A felicidade não é egoísta, porque ela depende do estado de espírito do outro!
Frases de Aline Diedrich
89 frases
Não seja o que mundo espera de você, mas o que você espera do mundo...
Quantos mil degraus? Cair do telhado e quebrar a perna, jamais impediu que prosseguisse naquela busca insana por um pedaço do céu. Planejava ter uma escada tão alta, apoiada no Everest, para contar com exatidão quantas estrelas habitavam no espaço e tocar o firmamento com a pont…
Continuar lendo
Quantos mil degraus? Cair do telhado e quebrar a perna, jamais impediu que prosseguisse naquela busca insana por um pedaço do céu. Planejava ter uma escada tão alta, apoiada no Everest, para contar com exatidão quantas estrelas habitavam no espaço e tocar o firmamento com a ponta dos dedos. Desde que nasceu lhe ensinaram a olhar para o alto. Jamais baixar os olhos diante qualquer desafio que a vida colocasse em sua frente. Seu paraíso era ali, o agora, o momento de incerteza e de acreditar em adivinhações tolas do futuro. Foi assim que decidiu escalar as montanhas, pular alguns muros velhos e despintados e colocar seu balanço feito de pneu em meio os prédios da cidade. Mas por mais que subisse todos os degraus, o firmamento continuava distante. Teve a impressão de que não passava de uma ilusão de óptica, um delírio de consumo impagável, o máximo que seus olhos conseguiam ver. Mas ainda assim era azul. Azul celeste. Olhou outra vez para o céu. __ E aí, será que chove? Perguntou o cara parado ao seu lado, enquanto esperavam o ônibus que estava atrasado como sempre. Ainda precisava perder o medo de altura.
Para saber amar ao outro, é preciso antes saber amar a si.
Gosto de gente que tem fé na vida e se desprende de instituições que se dizem divinas ou qualquer tipo de alienação. Pois a verdadeira fé é algo interior, não materializado. Ela não limita nem condiciona.
Sempre que possível: junte-se aos justos, os que buscam progresso, aos bons. São estes que rasgam os rótulos e movem o mundo.
Em volta, os gênios estavam oprimidos. Os diferentes reprimidos. Os iguais, toleráveis, sempre juntos. Os injustos nunca punidos.
O espetáculo da vida não pode se tornar só mais uma encenação
Não quero colecionar inimigos e nem desejar o mal de alguém. Quero apenas guardar bons momentos num baú chamado memória e tirar da minha mente tudo que não me faz bem...
Não há nada tão certo neste mundo. Tudo depende da esperteza de seus olhos e por quais caminhos percorre a imaginação...
Entre tantos vícios, observar vidas era o que mais lhe dava prazer.
Nós descobrimos que liberdade nada tem a ver com experimentar todas as drogas, vícios ou virtudes do mundo. Liberdade é poder escolher.
Sua liberdade era o desapego.
Nós que descobrimos que fé não está condicionada a religião e consideramos bonitas todas as manifestações e formas de sentimentos.
Poderia falar de amor, mas dessa vez vou guardá-lo aqui dentro
Dizem que esta filosofia é coisa de mesa de bar. De poeta malandro que não aprendeu a rimar
Então deixou para trás tudo que um dia considerou importante. Precisava resgatar-se para almejar somente algodão doce e um mundo visto por olhos inocentes. Seu novo sonho era encontrar a caixa que guardava os sonhos...
Guarde o aprendizado do passado, viva intensamente o presente e lembre-se de planejar o futuro, mesmo incerto, porque são os sonhos que nos guiam e até nos desnorteiam...
Não tinha dons. Não se encaixava em quase nada. Não tinha rótulos, ainda que rotulasse e decifrasse alguns códigos de barras.
...Fazia trocadilhos. Engolia seu próprio sarcasmo. Dançava sons diferentes. Até tentava compor...
Dominava o desassossego da razão. Sua liberdade era o desapego.
Cidadania poderia ser sinônimo de solidariedade! Mas se solidariedade não fosse palavra e sim ação? Solidariedade, fazer o bem não tem preço!
Dizem que esta filosofia é coisa de mesa de bar De poeta malandro que não aprendeu a rimar Mas e daí, se o nosso divã é um banco de carro atolado
Continuar lendo
Dizem que esta filosofia é coisa de mesa de bar De poeta malandro que não aprendeu a rimar Mas e daí, se o nosso divã é um banco de carro atolado Ainda tem gente que pensa que rir é pecado Mas e daí, se sou fruto dos anos 80 Alma de socialista e você nem esquenta Mas e daí, se coleciono moedas, livros e discos E você guarda garrafas e riscos, arrisco em falar Mas e daí, eu culpo o planeta por fazer o sistema girar E você desligou essa órbita, nem quer ativar E qual o problema da minha cabeça de mundo e o seu mundo ser tão interior Se no mesmo contexto o assunto é amor?
Corrompa-se ao rock!