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Frases de Amanda Lemos

177 frases

Você já parou para pensar nisto ? O Brasil possui uma imensa diversidade étnica e linguística que está entre as maiores do mundo e é a maior da América do Sul. Tal diversidade é resultante do intenso processo de miscigenação que foi submetido o território brasileiro, uma mistur…
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Você já parou para pensar nisto ? O Brasil possui uma imensa diversidade étnica e linguística que está entre as maiores do mundo e é a maior da América do Sul. Tal diversidade é resultante do intenso processo de miscigenação que foi submetido o território brasileiro, uma mistura de raças e cores, uma mescla do português, do negro e do indígena. De acordo com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 345.000 indivíduos, representando 0,2% da população brasileira, desconsiderando, é claro, aqueles que vivem fora das áreas indígenas que somam cerca de 190 mil. Esse número só tende a crescer devido à continuidade dos esforços de proteção ao índio brasileiro, queda dos índices de mortalidade, melhoria na prestação de serviços de saúde, e de taxas de natalidade superiores à média nacional. Atualmente, um dos grandes focos em pauta para o Governo Federal trata-se da questão do índio no Brasil e sua inserção no meio social e cultural em que vive. Segundo a legislação brasileira, o nativo adquire a plena capacidade civil quando estiver razoavelmente integrado à sociedade. Para que tal aconteça, é necessário que tenha boa compreensão dos usos e costumes da comunhão nacional, conheça a língua portuguesa e tenha a idade mínima de vinte e um anos. Uma das propostas que tramitam no Congresso objetivando melhor qualidade de vida ao índio trata-se do Projeto de Estatuto das Sociedades Indígenas. O objetivo da proposta é assegurar que a proteção aos índios brasileiros se dê com base no reconhecimento do seu diferencial cultural e não mais na falsa premissa da sua inferioridade. Com isso, além da efetiva garantia dos seus direitos, procura-se permitir que os povos indígenas tenham espaço necessário ao desenvolvimento de seus projetos de futuro. No entanto, o indígena ainda representa um grupo marginalizado vítima de violências morais e físicas desde a época colonial. Segundo Guiucci, historiador, a conquista da América se deu em um "espaço geográfico privilegiado da destruição das culturas autóctones e da escravidão dos indígenas, bem como do lucrativo tráfico de negros africanos para as plantações e minas do Novo Mundo". Tendo em vista esse fator histórico, já se encontra enraizado o processo de marginalização, preconceito e subordinação do índio que padece nas mazelas da sociedade. Um caso de completo descaso encontra-se na região do Mato Grosso do Sul que virou refúgio da bandidagem, terras férteis ao tráfico de drogas e armas. Muitas terras indígenas dessa região estão sendo local de acomodação de fugitivos paraguaios por se tratarem de áreas federais, ou seja, em que só se pode adentrar com autorização da FUNAI e, portanto dificultam averiguação da polícia. O índio brasileiro é um cidadão que tem anseios, carências e necessidades específicas, que precisam ser atendidas pelo Estado. Embora concentrada em grande parte na Amazônia, a população indígena brasileira está dispersa em quase todo o território nacional. Há de se trabalhar em políticas publicas eficientes que atendam essa população que é eminentemente brasileira e encontra-se nessa terra chamada Brasil há muito mais tempo que se imagina.

