Quando o Silêncio Fala Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões. O silêncio é um grito interno que podemos sentir: dores, força, fraqueza.
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Quando o Silêncio Fala Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões. O silêncio é um grito interno que podemos sentir: dores, força, fraqueza. Quem silencia tem a bênção e a maldição de perceber tudo com intensidade. Lá, enxergamos nossas luzes e nossas sombras. Sentimos tudo profundamente e ouvimos o barulho ensurdecedor do nosso próprio silêncio, que reverbera em nosso corpo. Pensamos, analisamos, observamos, julgamos, ponderamos — tudo isso no equilíbrio ou no desequilíbrio da nossa mente. O silêncio faz mais barulho do que imaginamos, podendo nos levar à ressignificação ou à evasão que, às vezes, chega sorrateiramente. No meu profundo silêncio, posso ser tanto a resiliência quanto a dor que escondo dentro de mim. Posso ser o medo, mas também posso ser a força que ainda não ousei revelar ou que moldo conforme meus altos e baixos.