Pular para o conteúdo

Frases de Antonio Ferreira

58 frases

Lembre-se da força do trovão Neste momento enclausurada Nessa tarde de frio
Continuar lendo

Lembre-se da força do trovão Neste momento enclausurada Nessa tarde de frio Com um coração de portas fechadas Te peço que ouça o trovão Sua força não existe em vão Lembre-se que Deus nos ensina Na sua natureza Na nuvem que nos faz olhar Para sua alteza Para sua glória Não precisamos ter medo Por que Deus nos segura com sua mão direita Olha, ouça o trovão Sinta esse frio que acalenta Que nos ensina que precisamos De alguém que nos sustenta De alguém que com amor nos alimenta Te digo que o medo Nos faz perder a fé Nos faz perder o bom senso até Queria contigo me embrulhar Nesse frio, nesse dia de chuva Mas, mais pesado do que o frio Que sinto É o frio que nos desnuda Que é o frio que mata o coração A insensibilidade que mata a nossa paixão

Você é uma linda poesia Você é uma linda poesia Um lindo soneto
Continuar lendo

Você é uma linda poesia Você é uma linda poesia Um lindo soneto Um lindo momento Enclausurada de segredos Você tem versos que não consigo interpretar Versos passíveis de complicar Coisas que guardo no meu coração E só eu sei rimar Sua vida está escrita Em mudas canções que não canto Apenas me encanto Versos que vão desenhar Desenhados pela sua silhueta E declamados pelo brilho do seu olhar

Quando estávamos juntos Quando estávamos juntos Éramos amor e paixão
Continuar lendo

Quando estávamos juntos Quando estávamos juntos Éramos amor e paixão Aventura e curtição Razão e emoção Afago e carícias Primazia e primícias Hoje, mesmo sem nos ver Mesmo sem do outro saber Queremos ser ainda praia e sol Óculos e guarda-sol Cama e lençol Prece e louvor Saúde e vigor Fervor e amor Infelizmente te perdi Não mais te vi Hoje somos chuva e sol Frio e calor Primavera e verão Amargor e perdão Não nos encontramos mais Não somos mais um só coração Queria recitar a dor Mas prefiro te mostrar em meus olhos Na minha insônia atroz No meu andar solitário No amor que pra mim é algo só imaginário

Não preciso de você Não preciso de você Minhas noites em claro
Continuar lendo

Não preciso de você Não preciso de você Minhas noites em claro Minhas preocupações contigo Meu desejo de te ver É só mais uma fase que vou esquecer Claro que não preciso de você Posso viver tranquilo sem teus abraços Sem teus afagos Sem teus amaços Sem teu cheiro E pensar que você pode não está bem Isso me deixa preocupado Mas posso viver sem você Você pode viajar Se divertir Com um amigo lanchar Mas se meu coração se partir Não quer dizer que não possa viver sem ti Posso lembrar de nossas graças De nossas brincadeiras De nossas asneiras Mesmo assim, posso viver sem você Mesmo que meu coração venha a morrer

A morte em vida Vejo ao meu redor Almas sedentas que vagam em cemitério infértil
Continuar lendo

A morte em vida Vejo ao meu redor Almas sedentas que vagam em cemitério infértil Que ninguém rega o terreno endométrio Gerador de novas vidas, tanto na Terra como no céu Almas ressequidas pela robusta ignorância Onde estão em si mortas Apesar de semivivas Não conhecem a vida Apenas sobrevivem Feliz são as prosopopéicas vidas que as assistem Felizes aqueles que são homenageados Sem a consciência de estarem Sem o orgulho para seus egos se elevarem A vida é assim Dá-se vida aos mortos E mata os vivos, outrossim No cemitério da ignorância Morrem para dar frutos E dão vidas aos que perderam a consciência de tudo

Escondendo minhas lágrimas na chuva Como eu desejaria esquecer quem sou Tentar esquecer que você é minha pele
Continuar lendo

