Voz que encanta e me seduz num bailar de silabas soltas; num entrelaçar de uma paixão envolta. Seus sons. Oh! Meu amor. Aquele que sorrateiro foge de teus lábios como brisa leve, e repousa em meus ouvidos como labaredas de fogo. Deixa meu corpo fervido e me chicoteia suavemente. Abriga-me em tua doce euforia. Quero ser melodia; num arranjo só me inebria. Faça-me frequência e única sintonia. Seu som me capta e de amor castiga. Varre as malditas palavras que não ouso escutar: Infelicidade, dissabores, desarmonia. Eu não canto decepção estagnada; aquela que fazeis dele pranto e no canto da alma se fez pó. Não quero mais desamor disso eu tenho dó. Vida se canta numa nota só. Amor!

BIOGRAFIA Antonio Ramos da Silva Antônio Ramos da Silva
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BIOGRAFIA Antonio Ramos da Silva Antônio Ramos da Silva Nasceu em 19 de setembro de 1960 na cidade de Brusque (SC). Vive e trabalha em São Bento do Sul (SC). É Professor, Radialista, Escritor, Ativista Cultural, Historiador e Poeta. Graduou-se em Ciências Econômicas, pela Faculdade De Plácido e Silva – FADEPS – Curitiba (PR) (1984). Pós graduou-se em Gestão Financeira, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR - Curitiba (PR) (1987). Em suas atividades em exercício é Presidente da Academia de Letras Infanto-Juvenil para Santa Catarina Municipal de São Bento do Sul (SC) e membro da Associação Internacional de Poetas para São Bento do Sul. Idealizou, planejou e executa o projeto “Diferente Sim, Indiferente Não”, e “Oficina de Poetas” em São Bento do Sul (SC). Recebeu a Medalha do Mérito Cultural Dr. Arthur João de Maria Ribeiro - 2013, concedido pelo Instituto Montes Ribeiro e o Troféu Escritor Osvaldo Deschamps de Literatura e Artes - 2013. Publicou: 30 títulos, entre poesias, textos, diálogo e história.

Ser real Se pudesse esfoliar a alma;
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Ser real Se pudesse esfoliar a alma; rasgar a roupa, tirar a fantasia. Desnudar o corpo. O que será que sobraria? Voltar ao ventre... e em nascente silêncio ficasse sugando o liquido que somos. Energia realmente. A essência! A fragrância. Sem casca.

Banheira sem sais Chovem lágrimas. (finas gotas cristalizadas).
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Banheira sem sais Chovem lágrimas. (finas gotas cristalizadas). O tempo chora lento. Arrebento; ouço sentimentos invernais. Um deserto nas mãos. Aflição guardada no peito. Água doce banheira sem sais. Poesia banha no leito. Em brasa a saudade arde. Não há caminho e nem eito numa busca covarde. Avessos de mim revirados. Passado de ti esquecido. Trago-te no coração tragado. Desilusão que me invade sorvem água, impurezas... dos meus olhos resguardados. Solitários, derrama na face esquecida. Frases de poemas amarrotados; bebida amarga; engolida solidão. Não há remédio que cure feridas de uma perdida e picante ilusão.

Toda luz que nos olhos estampamos; é uma onda eletromagnética que captamos; que prove a alma. Magnetismo sutil e denso que move as nossas emoções secretas; ora harmonizadas, ora fútil e volátil; e por elas somos guiados. Nessa longa viagem oposta entre a busca e o equilíbrio é q…
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Toda luz que nos olhos estampamos; é uma onda eletromagnética que captamos; que prove a alma. Magnetismo sutil e denso que move as nossas emoções secretas; ora harmonizadas, ora fútil e volátil; e por elas somos guiados. Nessa longa viagem oposta entre a busca e o equilíbrio é que acendemos a vida.