O Sentido da Vida Sabe-se bem que do amor nada se mede E por seu clamor não há de haver conquista
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O Sentido da Vida Sabe-se bem que do amor nada se mede E por seu clamor não há de haver conquista Somente a unção do entranho par concede O tragar das carnes ao se por a vista Amor em demasia assim não se explica A loucura do intangível fluxo das emoções Ao contexto do que a si próprio implica E faz por esmerar os mais distintos corações Eis que divinamente motiva a existência A sublime margem de nossa excelência O segredo da origem quão desconhecida E eis que do homem faz sua morada Induzindo-lhe a lançar em dúvida ao nada O puro e verdadeiro sentido da vida