Brilho da minha paixão. Fosse eu imóvel como tu, astro forjente. Não mais suspenso da noite como a luz deserta a contemplar.
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Brilho da minha paixão. Fosse eu imóvel como tu, astro forjente. Não mais suspenso da noite como a luz deserta a contemplar. Com a pálpebra imortal aberta, longe da natureza. E sonho incosciente, não mais firme e imultável sempre. A descansar no seio que amadura de meu belo amor. Para sentir e sempre o seu tranquilo arfar. Desperto e sempre numa inquietação. Para em seu meio respirar, ouvir de sorte. E sempre assim viver ou desmaiar na morte.