Você, na melhor das hipóteses, também chegará lá... "... Ser jovem é saber envelhecer." Juca Chaves
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Você, na melhor das hipóteses, também chegará lá... "... Ser jovem é saber envelhecer." Juca Chaves A expectativa de vida do brasileiro está em crescimento e o envelhecimento da população é um reflexo desse aumento. Ou seja, as pessoas estão vivendo mais do que viviam antes. Prova disso é a participação dos idosos com 75 anos ou mais no total da população – em 1991, eles eram 2,4 milhões (1,6%), hoje, representam uma parcela de cerca de 10,5 % da população total do país, segundo o IBGE. Envelhecer é um processo natural que caracteriza uma etapa da vida do homem e dá-se por mudanças físicas, psicológicas e sociais que acometem de forma particular cada indivíduo com sobrevida prolongada. Tendo em vista esses fatores, é de extrema importância a manutenção da boa qualidade de vida a pessoa idosa, sobretudo, o idoso dependente e o idoso fragilizado, camada da população que constitui no Brasil o grupo mais marginalizado e excluído dentro do universo das pessoas da terceira idade. O idoso possui direito à liberdade, à dignidade, à integridade, à educação, à saúde, a um meio ambiente de qualidade, entre outros direitos fundamentais (individuais, sociais, difusos e coletivos), cabendo ao Estado, à Sociedade e à família a responsabilidade pela proteção e garantia desses direitos. Até a atual Constituição não existia nenhum dispositivo tratando dos direitos dos idosos, no entanto, a Constituição de 1988 já se refere ao idoso, garantindo o seu amparo. Um exemplo disso é a Política Nacional do Idoso (PNI) que estabelece direitos sociais, garantia da autonomia, integração e participação dos idosos na sociedade, como instrumento de direito próprio de cidadania. Outro exemplo trata-se do Estatuto do Idoso, regido por lei e sancionado em 1 de outubro de 2003. O estatuto define medidas de proteção às pessoas com idade igual ou superior aos 60 anos e ampara a pessoa idosa na medida em que zela pelo cumprimento dos seus direitos. As políticas públicas governamentais têm procurado implementar modalidades de atendimento aos idosos tais como os Centros de Convivência – espaço destinado à prática de atividade física, cultural, educativa, social e de lazer, como forma de estimular sua participação no contexto social que se está inserido. Todavia, há ainda muito que se fazer, sobretudo, no que tange a previdência social brasileira que, ainda é falha e por vezes dificulta o processo de aposentadoria da pessoa idosa. A vida é um ciclo natural, portanto o envelhecimento faz parte do grandioso processo que é a existência humana. Envelhecer com saúde, qualidade de vida, tranqüilidade e felicidade é meta de qualquer indivíduo e para que isso se concretize fazem-se necessárias ações coletivas dos cidadãos juntamente com eficazes políticas de governo que ampare e proteja quem um dia já esteve na “flor da idade”.

Dedicatória... Ele tem hora que fuma, diz até que poucos prazeres no mundo chegam ao de acender um cigarro. Para disfarçar o gosto na boca, masca chiclete de menta ou jujuba de limão.
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Dedicatória... Ele tem hora que fuma, diz até que poucos prazeres no mundo chegam ao de acender um cigarro. Para disfarçar o gosto na boca, masca chiclete de menta ou jujuba de limão. Ás vezes. Vai saber. Quem vê nem imagina que é míope, também pudera, reconhece as mais belas "catitas" da rua sem precisar de palpite alheio. Ninguém me diz também com exatidão o motivo do “cambaleio” pendendo para a perna direita. Diz ele que é marca de guerra. Não sei. Tem quem diz que se tratou de uma facada em uma briga no baile de formatura do colegial. Ninguém sabe ao certo. Ah, que saudade do Dr. Marcos dos jogos de gamão na Turquia ao berimbau na Bahia. É tão bom encontrar alguém tão simples quanto eu e com um coração tão mole quanto o sabiá lá de casa. Dizia para mim que fim de tarde pedia rede e um bom livro. Existe coisa melhor, afinal? Quem o vê assim não dá nada. Nem um fiapo. Quem senta para uma boa conversa, um mundo inteiro é pouco. Diziam que não tinha problemas. Vivia sorrindo. Ele sempre me dizia que “tudo bem, uma hora a dor passa. Despercebida.” E vindo de quem já viveu tanto, tem hora que eu até acredito... * Texto escrito em plena madrugada, dedicado a um grande amigo, já muito distante.

