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Frases de Annd Yawk.

16 frases

Se tu não és perfeita, pequena… finges muito bem.
"Estou perdido. Meus remos se quebraram, e este oceano de frustrações parece tanto ser interminável, sendo engolido pelos horizontes em quaisquer direção que eu tente enxergar uma saída, uma ilha deserta pra mascarar as minhas aflições e pânicos descontrolados. O barco está racha…
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"Estou perdido. Meus remos se quebraram, e este oceano de frustrações parece tanto ser interminável, sendo engolido pelos horizontes em quaisquer direção que eu tente enxergar uma saída, uma ilha deserta pra mascarar as minhas aflições e pânicos descontrolados. O barco está rachando, e já são tantas nuvens plúmbeas que se aproximam denunciando a chuva que vem, sedenta por destruição e mais destruição. O vento sopra as minhas velas, conduzindo-me ao desconhecido. Nada sei do futuro, nem de seus planos pra mim. O sol vai morrendo com o passar das dores, dando lugar a escuridão que logo chega, vendando-me, para que meus olhos não gritem lágrimas de medo ao encarar o fim de minha insignificante existência. As ondas ao meu redor parecem me consolar, e me convidar às tuas profundezas cadentes, às tuas fendas inalcançáveis e soturnas. Não me falta o medo de nadar, nem a vontade de voar. Às vezes só não enxergo em meu barco, forças para continuar."

"Se vc plantasse os próprios sorrisos na sua alma de vez enquando, talvez na se decepcionasse tanto com amores que secam e morrem, paixões que surgem do nada e do mesmo nada somem. E com ctz vc não iria mais chorar por borboletas traiçoeiras q beijam-te o riso, te mostram o paraí…
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"Se vc plantasse os próprios sorrisos na sua alma de vez enquando, talvez na se decepcionasse tanto com amores que secam e morrem, paixões que surgem do nada e do mesmo nada somem. E com ctz vc não iria mais chorar por borboletas traiçoeiras q beijam-te o riso, te mostram o paraíso e vão embora pra nunca mais voltar!"

procurar o foco, o auge de nós mesmos, a plenitude. conseguir garimpar tão fundo a nossa solidão, a ponto de encontrar tesouros vislumbrantes. encontrar em nós mesmos os motivos de ficar, e os de partir sem chorar. aprender o devir, os teoremas, as teorias, os desesperos. o foco…
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procurar o foco, o auge de nós mesmos, a plenitude. conseguir garimpar tão fundo a nossa solidão, a ponto de encontrar tesouros vislumbrantes. encontrar em nós mesmos os motivos de ficar, e os de partir sem chorar. aprender o devir, os teoremas, as teorias, os desesperos. o foco é conversar com o medo. ser transparente o bastante pra chorar sem manipular nossa alma, sem corromper nossos desejos. o foco é sentar junto com nossos demônios e fumar tomando café e chegando a um acordo maduro. o foco é não ter força quando precisamos ser fracos e recorrer a um amigo, é não levantar quando o chão for mais atrativo. correr e tropeçar quando for preciso. poupe seus olhos de muralhas e veja a bela tempestade que vem vindo, tão quieta… e o que a gente faz? ossos do ofício: dançamos aos olhos da tragédia. tudo que somos não é mais, e economizar a vida é o maior dos desperdícios.

o amor, às vezes, é um pássaro ensaguentado, à beira da morte, que encontramos no meio da neve, e perdemos todas as dimensões de tempo e distancia pra cuidá-lo e curá-lo, impensavelmente mesmo que todo sacrifício venha a ser em vão no final… o amor, às vezes, é uma nuvem negra q…
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o amor, às vezes, é um pássaro ensaguentado, à beira da morte, que encontramos no meio da neve, e perdemos todas as dimensões de tempo e distancia pra cuidá-lo e curá-lo, impensavelmente mesmo que todo sacrifício venha a ser em vão no final… o amor, às vezes, é uma nuvem negra que surge quando tudo o que precisamos é de chuva forte, e nem sempre nos damos conta do quanto estivemos secos e sem vida em nossas clausuras infecundas, frias e empoeiradas… o amor, às vezes, é como despertar num domingo de manhã com a preocupação de atraso, e então nos damos conta que está tudo bem, pois podemos ficar quanto tempo quisermos, porque não precisamos sair, pois não há lugar melhor do que onde estamos… o amor, às vezes, é tão pequeno a ponto de levarmos pra todo canto, e grande o suficiente pra que nossas vidas o orbite sem que venhamos a cair, porque o amor é como um orvalho que salva a flor, e nele se refletem o céu e todas as constelações de andrômeda. amor é sei lá o quê e nem sei pra onde, nem como, nem bebo, nem cuspo. apenas me assusto quando chega tombando os trincos, e agarro às cegas, olho, beijo, unho, pra não deixar assim por vir e partir, porque amar também é um rasgo, um bocejo, e entender que nem sempre devemos ter por onde ir.