No final da mente achou o que sente Feliz a mente a espera finda Inda, inda, meu amor
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No final da mente achou o que sente Feliz a mente a espera finda Inda, inda, meu amor A energia do teu lado Fala dos transpassados passados Brincando na máxima dos poetas Poesia, rima, som e cor Clamor, na pele linhas Riscadas, puxadas e raiadas de agora Admirada brincando na aurora dos dias Olha lá! Se vão as horas... Dessa nossa poesia Dos nossos destinos curvos Outras vidas Caminhos tortos Ah, espera! Finda! Finda! Vazam mais águas ainda A historia toda em um dia E nas mil noites derramadas Estrelas, astros, amadas Pra finalmente achar como sente Plagiando Graça Nascimento ou Pessoa Digo que amor de poeta mente É vez das três margaridas de Ave Sangria Euforia amor, euforia! De tanto que eu dizia A duvida desdentada mordia Ei, espera, finda por favorzinho Vejo o aconchego do ninho Chego no teu beijo, caminho Como uma prece Vou escrevendo todo verso que desce Reencontros magistrados Pedidos resgatados Rotineiros e esculpidos Amores e amados Batente branco do teu terreiro Delírio, casa devaneio Guarda a semente vermelha Da margarida que centelha Fugindo vinda do sonho Eita espera finda do reencontro! Bambos, tontos, intoxicados Fugindo apaixonados para outra ida Vida, bem que a gente pode Se pendurando em palavras e acordes Viajar no vento do teu berço O terço de Maria me pede Meu amor vai indo, indo ainda Deus que espera linda! Que instante infinito Eita espera, tu finda? Finda.... O coração derrete na chama Clama e deságua ainda Onde não se vê maldade O amor é verdade Deita na cama branca e ama E vem, minha vida, finda.