Sem punição não há justiça . A corrupção é um fato e negá-la seria blasfêmia ou ignorância. Está enraizado na peculiaridade humana aproveitar, por vezes, das situações para levar alguma vantagem sobre tal.
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Sem punição não há justiça . A corrupção é um fato e negá-la seria blasfêmia ou ignorância. Está enraizado na peculiaridade humana aproveitar, por vezes, das situações para levar alguma vantagem sobre tal. O típico “jeitinho brasileiro” ou a malandragem tão conhecida. A corrupção não se restringe aos congressos, palanques ou eleições, mas também se encontra na vivência do dia a dia. Pessoas que cortam filas, emitem cheques sem fundos, não declaram o imposto de renda, adulteram os produtos no supermercado e outros mais diversos exemplos que comprovariam a inerente característica humana de corromper-se. Como então julgar “caixa dois”, “mensalões”, desvio do erário público e compras ilícitas, em meio a tanta hipocrisia? Um povo corrompido elege um governante corrupto, não há dúvidas. O ponto culminante, no entanto, quando se fala em corrupção é a ineficiência brasileira em julgar ilegalidades e penalizá-las da devida forma. Corrupção e impunidade, uma alimenta a outra e vice-versa. As pessoas acreditam que ficarão impunes e optam pela corrupção, e ao mesmo tempo, o ato de corrupção em si fortalece a impunidade. No caso do Brasil, em específico, que ocupa a 75ª posição no ranking das nações mais corruptas do planeta, há diversos projetos de lei que ainda tramitam no legislativo, como o projeto que torna crime o enriquecimento ilícito que, está para ser aprovado há mais de oito anos, sem contar na demanda burocrática que o julgamento de desvio de verbas acarretaria. Ou seja, embora se queira, acredito que demandará um bom tempo ainda para que corrupção de fato torne-se um crime hediondo aos "pés" da lei. Como diria o apresentador e escritor Jô Soares, "A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa.” Pesquisas feitas apontam que a corrupção leva ao desperdício de capital, cerca de 5% do PIB nacional é dissipado, ou melhor, desviado para os “bolsos” ou “cuecas” políticas. A corrupção tem se revelado uma calamidade que consome o resultado do trabalho de milhões de brasileiros, envergonha o país e mancha a imagem do Brasil no exterior. Com a ditadura militar, a corrupção foi escondida e os corruptos ligados ao regime agiam impunemente. Com a redemocratização, houve um alento com a cassação de um presidente por corrupção. Mas a punição foi um ponto fora da curva. A regra nos governos seguintes continuou sendo a impunidade, que nesse sentido, só veio reforçar o grau de ineficiência dos três poderes. Como lembra o ditado latim, “Impunitas peccandi illecebra” (a impunidade estimula a delinqüência) e como diria Denis Lerrer, filósofo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, “enquanto não se colocarem os corruptos graúdos na cadeia nada vai mudar”. Ainda soma-se ao fato uma população conivente que só veio “dar a cara a tapa” agora, exigindo o fim de PEC 37 e demonstrando realmente que o povo não foge a luta e o quão essas diversas manifestações populares podem emitir uma repercussão internacional grandiosa. Soma-se ao fato também a “morosidade” da justiça. A punição existe para impor limites, refrear instintos naturais e permitir que os indivíduos possam se proteger uns dos outros. Sem punição não há justiça.

Deixando meu recado... Discorrer a respeito da água, como fonte de vida, dentro do viés de sustentabilidade pode ser, por vezes, piegas demais, tendo em vista a indiscutível relevância dela para a vida na Terra. Entre todos os recursos naturais, a água é de absoluta importância…
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Deixando meu recado... Discorrer a respeito da água, como fonte de vida, dentro do viés de sustentabilidade pode ser, por vezes, piegas demais, tendo em vista a indiscutível relevância dela para a vida na Terra. Entre todos os recursos naturais, a água é de absoluta importância para a sobrevivência. Sem ela, a raça humana desapareceria, os animais irracionais e toda a natureza se transformariam em chão seco e empoeirado e o mundo não seria mais um lugar para se viver. Nesse sentido, portanto, faz-se necessário a água afim nutrir e suprir as necessidades diárias dos seres vivos. No entanto, embora se tenha conhecimento da considerável importância deste recurso natural para a sociedade, seu uso ainda é indiscriminado e irresponsável. No Brasil, por exemplo, as estatísticas comprovam. Cerca de 70% da água utilizada em território brasileiro é desperdiçada. O país detém 13% das reservas de água doce do Planeta, que são de apenas 3%. Esta visão de abundância, aliada à grande dimensão continental do território tropical, favoreceu o desenvolvimento de uma consciência de “inesgotabilidade”, isto é, um consumo distante dos princípios de sustentabilidade e sem preocupação com a escassez. “Consumo Sustentável quer dizer saber usar os recursos naturais para satisfazer as nossas necessidades, sem comprometer as necessidades e aspirações das gerações futuras.” Reutilizar, na medida do possível é, portanto, um termo que está perfeitamente adequado ao conceito de consumo sustentável. Reutilizar a água, inclusive, não é um hábito novo, existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação. Reutilizar para não carecer, não carecer para não prejudicar futuramente. Essa é a meta. Consciência ambiental não se trata de um ponto individual apenas, e sim, sobretudo, de algo coletivo. As ações de cada indivíduo somadas a dos demais refletirão no mundo de amanhã. Ter noção de que o meio ambiente é formado, dentro de uma visão simplificada, pelo solo, água e ar e que esses meios interagem sinergicamente entre si, é um pontapé para uma discussão mais séria e comprometedora com a realidade ambiental. Atentar-se para o tripé “reduzir, reciclar e reutilizar” não é falácia ou demagogia, pelo contrário, é característica de um cidadão consciente que se preocupa com o meio em que vive e com o futuro que o aguarda.

