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Frases de Aline Diedrich

89 frases

Não é simples encontrar o que buscamos, mas o princípio está naquilo que transmitimos. A vida tem essa mania de mostrar que as nossas vitórias ou perdas são resultados das sementes que um dia espalhamos.
Ela vai. Segue seus próprios caminhos, cura a dor dos espinhos, carrega na mala essas e outras memórias. Ela é inteira e, por ser inteira, ela não aceita histórias pequenas ou banais. Ela vai. Coloca em metades seus merecidos pontos finais, empurra pra fora o que não tem o poder…
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Ela vai. Segue seus próprios caminhos, cura a dor dos espinhos, carrega na mala essas e outras memórias. Ela é inteira e, por ser inteira, ela não aceita histórias pequenas ou banais. Ela vai. Coloca em metades seus merecidos pontos finais, empurra pra fora o que não tem o poder de enfeitar sua casa, não se contenta com coisa rasa nem abre um espaço aqui - outro ali - para o que não cabe em seu lar. Pois ela não confunde amor com a necessidade de amar. Ela vai. Vai sem asas, sem saber voar. Mas vai. Enfrenta as suas quimeras, planta suas flores sem a paciência de esperar pelas estações mais certas, ela faz suas primaveras. Sem nunca deixar de ser neblina quando precisa esconder a estrada a frente ou calor para derreter alguns gelos. Ela é mais do que enviar mensagens, cartas, cartões, selos. Ela mesma vai. Vai e rouba a cena quando não sabe o que é interpretar. Ela vai sem medo de se molhar nem de se queimar. Ela vai sem dizer amém pra tudo com o pensamento pequeno de que isso pode mudar o mundo. Ela vai. Até quando desmorona, quando lhe derrubam ou cai. Ela vai. Vai, mas não reconstrói, não refaz o que ficou para trás. Ela simplesmente vai. Vai e constrói o novo com todo esforço que isso requer. Porque ela sempre sabe o que quer... Tem a ver com essa vontade enorme que ela tem de viver.

Saiba que de tempos em tempos é bom faxinar, varrer a poeira para fora, desocupar os espaços, mandar embora o que não faz mais sentido, é preciso esvaziar. Abrir mão dos objetos, das situações, das sensações que não agregam. É preciso desobstruir os ambientes. É preciso deixar pa…
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Saiba que de tempos em tempos é bom faxinar, varrer a poeira para fora, desocupar os espaços, mandar embora o que não faz mais sentido, é preciso esvaziar. Abrir mão dos objetos, das situações, das sensações que não agregam. É preciso desobstruir os ambientes. É preciso deixar passar pela peneira. É sempre necessário filtrar. Saber o que não serve, saiu de moda, o que quebrou, o que não deve remendar. Ter noção do que um dia quis, mas não vale tempo e esforço para buscar. Nem dá para deixar o peso do ontem ou do outro fazer o lar pesar. Sua mente é sua morada. Ela precisa estar leve e limpa, porque casa limpa é muito melhor de habitar. E saber viver é não ter medo de desapegar.

Ela arrisca pelas curvas sinuosas, mas com foco para acelerar ou frear, porque a estrada reserva surpresas incríveis e tem horas que vale a pena arriscar. Ah, ela sabe que é preciso evitar os espinhos que fazem parte de tantos caminhos, porém, sem deixar de sentir as fragrâncias…
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Ela arrisca pelas curvas sinuosas, mas com foco para acelerar ou frear, porque a estrada reserva surpresas incríveis e tem horas que vale a pena arriscar. Ah, ela sabe que é preciso evitar os espinhos que fazem parte de tantos caminhos, porém, sem deixar de sentir as fragrâncias das plantas, pois os perfumes também constituem memórias. Ela entende que os cacos deixados para trás já não podem estragar as tão planejadas turnês, já que as cicatrizes de outrora fecharam e, no agora, não passam de simples histórias. Ela tem essa mania de deixar espaços vagos ao lado ou em suas sacolas, pois sempre há algo mais para levar, caber, acompanhar, sem medo dos absurdos fantásticos que o destino quer apresentar. E ela sempre diz: Que louca viagem é a nossa vida.

Ela tem o costume de esvaziar os potes cheios de coisas que não valem a pena guardar. Ela tem a mania de pedir sabedoria para compreender as intuições. Ela comete aquela loucura de nunca desviar os obstáculos pelo prazer de superar. Ela busca a ousadia para atrever-se pelas mais…
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Ela tem o costume de esvaziar os potes cheios de coisas que não valem a pena guardar. Ela tem a mania de pedir sabedoria para compreender as intuições. Ela comete aquela loucura de nunca desviar os obstáculos pelo prazer de superar. Ela busca a ousadia para atrever-se pelas mais variadas e arriscadas situações. Ela não faz a menor questão de parecer certa e coerente o tempo todo em suas perguntas e respostas. Ela sabe ser um misto de desconcertos, acertos, apostas. Ela é mais do que vive, do que sobrevive, do que ouve, do que houve, do que você vê. É o que bem entender. Ela é o que, de fato, bota fé. É o que faz e o que ela quer.

Liberdade não tem a ver com ganhar o mundo, apostar ou valer-se de tudo. Liberdade está em ser quem realmente se é, em não se enquadrar no que não bota fé. É, especialmente, se conhecer, se habitar, se pertencer. Aceitar e cultivar o grandioso interior, regar-se do próprio amor.…
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Liberdade não tem a ver com ganhar o mundo, apostar ou valer-se de tudo. Liberdade está em ser quem realmente se é, em não se enquadrar no que não bota fé. É, especialmente, se conhecer, se habitar, se pertencer. Aceitar e cultivar o grandioso interior, regar-se do próprio amor. A liberdade, primeiramente, vive e vem de dentro da gente. E está na chance de sempre evoluir e abrir a mente.

Esvaziar a bagagem da vida não é tão somente abrir mão dos pertences. É tornar-se leve, deixando ir embora feito balão que flutua tudo que não lhe cabe mais, que não lhe satisfaz. Sejam pessoas, amores, ambições, cargos, encargos. É fazer um verdadeiro estrago, para depois perceb…
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Esvaziar a bagagem da vida não é tão somente abrir mão dos pertences. É tornar-se leve, deixando ir embora feito balão que flutua tudo que não lhe cabe mais, que não lhe satisfaz. Sejam pessoas, amores, ambições, cargos, encargos. É fazer um verdadeiro estrago, para depois perceber que não é preciso remendar os cacos que restaram, pois não eram garantia de uma vida plena e magnífica. E que basta o pouco que ficou. E que você se basta. A vida também consiste em permitir partir, em fechar as portas, em descobrir caminhos novos, mesmo que pareçam estranhos ou sinuosos. Enfrente, destrave, desbrave as estradas. Siga em frente, porque logo ali está o maravilhoso acaso, o inesperado. O que encanta é justamente o que nunca foi planejado.