“Por quê choras, meu anjo? Está triste. Conte-me o que acontece contigo.”
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“Por quê choras, meu anjo? Está triste. Conte-me o que acontece contigo.” E a menina anjo apenas chora. “Não tenha medo. Não contarei teu segredo, anjo. Me diga o que aconteceu.” E o pequeno anjo me dá um sorriso de confiança e eu a abraço. Dias se passam... “Por onde anda meu anjo?”, me pergunto. E encontro a menina anjo, sorridente. “Está diferente, meu anjo. Está feliz.” Digo a ela com um sorriso. E ela não sorri de volta. Ela apenas se vai. Por quê ela não sorriu como da última vez? Não há mais tristeza. Não há mais medo. Mas o que nela restou? “Por onde anda meu anjo?”, me pergunto mais uma vez.