Ambição: até que ponto ? Já teorizada Darwin, pelo estudo da seleção natural, que os seres mais fortes serão aqueles que melhor se adaptarão ao meio e suas necessidades e por esse motivo serão os que sobreviverão. Nesse sentido, a ambição encaixa-se perfeitamente. Foi por desej…
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Ambição: até que ponto ? Já teorizada Darwin, pelo estudo da seleção natural, que os seres mais fortes serão aqueles que melhor se adaptarão ao meio e suas necessidades e por esse motivo serão os que sobreviverão. Nesse sentido, a ambição encaixa-se perfeitamente. Foi por desejar uma vida melhor, mais segura, que o homem pré histórico fazendo uso de seu " recém-surgido córtex pré-frontal " passou a imaginar novas possibilidades e utilizou seu polegar opositor para fazer as coisas funcionarem como ele desejava. A criatividade e o trabalho, vistos dessa forma, são instrumentos a serviço da ambição humana e, como tal, podem ser bem ou mal usados. Reforçando essa ideia, já defendia Carlos Drummond de Andrade : “ Necessitamos sempre de ambicionar alguma coisa que, alcançada, não nos torna sem ambição. ” Destreza é uma característica que requer treino, mas iniciativa depende exclusivamente da vontade de cada indivíduo. Ambicionar melhores condições de vida, associar ambição bem dosada ao trabalho, vida escolar e até mesmo nos relacionamentos pessoais, trata-se de um dos melhores conselhos para o sucesso. Na obra A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo de Max Weber, o autor identificou, entre outras, a maneira como a religião reinante interpreta o enriquecimento pessoal, associando esse fato ao enriquecimento de algumas nações como Inglaterra e Alemanha e a estagnação econômica e social de outras. Weber observou que em países com influência católica o significado de austeridade e humildade era por vezes sinônimo de pobreza. Em um campo arcaico, para esses países eminentemente católicos, o “ganhar dinheiro” era algo pecaminoso. Já em países protestantes, especialmente os calvinistas, aceitaram que ganhar dinheiro com o trabalho duro era uma forma de seguir os ensinamentos divinos. Para eles, as habilidades humanas, como a arte e o comércio, são dádivas divinas que devem ser estimuladas e valorizadas. E bem pagas, claro. Olhando-se mais de perto, a não “pecaminização” do dinheiro não foi a única causa para o enriquecimento de países protestantes durante o século XIX e XX, há de se observar também que a ambição produz riqueza e, quando bem conduzida, produz desenvolvimento. É evidente a importância da ambição em um mundo que cada vez mais exige aptidão e perfeccionismo. No entanto, quando não dosada , a ambição pode ser desastrosa. Resulta em um pedantismo desvairado, ganância e sobreposição do “ter” sob o “ser”. Gera indivíduos mecanizados e sedentos por poder e reconhecimento, seres humanos que não se importam com as conseqüências advindas dos meios utilizados para atingir dado objetivo. E muitas vezes, essas conseqüências podem ser drásticas como o não respeito ao próximo e a tangência ao egocentrismo. Toda a vida humana deve ser pautada no equilíbrio. Um remédio pode proporcionar a cura, mas paradoxalmente a isso, quando em exagero, poderá findar uma vida. A ambição parte desse mesmo pressuposto, tê-la em quantidade normal e que só proporcione e almeje positivamente é a chave para todo e qualquer sucesso. Ser ambicioso não se trata necessariamente de um defeito ou qualidade, trata-se de saber bem usar essa característica tanto em sua dose quanto em sua prática.

O maior erro foi achar que só se podia amar assim uma única vez na vida, e que a partir do momento que eu encontrasse a pessoa que supostamente seria o amor da minha vida, superaríamos tudo. Mas essa é justamente a questão, pode até ser que realmente exista amor verdadeiro, mas o…
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O maior erro foi achar que só se podia amar assim uma única vez na vida, e que a partir do momento que eu encontrasse a pessoa que supostamente seria o amor da minha vida, superaríamos tudo. Mas essa é justamente a questão, pode até ser que realmente exista amor verdadeiro, mas o que tínhamos nunca foi amor. Foi doença, sufoco, delírio. Nunca deu certo na realidade, sempre foi complicado demais para acontecer. E foi isso mesmo que aconteceu, não aconteceu .

Se me perguntarem qual seu prato favorito, o que mais gosta de fazer, o que mais te irrita, o que te faz feliz e até mesmo quantos sorrisos você tem para cada momento, eu saberia dizer. Mas se te perguntarem o mesmo de mim, você saberia responder ? Acho que não. Eis ai a nossa di…
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Se me perguntarem qual seu prato favorito, o que mais gosta de fazer, o que mais te irrita, o que te faz feliz e até mesmo quantos sorrisos você tem para cada momento, eu saberia dizer. Mas se te perguntarem o mesmo de mim, você saberia responder ? Acho que não. Eis ai a nossa diferença, quem se importa, sabe. E sobretudo, demonstra. Mas tudo bem, eu já estou indo embora, porque já fiz tudo que podia fazer.