Nem todos devam ser niilistas, nem todos possam ser ateus ou céticos, apenas talvez 1% para uma percepção da falência da moral religiosa e política.
Frases de amauri valim
819 frases
Quando não se experimenta o livre arbítrio se faz refém de paradigmas religiosos.
Voto Consciente: É um tipo de voto que o eleitor dá ou vende.
O homem não é um anjo, quando tenta ser, imbeciliza
Eu devoro as formigas que trafegam, pois um dia elas farão isso com a minha carne.
Se nos disserem que os métodos contraceptivos são um pecado, precisamos aceitar essa imposição, por mais óbvio que pareça que, sem o controle de natalidade, o desastre é certeiro. (Bertrand Russel)
No espelho não tem mais eu e você. Essa de não querer voltar é culpa minha enquanto o amor morre lentamente.
Minha morte não foi tão mal. Do meu próprio veneno eu bebi, de modo lento destilando cada gota.
Anjos são comissários de Deus e acumulam funções de mensageiros e testemunhas, soldados galácticos a defender e executar as ordens de Deus. A proteção angelical não é tão confiável e não passam de ministros postos sobre altares a cantarem louvores.
Filhos são como cheques sem fundos, vão e voltam
Os Anjos A teologia produziu enorme quantidade de anjos (milhares de milhares ‘Apocalipse 5: 11’) superior ao número de homens. Anjos não são vistos perambulando sobre cabeças de animais a não ser por um processo telepático místico, do nada para o inexplicável e improvável. Os…
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Os Anjos A teologia produziu enorme quantidade de anjos (milhares de milhares ‘Apocalipse 5: 11’) superior ao número de homens. Anjos não são vistos perambulando sobre cabeças de animais a não ser por um processo telepático místico, do nada para o inexplicável e improvável. Os anjos são seres perfeitos acima do homem e subordinados a Deus, os pervertidos são pequenos demônios quase sem poder, aliados ao diabo assim como o arcanjo Lúcifer que também não tem lá tanto poder como lhe é atribuído. Na pequenez do cérebro humano de capacidade ilimitada e imprecisa se acumula as causalidades divinas, tendo um Deus criador de toda a bondade e maldade angelical. Anjos não são substâncias palpáveis, mas de natureza puramente divina na concepção humanista, essa ideia de perfeição angelical transcorre na alma humana, são estereótipos imaginários do homem criados para o percurso fantasioso em virtudes puramente religiosas. Atribui-se também a Deus a criação dos anjos com efeitos milagrosos a seu bel-prazer, uma espécie metida entre humanidade e divindade, espirituoso e virtual, mas que também não pode errar para não correr os riscos dos castigos oferecidos aos homens assim como para Lúcifer. Não é confiável a proteção angelical pela limitação de poder dado a eles, assim não passam de ministros postos sobre altares a cantarem louvores. Os comissários de Deus acumulam funções de mensageiros e testemunhas, soldados galácticos a defender e executar as ordens de Deus.
Criou-se o ilusionismo e metaforismo em torno da imagem de um homem denominado Cristo.
A religião é a ponte para a ideia de Deus.
Quanto maior for o sofrimento humano, maior será o seu estado de fé e crendice.
A melhor forma de amar é tendo muitos amores.
Quando uma pessoa é prioridade de outra logo se torna um objeto indispensável para suas próprias satisfações. Prioridade não requer necessariamente o bem e pode massacrar o belo o bom. Há sempre alguém determinando o que é bom ou ruim regrando os instintos naturais de uma vida hu…
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Quando uma pessoa é prioridade de outra logo se torna um objeto indispensável para suas próprias satisfações. Prioridade não requer necessariamente o bem e pode massacrar o belo o bom. Há sempre alguém determinando o que é bom ou ruim regrando os instintos naturais de uma vida humana.
A fé não move montanhas, mas os ventos movem moinhos. Montanhas não são vistas mudando de lado das margens dos rios.
Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guer…
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Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guerras e outros..., são as referências para homens da fé, que vestidos de santidades atribuem aos castigos dos Deuses. A Plebe também transfere parte do poder de Deus ao corpo clerical. o que acaba por transformar o Deus bondoso em um Deus mau. Usam-se os Deuses para todo e qualquer evento, seja para a vingança ou para a amenização da dor. Quando Deus não evita nenhuma dessas tragédias, apesar das suplicas de seus fiéis, resta a ele todo o poderoso amenizar a dor desatinada dos corpos destroçados. Todos os eventos citados, vistos e percebidos, naturalmente ocorrem sem intervenção onipotente e a oração não garante a amenização dos conflitos e dores, apenas acontece em um plano eventualmente da natureza, pois se “eu rezar para acalmar a tempestade ela por sua força espontânea naturalmente acalmará”. O homem em seu livre arbítrio não controla suas ações nem os eventos da natureza. Deus não evite a tragédia nas causas do homem, porém se acredita que consola um ou outro vivente, lentamente, em um processo natural do organismo. Deus por seu total controle atribuído pelo homem lhe falta o cuidado para evitar todas as tragédias da natureza e da humanidade, deverá então suplicar desculpas ao homem pelo fato de o homem confiá-lo tal proteção. Deus devia na sua condição de existência no mínimo transferir o seu poder absoluto ao homem, visto que o homem é presente, é perceptível e previsível quanto a todos os eventos, seja da origem humano quanto da origem da natureza, faltando-lhe cuidados e poder. O homem por sua falta de controle atribui poder absoluto a Deus para então reger sua vida desregrada e todos os eventos, mas não é o que se percebe no cotidiano porque todas as tragédias e todos os males permanecem em evolução. Deus é um instinto do humano dominado por um sistema chamado religião
Salvação e Eternidade Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem. Nietzsche denomina {...} o…
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Salvação e Eternidade Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem. Nietzsche denomina {...} o cristianismo como uma grande maldição, {...} em que também a igreja pratica o parasitismo, contra a saúde beleza e bem estar. Ocorre a decadência dos planos divinos quando se submetem as mentiras e verdades e consequentemente a decadência humana. Pronuncia-se a condenação ao cristianismo na perspectiva de Nietzsche. O homem que pensa muito em poder deve de pensar como Deus para ser dado aqui também como homem religioso. Lutero nas suas rebeldias e condenações ao papado e nas suas teses nas quais se pretende a moral religiosa é ao mesmo tempo um moralista para si mesmo, tido como homem religioso que alimenta seu próprio espetáculo. Vejamos também a possibilidade de encantamento com as verdades: salvação e eternidade, associando-as a Nietzsche, são percebidas no desejo do homem cristão, porém são mentiras teológicas na pretensão do domínio supremo do ser aliciado pelos conceitos dogmáticos. O homem que se comporta religiosamente correto é um homem que pensa muito em si e às vezes alimenta seu próprio egoísmo. A nobreza é o cúmulo do egocentrismo percebido no poder do rei e da rainha, no cidadão de sangue religioso, na concepção da existência de Deus todo onipotente. O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade. O cristianismo é uma maravilha da cultura ao mesmo tempo em que Nietzsche conceitua como praga da humanidade, tem-se aqui também como uma luxuosidade dos deuses gregos. Deuses gregos são os vícios da Nobreza e o pecado da avareza. A nobreza dada ao homem perverso é o fruto do atraso da humanidade, o conceito de nobreza eleva o poder egocêntrico, esse poder do nobre homem, Deus, rei e rainha massificam, oprimem e julgam a si e a plebe, porém ambos apoiados em Deus não necessariamente existente, por fim a nobreza inventou a salvação e a eternidade e para esses processos se utilizam de Deus.
O pensar místico dotado de rituais sagrados é tão importante quanto um espírito livre/liberdoso.
Os sete pecados tem tudo a ver com a felicidade e natureza humana, mas para a igreja é visto como transgressão. Os sete pecados para o cristianismo são mais importantes que as sete virtudes. Esses pecados são a sobrevivência da igreja e da charlatanaria sobre o desprovido. Há hom…
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Os sete pecados tem tudo a ver com a felicidade e natureza humana, mas para a igreja é visto como transgressão. Os sete pecados para o cristianismo são mais importantes que as sete virtudes. Esses pecados são a sobrevivência da igreja e da charlatanaria sobre o desprovido. Há homens para classificar, julgar e condenar perante um suposto Onipotente.
O progresso da humanidade não estabelece um controle eficaz para a felicidade devido uma falta de adequação para os prazeres imediatistas e baratos em que o humano vive, difícil também é formar uma opinião sobre ela, talvez não haja uma fórmula, mas uma estimativa pela beleza, sa…
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O progresso da humanidade não estabelece um controle eficaz para a felicidade devido uma falta de adequação para os prazeres imediatistas e baratos em que o humano vive, difícil também é formar uma opinião sobre ela, talvez não haja uma fórmula, mas uma estimativa pela beleza, saúde e riqueza como requisitos básicos e algo mais que completem as emoções. Para Freud “A felicidade não nos ensinou quase nada que já não pertença ao conhecimento comum”. Em uma perspectiva para a felicidade no futuro, talvez seja necessária ajustar a felicidade de hoje, se houver.
Se o amor não existisse: nAMORada – AMOR = nada Buscar o amor de outrem parece imprudência com os modos de vida alheia, falta de amadurecimento das emoções. Desdém sobre si mesmo. O amor parece não existir, visto como um meio egoísta, relevante de posse e domínio. Bom mesmo são…
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Se o amor não existisse: nAMORada – AMOR = nada Buscar o amor de outrem parece imprudência com os modos de vida alheia, falta de amadurecimento das emoções. Desdém sobre si mesmo. O amor parece não existir, visto como um meio egoísta, relevante de posse e domínio. Bom mesmo são histórias de romances de amores que não deram certos.
Débil e desprezível é o método de educação do ser humano que necessita das ajudas dos mitos: Deus e diabo, na educação da criança em que se reproduz a imagem deles como castigadores, vingadores sobre a sua desobediência. A. Valim