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Frases de André Ricardo de Amorim

20 frases

Algumas vezes tudo parece ser contra. Mas a gente sempre se encontra e tudo apenas parece... Então a gente esquece de se deixar esquecer.
Acabou-se a ilusão Terminou a fantasia Chegando depressão
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Acabou-se a ilusão Terminou a fantasia Chegando depressão Assim termina o dia Eis o fim do carnaval Ecoa a voz do silêncio A voz tenaz habitual (ouço como auspício) volto com a rotina (à vida ou à partida?) Se fecha a cortina Agora é vida real Todo carnaval tem seu fim E minha vida é carnaval Então será o fim pra mim? Não. é só um vendaval.

Todos os versos que fiz na minha mais nobre invenção foi por ti tudo que escrevi
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Todos os versos que fiz na minha mais nobre invenção foi por ti tudo que escrevi não foi uma paixão em vão Por mais que tenha q acabar um fim verídico não darei estarás sempre em mim e mais uns versos por ti eu farei Pois enquanto a hora não chegar vou expressar o que sinto vou externar os desejos do fundo e viver no meu mundo distinto Isso é para que não esqueças os momentos que tivemos juntos não foi história de castelos nem fadas, nem heróis de outros mundos Mas foi digno de uma história devota como Romeu e Julieta outrora viveram em castas opostas, uma guerra travando vivendo uma paixão, com uma única meta Mostrar para o mundo o bem verdadeiro que para o amor não existe limites Só uma lei move o mundo em conjunto amar e ser amado, eis o decreto inteiro

Estava em minhas mãos, embalada Só seu cheiro eu sentia Minha boca secava, dormente
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Estava em minhas mãos, embalada Só seu cheiro eu sentia Minha boca secava, dormente Seu beijo me anestesia Palpitava forte o coração Parecia alegria, euforia Mas no final depressão Solidão, a nostalgia Foi isso que hoje senti Quando contigo sonhei Lembro de quando te conheci Percebi como perecerei Senti o beijo da morte Partindo meu coração Enxerguei um contraste forte Lembrei seu visual habitual... numa explosão! Usava um batom vermelho Vermelho sangue parecia Em contraste com sua pele Logo, um efeito neurastenia Então encontrei branca de neve Com o contorno dos lábios vermelho Misturando o sangue com neve Apreciei um gosto revelho No fim a tal branca de neve traiu O homem que por ela viveu Sem piedade o coração dele partiu Com um sorriso, um último suspiro deu Pois ele morreu. E a branca? De neve só tinha a frieza e a cor Se espalhou no suspiro do cujo Apenas um sonho, e aquilo me acordou.

Por hoje não direi o que penso é que vício tem que se controlar Por hoje farei uma pausa
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Por hoje não direi o que penso é que vício tem que se controlar Por hoje farei uma pausa até que possa novamente sua boca beijar Só hoje darei descanso para que você possa acompanhar Tantos ontem passaram sem q eu te tocasse, abraçasse entediado de escrever E quando o amanhã chegar irá me inspirar e renovar o que sinto Mas por hoje, só hoje não alimentarei essa ânsia de querer me expressar

Ontem tive um sonho Muito real parecia Foi um tanto risonho
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Ontem tive um sonho Muito real parecia Foi um tanto risonho Coerente em demasia Me ensinastes gramática Talvez até teologia Te falei da retórica Toquei na filosofia Me mostrou um adjetivo Que o chamei de beleza Me disse um transitivo Direto, senti a pureza Em meio as aulas severas Descansamos minutos de ouro Beijos molhados me deras Em amor me sentia calouro Bom aluno, aprendia Mas queria tudo de novo E não foi ironia Por um sorriso maroto O amor se fundia Foi um sonho relâmpago Acordei sem saber onde estava Pois atacou o meu âmago Levantei e senti a ressaca Agora lembro e te conto Um sonho gostoso vivido Não é o fim do raconto Só o que tenhas pedido Quando terminares de ler Do sonho saberás o bastante É que é o mesmo clichê Que outrora sonhaste antes é bom saber, ver e sentir Um sonho contado em versos Vou sentir prazer em dormir Sonhar e fugir do meu ego

Ontem sonhei que era um poeta a fazer canções de amor Acordei, me vi um pateta
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Ontem sonhei que era um poeta a fazer canções de amor Acordei, me vi um pateta senti o langor Agora em frente a uma tela escrevo todo devaneio sucinto Todo resquício grafado no papel num recinto É tudo muito indistinto como se minotauro fosse dentro de um labirinto facundo, terno - eu não minto! Só ao te ver tudo fica certo cantado como uma loa Pois é na canoa do destino ferrenho na proa com divino empenho Que estamos navegando decerto, antecipados A ver o futuro incerto não longe, bem perto De um fim malogrado e tirano de um sentimento humano Esse é o destino insano, fadado ao sarcasmo.

[...]Então vamos amar e sonhar até o prazo acabar vamos sorrir e viver
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[...]Então vamos amar e sonhar até o prazo acabar vamos sorrir e viver só eu e você não pensar, só agir até o dia vir. E quando chegar a dor suportaremos com amor Se não fico até o final não é por mau... é q esse avatar quer viver sem dever(sem poder) quer sorrir sem pedir e dever sem saber a quem prover (ou pedir?)

E se um poeta eu fosse? Eu diria com explendor e magia o amor que me contagia
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E se um poeta eu fosse? Eu diria com explendor e magia o amor que me contagia esse seu beijo molhado Eu diria mil vezes, as vezes que me pus a pensar, em algo falar sobre seu sorriso gostoso Mas poeta não sou vou me conformar em apenas olhar e beijar sem nada dizer Porém se deixar eu pintar vou exemplificar o que sinto aqui dentro. você vai admirar sem nada falar ou definir o q sente