A MORTE CHEGOU DE BRANCO A morte chegou de branco mas quem a viu não fui eu.
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A MORTE CHEGOU DE BRANCO A morte chegou de branco mas quem a viu não fui eu. Foi a moça do barranco que mal a viu se escondeu. Chegou de branco trazendo um sopro de terras santas de rosas castas e rios onde em claros arrepios se deita o sonho gemendo... Chegou de verdes colinas de longínquos povoados e tinha toda a pureza da risada das meninas das águas virgens das plantas dos campos mal-assombrados. Chegou de branco! De branco... De branco como o silêncio como as núpcias de branco como o primeiro suspiro da moça que no barranco só por vê-la se escondeu. A morte chegou de branco mas quem a viu não fui eu.