Escondendo minhas lágrimas na chuva Como eu desejaria esquecer quem sou Tentar esquecer que você é minha pele Tentar esquecer que sem você, eu já era Como eu queria ter escolhido viver com ela Quem seria eu na terra dos mortais Se não qualquer um a mais Na chuva até, eu escondo minhas lágrimas no relento Procuro olhar minha cara de tristeza, assim eu tento Procuro esconder o meu coração a bater Quem sabe um dia eu não precisarei, vou desaparecer Esquecer que qualquer dia amei e não correspondeu. Vou tentando caminhar na chuva, esquecendo deste fato Que só o seu corpo eu tive, Sua alma nem por um instante Fui feliz enquanto não sabia, nosso amor relaxante Percebi que você não tinha amor Seu passado voltou Na chuva até, eu escondo minhas lágrimas no relento. Procuro olhar minha cara de tristeza, assim eu tento Procuro esconder o meu coração a bater Quem sabe um dia eu não precisarei, vou desaparecer Minhas lágrimas não lembrarei. E você será um aprendizado, que quero e vou esquecer. Esquecer que qualquer dia amei e não correspondeu Minhas lágrimas não lembrarei. E você será um aprendizado, que quero e vou esquecer. Esquecer que qualquer dia amei e não correspondeu

Ao povo de Deus A fé é uma expectativa certa da realidade Uma busca pela consciência de verdade
Continuar lendo

Ao povo de Deus A fé é uma expectativa certa da realidade Uma busca pela consciência de verdade Onde se busca por uma mensagem do Senhor Mesmo em espirituais grilhões, tendo muito fervor Tendo muito fervor Mesmo sem poder Rogo pela liberdade de pensamentos Da pura e cristalina consciência Com um coração puro a cada momento Com um coração puro a cada momento Mesmo diante da fraqueza Da falta de destreza De nobres pastores Que fazem vãos louvores Peço a todos: muito amor Muito amor Lembremos que mesmo na adoração Muitos louvam em vão Sem amor, sem coração Sem sentido e sem gratidão Sem gratidão Lembremos dos falsos profetas que São Paulo lutava Muitos não o escutavam Dava poder e espírito santo Aos jovens pastores Mas muitos não reconheciam seus esforços e prantos Muitos se desviaram E a verdade renegavam Por isso, hoje faço essa petição Que parem de ser falsos santos E amem de todo coração Amem de todo coração

Minha epifania Minha epifania Minha fina sintonia
Continuar lendo

Minha epifania Minha epifania Minha fina sintonia Meu âmago Meu encontro Não sei se te conto Minha descrição indescritível De algo que aconteceu, De algo tão sensível Minha epifania Minha tênue linha Algo tão singelo Que só eu sei Algo sem lei Algo que não posso dizer Minha epifania Que pode ser com o Senhor E com meu amargor Ou comigo mesmo No dia que percebi De tudo que se passou De tudo que perdi Esta é minha epifania Algo que não vou te contar Algo que passou na vida minha

Ventos uivantes Ventos uivantes que se deslocam no deserto Ventos que não sofrem prisão
Continuar lendo

Ventos uivantes Ventos uivantes que se deslocam no deserto Ventos que não sofrem prisão Ecoam no vazio Ecoam dentro do coração Ventos que não pedem passagem Não há restrição Lembram que há algo vazio Por não haver edifício e paredão Nada concreto Só o imaginário, puro e só Sem obstinação e sem ninguém para dizer não Mas também sem poder tirar o aperto do coração Ventos que levam o que acabou Trazem em grilhões apenas recordações Recordações gritantes e tempestuosas Igualmente os ventos uivantes que vêm de forma despretensiosa

O que é verdade Hoje fui perguntado se eu a conhecia Falei que tinha uma
Continuar lendo

O que é verdade Hoje fui perguntado se eu a conhecia Falei que tinha uma A verdade é assim Cada um tem a sua Para uns, a verdade é suprema É voraz É letal Algo que faz mal Usadas para bater e agredir alguém Tratando-o como mero animal Outros a reserva para si A distribui em doses homeopáticas A conta-gotas De forma simpática Pois ela não é Nada mais, nada menos como acreditamos Conhecida, amada e quiçá odiada Da forma que a interpretamos A melhor forma de amá-la É ser o que é Guardando-a dentro do coração E mostrá-la para quem nos respeita Sem mentirmos, mas nos protegendo Sem ferir ou enganar, Ninguém que venha nos amar Amo com minha verdade pura Um amor que não permite machucar Por isso, minha verdade dou Meu coração quero dar Sem malícias, mas minha verdade Só com você vai ficar