Não se esconde aquilo que não se tem. Portanto, ao bom observador à verdade se manifesta.
Frases de André Erotides de Arruda
61 frases
Quem faz o que quer, é escravo de si mesmo, pois faz o que seus desejos lhe impele à fazer. Quem faz o que precisa ser feito, este sim é livre, pois apesar de não querer, decide por livre escolha fazer.
Quem sabe que não sabe, é sábio. Quem não sabe que não sabe, é ignorante, porém se este achar que sabe, aí é burro mesmo!
Nada é eterno, nem esta afirmação.
Só há uma coisa que não é boa: morrer! Mesmo assim, por vezes, pode ser que seja bom, à depender das crenças e circunstâncias.
Só tem duas formas de encarar a vida. Uma é chorando. A outra é rindo. A segunda pelo menos é mais divertida.
Se tudo posso, ninguém mais pode nada.
Ser lembrado é matar os que estão vivos.
"Eu sou o silêncio entre o trovão e a flor. A memória da estrela e o útero do futuro." Essa poesia de 2 linhas, nasceu da combinação poética-filosófica com minhas reflexões. Carreguei-à de metáforas fortes:
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"Eu sou o silêncio entre o trovão e a flor. A memória da estrela e o útero do futuro." Essa poesia de 2 linhas, nasceu da combinação poética-filosófica com minhas reflexões. Carreguei-à de metáforas fortes: "Silêncio entre o trovão e a flor" sugere o equilíbrio entre força e delicadeza — entre caos e beleza. "Memória da estrela" evoca a origem cósmica da Terra, feita do pó de estrelas. "Útero do futuro" simboliza a Terra como o ventre da vida, onde tudo nasce e renasce. Assim, não vou esquecer o que pensei quando à ela dei a luz.
Viver é o verbo. Sentido é o adjetivo. E você é quem conjuga.
Oração de um pai que não crê Eu não acredito em Deus. Não consigo. Não vejo necessidade, nem presença.
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Oração de um pai que não crê Eu não acredito em Deus. Não consigo. Não vejo necessidade, nem presença. O mundo, pra mim, se explica por outros caminhos — razão, ciência, acaso talvez. Mas mesmo sem fé, todas as noites, me ajoelho ao lado da cama dos meus filhos e oro. Não oro por mim. Não peço nada pra mim. Minha oração é por eles. É por amor — só amor. Porque quando estou com eles, abraçado, sentindo o calor pequeno e infinito desses corpos que nasceram de mim e que hoje são meu mundo, eu percebo uma coisa estranha: Não acredito em Deus, mas desejo que Ele exista… Nem que seja só pra cuidar deles. É contraditório? Talvez. Mas o amor de um pai não precisa ser lógico. Ele é visceral, instintivo, manso e feroz ao mesmo tempo. E então eu falo com Deus. Falo mesmo não crendo. Peço: cuida deles. Peço: livra-os do mal. Peço: que eles cresçam fortes, felizes, bons. Agradeço também — por cada risada, por cada abraço, por esse instante sagrado que é vê-los dormindo em paz. Não faço isso escondido. Não é um ritual meu. Faço com eles, por eles. Eles acreditam, a mãe deles também. E eu não quero roubar deles esse mundo invisível que tantas vezes conforta. Não oro por fé. Oro por amor. E talvez, só talvez, esse amor que sinto seja a coisa mais próxima de Deus que eu jamais vou tocar.
São onze os mandamentos deixados por Deus, pois "Amarás o teu próximo como a ti mesmo", na verdade são dois.
Se eu tiver sucesso e meus filhos não o tiverem, então eu não o tive. Se meus filhos tiverem sucesso, então eu já terei tido todo sucesso que um dia sonhei.